EMÍLIO GUSMÃO

Gosto da boa polêmica, ingrediente indispensável ao debate proveitoso. Depois que li Crime e Castigo (Dostoiévski) e A Morte de Ivan Ilitch (Tolstói), muita coisa mudou em minha cabeça. Tenho 36 anos, sou comunicólogo e microempresário do audiovisual. Preferências contraditórias: Che e de Gaulle, Bin Laden e Ghandi. Considero Manuel Bandeira, o melhor de todos os tempos da minha humilde biblioteca.

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CARLOS PEREIRA “DETONA” A IMPRENSA DE ILHÉUS

O advogado e professor Carlos Pereira Neto fez duras críticas a imprensa de Ilhéus, na sua coluna de ontem (quinta/28), do programa Expresso do Meio-dia, apresentado por Rildo Mota e Ciro Zatele na rádio Conquista FM.

Ele ponderou que há exceções.

Ouça o professor e deixe o seu comentário.

Duração: 6 minutos.

1 resposta para “CARLOS PEREIRA “DETONA” A IMPRENSA DE ILHÉUS”

  • Dirceu Góes disse:

    Caro Carlos Pereira,
    A verdade sobre as “reformas” nos cargos de comando da prefeitura, sobre a adesão oportunista (ou não) do PT à gestão municipal e demais questionamentos levantados no seu comentário não serão esclarecidos por nenhum assessor de imprensa que se responsabilize ou venha a se responsabilizar por este setor na PMI.
    A verdade só poderá emergir e ser divulgada caso haja investigação jornalística isenta, promovida por comunicadores em busca de fatos corroborados por documentação legítima. Eu sei que é difícil encontar profissionais deste naipe na região grapiúna, mas confio em que eles existam e estejam dispostos a desempenhar o papel de construtores da realidade social sem favorecer a tal ou qual cacique político das Terras da Gabriela.
    Eu sei que o dileto amigo não é jornalista, muito embora possua estofo cultural e atuação pública que lhe rendem a condição de comentarista em programa de rádio. Justamente por isso, por não ser um jornalista profissional consciente do seu papel de mediador social e pelo o que acabei de ouvir no post acima, identifico no conteúdo da sua fala conotações de cor política parciais, alusões sem provas a possíveis desmandos na condução da coisa pública e críticas sem solução quanto a atuação de segmentos da imprensa, naturais em quem reivindica para si, com todo direito democrático, parte da polêmica e do espaço no debate sobre as questões de Ilhéus.
    Um grande abraço,

    Dirceu Góes

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