Gosto da boa polêmica, ingrediente indispensável ao debate proveitoso. Depois que li Crime e Castigo (Dostoiévski) e A Morte de Ivan Ilitch (Tolstói), muita coisa mudou em minha cabeça. Tenho 36 anos, sou comunicólogo e microempresário do audiovisual. Preferências contraditórias: Che e de Gaulle, Bin Laden e Ghandi. Considero Manuel Bandeira, o melhor de todos os tempos da minha humilde biblioteca.
Segundo um projeto de Lei que tramita na Câmara de Deputados (Projeto de Lei 6433/2009), o terceiro que der causa à separação ou divórcio do casal terá que pagar pensão ao cônjuge infiel.
O projeto tem a intenção de inibir o adultério, que deixou de ser crime e com isso, segundo o autor da proposta, o Deputado Paes de Lira, ocorreu um aumento nos aventureiros que se metem entre as famílias e dão causa ao fim do matrimônio.
Vai ter muito malandro de orelha em pé se a proposta for aprovada…
Para mim é um contra-senso… E este projeto lei momento algum procede.
Seria o mesmo que obrigar um casal a está em uma comunhão extremamente fictícia, ou para “inglês ver….”
“Adultério” é um comportamento próprio e prazeroso ao ser humano; “adultério”, praticamos em uma simples nuance, em pensar na possibilidade….
Isso é coisa de catolicismo e cristianismo…..
Este deputado Paes de Lira deve ser católico ou cristão?! Tanta coisa relevante em trâmite no Congresso e colocam em evidência logo isso…..
Babozeira geral….
Esse Deputado Paes Lira deve ser um tremendo boiola que não consegue colocar um projeto que dignifique seu mandato e busca através de ideias retrogada criar popularidade em cima de assuntos que há muito já está superado na sociedade brasileira, deixa o fetiche correr solto deputado, nossa sociedade já superou essa bobagem de adulterio, isso é coisa dos antigos, agora chama-se escapulidinha.
Concordo… Com o avanço de nossa sociedade muitas coisas mudaram, e de fato a infidelidade existe, contudo, ela não deve ser aceita como está sendo, desse modo, com olhos maxista, se no momento que q se oficializa a união são dados os votos:” prometo amar e respeitar…” Nada mais justo do que se fazer valer para âmbos… Mesmo que por imposições e consequências!
Não cabe atacar cristão ou católico, corno pode ser qualquer um, até quem pensa que não é. Mas esse projeto sem fundamento parece mas de corno revoltado com algum ricardão.
E quando os infieis forem casados como é que fica? O marido paga para a mulher do corno e outra paga para o marido da corna? E quem paga para os filhos?
Isso vai dá é muita confusão. E com certeza vai ter bandido e bandida se aproveitando.
Poderia simplemente ser: o(a) infiel não tem direito a pensão e perde a guarda do(s) filho(s).
Para mim é um contra-senso… E este projeto lei momento algum procede.
Seria o mesmo que obrigar um casal a está em uma comunhão extremamente fictícia, ou para “inglês ver….”
“Adultério” é um comportamento próprio e prazeroso ao ser humano; “adultério”, praticamos em uma simples nuance, em pensar na possibilidade….
Isso é coisa de catolicismo e cristianismo…..
Este deputado Paes de Lira deve ser católico ou cristão?! Tanta coisa relevante em trâmite no Congresso e colocam em evidência logo isso…..
Babozeira geral….
Marco d’Oliveira.
Esse Deputado Paes Lira deve ser um tremendo boiola que não consegue colocar um projeto que dignifique seu mandato e busca através de ideias retrogada criar popularidade em cima de assuntos que há muito já está superado na sociedade brasileira, deixa o fetiche correr solto deputado, nossa sociedade já superou essa bobagem de adulterio, isso é coisa dos antigos, agora chama-se escapulidinha.
Roberto Corsário/Zona Sul de Ilhéus
Só poderia ser mesmo homem p/ nao aprovar essa idéia, sabe que vai doer no bolso, espero que aprovem mesmo.
Concordo… Com o avanço de nossa sociedade muitas coisas mudaram, e de fato a infidelidade existe, contudo, ela não deve ser aceita como está sendo, desse modo, com olhos maxista, se no momento que q se oficializa a união são dados os votos:” prometo amar e respeitar…” Nada mais justo do que se fazer valer para âmbos… Mesmo que por imposições e consequências!
Não cabe atacar cristão ou católico, corno pode ser qualquer um, até quem pensa que não é. Mas esse projeto sem fundamento parece mas de corno revoltado com algum ricardão.
E quando os infieis forem casados como é que fica? O marido paga para a mulher do corno e outra paga para o marido da corna? E quem paga para os filhos?
Isso vai dá é muita confusão. E com certeza vai ter bandido e bandida se aproveitando.
Poderia simplemente ser: o(a) infiel não tem direito a pensão e perde a guarda do(s) filho(s).