EMÍLIO GUSMÃO

Gosto da boa polêmica, ingrediente indispensável ao debate proveitoso. Depois que li Crime e Castigo (Dostoiévski) e A Morte de Ivan Ilitch (Tolstói), muita coisa mudou em minha cabeça. Tenho 34 anos, sou comunicólogo e microempresário do audiovisual. Pós-graduando em artes visuais pelo SENAC. Preferências contraditórias: Che e de Gaulle, Bin Laden e Ghandi. Considero Manuel Bandeira, o melhor de todos os tempos da minha humilde biblioteca.

Para enviar emails a Emílio Gusmão clique aqui.


EXPEDIENTE:

Layout:
Jamile Ocké
Sistema:
Marcelo Guerra
Fotografia:
Sandro Andrade



março 2010
D S T Q Q S S
« fev «-»  
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  
Arquivos

cener car

7/fev/2010 . 19:39

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE RECITA: CASO DO VESTIDO

Nesta gravação de 1978, da Philips, o “Itabirano” Carlos Drummond de Andrade recita o poema “Caso do Vestido”.

Mais uma preciosidade do Blog do Gusmão aos seus visitantes.


Nossa mãe, o que é aquele
vestido, naquele prego?

Minhas filhas, é o vestido
de uma dona que passou.

Passou quando, nossa mãe?
Era nossa conhecida?

Minhas filhas, boca presa.
Vosso pai evém chegando.

>| Leia a matéria completa »

MURINGUETES CONTAGIAM O PONTAL

Ontem (sábado/06), o bloco Muringuetes tomou conta das ruas do Pontal, em Ilhéus, trazendo como sempre seus integrantes (do sexo masculino) vestidos com trajes femininos.

Há oito anos “as meninas” homenageam o saudoso “Muringuinha”, morador e ícone do bairro, fonte de inspiração para a irreverência que alegra a comunidade “pontalense”, com o auxílio de muita cerveja.

A animação ficou por conta do grupo Chupeta de Ganso, do vocalista Abdias.

Veja as fotos de Fábio Menezes.

Muringuetes: irreverência, bom humor e ousadia.

O cantor Abdias também mostrou suas formas (eca!!!).

>| Leia a matéria completa »

SEM MEDO DO PASSADO

Artigo do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso.

O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária distorce o ocorrido no governo do antecessor, autoglorifica-se na comparação e sugere que, se a oposição ganhar, será o caos.

Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse “o Estado sou eu”. Lula dirá: “o Brasil sou eu!” Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.

Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?

>| Leia a matéria completa »



Enquete do Gusmão










Categorias

wordpress stats plugin