O general Raymundo Cerqueira Filho encaminhou nesta quarta-feira (10) uma carta ao senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) afirmando que não teve intenção de discriminação quando afirmou em sabatina no Senado que as tropas militares não obedecem a comandantes homossexuais e que os “indivíduos deste tipo” deveriam procurar outro ramo de atividade.