O procurador federal Israel Nunes, através do seu Blog, contesta com veemência a defesa de Jorge Bahia, quando alegou que chefe de gabinete não é agente público ou “político”, podendo participar de licitações da prefeitura que está lotado. Mesmo assim, Bahia afirmou que o seu nome não está relacionado no “rol” de proprietários da empresa. Para pegar o “bonde” do início (clique aqui)
Leia o que disse Israel Nunes:
“Quanto a dizer que o seu cargo não possuía o perfil de agente público, denota-se um absoluto desconhecimento ou ignorância em relação ao que seja um agente público. O diploma legal que define quem é agente público é a própria Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992), que diz ser considerado agente público “todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nas entidades mencionadas no artigo anterior” (União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios, de Território, de empresa incorporada ao patrimônio público ou de entidade para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com mais de cinqüenta por cento do patrimônio ou da receita anual, serão punidos na forma desta lei)”.
Para ler a contestação completa do procurador, clique aqui.
BAHIA, PORQUE EM NOME DA EMPREGADA, SÉRA QUE VC FOI TÃO INGÊNUO DE ACREDITAR QUE ISSO IA PASSAR DESAPERCEBIDO, SÉRA QUE VC NÃO PERCEBEU QUE TINHA MAIS PEIXE GRAUDO INTERESSADO COMO VC EM AJUDAR A LAPIDAR MAIS AINDA ILHEÚS, C0M TANTA INGENUIDADE É MELHOR VC VOLTAR A TRABALHAR NA DIRES, POIS LÁ OS CARGOS SÃO TÃO INSIGNIFICANTES QUE NÃO DESPERTAM A COBIÇA DO PRESIDENTE DA CAMARA E DE OUTROS, QUE SÓ PENSAM EM TIRAR PROVEITO DOS CARGOS QUE REQUEREM PARA OS APADRINHADOS QUE SÓ VIVEM AS CUSTA DO ERARIO PUBLICO.