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POLICIA FEDERAL PRENDE O CACIQUE BABAU


Babau está preso na PF de Ilhéus.

A polícia federal desenvolveu uma grande operação na manhã desta quarta-feira (10), para efetuar a prisão do Cacique Babau, um dos líderes dos índios Tupinambá, que reivindicam a demarcação de terras localizadas entre os municípios de Una, Ilhéus e  Buerarema.

A prisão ocorreu por voltas das 06:00 h da manhã, na Serra do Padeiro, localidade próxima ao distrito de Olivença.

Babau tem contra ele alguns mandados de prisão por ter invadido terras e por descumprimento de ordens judiciais que determinaram  reintegração de posse, requeridas por pequenos produtores.

10 respostas para “POLICIA FEDERAL PRENDE O CACIQUE BABAU”

  • Ricardo Silva disse:

    caro amigo Emilio babau não um lider indigena é simplismente um marginal nós comunidade de olivença não gostavamos da atitude que queimava os nomes de lideranças tupinabas honestas que tem o dialagos como forma de justiças.

  • glaucio malta disse:

    Emilio conheço pessoa que jogaram bola com esse cara ainda adolescente, depois de um tempo ele se diz índio isso é muito estranho, a galera de Buerarema quer saber quanto custa pra receber uma carteira de índio, comer, beber e bagunçar por conta de abeu que não dá em nada.

  • Editor disse:

    O que é ser índio pra vc?

  • marcelo lavigne disse:

    Infelizmente existem marginais que se aproveitam, de certos movimentos de luta, pela terra para se infiltrarem no meio de pessoas de bem, que lutam para conseguir melhorias para sua tribo ou comunidade, temos exemplos disso a nivel nacional que é o caso do MST, que estão sendo marginalizados em todo o Brasil por causa de marginais como este Babau, que merecem estar de trás das grades.

  • Editor disse:

    Procure conhecer mais sobre o assunto.
    Babau não possui nenhuma condenação, nunca foi preso por nenhum crime.
    Tudo que há contra ele ocorreu devido à causa indígena.
    Converse com os procuradores da união sobre este caso.
    Vc é um sindicalista, cuidado com a direita e suas versões.

  • Petrus disse:

    Acredito que a maioria de nós brasileiros damos total apoio à verdadeira causa indígena, bem como de outras formas de compensação aos danos sofridos pelas minorias ao longo dos séculos… mas o problema no caso específico na Serra do Padeiro é que o tal babau não é, e nunca foi índio, pois seus hábitos sempre passaram ao largo da identificação com a cultura indígena. Junto com seus parentes, passou a adotar adereços depois que “virou índio” ao retornar de uma temporada em Santa Cruz Cabrália. Não se tratam de opiniões a respeito, mas sim dos relatos de todos os moradores de Buerarema, cidade onde o Babau viveu desde criança. É só ir lá entrevistar a população, que o conhece desde pequeno. É irônico como um bom estelionatário consegue enganar tantas pessoas boas e bem intencionadas. De um lado um estelionatário dos bons, e de outro, autoridades com uma visão inocente da vida, que entraram para o Ministério Público (que possui a função constitucional de proteger os silvícolas) muito jovens sem qualquer bagagem da vida e que tomam como verdade o que leram nos livros ginasiais de história.

  • Petrus disse:

    E outra, respondendo ao Editor… Babau não possui condenação simpresmente porque não foi julgado ainda por seus crimes. Inquéritos e processos não condenam, quem condena é o juíz depois de todo o contraditório e ampla defesa… Quanto a não ter sido preso por crime algum, acho que o amigo está mal informado. Babal já foi preso sim… duas vezes, uma em 2007, e outra em 2008 na sede da Funai em ilhéus, ambas em cumprimento a mandados de prisão. Seus irmãos também já foram presos várias vezes.

  • A verdade disse:

    Seu Pretus ainda bem que o sr. bem sabe que Babau ´mora em Buerarema desde de criança. outra coisa ninguém vira índio,mas enquanto está tudo bem a comunidade não precisa lutar pelo que é seu , mas apartir do momento que a comunidade indígena se sente ameaçada é preciso lutar e fortalecer a sua identidade étnica para garantir os seus direitos.
    Percebo que sr. desconhece a realidade dos povos indígenas hoje. Como os povos indígenas podem viver com hábito da época antes da colonização ( nu , caçando, pescando )se hoje o território indígena está invadido por grandes latifundiários, fazendeiros, etc. Os rios são vias de esgotos.
    É só ter um pouco de raciocínio, qiue logo da pra perceber que os ovos indígena snão conseguem viver como antes

  • Luciano disse:

    A Polícia Federal de Ilhéus não estão simplesmente executando mandados de reintegração de posse. Está se comportando como braço armado dos latifundiários da região. Esses mesmos latifundiários estão fazendo uma campanha de desinformação e criminalização dos tupinambás. Porque não falam que ao ser homologado o território indígena todos os proprietários serão idenizados? Por que não falam da ação violenta que a polícia federal cometeu na Serra do Padeiro em 23 de outubro de 2008, usando balas de borracha, bombas de gás, destruindo bebedouros da escola, mandando mulheres grávidas descerem do ônibus a 20 km da comunidade? Porque não lembram que a mesma polícia federal, no dia 2 de junho de 2009, torturou com choques elétricos 5 tupinambás para forçá-los a confessar o assassinato de um homem cujo cadáver encontraram em decomposição após a retomada de uma fazenda (os próprios tupinambás avisaram a PF)? Isso não parece uma ação isenta de um órgão federal, mas parte da estratégia de criminalização promovida pelos latifundiários.

  • Petrus disse:

    Vamos lá… 1) Há um debate doutrinário sobre a lei de terras de 1850, que ainda está em vigor, se as terras de ocupação indígena são ou não equiparadas às terras devolutas, e terras devolutas, como é pacífico, não são indenizáveis, portanto não é possível simplesmente realizar desapropriação, pois há esse impedimento legal, e o STF terá que se pronunciar. Em outras palavras, nesse quesito se poderia dizer que “o buraco é mais embaixo”. 2) Balas de borracha, bombas de gás, e uso de tasers (que é bem diferente de tortura em pau-de-arara) é utilizada por todas as polícias do mundo como forma de contenção de distúrbio civil alternativa ao uso de munição letal, ou seja, seu uso é para evitar baixas de civis, procedimento que atende justamente à recomendação da CDH da ONU. A parte sobre destruir bebedouros, grávidas e tortura, vou considerar licença poética do exagero e nem vou comentar. 3) No episódio dos 5 tupinambás, o homem que matou o referido homem já havia sido encontrado e preso, portanto não tem relação com a prisão daquels cinco, que foram presos por desobediência a ordem judicial de retirada. 4) Finalmente, qto á isenção da PF, apenas um dado: A PF já andou cumprindo algumas ordens judiciais de reintegração em favor dos índios (acredite), que dias após invadirem foram expulsos por fazendeiros “à bala”, pois de acordo com a lei, o agricultor só poderia defender a posse da sua fazenda no momento da invasão, e não dias depois, onde somente poderia fazê-lo pro ordem judicial. Na ocasião a PF foi retirar o proprietário de suas terras, que ficou sem entender o motivo, mas enfim, é o que a lei diz. Ninguém sabe disso porque não é interessante para os “índios” divulgarem que também se beneficiam por ações da PF.

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