LUTA CONTRA A DESTRUIÇÃO DA LAGOA ENCANTADA SERÁ VENCIDA NA JUSTIÇA, GARANTE RUI ROCHA
Entrevistamos nesta segunda-feira (24), o professor Rui Rocha, engenheiro agrônomo, mestre em meio ambiente e secretário executivo do Instituto Floresta Viva, entidade que se opõe corajosamente à construção do Porto da Bamin, projeto que pretende desmatar uma grande extensão de Mata Atlântica, que pertence a APA da Lagoa Encantada, área protegida pela legislação ambiental.
Principais destaques:
O encontro com a ministra do meio ambiente Isabela Teixeira.
A postura equivocada do governo de Ilhéus.
O apoio da rede Globo à causa ambientalista.
O projeto, caso seja implementado, vai gerar problemas muito graves na região.
Ouça na Rádio Gusmão.










Dr. Rui Rocha,
É bom mesmo que esta questão do Porto Sul, Porto Intermodal seja discutida e decidida pela justiça.Pelo STF,que tem competência e foro legal para decidir os destino do Porto Intermodal da Bamin e do Governo Federal.Já que STF, tem jurisprudência já tomada em outros estados, fica mais facíl resolver em Brasília.
Dr. Ruy Rocha, o senhor menospreza minha inteligência quando diz que a Rede Globo tem compromissos com o meio ambiente, a Rede Globo tem compromissos em defender sua bela mansão que os Marinhos possuem na Ponta da Tulha.
A sociedade organizada de Ilhéus, cansou de tantas intransigência,mentiras,e mais mentiras plantadas as pés dos ouvidos de pessoas que foram alienadas pelos neos-ambientalistas, que até o ano de 2007, ninguém sábia existir em Ilhéus.Que de tanto o povo ouvir mentiras do ambientalistas, elas acabam virando verdade na cabeça de que não raciocínio próprios do alienados desavisados que o Porto Sul, vai destruir Ilhéus.Quem vai destruir Ilhéus são as ONGs,Floresta Viva,Socorro Mendonça, que defendem seus interesses particulares e são muito bem pagos, para que no palco das assembléias da reuniões sejam os donos da razão.
Atrazo Dr. Rui Rocha , são vocês e suas ONgs, que estão trazendo a região!O Dr. sendo ele engenheiro agronomo, mestre em meio ambiente bem sabe que a natureza por si recupera o que foi destruido.
Não vou prolongar mais o assunto, pois meu estômago embrulha, de ouvir tantas asneiras, vindas de uma pessoa esclarecida como o Doutor.Tenho estrada rodada nesta vida, vocês podem enganar muitas pessoas mas não podem continuar enganando todo mundo.A máscara da mentira vai cair, ai quero ver suas caras no palco sem maquiagem!
att,
Kalif Rabelo
Dr. Rui Rocha,
Meu filho Vinicíus, estuda agronomia na UESC,já perguntei a ele se conheçe o douto ele diz que nunca ouviu falar em seu nome como professor de agronomia na UESC,ele cursa o 4º sementre, nunca teve aulas com o doutor, e nunca ouviu falar em seu nome dentro da UESC.Em que área mesmo o doutor leciona?Inclusive ele esta aqui a meu lado, vendo sua foto e diz nunca ter visto o doutor dentro da UESC!
att,
Kalif Rabelo
Rui,
Parabéns! Como sempre, com sua tranquilidade, grandeza espiritual, competência, simplicidade no relacionar-se em todas as esferas, angaria o respeito que semeia, por onde passa.
Só colhemos o que plantamos e por isso continuemos, pois só o fato de participar enquanto cidadãos lutando por este espaço que é nosso por direito, já nos faz vitoriosos.
Em quase três anos como neoambientalista, tempo suficiente para um mestrado ou um curso de Gestão Ambiental, aprendi ao seu lado e de tantos que conheci nesta caminhada, tanto quanto se estivesse matriculada num desses cursos. Aliás aprendi muito mais, pois o meu aprendizado tem sido mais prático que teórico.
Aos 48 anos, depois de ser durante tanto tempo consultora para soluções de telecomunicações ou vendedora de telefones para alguns, tenho o orgulho de dizer que sou capaz de fazer a diferença. Aposentada não me entreguei aos prazeres fúteis ou me tranquei para o mundo. Nunca me senti tão feliz quanto agora. Hoje com 51 anos e quase 3 anos do início de tudo isso, um outro mundo surgiu à minha frente, mas tantos começaram aos 50 anos não é verdade? Obrigada pelo exemplo de vida com respeito ao outro e ao ambiente em que vivemos. Obrigada pelas orientações. Obrigada pelo que é e por existir, sendo exemplo de homem, amigo, esposo, pai e mestre.
Sua amiga e irmã de caminhada
Maria do Socorro Mendonça
Achei no minimo engraçado ele citar Joseph Goebbels (ministro do Governo de Hitler durante a 2º guerra), achei engraçado por eles estarem fazendo uso da mesma pratica que ele acusar os outros de fazer, é claro, toda mentira dita 100x torna-se-á uma verdade, entratanto vejo que vocês, pessoas que falam “protejer o futuro da cidade”, não está consequindo sucesso, talves seja necessario fazer uso de uma maquina do tempo “caso vocês tenham uma” para voltar a 1939-42 auge do nazimos para aprender mais com “Bles”, ou quem sabem voltar um pouco menos no passado e lembrar como a cidade foi destruida com a vossoura de bruxa e como o povo hoje, não deseja vocês como salvadores, mas sim o desemvolvimento indrustrial que vira com esses e outros projetos, sim… outros projetos pois mais emprego gera uma demanda produção de alimentos, maior consumo de serviços, investimento em transporte publico e etc…, de forma alguma podemos beneficiar uma minoria (vocês) em detrimento dos anseios e necessidades do povo da nossa cidade.
Amauri Nascimento
ASDS
sem duvida que existem outras formas de levantar a regiao do cacau com politicas de desenvolvimento para o cultivo do cacau e seus derivados.
O que nao se pode deixar de analisar é que o mundo é outro e nao se pode pensar em desenvolvimento que nao seja sustentavel no longo prazo.
Devemos ter visao de futuro.
A industria do turismo cresce em todos as localidades aonde a cidade é boa para seus habitantes, quais foram as obras recentes do governo Federal, Estadual ou Municipal visando a melhoria na qualidade de vida dos habitantes;enquanto nao se resolver os gargalos existentes na infraestrutura das cidades, a vinda deste megaempreendimento trara mais problemas.
Concordo com Sr Rocha, é so propaganda.
O governo estadual investe RS26 milhoes em seguranca e RS100 milhoes em propaganda, contra numeros nao existe argumentos.
Penso que em outras circunstancias a vinda deste Porto seria bem vinda.
Utilizar o argumento que nao existe emprego na regiao é um falso argumento, haja visto a quantidade de vagas que nao sao preenchidas por falta de qualificaçao.
Ja estamos vivendo a inflacao da mao de obra qualificada, sendo possivel se constatar a importacao de mao de obra de outros paises para ca.
Vamos supor uma condicao ideal:
a cidade de Ilheus e cidades perifericas, sao bem administradas, os cidadaos participao ativamente, nao existem problemas de esgotamento sanitario, existe usinas de reciclagem distribuidos estrategicamente e 100% de aproveitamento, escolas publicas bem equipadas e ensino de qualidade, seguraca publica eficiente, combate ao traficante de drogas e apoio ao dependente com internamento, centros de recuperacao.
Atracao de empresas privadas via incentivo fiscal, para fabricacao de chocolate de qualidade;
apoio ao produtor agricola de cacau, com suspensao de dividas pelo prazo de 10 anos,incentivo ao contrato de trabalho com reducao dos custos de contratacao para empresas que empreguem acima de 5,10,20 e 100 funcionarios;
remuneracao ao produtor que preserve sua floresta e incentivo aos que reflorestam.
Estradas em condicoes, escolas rurais,eletrificacao rural,policia no campo.
Agora vamos fazer uma enquete, sera que os cidadaos desejariam a vinda deste megaempreendimento?
Parabéns ao Gusmão. Apesar de ter uma linha editorial bem definida – transparece suas convicções nas matérias que veicula – permite o pluralismo se instalar. Jamais soube de cerceamento de copmentários, ou de opiniões.
Isso é democracia. Gusmão é contra o porto, ao que parece, e seu blog trabalha nessa direção. Mas não omite opiniões contrárias, até exasperadas. Excelente!
Quanto ao Complexo Intermodal, sinceramente não sei se a disputa será vencida ou perdida nos tribunais.
Mas se for, então a lista de entidades com, segundo consta em denúncias não explicadas nem esclarecidas, nomes não autorizados, foi um grande desserviço à causa. Isso será considerado pelos julgadores, com toda a certeza.
Pessoalmente acho que a opinião pública em Ilhéus e Região já se posicionou muito claramente a respeito. O que, evidentemente, não obriga oGusmão, ou o Prof. Rui, ou quem quer que seja, a concordar.
Não obstante, considerar a Rede Globo como defensora de causas ambientais é difícil. Com todo o respeito à emissora, sem dúvida a de melhor qualidade técnica no país (editorialmente deixa a desejar), quem estuda um mínimo de história, ou acompanha publicações como o Observatório de Imprensa, ou simplesmente viveu episódios como o comício das Diretas Já, ou o debate entre Lula e Collor, ou o 1o turno das eleições de 2006, sabe que as motivações da TV Globo são tudo, menos ambientais.
Porque a emissora não foi “ambiental” na construção da Ferrovia Norte-Sul? E o Projac, é um exemplo de preservação ambiental na beira da Floresta da Tijuca? E o Resort de Xuxa em plena Juerana? Porque a Globo nunca denunciou?
Dessa forma, é inegável o descrédito a que os contrários ao projeto do novo porto estão se sujeitando. Há inúmeros argumentos a respeito de outras questões ambientais que jamais foram contempladas pelas organizações, o que gera uma suspeita razoável a respeito dos reais interesses na questão do Complexo Intermodal. Mas eu acho leviano levantar uma acusação. Mas ao mesmo tempo, acho que deveriam haver esclarecimentos. Há a lista mal explicada. Há muito a se dizer, ouvir e considerar.
Mas isso não me cabe julgar. Algum juiz ponderará essas variáveis todas e decidirá.
Depois comento mais sobre isso.
Caro Melck
O Mestre Rui Barbosa Rocha, é Professor das disciplinas de Geografia do Brasil e da Bahia. Já foi Professor de Gestão Ambiental, Unidades de Conservação. As aulas são ministradas nos cursos de Agronomia, Geografia e Biologia, nos quinto, sexto e sétimos semestres.
Seu filho vai chegar lá, com certeza!
Certamente que ele saberá quem é o Mestre Professor Rui Rocha, como todos que passaram por esses cursos o conhecem.
Respondi seu questionamento autorizada pelo Professor.
Certamente que a Direção daquela Universidade também o conhece.
Um grande abraço para você.
Vixe Kalif que ódio é esse? Diga a seu filho que olhe pro lado também quando for pra sala de aula, é natural que os calouros não conheçam muita gente mas diga a ele pra se envolver mais na universidade que ele vai conhecer mais gente, são pelo menos 700 professores, ele chega lá! A entrevista de Rui trás uma boa análise do processo e não adianta agredir de forma vil pra ganhar a briga, no braço não vale, estamos em pleno século 21 e não cabe o comportamento do século 16.
A discussão precisa acontecer no campo das idéias e tenho percebido que há uma grande movimentação para ver quem ganha o Troféu do Ferro, como prêmio para o que agride os defensores do desenvolvimento sustentável com mais virulência e violência para agradar a Bamin e o Governo do Estado. Cuidado! A Bamin vai embora o Governo acaba ou agora ou daqui a 5 anos e os competidores ao Troféu de Ferro ficam com as cicratizes e as máculas de uma disputa cruel em que os ataques pessoais e a calúnia se sobressaem!
Quem não sabe debater no campo das idéias pode competir pra vaga de comentarista de briga de galo: quer a vaga Kalif?
Professor Rui Rocha, você é digno dos aplausos da gente sensata, sensível. Na tua serenidade, simples como as criações do Nosso PAI, você expressa a VERDADE, sem se importar com os ataques levianos daqueles que se comportam como detentores de ódio no coração.
A tranquilidade é própria dos obedientes filhos de Deus. Os que agem de forma contrária às Leis Divinas, deixam-se levar pelas práticas do Inimigo.
Fortíssimo abraço e vamos para adiante.
A VERDADE sempre prevalece.
Marcos Pennha
Sei muito bem o que esse cara representa: um brasileiro a serviço das grandes potências hegemônicas mundiais.
Em outras palavras, UM TRAIDOR DA PÁTRIA!
Basta ler Máfia Verde – o Ambientalismo a Serviço da Governança Mundial e Máfia Verde 2 – Ambientalismo, Novo Colonialismo, para entender o que digo.
Prezada,
Maria Socorro Mendonça
Como você respondeu meu questionamento autorizada pelo Dr. Rui Rocha.Mestre das disciplinas de geografia do Brasil e da Bahia.Suas aulas vão ser ministradas a meu filho no curso de agronomia, no quinto, sexto e sétimo sementre.Espero que Dr. Rui Rocha não faça perseguição a meu filho e não leve o assunto para o lado pessoal da perseguição ao aluno.
Desde que começou a falar no Porto Sul, Porto Intermodal, sempre me posicionei a favor do mega emprendimento, tive oportunidades de escrever algumas matéria no R2cprss,e todas que escrevi foram de cunho pessoal e assinadas, são de minha inteira responsabilidades.
Att,
Melck Rabelo
Amigo Melck,
o professor Rui Rocha é uma pessoa séria, comprometida com a sua profissão.
Peço ao companheiro questionamentos ao professor pelo que ele disse na entrevista.
Peço sua compreensão.
Nada de assuntos pessoais.
HERÓIS E SEMI-DEUSES
Ruy Rocha, vivemos em uma democracia onde qualquer cidadão pode opinar ou expressar sua opinião, você goza deste privilegio. No entanto lhe falta o bom senso e acima de tudo respeito a comunidade em que você esta inserido. Será que só você tem conhecimento ao ponto de preconizar catástrofes ambientais entorno de um investimento que vem mudar a situação sócio-econômica de uma região? Sabemos que haverá impactos, mais a discussão é como amenizá-los e compensá-los e não fazer uma campanha cega contra tudo e a todos. Ouvir sua entrevista na rádio Gusmão, mais ouvir um homem pedante e arrogante, tentando dizer que sua verdade e mais verdadeira que a massa que deseja os investimentos. Não é por que você teve o privilégio de passar por cursos especializados que sua verdade é mais concreta do que os anseios de um povo e de uma região. A vaidade de dizer através dos holofotes que você esta contra tira lhe a oportunidade de mostrar a humildade em admitir que esta na hora de ouvir o eco popular. Quando você diz em sua entrevista que o projeto não se concretizou porque a Bamin encontrou pessoas integras que não se vende, neste momento você ofende toda uma sociedade, mexe com a esperança e os sonhos de milhares de pessoas, e sobe em um pedestal olhando a todos de cima para baixo, como só você fosse o puro e o dono da verdade.
Sabe Ruy, quando se entra em uma defesa de qualquer causa, é como se estivéssemos em um grande tribunal e a verdade tem que prevalecer. Criar fatos irreais para impressionar a grupo que nada conhece de nossa realidade não é ético. O exemplo dos folclores urbanos que diz que a construção do porto vai acabar com a Lagoa Encantada? Usar um símbolo turístico e cultural como apelo para chamar atenção de uma causa, -porque você não diz que a Lagoa esta a 10 Km de distância da retro área; porque você não diz que a área em questão é altamente antropizada e que desde dos anos 70, a Ceplac através dos estudos sócio-econômicos inviabilizou aquela área para o cultivo de cacau em função dos solos arenosos, mais mesmo assim houve ainda cultivo de abacaxi que não prosperou e depois virou área de pastoreio de bubalinos, o que não é honesto é usar truques de enquadramento fotográficos para mostrar outra realidade. Ao dizer que no abraço à lagoa tinha 500 pessoas é brincar com o bom senso. Usar o nome indevidamente de pessoas e instituição sem a devida autorização para impressionar uma autoridade é desonestidade. Da mesma forma que você afirma categoricamente que este projeto não passa na justiça. Infelizmente Ruy em todos os setores da sociedade existe os setores que funcionam com equilíbrio e outros não. O comportamento dos jovens Promotores Públicos Federais, durante a audiência pública, fugiu totalmente do comportamento ético de quem esta representando o povo na fiscalização das leis. O jovem promotor se excedeu e extrapolou as barreiras do bom senso quando disse- “farei o possível e o impossível para que esta obra não seja realizada”.O grande problema da humanidade são os semi-deuses.
Melck
Apenas ratificando o que já escreveu o Editor, fique em paz, pois este Ser Humano que se chama Rui Rocha, jamais perseguirá qualquer outro Ser. Rui é grande e de uma nobreza espiritual ímpar. A sua capacidade de discernimento é imensurável.
Muita PAZ e muita LUZ para você. Vamos ao debate e deixemos o embate, pois este não nos levará a lugar algum. As ofensas pessoais, as insinuações, as mentiras, etc. são próprias dos pobres de espírito e sei que você tem grandeza de alma, além da capacidade e competência para discutir em um nível elevado.
Ouça menos e leia mais, mas se assegure de que as fontes são confiáveis.
Com respeito
Maria do Socorro Mendonça
Já tive a oportunidade de ler algumas linhas escritras ou pelo menos assinadas pelo sr. Melck, não o conheço. Diante do que ele escreve observei que realmente ele nao tem a capacidade de avalizar situações ou pessoas.
Só pelo fato de pedir que o sr. Ruy não persiga o seu filho demonstra que em alguns momentos leve realmente a situação para o lado pessoal e pensa que todos vao agir como ele próprio está agindo e como nao tem realmente argumentos fortes para debater parte para ofenças pessoais.
Professor Ruy não mude sua linha de pensamento e ação:”enquanto a carruagem passa, os caes ladram”
gel
Prezados Ed, caro Melck,
um debate sincero e livre sobre politicas públicas e privadas no Sul da Bahia, a exemplo do que abordamos quanto ao Porto Sul, deveria começar preservando as pessoas de ataques pessoais.
Melck, caso tenha a honra de atuar como educador junto ao seu filho, desejo que aprendamos muito juntos.
Ed, acho que opiniões sobre o presente e o futuro da região deveriam pautar o nosso debate, e aí novamente cabe avaliar se um porto de minerio de ferro no litoral norte de Ilhéus, dentro da APA da Lagoa Encantada, no meio de uma floresta atlântica (esta descrita pelos proprios estudos da Bahia Mineração) com importantes especies da fauna regional já ameaçadas de extinção, como a preguiça de coleira e o macaco prego de peito amarelo, é procedente, ou se deveriamos estudar com mais afinco alternativas locacionais, usando eventualmente estruturas ferroviárias já existentes, como a FCA no sentido de Aratu.
E, algo que interessa a todos nós, o desenvolvimento com qualidade desta região, merece uma análise mais detida – estamos admitindo que bilhoes de reais sejam postos aqui para gerar não mais do que mil empregos, quando o Sul da Bahia pode ampliar o seu mercado de trabalho com turismo, cacau e chocolate e beneficiar centenas de milhares de pessoas, com muito menos impacto sobre a sociedade e o meio ambiente. Aliás, com um impacto positivo para a economia que aqui existe.
Faço votos de que um dia possamos comemorar juntos por um caminho mais sustentável para a gente e para os nossos filhos.
Obrigado a Gusmão por zelar pelo bom nivel do seu blog, com liberdade e respeito entre nós.
Abraços e estima a todos,
Rui Rocha
Com certeza devemos manter a discussao em torno do melhor para a regiao e seus habitantes pois nem os politicos ou investidores estarao vivendo nesta regiao, alias os politicos virao atras de votos e o investidor do lucro.
As pessoas que estao neste debate serao as mesmas que daqui a 20 anos poderao estar a pedir que saiam daqui.
Devemos pensar como queremos as cidades daqui para frente.
Ja temos muitos problemas que precisam de solucoes urgentes e pouco esta sendo feito.
Eu acho que o Prof. foi muito feliz no comentário acima. Mais feliz, em minha modesta opinião, do que na entrevista.
De fato, precisamos pautar as questões racionalmente. E aí ficam os questionamentos.
A sua proposta, pelo que entendo, é permanecer com o modelo de desenvolvimento baseado no Turismo e no Cacau.
Ocorre que o Cacau jamais promoveu desenvolvimento social, pois excelentemente gerou uma horda de trabalhadores miseráveis e um pequeno grupo que efetivamente se beneficiou desta cultura. Não é problema do cacau, registre-se. É problema da qualquer monocultura agrícola. É a economia do século 19. O desenvolvimento econômico que um dia existiu não existe mais, bem como não tem perspectivas concretas de voltar a existir (o maior produtor de cacau do Brasil daqui a alguns anos será o Pará).
E o mais importante: jamais foi acompanhado de desenvolvimento social.
O Turismo, por sua vez, na verdade tipicamente promove a exclusão de comunidades locais, que se tornam empregados ou sub empregados de empreendedores. Todas as áreas de praia em que o turismo se instalou no Brasil, à exceção de Arembepe no norte da Bahia, terminaram vendo seus nativos sendo obrigados a saírem, ou a se sujeitarem a trabalhar para os empreendedores estrangeiros que adquiriram as terras para montar seus hotéis e restaurantes. O custo de vida sobe, os salários não acompanham. É só observar o que aconteceu aos nativos em regiões como Morro de São Paulo, Porto Sauípe, Porto de Galinhas(PE), Pipa (RN), Jericoaquara (CE), entre os que me lembro agora.
Em todas essas regiões o Turismo promoveu o êxodo dos locais, que cederam espaço aos “novos” empreendedores, e os poucos que restaram estão sub-empregados. Será este o modelo de desenvolvimento mais adequado?
Desta forma, não há porque acreditar que esse modelo de desenvolvimento baseado no Turismo ou o Cacau seja minimamente frutuoso para a região.
Por outro lado, o Complexo Intermodal não possui garantias de sucesso. Isto é uma grande verdade. Que precisa paurtar os debates, e a agenda política desta região.
Mas ele pode ser conduzido de muitas maneiras. É possível conseguir garantias políticas e empresariais, via licitações, contratos de concessão, etc. para que o Projeto volte-se para o desenvolvimento econômico da região. Pois um empreendimento de tal monta carecerá de uma infinidade de atividades acessórias, como infra-estrutura, transporte, alimentação, segurança. Isso para ficar só nas atividades diretas. Estas atividades podem muito bem ser providas por empreendedores da região. Neste caso os “locais” não ficariam legados aos sub-empregos, nem teriam que sair de sua região em função das condições econômicas. Seriam eles os empreendedores.
Além disso, pessoalmente acho muito inverossímil que uma ferrovia e um porto sejam assim tão nocivos quanto se apregoa. Ou isso ou os analistas do IBAMA estão sendo lenientes, negligentes, até mesmo corruptos. A Ferrovia que liga BH a Vitória não promoveu a destruição que se alardeia para esta que está proposta. A Ferovia Carajás também não. Da mesma forma os portos de Tubarão, ou de Itajaí, de porte igual ou maior ao que se planeja para Ilhéus, também não dizimaram a Mata Atlântica, nem causaram nenhum dano irreparável. E foram construídos com tecnologias que, hoje, estão totalmente superadas.
As espécias que estejam em risco podem ser protegidas com projetos específicos, cujos custo pode ser imputado aos empreendedores. Há inúmros casos similares de sucesso, vide o Projeto TAMAR ou o Projeto do Peixe Boi Marinho.
Porque não se discute isso? Não entendo porque o entendimento de que a única solução é o cancelamento do projeto.
O Porto gerará impactos, com toda a certeza. Mas as tecnologias e as análises biológicas apontam e mostram que estes impactos serão minimizados e compensados. O saldo para o meio ambiente poderá até ser positivo – depende das políticas e das garantias discutidas.
Assim, o cenário que eu vejo com mais clareza é uma escolha simples: um investimento com uma chance real de promoção econômica e social da região, ainda que à custa de um possível e incerto dano ambiental contra a garantia (discutível) de que o meio ambiente não será tocado em troca da manutenção do modelo econômico perverso que empobrece toda esta região há décadas.
Visto assim parece fácil escolher.
Degas.
Nestes comentários consigo identificar muitos dos que representam o primeiro escalão da MÁFIA VERDE em Ilhéus.
Como eles têm dificuldades para enxergar o óbvio… Acho até que é por premeditação!
A partir daqui, passo a escrever diretamente para essas pessoas que auto-intitulam “AMBIENTALISTAS”:
Sugiro que comecem a estudar sobre Processo de Planejamento para entenderem os aspectos da AEA (Aceitabilidade, Exequibilidade e Adequabilidade)… Compreenderem quais são e como se avaliam (cruzamento) as diversas VARIÁVEIS FUNDAMENTAIS sob inúmeros aspectos (social, econômico, ambiental, etc.).
Depois disso, poderão estar em condições de “engatinhar” num debate que envolva projetos como o Porto Sul… Terão condições para, de maneira mais ou menos fundamentada, argumentar e sugerir adequação ou não de local, falar de ameaças de extinção de espécies em contraponto com os benefícios que o projeto poderá trazer.
Vou vou sugerir a VOCÊS (“AMBIENTALISTAS”) algumas instituições onde poderão encontrar os melhores subsídios e instrutores para o estudo que acima recomendo: Escola de Guerra Naval (EGN) – onde realizei e conclui o Curso Básico -, Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME) e Escola Superior de Guerra (ESG). Todas as Escolas citadas estão sediadas na Praia Vermelha – Urca – Rio de Janeiro. A ESG é responsável por cursos que preparam os Oficiais Generais das três Forças Militares e é aberto a representantes da sociedade brasileira.
No que se refere a PERDA DE BIODIVERSIDADE E FUNCIONAMENTO DOS ECOSSISTEMAS, é bom que estudem um pouco mais sobre o assunto.
Claro que devemos nos preocupar com a extinção das espécies. Mas também termos conhecimento de que a diversidade da vida vem AUMENTANDO AOS NÍVEIS MAIS ELEVADOS DE QUE SE TEM CONHECIMENTO NA HISTÓRIA DO PLANETA. Nos tempos atuais presume-se que a biodiversidade do Planeta perde cerca de 150 tipos únicos de organismos diariamente e outro tanto de novos organismos estão sendo criados. Algumas dessas perdas são decorrentes da ação humana no passado e no presente, mas outras são decorrentes da própria competição entre si. Ou seja, a extinção é um processo natural. Mais de 99% de todas as espécies que já existiram estão hoje extintas, E VOCÊS ESTÃO QUERENDO FREIAR A PRÓPRIA NATUREZA.
Há ainda que se considerar o fato de que muitas espécies são redundantes. Isto é, desempenham as mesmas funções dentro de um ecossistema. Analisando esse aspecto, pode-se afirmar que a perda de todas as espécies que desempenham a mesma função, com exceção de uma, não tem a mínima importância para um ecossistema e, consequentemente, para o HOMEM (ELEMENTO MAIS IMPORTANTE).
Por que, não tem importância?
Porque essa perda NÃO afeta o funcionamento dos ecossistemas e NÃO influenciam o bem-estar da Humanidade.
E, por falar em Humanidade, vocês parecem esquecer que o ser mais importante da biodiversidade planetária foi “batizado” de HOMEM. E é exatamente contra existência desse SER (HOMEM) que destina a “luta” em que vocês se engajaram!
Por enquanto, estou procurando mostrar para VOCÊS (“ambientalistas”) que essa tese da biodiversidade não é válida para justificar os seus objetivos, mormente, esta ação tendenciosa contrária ao Porto Sul e a Ferrovia.
Qual deve ser então a nossa preocupação?
Diferentemente da preocupação de que um empreendimento poderá ou não causar a perda de uma determinada espécie por estar em risco de extinção – um macaquinho, por exemplo -, as atenções devem estar voltadas para a velocidade com que estão desaparecendo algumas espécies. Atentar para o fato de que o homem, além do próprio processo natural, está provocando uma extinção adicional.
AO QUE TUDO INDICA, NÃO É O QUE ESTÁ PARA OCORRER POR CONTA DESSA CONSTRUÇÃO. E O FATO DE ESSE EMPREENDIMENTO DEIXAR DE SER CONSTRUÍDO NÃO TRARÁ NENHUM EFEITO NEGATIVO PARA A NATUREZA, UMA VEZ QUE PROCURA PRESERVAR E OFERECER MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA AO QUE HÁ DE MAIS VALIOSO NELA – O HOMEM!
Por último, sugiro que VOCÊS, quando pensarem o MEIO AMBIENTE considerem o HOMEM como a espécie MAIS IMPORTANTE DE TODAS QUE NELE EXISTEM. Assim, poderão deixar de criticar um projeto que vem melhorar a condição de vida de alguns HOMENS, simplesmente pela “previsão” de que alguns “bichinhos” poderão ser extintos.
JOSÉ ANTONIO DE SOUZA NETO
Professor e Oficial Superior das Forças Armadas
ERRATA:
Peço ao Editor que, no meu comentário anterior, substitua o texto do penúltimo parágrafo por:
“AO QUE TUDO INDICA, NÃO É O QUE ESTÁ PARA OCORRER POR CONTA DESSA CONSTRUÇÃO. E O FATO DESSE EMPREENDIMENTO SER CONSTRUÍDO NÃO TRARÁ NENHUM EFEITO NEGATIVO PARA A NATUREZA, UMA VEZ QUE PROCURA PRESERVAR E OFERECER MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA AO QUE HÁ DE MAIS VALIOSO NELA – O HOMEM!”
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Obrigado
Entendo este projeto como a própria decadência do cacau. Um projeto de grande porte, que atrairá muitas pessoas de fora, haverá um inchaço na cidade… Teremos o auge da exportação de ferro e do crescimento desordenado da cidade… E por fim, a decadência novamente. O dinheiro fica com os poucos que lucram e nem vão morar aqui em Ilhéus. E o que fica é poluição, devastação, degradação… os ecos do ÃO! Vamos lembrar de aprender com o passado…
Kallyne Cristina
Sugiro que viajem até algumas cidades pequenas e médias onde o turismo é o principal pilar da economia para ver com quem fica o dinheiro dessa atividade.
Vou indicar dois destinos, uma cidade de porte médio e outra pequena: Natal (RN) e Armação de Búzios (RJ).
Vivemos num país capitalista… esqueceram?
Prezado Degas, caro Sr. Souza Neto,
obrigado pelas criticas e observações.
Novamente, reitero que a economia do cacau teve um papel extremamente importante na sociedade regional, até porque uma parte significativa dos agricultores eram e são familiares, vivendo do seu trabalho e da producao de frutas e raízes, pequena criacao de animais etc. E, isto tem se ampliado nas ultimas duas decadas, com o parcelamento das terras, assentamentos etc. Nao só os agricultores familiares sao importantes, mas tambem os pequenos e medios produtores que tinham cuidado com os seus trabalhadores, oferecendo-lhes moradia digna e salarios justos. Nao muito comum, infelizmente.
O problema tambem é que o cacau está pautado em um modelo de produçao primaria, aonde o produto é industrializado atraves de grandes empresas com a producao do liquor e da manteiga de cacau, mas nao passa por uma verticalização ou industrializacao em bases locais. Porque nao produzimos chocolate, a partir do cacau e do liquor regional ? Porque o Sul da Bahia nao se torna um centro nacional de produçao artesanal ou empresarial de chocolate para a America do Sul ? Porque nao associamos cacau, chocolate e turismo, em bases comunitarias e familiares ?
Temos um imenso potencial economico com os nossos ativos culturais, naturais, historicos, produtivos, além de possuirmos uma universidade com centenas de doutores e mestres, em muitas areas de conhecimento, que poderiam influenciar o processo de desenvolvimento regional, associando a geraçao de conhecimento novo ao cenario cultural e produtivo do Sul da Bahia.
A crise regional, mais do que uma crise do cacau, é derivada de uma crise de gestao, seja no ambiente rural e privado, seja na esfera publica. Estamos ai com o Polo de Informatica sempre ilustrado com noticias de corrupção e escandalos. Aonde está o poder publico para gerir este polo industrial ? Porque devemos acreditar que outros ambientes industriais a serem instalados aqui serão mais prosperos e cuidadosos com o interesse publico ?
A Ceplac sofreu tambem por problemas diversos de gestao, especialmente com a ingerencia politica provinciana, que destruia qualquer iniciativa do antecessor adversario. Uma mediocridade de pensamento tem mantido esta regiao em um perfil baixo, quando o Sul da Bahia poderia ter um outro patamar de bem estar e convivio coletivo.
A crise regional, como diz o professor Jorge Chiapetti, da UESC, sempre existiu mesmo no auge do cacau, pois o modelo economico sempre foi concentrado e excludente. Precisamos inverter isso, gerando processos mais amplos de oportunidades economicas, valorizando os micro empreendedores populares, que estao nas roças, nas feiras, nos barcos de pesca, nas pequenas pousadas, estimulando novos valores – como a confiança, a honestidade, a inovacao, o cuidado com a educacao dos filhos, a solidariedade com os mais fracos e assim por diante.
O ser humano, Sr. Souza Neto, é a coroa da criaçao, e o papel deste ser especial é cuidar de si, dos outros e da natureza. O nosso papel na terra é louvar a criacao com o cuidado reverente a tudo e a todos. Inclusive à fauna e a flora, que nos sustenta e nao tem o direito de defesa, quando são ameaçados ou estruidos.
o ambientalismo moderno coloca o ser humano em posicao chave, pois sabemos que sao eles as maiores vitimas dos desastres ambientais. Sao especialmente os mais pobres que mais sofrem com a falta de planejamento e irresponsabilidade das politicas publicas – quando nao protegem os recursos hidricos, a saude publica, a qualidade do ar, as condicoes de vida nas periferias e zonas rurais, etc.
Precisamos sim construir um tempo novo, sem dependencias absurdas do exterior, livrando-nos de uma mentalidade colonialista, que pauta a nossa vida no que acontece lá fora, ou nas decisoes que vem do alto. Precisamos aprender a escolher os melhores caminhos aqui mesmo, observando e aprendendo com tudo e com todos.
Um mundo novo é possivel, aonde a nossa vida seja boa para nós e para os outros. E que valores como confiança, verdade, generosidade, justiça, honestidade, educação e cuidado sejam as bases de um progresso sustentável.
estima a todos,
Rui Rocha
No auge do cacau circulava dinheiro em Ilheus, tinhamos 05 concessionarias de veiculos, a renda per capita era mil vezes maior, taxa de desemprego baixissima, comercio ativo… meu Deus isso é Utopia, ler os textos do Doutor Rui é lamentável.
Processo Artesanal ??? Tá louco… a produção hoje é de ganho de escala, competitividade, vamos vender este cacau ou o chocolate a preço de ouro ? Quem vai comprar um chocolate que foi feito com um custo artesanal de 24 horas e um que sai a 05 minutos da máquina…
A falta de gestão de visão e de iniciativas existe na região, tanto existe que ela está como está, falida, ultrapassada e desacreditada. Por isso precisamos desenvolver TODOS os segments da economia, isso inclui o Turismo, o comercio, a agricultura com outros cultivos, a industria, a exportação e tudo que puder ser viabilizado de forma viável e economicamente satisfatória, que gere emprego e renda.
DOUTOR Rui, vc acha que existe engenheiros ambientais, biologos, consultorias especializadas… eu trabalhei e trabalho em multinacional existe uma verba destinada pra Sustentabilidade, um setor dedicado para isso, existem ações concretas… você acha que este projeto não apurou os impactos, não será cobrado por eles e não terá que fazer compensações…
A alienação é tamanha que não se consegue enxergar que haverá perdas mais que os ganhos são infinitamentes maiores…
Onde a estrada de ferro irá passar e onde ficará á área de armazenamento é minima em relação a área em questão e distante da Lagoa Encantada… a faixa de praia de 60 km será utilizado 3 km…
Os latifundios do resort da TV Globo e dos estrangeiros ocupam área bem maiores e geram o minimo de empregos a salários mínimos… porque vocês Ambientalistas não fazem nada a respeito !???
É triste ler esta Utopia… vamos voltar a era medieval, morar em cavernas, pois ate construir uma casa acarreta algum impacto !
Faço questão de parabenizar Dr. Rui por sua coragem em defender a
nossa linda cidade, ao mesmo tempo dou os meus pêsames para a posição de certos indivíduos que não conseguem verbalizar suas idéias respeitando o ser humano, o homem, o pai, o educador, e o ser humano que é Rui.
Falo sempre aos meus alunos que o que difere o animal irracional do ser humano é a possibilidade de dialogar com educação, em um alto nível de respeito mútuo,discordando ou não mas sem julgar, acusar ou falar certas asneiras que caberia um belo processo por calúnia e difamação.
Como ilheense me envergonho de certos conterrâneos que infeliz mente não sabem pensar dialeticamente e fazer uma síntese coe -
rente respeitando prioritariamente o ser humano.
É porque certas pessoas são tão mesquinhas que assim como eles
pensam e procedem, acham que é parâmetro para todos agirem no mesmo nível.
Parabenizo Rui por seu equilíbrio, seriedade serenidade e ser humano fora de série que é.
Contra Fatos & Fotos não há argumentos: Quanto aos FATOS discutidos até aqui, só gostaria de transcrever trecho de uma matéria publicada no Jornal Atitude, pela sustentabilidade do sul da Bahia – edição 08 (maio/2010) que diz o seguinte: “Os procuradores do Ministério Público Federal da Bahia Eduardo El-hage e Flávia Arruti assinalam falhas no Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) e observam que o empreendimento desta mineradora (capital estrangeiro: indiano e cazaquistanês) vai contra a Lei da Mata Atlântica e fere a Constituição Brasileira. “O local escolhido para este empreendimento não é apropriado. Está em um dos lugares onde a Mata Atlântica encontra-se em avançado estado de regeneração”, disse Arruti. “O Ministério Público Federal não é contra o empreendimento, mas sim onde ele poderá ser instalado, já que contraria até o próprio plano diretor do município. Vamos até o fim para que o projeto não saia do papel”, concluiu El-hage.”
Será que estes procuradores também estão errados? Será que deram estes depoimentos durante a Audiência Pública que aconteceu em Ilhéus no dia 15/04, sem nenhum respaldo legal? Ou chegaram a esta conclusão após exaustivo estudo do EIA/RIMA (Estudos de Impactos Ambientais e Relatório de Impactos Ambientais) elaborado pela empresa contratada pela própria BAMIN?
E, quanto às ofensas pessoais, desrespeitando a vida de pessoas que lutam pelos seus ideias, gostaria de finalizar com uma célebre frase que ouvi de uma senhora de mais de 80 anos, quando a entrevistei em 2002: “se nem Jesus Cristo agradou a todos, mesmo tendo feito tudo o que fez; imagine nós…”.
Sucesso a todos, desejando que este assunto não ultrapasse a linha da dignidade humana e que, literalmente, baseie-se em Fatos & Fotos verdadeiros, salvaguardando o regime democrático em que vivemos.
Nesta oportunidade, acredito que o que menos importa é questionar ou ofender quem esteja CONTRA ou a FAVOR deste Porto Sul. O mais importante é lutarmos por um SIM AO SUL DA BAHIA – esta terra abençoada por Deus!
Fiquem em paz e que Deus ilumine todos os envolvidos neste processo, para que decidam o que for melhor para a região!
Estmas aguardando esse empreendimento que ajudará nossa Ilhéus sair do vermelho.
Porto Sul Já.