EMÍLIO GUSMÃO

Gosto da boa polêmica, ingrediente indispensável ao debate proveitoso. Depois que li Crime e Castigo (Dostoiévski) e A Morte de Ivan Ilitch (Tolstói), muita coisa mudou em minha cabeça. Tenho 36 anos, sou comunicólogo e microempresário do audiovisual. Preferências contraditórias: Che e de Gaulle, Bin Laden e Ghandi. Considero Manuel Bandeira, o melhor de todos os tempos da minha humilde biblioteca.

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19/jul/2010 . 22:06

DÁ UMA RISADINHA SERRA, DÁ!

A BRIGA DE ALDEMIR COM RABAT

Alguns médicos de Ilhéus, principalmente os que trabalham nos hospitais São José e na Clínica COCI, estão “tiririca” da vida com o secretário municipal de saúde Antônio Rabat.

Desde que assumiu a pasta, ele vem diminuindo os repasses aos hospitais. A sua diretriz é melhorar o atendimento nos postos de saúde, priorizando a medicina preventiva, ao invés da curativa.

Durante uma reunião na COCI, local onde o secretário atende há anos, o vereador e ortopedista Aldemir Almeida, um dos sócios da clínica, soltou “os cachorros” contra o secretário. Foi necessário que outros “homens de branco” interferissem para que o clima não esquentasse ainda mais.

LEITOR RECLAMA DE PROPAGANDA ELEITORAL

Segundo o leitor do blog do Gusmão, Matheus Braz, existem duas faixas de propaganda presas em postes, para o candidato à presidência José Serra, no bairro Pontal.

Ele afirma que de acordo com a nova legislação eleitoral, esse tipo de propaganda é ilegal – fixas e em locais públicos – sendo permitido divulgações, como faixas móveis apenas no horário de 6 às 22 horas.

COORDENADOR DE COMBATE À DENGUE FOI INTOXICADO

O coordenador de combate à dengue da secretaria de saúde de Ilhéus, Orlando Mendes, sofreu uma tentativa de assassinato durante uma confraternização entre os funcionários, ocorrida no dia 18 de junho.

Durante a festa, Orlando tomou três caipirinhas, e, depois de um curto tempo, passou a sentir tonturas. Decidiu se retirar para sua residência, mas a situação piorou. Seu familiares o conduziram para o hospital Regional, onde chegou quase desfalecido.

Decidiram transferi-lo para o hospital Calixto Midlej, em Itabuna, onde ele chegou enfartado. Orlando contou à sua esposa que havia tomado apenas 3 drinks, levantando a desconfiança de que provavelmente fora vítima de envenamento.

Um exame de urina detectou altas doses de anfetamina em seu organismo. Felizmente, ele conseguiu se recuperar, e o caso foi parar na delegacia, onde será investigado.

A nomeação de Orlando, em março deste ano, desagradou um grupo de agentes de endemias que detinha o controle do programa de combate ao mosquito Aedes Aegypti. Antes de ser intoxicado, ele vinha combatendo o grande número de faltas e a apresentação “em massa” de atestados médicos. Antes dele, os números de infestação eram altíssimos.

Clique na imagem para conferir o resultado do exame.


TELEANÁLISE: OS BASTIDORES POLÍTICOS NÃO CABEM NA TV

Por Malu Fontes.

A campanha eleitoral há muito tempo está no ar, nas páginas, nas telas, embora a burocracia diga que ela só vai começar para valer após a estréia do Horário Eleitoral Gratuito no rádio e na TV. No entanto, os guapos e guapas candidatos à hospedagem, durante um mínimo de quatro anos no Palácio do Planalto e no Alvorada, não têm dado muita sorte em termos de mídia espontânea no telejornalismo, a cereja do bolo dos presidenciáveis. Afinal, uma matéria positiva a seu favor, ou uma negativa contra os adversário no horário nobre, em espaços como o Jornal da Band, da Record, o Nacional ou o Fantástico, literalmente não tem preço.

Mas, desde o início do ano, o desfile de tragédias, os casos escabrosos de violência, terremotos no exterior, alagamentos aqui, desabamentos e soterramentos ali, é bom combinar, têm, sim, roubado preciosas fatias de tempo midiático e de atenção do telespectador. Tempo e espaço que, uma vez perdidos, são como a perda de faturamento do comércio durante greves do sistema de transporte: da ordem do irrecuperável, quantitativamente. E isso sem falar que a cada um desses episódios, dependendo de onde e como eles aconteçam, sempre cai um estilhaço da responsabilidade pelo estrago no colo de um ou outro entre os candidatos com alguma chance de vitória. Sim, pois uma meia dúzia deles, os chamados nanicos, além de caricatos ou caducos, pode ser classificada, na novelinha eleitoral brasileira, como aquele que, na teledramaturgia, é chamado de apoio, figuração ou de núcleo pobre.

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LÍDER GREVE DA PM
Carga Pesada






Funk do valentão.
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