EMÍLIO GUSMÃO

Gosto da boa polêmica, ingrediente indispensável ao debate proveitoso. Depois que li Crime e Castigo (Dostoiévski) e A Morte de Ivan Ilitch (Tolstói), muita coisa mudou em minha cabeça. Tenho 36 anos, sou comunicólogo e microempresário do audiovisual. Preferências contraditórias: Che e de Gaulle, Bin Laden e Ghandi. Considero Manuel Bandeira, o melhor de todos os tempos da minha humilde biblioteca.

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EXPEDIENTE:

Layout:
Jamile Ocké
Sistema:
Marcelo Guerra
Fotografia:
Sandro Andrade

agosto, 2010

TELEANÁLISE: A TECNOLOGIA APRESENTA SUAS ARMAS

Por Malu Fontes.

Se há um mantra repetido pela Polícia, como instituição, é que a imprensa, os jornalistas, são maledicentes com a corporação, seja ela Militar ou Civil e que generalizam as atitudes negativas dos policiais desonestos, estendendo-as a todos.  Não é verdade. O fato é que, quando um policial, honesto, ou nem tanto, apresenta esse tipo de cobrança dirigida aos jornalistas, o que se deseja mesmo é sugerir que seria muito mais conveniente que a imprensa desse um jeitinho de contornar os episódios vergonhosos, não os noticiando ou, no mínimo, reduzindo os termos da divulgação dos episódios. Atos graves cometidos pela Polícia contra o cidadão comum, como atos de corrupção, violência e tortura impostas por pura perversão contra pessoas indefesas e erros de ação que culminam na morte de gente inocente ou sem chance de defesa são temas indesejadíssimos para a polícia quando estampados nos jornais e na tela da TV.

Neste aspecto, o das feiúras praticadas por policiais, as últimas semanas foram pródigas. A TV trouxe para a frente das câmeras cenas e exemplos que a Polícia Militar de vários pontos do país preferiria ver escondidos sob o tapete de uma imprensa tolerante com o crime oficial. Mas em nenhuma das abordagens e coberturas jornalísticas de escândalos envolvendo policiais é verdadeira a acusação de que a imprensa aplica a toda a instituição o carimbo da desonestidade. O julgamento sempre é dirigido contra os setores das polícias que protagonizam escândalos. A tese da generalização apontada contra a imprensa não se sustenta. E que estes existem, ninguém duvida.

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JOSIAS DEFENDE NOVO AEROPORTO EM ILHÉUS

O candidato a deputado federal Josias Gomes, defendeu em seu site, a construção de um novo aeroporto em Ilhéus. Segundo ele, o atual aeroporto não atende mais as demandas da região.

Josias ainda afirmou que esse aeroporto está impedindo o crescimento turístico da cidade, além de estar localizado em um lugar inadequado.

COMUNICANDO

Por Marcos Pennha.

Ti ti ti do cotidiano

* Acho engraçado quando alguém me diz na rua: “Marcos, quando você tiver inspirado, escreva sobre tal assunto”. Interessante, só nessa profissão, de quem lida com as letras, é que se exige a tal inspiração. Por que será então que profissionais de outras áreas trabalham sem isso? Já pensou se alguém parasse o pedreiro e dissesse: “Quando você estiver inspirado, levante uma parede pra mim”. Ou no caso do engenheiro: “Projete minha casa em seus momentos de inspiração”. Imagine o advogado no dia da audiência falando ao cliente: “Tô sem nenhuma inspiração pra te defender hoje, meu velho”. Autor de novela e teatro, escritor, redator de humor, jornalista e afins precisam, tão somente, de cumprir as obrigações no exercício das suas profissões. Sílvio de Abreu tem que produzir, diariamente, de oito a dez laudas da sua Passione, com ou sem inspiração. É necessário que haja transpiração. Claro que, às vezes, acontece das situações cotidianas colaborarem.

Paul, the fatiator

* De uma piração a outra, que coisa a ideia do secretário de Turismo de Ilhéus, Paulo Moreira! Mudar o Cristo Redentor para o morro de Pernambuco. >| Leia a matéria completa »

FUTEBOL SEM CUECA

Uma visitante do Blog do Gusmão enviou este vídeo. Argumentei que caso eu publicasse, os comentaristas me chamariam de “boiola”.

Ela (que adora o vídeo) insistiu perguntando se eu me sentia inseguro quanto a isso. Respondi que não e resolvi publicar, um tanto quanto obrigado.


A MULHER, O AMOR E A FIDELIDADE

Por Ruth Aquino para o Blog no Noblat.

Mulheres traem pelo mesmo motivo que homens: por desejo, por vontade. A diferença é que elas costumam culpar o marido ou o namorado. “Ele não me dava mais atenção”, dizem. “Não era mais romântico, não me elogiava, nem sexo queria.”

O livro mais recente da antropóloga Mirian Goldenberg desfaz o mito de que o homem trai por sexo e a mulher trai por amor ou desamor. Se assim fosse, o homem seria sempre culpado: quando trai e quando é traído. Não é justo com eles.

Homens e mulheres gostam de acreditar que o marido é safado por natureza, e a mulher casada é santa por dedicação. Esses rótulos podem parecer convenientes, mas contaminam as relações amorosas. Trabalhando há 22 anos com dilemas de casais, Mirian diz, em seu livro Por que homens e mulheres traem?, que a maior diferença entre eles e elas não é o comportamento, mas o discurso.

“Em vez de assumirem o desejo, as mulheres preferem se fazer de vítimas. Sentimentalizam o caso extraconjugal e botam a culpa no marido. Os homens assumem ter sido infiéis porque quiseram. Raramente culpam a própria mulher.”

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