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Quinta-Feira, 14 de Dezembro de 2017
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PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA ADEREM AO KETTLEBELL

Leandro Melo e João Rosário.

Leandro Melo e João Rosário.

A atleta de artes marciais Joyce Araújo inseriu o kettlebell na sua preparação física. Faixa preta de judô e de jiu-jítsu, ela vai ser uma das competidoras do Torneio de Kettlebell marcado para o próximo dia 25 de março, no sítio histórico de Canavieiras, com a participação de atletas de Salvador, Itabuna, Ilhéus e da própria cidade.

Professora de educação física da Academia Guerreiros da Laje, em Canavieiras, Joyce ressalta os resultados positivos dos treinamentos com kettlebell, que também recomenda para seus alunos de judô, jiu-jítsu e boxe. “Logo na primeira semana que fui apresentada ao kettlebell senti que era uma modalidade de treinamento correto e já estou me preparando para o torneio”.

Joyce adotou o kettlebell na preparação física há seis meses e treina com o coach da Brutal João Rosário.

Evolução 

Há seis meses, o educador físico canavieirense Leandro Melo Alves (Índio) começou a praticar o kettlebell sport com João Rosário. Leandro, que dá aula na Academia Master, passou a inserir a modalidade no treino de seus alunos, e cinco deles integrarão a equipe que participará do 1º Torneio de Kettlebell Sport de Canavieiras.

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DA MAIOR OCUPAÇÃO DA AMÉRICA LATINA À UNIVERSIDADE

Pedro, de 20 anos, sobreviveu ao drama da desocupação do Pinheirinho e chegou a pedir dinheiro no semáforo para estudar. Acaba de ser aprovado em quatro universidades públicas.

Pedro com os avôs em frente à casa onde mora desde o último Natal. Imagem: N. Pontes/DW.

Pedro com os avôs em frente à casa onde mora desde o último Natal. Imagem: N. Pontes/DW.

Em vez dos móveis convencionais, a sala da casa onde Pedro Cerqueira, 20 anos, mora desde o último Natal com os avós abriga um freezer e uma mesa tomada por guloseimas. A pequena mercearia foi improvisada por um motivo inédito na família: juntar dinheiro para o começo da vida universitária do jovem.

Aprovado em quatro universidades públicas, ele escolheu o curso de Ciências e Humanidades da Universidade Federal do ABC, a 110 km de onde reside com a família em São José dos Campos, no interior paulista.

“A gente nem acredita que ele, filho de uma analfabeta e de um caminhoneiro, conseguiu tudo isso”, conta Maria Nunes da Silva, 60 anos, a avó que criou Pedro e a quem ele chama de mãe.

Quando não está no trabalho de faxineira, Maria faz pães para vender na mercearia. Seus clientes são moradores do bairro recém-inaugurado na cidade, o Novo Pinheirinho dos Palmares. As 1.461 casas de 46 m2 construídas numa área remota abrigam parte das famílias retiradas da maior ocupação urbana da América Latina, que ficou conhecida como Pinheirinho.

Foi lá que Pedro chegou aos oito anos e viveu até ser expulso em 2012, aos 16. Ele ainda se emociona quando fala daquela madrugada, quando acordou com helicópteros e bombas de gás lacrimogêneo durante a desocupação, comandada por 2 mil policias militares.

“Foi horrível. Com o tempo, a gente quer esquecer e vai deixando pra lá”, diz sobre as lembranças do Pinheirinho que tentou guardar na memória e numa câmera digital, que nunca mais mexeu.

O caso, que foi chamado de “Massacre do Pinheirinho” por diversas organizações de defesa dos direitos humanos, teve repercussão na imprensa internacional. A Anistia Internacional denunciou a operação por diversas violações, como expulsão forçada, uso da violência e prisões indevidas.

Fome e dinheiro no semáforo

Naquele ano da desocupação, morando em alojamentos e mudando de endereço praticamente a cada mês, Pedro fez de tudo para não abandonar o ensino médio. A preocupação da avó era mantê-lo ocupado. “A gente via muita coisa errada na rua, onde a gente morou. Eu queria que ele fosse um menino bom, que ficasse longe disso”, explica Maria.

Foi assim que ela conseguiu uma vaga num curso técnico gratuito para Pedro. A dedicação do aluno rendeu um contrato de trabalho: por dois anos, ele atuou na Embraer, fabricante de aviões, como parte de um programa para incentivar estudantes. 

Ao fim dessa jornada, Pedro ouviu falar, pela primeira vez, sobre universidade pública e seguiu a orientação de buscar um cursinho gratuito. Foi aceito no CASD, mantido por alunos do ITA (Instituto Tecnológico Aeroespacial). Ainda assim, era difícil crer que chegaria mais longe: “Eu acreditava que pobre nunca poderia frequentar uma universidade”, diz Pedro.

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UESC UNIFICA VALOR DE BOLSAS

Torre administrativa da UESC.

Torre administrativa da UESC.

No último dia 24, a UESC  publicou resolução que unifica em 400 reais o valor das bolsas de iniciação à docência, pesquisa e extensão. Essa quantia considera os valores praticados pelas agências que financiam projetos acadêmicos.

A unificação acabou com a disparidade das bolsas pagas aos estudantes.

Antes da mudança, os bolsistas que moram longe do campus recebiam auxílio-transporte. Isso fazia com que alguns recebessem até 430 reais por mês. Os que não tinham o benefício, por morar perto da UESC, contavam com 260 reais.

Com informações da Rádio UESC.

PALCO DESMONTADO, RUA LIBERADA NO PONTAL

Trânsito intenso na rua David Maia.

Durante bloqueio, trânsito congestionava a rua David Maia.

Montado para a folia do Carnaval na rua Dom Pedro II, perto da praça São João Batista, no Pontal, um palco atrapalhava a circulação de veículos e pedestres, mesmo após a festa. Moradores do bairro procuraram hoje este blog para reclamar do problema.

Por causa do bloqueio, quem trafegava em direção ao Aeroporto Jorge Amado ou à Sapetinga precisava seguir pela rua David Maia, muito mais estreita que a Dom Pedro II.

Por volta das 15 horas, um morador da rua Dom Pedro II informou ao Blog do Gusmão que a o palco foi removido hoje.

Em contato com este blog na tarde desta sexta-feira (3), a Secretaria Municipal de Comunicação explicou que o palco deveria ter sido desmontado na última quarta (1ª), pela empresa TMais, responsável pelo serviço. Isso porque a  Secretaria de Turismo de Ilhéus já havia solicitado a remoção imediata do equipamento.

MORADOR PEDE OPERAÇÃO TAPA-BURACOS NO ALTO SERINGAL

Ladeira do Alto Seringal.

Ladeira do Alto Seringal.

Um morador do Alto Seringal, em Ilhéus, enviou ontem (2) a imagem acima para o Blog do Gusmão. Ele quer que a prefeitura faça uma operação tapa-buracos na comunidade.

Após as chuvas recentes, o trânsito ficou ainda mais difícil no local. O morador também deseja que a via receba uma boa camada de asfalto.

O Alto Seringal fica perto da Avenida Governador Roberto Santos, antiga Avenida Esperança, que interliga as zonas noroeste e norte da cidade.

DILAZENZE TEM SHOW ABERTO AO PÚBLICO NESTA SEXTA-FEIRA

Espaço Cultural Dilazenze. Imagem do projeto Otambí de Verão.

Espaço Cultural Dilazenze. Imagem do projeto Otambí de Verão.

A partir das 20 horas desta sexta-feira (3), o Espaço Cultural Dilazenze vai abrir as suas portas para a comunidade ilheense e visitantes da cidade. A “Sexta do Axé”, nome do evento, vai ajudar os foliões a curar a ressaca do Carnaval.

Confira as atrações confirmadas: as bandas Zahra, Eletrikka, Dilazenze, a cantora Judith Lima, o grupo Ky Dance e a Orquestra Gongombira de Tambores.

O espaço cultural fica na Avenida Brasil, no Alto da Conquista, em frente ao terreiro de Mãe Ilza.

MAIS DE 70% DOS BRASILEIROS TÊM INTERESSE EM GERAR ENERGIA SOLAR

O Hydrelio, tecnologia flutuante para gerar energia solar da empresa francesa com filial no Brasil, Ciel & Terre. Ciel & Terre Brasil/Divulgação.

O Hydrelio, tecnologia flutuante para gerar energia solar da empresa francesa com filial no Brasil, Ciel & Terre. Ciel & Terre Brasil/Divulgação.

Do RFI

Os frequentes aumentos no preço da energia elétrica, nos últimos dois anos, levaram os brasileiros a se interessar por outros tipos de energia, especialmente a solar. O setor registrou um crescimento de 300% em 2016 em relação a 2015 e continua a toda potência no início deste ano.

Uma recente pesquisa encomendada pela Ong Greenpeace ao Datafolha mostrou que 80% dos brasileiros estão conscientes de que podem gerar sua própria energia solar e 72% estaria disposto a fazê-lo. “É claro que o fato de ser uma energia renovável é importante, mas o que mais motiva os consumidores é a possibilidade de economizar. Em 2015, a média nacional de aumento da conta de luz foi 50%, em 2016 foi 30%, e isso pesa muito no bolso dos brasileiros”, avalia a coordenadora da campanha de Energias Renováveis do Greenpeace, Bárbara Rubim.

Mas segundo ela, dois detalhes poderiam acelerar a micro e minigeração de energia no Brasil: mais informações aos consumidores e um esforço maior da parte do governo para financiar projetos de energia solar. Bárbara Rubim ressalta que, entre as possibilidades de gerar sua prória energia em casa, a solar é a mais barata, embora o investimento inicial seja alto. “Calculamos um investimento de R$ 15 mil para uma residência de quatro pessoas, mas, considerando as economias, esse valor seria reembolsado em uma média de sete anos”, salienta.

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MUNICÍPIOS TÊM 7 DIAS PARA ADERIR AO “TODOS PELA ALFABETIZAÇÃO”

TOPAOs municípios interessados em participar do Todos pela Alfabetização (Topa) têm até o dia 10 de março para aderir ao programa da Secretaria da Educação da Bahia.

Primeiro, os gestores devem manifestar o interesse por e-mail (topa.sistema@educacao.ba.gov.br).

Em seguida, deverão preencher o formulário (disponível aqui) e imprimir duas vias do Termo de Adesão. Os documentos precisam das assinaturas do prefeito e do secretário municipal de educação.

Por fim, o termo e a documentação deverão ser encaminhados, via Sedex, para a Coordenação de Avaliação e Monitoramento do Programa TOPA, até as 18h de 10 de março.

Confira o endereço postal: Secretaria da Educação do Estado da Bahia, Coordenação de Programa Especiais (COPE), Programa Todos pela Alfabetização (TOPA), Avenida Luiz Viana Filho, nº 550, 5ª Avenida, 4º andar, Centro Administrativo da Bahia – CAB/Salvador – BA, CEP: 41.745-004

ESTUDANTES DA MADRE THAÍS CONQUISTAM VAGAS DE ESTÁGIO NA USP

FMT LOGOCairo Monteiro de Oliveira e Natan Gomes dos Santos passaram na seleção de estágio do Laboratório de Virologia Clínica e Molecular do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP). Ambos estudam biomedicina na Faculdade Madre Thaís (FMT), em Ilhéus.

A professora Ana Paula Adry coordena o curso de biomedicina da FMT. Ela explicou a importância do estágio para a formação dos alunos. “A troca de experiência com os pesquisadores e docentes da USP dará a oportunidade de desenvolver novas habilidades, tornando-os bem mais preparados para enfrentar os desafios da carreira escolhida”.

Ana Paula também destacou a estrutura da Madre Thaís. O curso oferece “aulas práticas, desde os primeiros semestres, em laboratórios especializados”. Essas atividades já no início da formação ajudam os alunos a descobrir as áreas com as quais se identificam. Isso é importante, já que o curso, explica a coordenadora, habilita o profissional para atuar em: “análises clínicas, bancos de sangue, imagenologia médica, microbiologia de alimentos, virologia, bromatologia e biologia molecular”.

A coordenadora não escondeu o orgulho que sentiu ao saber da conquista dos estudantes. “Parabenizo os alunos pelo desempenho, bem como a todos os colegas professores do curso de biomedicina da FMT”, afirmou Ana Paula Adry.

ILHÉUS EM TRANSE: TEMPO, ESPAÇO E PERCEPÇÃO

Imagem registrada por José Nazal nessa quinta-feira (2).

Imagem registrada por José Nazal nessa quinta-feira (2).

Por Thiago Dias

O Blog do Gusmão publicou ontem (2) matéria sobre a abertura do caminho das pistas de acesso da nova ponte Ilhéus-Pontal – veja aqui.

No mesmo dia, o vice-prefeito José Nazal (Rede Sustentabilidade) voltou a sobrevoar a cidade para registrar imagens aéreas. Uma delas (acima) mostra o traçado das vias que darão acesso à ponte a partir do Centro. A perspectiva proporciona visão ampla do local. A vegetação ajuda a visualizar a linha que ganha forma com o trabalho do rolo compressor.

Nazal gosta de contar uma história para ilustrar o modo como não nos damos conta das mudanças que acontecem diante dos nossos olhos. Com 61 anos, ele sempre morou na Avenida Soares Lopes. Ao longo das últimas cinco décadas, os impactos ambientais da construção do Porto do Malhado transformaram a paisagem à frente da sua casa. “E eu não vi!”, exclama, quando lembra do “recuo” do mar. Antes do porto, as ondas da praia da Avenida beiravam o terreno onde a Catedral de São Sebastião foi erguida.

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DESEMBARGADORA DESBLOQUEIA R$ 541 MIL DA PREFEITURA DE ILHÉUS

dinheiroA desembargadora Pilar Célia Tobio de Claro, do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, suspendeu os efeitos da decisão de primeira instância que mantinha R$ 541.600,00 da Prefeitura de Ilhéus bloqueados. A medida atendeu a pedido da Procuradoria Geral do Município.

O bloqueio partiu da Vara da Infância e da Juventude da Comarca de Ilhéus, em dezembro de 2016, após ação do Ministério Público do Estado da Bahia. O processo se baseou nos artigos 20 e 25 da Lei Municipal 3.709/2014.

O valor equivale a 0,25% da receita do município em 2016. Conforme a Vara da Infância e da Juventude, a lei municipal 3.709/2014 obriga o repasse desse percentual para o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente, o que não foi feito pela prefeitura.

No recurso ao TJ-BA, a Procuradoria Geral do Município alegou que a lei citada fere a Constituição Estadual e a Lei Orgânica do Município.

Segundo o procurador-geral do município, Fabiano Resende, a decisão da desembargadora preservou a independência entre os poderes. “Com isso, há um enriquecimento e amadurecimento do próprio Poder Legislativo Municipal, o que termina por influenciar e aperfeiçoar a relação institucional desejável com o Executivo, evitando sobressaltos”, afirmou.