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:: 1/abr/2017 . 15:00

IME COMPLETA 78 ANOS DE HISTÓRIA

Instituto Municipal de Ensino Eusínio Lavigne. Imagem: Secom-Ilhéus.

Instituto Municipal de Ensino Eusínio Lavigne. Imagem: Secom-Ilhéus.

Inaugurado em março de 1939, o Instituto Municipal de Ensino Eusínio Lavigne (IME) completou 78 anos no último dia 15. Nessa sexta-feira (31), uma solenidade na escola marcou a comemoração do aniversário. O ato contou com a participação do prefeito Mário Alexandre (PSD), do vice-prefeito José Nazal (Rede Sustentabilidade) e da secretária de Educação de Ilhéus, Eliane Oliveira. O diretor do IME, Anildo de Souza Silva, professores, funcionários, estudantes e ex-alunos também marcaram presença.

AÇÃO VOLUNTÁRIA É O CARTÃO DE VISITA DO RUGBY ILHEENSE

Imagem dos capitães da areia durante a ação na praia da Avenida Soares Lopes.

Imagem dos capitães da areia durante a ação na praia da Avenida Soares Lopes.

Em ação voluntária, o time de rugby de Ilhéus, Capitães da Areia, recolheu ontem (31) quantidade significativa de resíduos sólidos na praia da Avenida Soares Lopes.

Segundo Vinícius Alcântara, que faz parte da equipe, essa foi a segunda ação no local onde o time treina aos sábados e domingos, sempre às 16 horas. O trabalho durou duas horas e se concentrou na faixa de areia em frente à Catedral de São Sebastião.

O time não tem fins lucrativos. O seu objetivo é difundir a prática do rugby na região, “além de ajudar a nossa cidade com tudo o que pudermos”, explica Vinícius.

Ao contrário do que se pode imaginar, argumenta Vinícius, pessoas de diferentes idades e tipos físicos se adaptam facilmente ao rugby, “seja homem ou mulher”.

O time Capitães da Areia nasceu em 2016. O nome faz referência ao romance homônimo de Jorge Amado. A equipe se orienta pelos “princípios que regem a nossa modalidade: integridade, solidariedade, respeito, disciplina e paixão”, conclui o atleta amador.

COMO ESPANTAR UM TURISTA COM UM COCO

Atenção: nós não partimos o coco.

Atenção: nós não partimos o coco.

O turista mineiro caminhou por quarenta minutos na praia do sul de Ilhéus e se acomodou na cadeira de uma cabana. O sol de meio-dia e o exercício físico lhe deram sede e fome. Pediu um coco. Com o auxílio de dois canudos, bebeu rapidamente o líquido do fruto.

A água de coco saciou a sua sede, mas a fome se manteve intacta. Por isso, solicitou ao garçom que partisse o fruto. Contudo, de maneira muito educada, o funcionário respondeu que a barraca não oferece essa opção ao cliente. A informação surpreendeu e decepcionou o turista. No susto, ele se levantou, foi até o balcão e pagou a conta de seis reais.

Ao sair, ainda se refazendo do espanto, pensou que agora entendia por que a cabana tinha pouquíssimos clientes mesmo num domingo ensolarado.

ELIFAZ ANUNCIAÇÃO EXPLICA SAÍDA DO GOVERNO EM NOTA

Elifaz Anunciação. Imagem: Clodoaldo Ribeiro/Secom-Ilhéus.

Elifaz Anunciação. Imagem: Clodoaldo Ribeiro/Secom-Ilhéus.

O professor Elifaz Anunciação emitiu ontem (31) nota de esclarecimento sobre a sua saída da Secretaria da Fazenda da Prefeitura de Ilhéus, pasta que comandou desde o dia primeiro de janeiro de 2017. Leia a íntegra.

Nota de Esclarecimento

Quando fui convidado pelo senhor prefeito Mário Alexandre Correa de Sousa, para assumir a Secretaria Municipal da Fazenda da Prefeitura de Ilhéus, fiquei entre o desejo de contribuir com meus conhecimentos para uma gestão profícua em favor da coletividade e a necessidade de permanecer à frente da condução das minhas atividades profissionais privadas. Por alguns dias, reorganizei a minha vida profissional tentando conciliá-la com a agenda que a função pública exigiria, chegando à conclusão de que seria viável exercê-la, sem maiores prejuízos aos meus negócios.

Com o decorrer do tempo, e em virtude de projetos empresariais e pessoais, percebi que o planejamento que desenhei demonstrou-se incompatível com o exercício da função pública, nesse momento, uma vez que a gestão da secretaria exige tempo integral e dedicação exclusiva.

Comprometido com a minha equipe – à qual expresso minha admiração e gratidão pela convivência profissional e pessoal -, com o Senhor Prefeito Mário Alexandre e com o povo de Ilhéus, não poderia continuar exercendo a honrosa missão a qual fui incumbido, sob pena de afetar o desempenho necessário e indispensável à boa prática da administração pública.

Assim, com lucidez, pedi a minha exoneração, informando ao prefeito com antecedência, a fim de que as providências necessárias pudessem ser adotadas evitando a descontinuidade dos trabalhos na Secretaria da Fazenda (Sefaz).

Continuarei contribuindo com Ilhéus e desejando sucesso à gestão do prefeito Mário Alexandre.

Ilhéus, 31 de março de 2017

Elifaz Pereira Anunciação

ESQUERDA E PROGRESSISMO SÃO HOJE COISAS DIFERENTES NA AMÉRICA LATINA

Gudynas. Foto: P7 Progressismo.

Eduardo Gudynas. Foto: P7 Progressismo.

Do IHU On-Line

Nos últimos anos, a América Latina viu diversos de seus países serem governados por partidos progressistas e ligados à esquerda: o Partido dos Trabalhadores no Brasil, o kirchnerismo na Argentina, os bolivarianos na Bolívia, no Equador e na Venezuela, e a Frente Ampla, no Uruguai. Embora tenham suas raízes na esquerda, porém, esses governos “são um tipo de esquema político diferente da esquerda que lhes deu origem. Esquerda e progressismo são hoje, na América Latina, duas coisas diferentes”. Essa é a visão expressa pelo ambientalista e pesquisador uruguaio Eduardo Gudynas, em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line.

Gudynas, especialista em temas relacionados ao meio ambiente e desenvolvimento, afirma que os governos progressistas justificaram o processo de extração de recursos naturais na América Latina como “necessários para o progresso e para os planos de assistência social”, apesar de seus impactos ambientais. Segundo ele, “o progressismo está focado no crescimento econômico por meio de desenvolvimentos convencionais, tolera e encoraja empreendimentos de alto impacto como os extrativismos, e acredita que a pobreza se resolve pelo assistencialismo ou mais consumismo”.

Em sua avaliação, “a ideia do progressismo de se converter numa nova esquerda que fosse efetiva para proteger as classes populares e o meio ambiente não se concretizou”. Para ele, o Brasil, que “é o maior extrativista do continente”, está “muito atrasado” em comparação com os países vizinhos no debate sobre um modelo econômico alternativo.

Segundo ele, é preciso “uma autocrítica de vários dos meus amigos nas grandes ONGs que ficaram deslumbrados com o Brasil potência global e com as empresas campeãs nacionais. Estavam mais interessados em discutir questões sobre o papel do Brasil nos BRICS e eram mais frágeis na busca de alternativas à Vale e outras empresas mineradoras, ou para entender que a discussão sobre o pré-sal não era apenas sobre onde investir os royalties”.

Eduardo Gudynas é ambientalista e pesquisador vinculado ao Centro Latino-Americano de Ecologia Social – CLAES, do qual é secretário-executivo. Ele tem formação pela Faculdade de Medicina da Universidade da República – UDeLaR, do Uruguai, e já exerceu a função de professor visitante em diversas universidades da América Latina e dos Estados Unidos.

Confira a entrevista.

IHU On-Line – Quais são as principais características do neoextrativismo?

Eduardo Gudynas – Para responder a esta pergunta, primeiro é necessário definir o conceito do extrativismo. Em sentido estrito, é uma apropriação de grandes volumes de recursos naturais que em sua maioria são exportados como matérias-primas para a globalização. Esta definição segue os usos históricos do termo, as posturas da sociedade civil e várias análises acadêmicas. Portanto, os extrativismos são plurais, incluindo, por exemplo, no caso do Brasil, a mineração, os hidrocarburetos e especialmente os grãos de exportação, como a soja. E mais: o Brasil é o maior extrativista do continente. Apenas suas exportações de minérios representam o triplo das vendas de minerais de todos os demais países sul-americanos somados.

Há diferentes formas políticas e econômicas de organizar os extrativismos. Nós reconhecemos extrativismos de estilo conservador, como se observa no Chile, no Peru ou na Colômbia, com um forte controle das empresas transnacionais. Por outro lado, há um estilo progressista, em mãos dos governos da nova esquerda como o PT no Brasil, ou mesmo na Bolívia, no Equador, na Argentina, no Uruguai e na Venezuela. Essas eram novas estratégias e por isso foi chamado de “novo extrativismo progressista”, ou, em forma abreviada, “neoextrativismo”. Nesses casos existia um maior papel do Estado, às vezes por controles e em outras vezes por maiores impostos, ainda que só em alguns setores, usualmente o petróleo. No entanto, a maior distinção são os discursos pelos quais se justificam os extrativismos. Este estilo progressista os defendia como necessários para o progresso e para os planos de assistência social.

IHU On-Line – No que se refere ao extrativismo, há diferenças entre os governos que chamamos progressistas e outros governos da região? O senhor acredita que houve algum avanço no período dos governos progressistas na América Latina neste tema?

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O ANIVERSÁRIO DA BALEIA MÁGICA DE ZÉ TIRO SECO

Altamiro Viana (Zé Tiro Seco), criador e criatura.

Altamiro Viana (Zé Tiro Seco), criador e criatura.

Há exatos trinta e um anos, no dia 1º de abril de 1986, o já saudoso Zé Tiro Seco, também conhecido como Altamiro Viana, colocou uma baleia enorme na praia da Avenida Soares Lopes, em Ilhéus. Fez isso num passe de mágica, versado que era na magia do rádio. Assim nasceu o maior conto do dia da mentira no folclore ilheense. Esse é o primeiro aniversário da baleia mágica após o falecimento do seu criador



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