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Quarta-Feira, 13 de Dezembro de 2017
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OPERAÇÃO APREENDE CARRO ROUBADO FAZENDO TRANSPORTE LOTAÇÃO EM ILHÉUS

HB20 recuperada pela polícia. Imagem: Ilhéus.

HB20 recuperada pela polícia. Imagem: Ilhéus.

Do Agravo

Por volta das 9 horas da manhã deste sábado (26), a Força Tarefa de Combate ao Transporte Clandestino (Sutran, 68ª CIPM, 13ª Ciretran) prendeu um indivíduo realizando transporte clandestino (referência de pessoas que fazem transporte irregular de passageiros) com veículo roubado em Ilhéus.

O veículo de placa PET-8384, modelo HB20, cor vermelha, depois de checado no sistema, deu restrição de roubo. O condutor foi autuado em flagrante na delegacia de Ilhéus.

O BRILHO DA BIODIVERSIDADE NAS FAZENDAS DO SUL DA BAHIA

Do Acorda Meu Povo

Os poucos remanescentes de mata íntegra no sul da Bahia são potes de ouro do conhecimento científico, cultural e da história da biodiversidade, além de ser um baú de novidades e inovação. Estudando os animais e plantas do mundo logo reconhecemos as fazendas dessa região, e suas excentricidades. Algumas logo se destacam com valiosas informações e grandes listagens de espécies, e plantas unicamente conhecidas dessas propriedades.

A Fazenda Almada (Uruçuca) tem pelo menos 602 registros de espécies, e alguns deles remontam a viagem de Carl Friedrich Philipp von Martius há 200 anos. Em Una, a Fazenda São Rafael elenca, ao menos, 247 espécies de 156 gêneros e 74 famílias registradas em 18 coleções botânicas. Doze destas já foram incluídas na lista vermelha de espécies ameaçadas do Brasil, incluindo dois tipos de Ingá (Ingá aptera e Ingá grazielae).

Já na Fazenda Pirataquissé (Ilhéus) repousa segredos da história das Piperaceae, família de plantas que inclui as diversas variedades de pimentas (Piper cearanum, P. cernuum, P. glabicaule. P divaricatum e P. amplum). São mais de 300 registros desse grupo no município, e uma delas leva o nome de Ilhéus, a Pipper ilheusense, que possui propriedades medicinais. A Fazenda Pirataquissé também está intimamente relacionada a pesquisas históricas do Museu Nacional, especialmente relacionadas ao acervo da fauna e flora recolhidos na década de 40, por memoráveis cientistas, e é citada em importantes estudos sobre vírus em macacos, incluindo um vírus (e doença) conhecido como Ilheus Encephalitis. Por essa e outras pesquisas a fazenda é citada internacionalmente na historia do famoso Callithrix kuhlii.

Callithrix kuhlii

O estudo do Callithrix Kuhlii e o vírus da febre amarela têm a Fazenda Piarataquisse, em Ilhéus, como referencia histórica.

Esse grande acervo do conhecimento se soma aos demais valores de nossas fazendas, e leva seus nomes como referencias obrigatórias em centenas de publicações científicas por todo o mundo. Apesar da notoriedade, historicamente, tem faltado posicionamento e incentivo dos governos para a proteção desse herbário vivo, considerado pela unanimidade dos botânicos, em declínio, e marcada por plantas e animais endêmicos e ameaçados, a maioria pouco conhecidos, ou completamente desconhecidos.

Restando apenas 2,8% de matas íntegras remanescentes na região cacaueira buscamos, em 1998, uma aliança entre o IBAMA e a CEPLAC para essa obrigatória missão constitucional. Dez anos depois, em matéria no Jornal Agora com apoio de Ronaldo Santana, fazendeiro que aderiu a causa das reservas de forma pioneira com a criação da RPPN Mãe da Mata, abordei a ideia do governo federal criar um mecanismo de reversão de dívidas em reservas particulares.

Numa região onde 98% das matas estão nas fazendas de cacau, apenas o modelo público dos Parques não garante a proteção da biodiversidade, e apesar de esse ser um item fundamental que as prefeituras precisam aderir em todos os seus empreendimentos, o sucesso da proteção depende de forma inevitável da agregação de milhares de pedaços de matas perpetuas, porém particulares, maiores ou menores, mas em toda escala, interligadas. É um projeto que depende de ampla participação social, e só alcançará sucesso se todos juntos, criarmos um mosaico de “espaços da mata” com seus nomes, identidades, histórias e peculiaridades, sendo bem cuidados, para assim garantirmos o corredor ecológico por onde a vida aconteça, os animais transitem e a polinização e dispersão sejam bem sucedidas, enfim, a evolução milenar não seja interrompida, ao menos, até onde saibamos e sejamos capazes de evitar.

Uma vez valorizadas, os benefícios dessa riqueza poderão vir a ser compartilhados por todos, e o caminho é a sensibilidade, que uma vez conquistada, resulte na prática da multiplicação das reservas íntegras, ao lado das fábricas de chocolate, cultivos de cacau e grande variedade de frutos e flores tropicais, dentre tantos outros produtos da floresta. História, ciência, cultura, inovação e tecnologia brilha através da biodiversidade ainda presente nas fazendas de cacau do sul da Bahia. Este é um valor indissociável da identidade e do desenvolvimento dessa região.

ORQUÍDEAS DO SUL DA BAHIA

Orquídeas do sul da Bahia. Imagem: Acorda Meu Povo.

Orquídeas do sul da Bahia.

Do Acorda Meu Povo

Em 1998, uma reportagem no Jornal A Tarde destacava a raridade e o comercio ilegal de orquídeas do sul da Bahia. Na época respondendo pela Chefia do IBAMA na região, atendemos denuncia e realizamos a maior apreensão de orquídeas de nossa história ambiental. Eram mais de 500 orquídeas, e 90%, a belíssima  Cattleya warneri. Entreguei o material pessoalmente ao saudoso botânico André Carvalho (CEPLAC), que dispensa apresentações. Mas havia um decreto estabelecendo que todas as orquídeas aprendidas no Brasil eram prioritárias para o orquidário de Brasília, e eu discordando dessa política, acabei desacatando ordem expressa da presidência do IBAMA, abrindo uma brecha para minha exoneração, depois de segurar as dores da turbulenta transição da política florestal no Estado do Bahia. Passados quase vinte anos, a imprensa noticia a depredação e o fim do Orquidário Nacional de Brasília. Nossas orquídeas? Ainda quero seu retorno às matas, cultivo e manejo sustentável. Na época eu poderia ter ido a Brasília para esclarecer os fatos, mas estava satisfeito pois tinha cumprido minha missão. Mais detalhes da história ambiental do sul da Bahia estou escrevendo em um livro maior sobre a política florestal, mas esse desabafo não pode esperar.

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Matéria de ação do IBAMA.

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ALERTA SOBRE E-MAILS FALSOS

MPF-BA

O Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) comunica que envia mensagens eletrônicas somente para aqueles que fornecem o e-mail no momento do registro de denúncia ou solicitação na Ouvidoria ou na Sala de Atendimento ao Cidadão (SAC).

O MPF não envia e-mails com pedido de dados pessoais e nem com indicação de links para acesso.

A Secretaria de Tecnologia da Informação do MPF orienta as pessoas que receberam tais mensagens que as deletem.

EX-MINISTRO DO STJ RECEBEU PROPINA DE R$ 5 MILHÕES, DIZ PALOCCI

O ex-presidente do STJ Cesar Asfor Rocha, citado por Palocci em negociação de delação premiada.

O ex-presidente do STJ Cesar Asfor Rocha, citado por Palocci em negociação de delação premiada.

Da Folha

Em negociação de delação premiada, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci afirmou que o ex-presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Cesar Asfor Rocha recebeu suborno no valor de pelo menos R$ 5 milhões da construtora Camargo Corrêa para barrar a Operação Castelo de Areia da Polícia Federal.

Além da Camargo Corrêa, a operação deflagrada em 2009 tinha como alvos outras empreiteiras e políticos posteriormente investigados na Operação Lava Jato.

Palocci disse que o acerto com Rocha foi comandado pelo advogado Márcio Thomaz Bastos, morto em 2014, e incluía também a promessa de apoio para que o então magistrado fosse indicado para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) –o que acabou não acontecendo.

O repasse para Rocha foi depositado numa conta no exterior, segundo Palocci.

Asfor, a Camargo e a família de Bastos negam a acusação do ex-ministro.

Palocci está preso em Curitiba e negocia um acordo de delação premiada.

A Castelo de Areia foi interrompida por uma medida liminar concedida por Rocha, então presidente do STJ, em janeiro de 2010.

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PREFEITURA DE ILHÉUS TRANSFORMA PONTOS DE ENTULHOS EM ESPAÇOS ESPORTIVOS

Áreas do município estão sendo reformas. Imagem:  Clodoaldo Ribeiro.

Áreas do município estão sendo reformas. Imagem: Clodoaldo Ribeiro.

A Prefeitura de Ilhéus realiza uma série de intervenções em áreas urbanas do município, tendo  o objetivo de transformar depósitos de entulhos e lixo doméstico em áreas esportivas.

A ação também visa melhorar as áreas esportivas já existentes, como nos bairros São Miguel, Malhado e Soares Lopes.

Segundo Danillo Rabat, diretor da divisão de esportes da prefeitura, alguns bairros já foram beneficiados com novas áreas esportivas e outros espaços já foram reformados. “O objetivo é melhorar ainda mais o aspecto visual da área urbana da cidade e evitar que uma pequena parcela da população faça de forma incorreta o descarte diário do lixo doméstico em vias públicas”, informou.