WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
Domingo, 21 de Outubro de 2018
casa facil prefeitura urucuca prefeitura ubaitaba
faculdade madre thais cenoe faculdade de ilheus

MORRE O EMPRESÁRIO HELENILSON CHAVES

Helenilson Chaves. Foto: Diário Bahia/Reprodução.

De acordo com o site Políticos do Sul da Bahia, o empresário Helenilson Chaves faleceu nesta sexta-feira, 12, em Salvador. A causa da morte não foi informada.

Helenilson enfrentava problemas de saúde e tinha 72 anos. Como empresário atuou em diversos segmentos econômicos: agropecuária; comércio de cacau; construção civil e telecomunicações. Foi um dos responsáveis pela criação da TV Santa Cruz e da instalação da primeira empresa processadora de soja, em Barreiras, no oeste baiano.

Helenilson Chaves construiu o Shopping Jequitibá, na década de 90, no auge da crise provocada pela vassoura-de-bruxa que quase dizimou a cacauicultura.

O corpo será cremado na tarde desse sábado, 13, no cemitério Jardim da Saudade, em Salvador.

FESTIVAL DE ARTE E GASTRONOMIA DE SERRA GRANDE VALORIZA PRODUTOS REGIONAIS

Foto: Roberto Santos.

A abertura da segunda edição do Festival de Arte e Gastronomia de Serra ocorreu ontem, 11, na Vila de Serra Grande, em Uruçuca com o tema – Cacau, Chocolate e as Plantas Alimentícias não Convencionais (PANCs).

Na cozinha show do Festival de Arte e Gastronomia de Serra passaram inúmeros chefs. Ciça Roxo e Cris Rosa impressionaram com o caruru com folha de batata doce. No preparo, refogaram a cebola no dendê e adicionaram o peixe na panela. Misturaram o leite de coco, camarão seco, castanhas, gengibre, tomate, farofa de umbigo de bananeira e coentro largo. A deliciosa receita saiu em poucos minutos e foi servida para o público, que se deleitou com o prato.

Os chefs Josivaldo (Nena) e Marly Catarina preparam peixe com crosta de cacau. Servido com puré de cará, molho xandó e chips de taioba. Para a sobremesa, Marly fez a receita de bolo de chocolate sem glúten e lactose. Cacau, nibs de cacau, leite de coco e açúcar demerara foram os insumos.

Foto: Roberto Santos.

Um bate papo descontraído foi o que rolou entre os chefs Claudemir Barros e Carlos Motta sobre o uso de produtos locais e ingredientes diferenciados como hibiscos e cachaça local. Barros e Motta fizeram um talharim com nibs de cacau, servido com peixe sioba. A receita incluiu diversos ingredientes: azeite, sal, nibs picado, tomate, alho poró, mel de cacau. Tudo feito de forma simples, mas com muito requinte, fruto da união das raízes da culinária brasileira no Festival.

Numa produção especial, a chef Deia Lopes preparou um peixe grelhado com molho de mel de cacau servido com puré de inhame. Ela usou também flor das onze e chips de alho poró.

As aulas acontecem no espaço cozinha show aberto ao público do Festival de Arte e Gastronomia de Serra Grande, na Praça Pedro Gomes.

Não só receitas e pratos deliciosos tem o festival. A alegria tomou conta da Praça Pedro Gomes com a fanfarra municipal de Uruçuca, (Cemur).

O tradicional e o contemporâneo foram entoados pela voz cristalina de Laís Marques. Ela encantou o público cantando forró, xote e baião. O Circo da Lua fez malabarismo, contou história e deixou a meninada extasiada. 

A sonoridade brasileira com rearranjos de pérolas de compositores como Roque Ferreira, Gilberto Gil, Chico Buarque marcou a apresentação de Felipe Hauers.

O festival ocorre até o próximo sábado, dia 13. É resultado da ampla construção coletiva da comunidade. É feito pelo coletivo – Construção Festival, Escola de Gastronomia de Serra Grande e a Prefeitura Municipal de Uruçuca.

DO ARCAÍSMO CULTURAL E DA HISTÓRIA, DO SEXO DAS COBRAS, DOS PINTAINHOS, DOS ANJOS E NINFAS, DA LIBIDO E DO HOMOEROTISMO

Por Mohammad Jamal.

Longo parágrafo. 

Confessionalmente cabe-me reconhecer que descontando um ou dois problemas emocionais, cresci em circunstâncias seguras e moderadamente confortáveis. Meu irmão mais velho incutiu-me muito cedo o gosto pela leitura fazendo com que a literatura ocupasse boa parte do meu tempo; hoje, amadurecido pela sobreposição dos anos vividos, ela ocupa muito mais; a literatura faz parte da minha vida. As leituras de bons livros escolhidos por meu irmão influíram muito sobre a minha vida na infância e adolescência, tal como ainda influem hoje, quando o tempo tingiu de branco meus cabelos. Foi naquele tempo de garoto que gostava de livros que me reconheci um observador de pessoas, um tipologista autodidata traçador de perfis. Atraiam-me não só os dramas, alegrias e tristezas, mas as pequenas tragédias, os episódios cotidianos, o entendimento dos porquês e como reagia cada pessoa à minha volta às suas alegrias e pequenas tragédias. Algumas explicitamente emotivas oscilavam entre o riso nervoso e as lágrimas, outras, contidas, deglutiam silenciosamente seus problemas, dramas e angústias quase impassivelmente, mas nem assim escapavam da leitura das suas linguagens corporais; coisa que, precocemente, eu já dominara. Eu lia a escrita gestual dos semblantes e dos corpos que falavam idiomas distintos por mímicas singulares. Eu já os traduzira. Na ênfase das palavras e algumas onomatopeias; na audição dos soluços e gemidos, no olhar; eu lia sentimentos os mais diversos e, perfilava-as detalhadamente calçado no entendimento empírico acumulado nos densos conteúdos dos livros que li e me impregnaram a mente. São essas imagens passadas que me permitem devaneios reminiscentes que às vezes compartilho fazendo um contraponto àquele tempo e a modernidade globalizada que o varreu impassível essa percepção para o vazio do esquecimento comum.

Relembrar não é preciso, mas os ecos ainda ressoam: Não vou retroagir muito, isso é lugar comum, cansativamente exaurido em todos os artigos que tratam de reminiscências socioculturais através a história. Estamos carecas desse antagonismo evolutivo monótono e previsível que se arrastou lentamente, retardando a evolução dos costumes e das relações humanas em seu inexorável processo de renovação de velhos paradigmas sociais que obscureciam o concretismo autonômico iluminista, coisa que ainda acena à sociedade moderna em contínuo processo autonomista ainda que crivado por propensões alienistas e singularidades controversas.

(mais…)

ILHEENSE ATUA COMO OFICIAL TÉCNICO EM COMPETIÇÕES INTERNACIONAIS DE TRIATHLON

Alberto Kruschewsky. Foto: arquivo pessoal.

O ilheense Alberto Kruschewsky vai representar a Bahia e o Brasil em duas competições internacionais de triathlon que acontecem neste mês no Equador, a Copa do Mundo de Salinas (Salinas ITU Triathlon World Cup), em 21/10, e a Copa América de Puerto Lopez (Puerto Lopez Camtri Sprint Triathlon America’s Cup), em 28/10.

Alberto é Oficial Técnico Nível 2 certificado pela União Internacional de Triathlon – ITU. Além de ser facilitador da Confederação Brasileira de Triathlon -CBTri para certificações nacionais e ter atuado em diversas provas nacionais e internacionais da modalidade, foi convocado pela ITU para a Olimpíada e Paralimpíada do Rio 2016.

Alberto Kruschewsky durante competição olímpica no Rio de Janeiro em 2016. Foto: arquivo pessoal.

As competições no Equador acontecem nas distâncias Sprint (750m de natação/20 km de ciclismo e 5 km de corrida) e os oficiais técnicos são responsáveis pela organização e arbitragem do evento.

error: Content is protected !!