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Domingo, 18 de Novembro de 2018
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ILHÉUS: MÃE É ACUSADA DE MATAR O FILHO RECÉM-NASCIDO COM 15 FACADAS

Imagem ilustrativa.

Segundo informações do blog Tom Ribeiro, um caso chocante horrendo aconteceu em Ilhéus, no último sábado, 03, à noite.

Uma mulher, identificada como Lidiane Bruna Sales, 22 anos, residente no bairro Malhado, é acusada de matar o próprio filho, recém-nascido, com 15 facadas. Ela estava grávida e escondia a gravidez da família.

Lidiane estava no seu quarto, quando familiares ouviram o choro de uma criança. Assustados e sem entender o que estava ocorrendo, descobriram que ela teve um parto normal, sozinha.

Ao ser perguntada sobre o bebê, Lidiane disse que estava dentro do guarda roupas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) foi acionado e o recém-nascido, que pesava cerca de 4 kg, estava enrolado em um pano e foi levado juntamente com a mãe para a maternidade.

A acusada não tem mãe e morava com a tia. Ela foi levada para o presidio nesta segunda-feira, 5, após receber alta do hospital.

Atualizado às 17h51min., de 07 de novembro de 2018.

Em entrevista ao Blog do Gusmão, a delegada Andrea Oliveira, da 7ª Coorpin (Ilhéus), trouxe alguns esclarecimentos sobre o caso bárbaro que culminou na morte de um bebê recém-nascido, supostamente a facadas, no último sábado, 03.  A mãe, Lidiane Bruna Sales, 22 anos, é acusada de tirar a vida da criança.

Segundo Andrea Oliveira, a mãe foi liberada após audiência de custódia. Ela apresenta sinais comportamentais de depressão pós-parto e não consegue se comunicar. Não emite sequer uma palavra.

A delegada explica que o laudo com a causa da morte não está pronto, sendo assim, é impossível afirmar que a criança recebeu “15 facadas” conforme tem sido divulgado pela imprensa.

“O médico legista disse que a análise é complexa, tanto o laudo da mãe, como do corpo do bebê. Há sinais visíveis de perfurações na criança, mas também trabalhamos com a hipótese do bebê ter sido furado após um aborto”.

De acordo com a delegada, só o laudo poderá indicar se a morte ocorreu devido às perfurações, ou, se o corpo foi perfurado após um aborto, com o bebê sem vida.

O médico legista tem 30 dias para apresentar o laudo. Só com o documento o inquérito será finalizado.

LULA ENTRA NO STF COM PEDIDO DE LIBERDADE APÓS MORO ACEITAR CONVITE DE BOLSONARO

O ex-presidente Lula, Jair Bolsonaro (presidente eleito) e futuro ministro Sergio Moro.

Da Agência Brasil.

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com um novo pedido de liberdade no Supremo Tribunal Federal (STF), argumentando que a ida do juiz Sergio Moro para o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro demonstra parcialidade do magistrado e também que ele agiu “politicamente”.

Os advogados de Lula querem que seja reconhecida a suspeição de Moro para julgar processos contra o ex-presidente e que sejam considerados nulos todos os atos processuais que resultaram na condenação no caso do tríplex do Guarujá (SP).

O pedido ainda requer que sejam suspensas outras ações penais contra Lula que estavam sob a responsabilidade de Moro, como as que tratam de suposto favorecimento por meio da reforma de um sítio em Atibaia (SP) e de supostas propinas da empresa Odebrecht. Nesta última, o depoimento do ex-presidente está marcado para 14 de novembro.

“Lula está sendo vítima de verdadeira caçada judicial entabulada por um agente togado que se utilizou indevidamente de expedientes jurídicos para perseguir politicamente um cidadão, buscando nulificar, uma a uma, suas liberdades e seus direitos”, afirmam os advogados.

Ao pedir pela liberdade de Lula, os advogados afirmam ainda que o Supremo deve ser imune a pressões externas resultantes do clamor popular. “A História (em maiúsculo) não acaba em 2018. Juízes justiceiros vêm e vão. O Supremo Tribunal Federal permanece”, escreveram os advogados.

A defesa cita ao menos 33 atos de Moro que demonstrariam sua parcialidade para julgar Lula, entre eles a divulgação da delação premiada do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, cujo sigilo foi retirado pelo juiz a poucos dias do primeiro turno das eleições deste ano. Caberá a relator, ministro Edson Fachin, decidir se os argumentos justificam a soltura do ex-presidente.

Nesta segunda-feira, Moro saiu de férias, após ter aceitado, na semana passada, assumir o Ministério da Justiça no governo Bolsonaro. O magistrado já se afastou de todos os casos da Lava Jato, que são assumidos interinamente pela juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, Gabriela Hardt.

Lula está preso desde 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ter sua condenação confirmada pelo Tribunal Regional Federal 4ª Região (TRF4), que impôs pena de 12 anos e um mês de prisão ao ex-presidente, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

FACULDADE MADRE THAÍS OFERECE OPÇÕES PARA QUEM NÃO PODE PAGAR AS MENSALIDADES

Quer fazer o vestibular e ficou sem dinheiro para pagar as mensalidades? Esse é um problema comum.  Mas a Faculdade Madre Thaís (FMT) indica a saída para que ninguém fique sem estudar.

Na FMT o candidato pode financiar em até 100% do seu curso pelo Fies (financiamento estudantil do governo federal) ou pelo Crédito Estudantil da Faculdade! É fácil, rápido e acessível para quem quer garantir a graduação no Vestibular 2019.1.

As Inscrições vão até o dia 24 e as provas serão realizadas no dia 25. As oportunidades de financiamento valem para os 14 cursos oferecidos pela instituição: Direito, Enfermagem, Engenharia Civil e Elétrica, Arquitetura, Farmácia, Fisioterapia, Biomedicina, Serviço Social, Administração, Gestão em RH, Logística, Serviço Social ou Tecnologia em Produção de Cacau e Chocolate.

As inscrições podem ser feitas na sede da FMT, na Avenida Itabuna, 1.491 – Gabriela Center-, de segunda a sexta das 9 às 21 horas e aos sábados das 8 às 15 horas, no estande na Galeria It’Art, no Calçadão D. Pedro II e através do site.

Para o candidato que optar pela utilização do ENEM, a inscrição será até o dia 23, mediante apresentação do Boletim, constando nota e número de inscrição no ENEM.

INCRA EMITE CERTIFICADO DE CADASTRO DE IMÓVEL RURAL A PARTIR DE HOJE

A partir das 12 horas desta segunda-feira,  05, o Incra disponibilizará a proprietários, titulares de domínio ou possuidores de imóveis rurais a emissão do Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) referente ao exercício de 2018. O documento pode ser expedido eletronicamente neste link . Um banner no portal da autarquia também possibilitará acesso à página na qual o certificado será emitido.

O CCIR é uma espécie de “carteira de identidade” do imóvel, que comprova a regularidade do bem junto ao Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), base de dados do governo federal, gerenciada pelo Incra, na qual constam informações de imóveis rurais em todo o país.

“É importante ressaltar que não constitui direito de propriedade, mas sem ele é impossível desmembrar, arrendar, hipotecar ou vender o imóvel”, explica o chefe da Divisão de Organização, Controle e Manutenção do Cadastro Rural do Incra, Jovelino Lotério Ramos.

Ele lembra, ainda, que o certificado é imprescindível para fins de partilha de bens e obtenção de financiamentos em bancos ou agentes financeiros. Além da titularidade e dimensão da área, o CCIR indica a localização, o tipo de exploração realizada no local e a respectiva classificação fundiária. “Ou seja, é obrigatório para qualquer tipo de transação e deve ser atualizado sempre que houver alteração dessas informações”, reitera Ramos.

Valores

Para a emissão é necessário informar o código do imóvel junto ao Sistema Nacional de Cadastro Rural, o CPF do detentor, a unidade da federação e o município de localização. A validação está condicionada ao pagamento da Taxa de Serviço Cadastral (TSC) na rede de atendimento do Banco do Brasil, por meio da Guia de Recolhimento da União, gerada pelo próprio sistema.

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GOVERNO MARÃO USA ANÚNCIOS OFICIAIS PARA CALAR A IMPRENSA

Veículos de comunicação social que recebem anúncios da Prefeitura de Ilhéus sofrem pressão para evitar críticas ao governo do prefeito Mario Alexandre.

O objetivo é tentar, à força do poder econômico, melhorar a imagem do prefeito e viabilizar seu projeto de reeleição, acusam profissionais ouvidos por este blog.

Quando questionamentos são divulgados, radialistas e jornalistas proprietários dos canais recebem ligações de representantes do governo com avisos e perguntas discretas e maldosas: “Olha a nossa parceria. Não está satisfeito?”.

Alguns veículos têm resistido, outros diminuíram a quantidade de críticas e outros se calaram completamente.

A direção da Rádio Bahiana de Ilhéus, comandada pelo ex-vereador Gilmar Sodré, tem exigido que seus comunicadores evitem comentários, reportagens e entrevistas contrárias à atual gestão.

“A pressão vem de cima. Quem desrespeitar a ordem de ‘Liquinha’ [apelido de Gilmar Sodré] vai perder o programa”, afirmou um profissional que pediu para não ser identificado.

“Eles ficam pressionando, mas não pagam. Tenho três meses de anúncios atrasados”, se queixou uma das fontes, que afirma não se submeter à pressão.

Por volta das 11h04min, tentamos ouvir a secretaria de comunicação. Conforme resposta enviada: “não existe esta prática na Secom”. 

O espaço está disponível para mais esclarecimentos.

FLORESTA PRESERVADA VALE MAIS QUE TERRA DESMATADA, DIZ ESTUDO

Foto: Carl de Souza/ O Globo/Reprodução.

Cerca de 40% dos produtos farmacêuticos dependem da riqueza biológica desses biomas brasileiros.

Reportagem do site de O Globo publicada no dia 28 de outubro.

Em meio ao debate de ruralistas e ambientalistas levantado por declarações do candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro [hoje presidente eleito], no sentido de enfraquecer o licenciamento ambiental e a fiscalização do Ibama, estudos indicam que a floresta em pé vale bem mais do que a terra desmatada. Análises do economista Bernardo Strassburg, diretor do Instituto Internacional para a Sustentabilidade e professor da PUC-Rio, mostram que os serviços ambientais proporcionados pela Amazônia e pelo Cerrado geram mais recursos econômicos que a substituição da vegetação nativa por culturas como a soja ou a pecuária.

São chamados serviços ambientais — ecossistêmicos, no jargão técnico — a oferta de água, a regulação do clima, a manutenção da fertilidade do solo, a prevenção da erosão e a polinização das culturas. Pelos cálculos de Strassburg, um hectare de floresta em pé na Amazônia presta serviços precificados em R$ 3.500 por ano. No Cerrado, a vegetação gera de R$ 2.300 anuais. O mesmo hectare desmatado para a pecuária daria um lucro de R$ 60 a R$ 100 por ano. Se usado para soja, o valor será de R$ 500 a R$ 1 mil por ano. Outros serviços que podem ser precificados, mas não estão nesse cálculo, são o impacto na saúde, o turismo e a biodiversidade em si. Cerca de 40% dos produtos farmacêuticos dependem da riqueza biológica desses biomas brasileiros.

O estudo do valor do capital natural surgiu nos anos 1980 e amadureceu ao ponto de ser usado para fundamentar negócios hoje em dia. Do ponto de vista do país, não faz o menor sentido desmatar mais do que já foi feito até hoje, assegura Strassburg, único integrante brasileiro do painel de valoração do capital natural da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos, com 127 países membros. O Brasil tem mais de 50 milhões de hectares em terras degradadas e sem uso.

A questão é que os serviços ambientais são benefícios para o agronegócio de forma geral e para toda a sociedade, numa perspectiva de longo prazo. Já os ganhos da pecuária e agricultura são imediatos e vão diretamente para o bolso do proprietário de terra, o que aumenta a pressão pelo desmatamento. Mas existem formas de compensar. Há pagamentos por serviços ambientais e mecanismos de compensação em tratados internacionais, como o Acordo de Paris.

Restrições comerciais

O Fundo Amazônia, por exemplo, capta doações para o combate ao desmatamento no Brasil. Petrobras, Noruega e Alemanha são os principais doadores e os valores oscilam em função do tamanho da área desmatada no país — quanto menor, maiores os recursos. Em dez anos, o fundo recebeu US$ 1,2 bilhão. Strassburg observa que a Noruega acena com a ampliação das doações para o Cerrado, que entrou no radar dos investidores internacionais devido à pressão da expansão das commodities agrícolas.

— É o governo brasileiro que decide para onde esse dinheiro vai, não há ingerência estrangeira. Hoje é usado, principalmente, em unidades de conservação e monitoramento. Mas também poderia, se o governo quisesse, ser empregado em parte para compensar proprietários de terra que abrissem mão de desmatar áreas legais — diz o economista.

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