No dia 26 de fevereiro último, escrevi um artigo afirmando que o Colo Colo já se encontrava no “quadrangular da morte” do campeonato baiano de 2010 (Confira aqui: http://www.blogdogusmao.com.br/v1/2010/02/26/e-agora-jose/#more-10731 ). Ainda havia chance de classificação, caso vencesse os jogos contra Ipitanga e Bahia. Não sou pessimista, mas, modéstia à parte, caminho bem nesse campo, conhecendo inclusive um pouco dos meandros dos bastidores. Senti fraqueza da equipe para a disputa da primeira divisão. Assisti ao jogo contra o Ipitanga no Mário Pessoa, o qual resultou num mixuruca empate (1 X 1). Logo na entrada do estádio, três mulheres distribuíam cartelas de camisinhas. Teve gente que ficou alegre, imaginando que haveria bacanal. Mas, enfim, o que houve mesmo foi o de sempre: o Colo Colo fu%#*%@&ndo com a paciência do torcedor.
A multiplicação recente dos programas de TV locais voltados para a abordagem da violência, do mundo cão e dos dramas da vida privada dos miseráveis gerou uma atividade nova nas delegacias de Polícia e incorporou uma tarefa nova à rotina dos policiais. Para quem não sabe, alguns delegados e policiais, interessados em colaborar como produtores de conteúdo desses programas, e claro, sempre muito mais interessados em ficar bem na fita com os apresentadores e em evidência sob os holofotes, sobretudo no caso de delegados em busca de um mandato de deputado estadual nas eleições de outubro, incorporaram a câmera filmadora a suas rotinas de trabalho.
A construção de um Turismo profissional, sustentável, maduro, perpassa por todos nós. Todos somos responsáveis de acordo as nossas atribuições, sejam estas de caráter de nível de atuação ou de nível de conhecimentos.
Os ambientes marinhos e costeiros do Brasil vêm sofrendo nos últimos anos um considerável processo de degradação ambiental gerado pela crescente pressão sobre os recursos naturais marinhos e continentais e pela capacidade limitada desses ecossistemas absorverem os impactos resultantes.


A culpa pelo conflito entre supostos índios tupinambás e pequenos produtores rurais, que se instalou na região da Serra do Padeiro em Buerarema e ameaça se estender a áreas rurais de Ilhéus e Una pode ser debitada única e exclusivamente na FUNAI, a Fundação Nacional do Índio.
Que, no caso em questão, pode ser chamada da Fundação Nacional dos Insensatos.
A partir de um inacreditável relatório elaborado por técnicos da FUNAI, conferindo aos tupinambás uma extensa área de 35 mil hectares nos três municípios sulbaianos, o que era apenas reivindicação se transformou numa espécie de lei, pelo menos para os supostos índios;
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Durante a semana, uma série de fatos distintos entre si e transformados em notícias nos telejornais apontava, em seu conjunto, para um mesmo fenômeno assustador: o determinismo social que parece soar inexorável e inclemente sobre uma população de crianças e jovens cujo diagnóstico de futuro aparenta ser mais claro que as previsões dos cartomantes xexelentos que se auto-anunciam nos postes e muros da cidade. Um grupo de mais de 70 homens jovens foi preso em uma única batida policial durante a festa de aniversário de um traficante que comemorava 25 anos, numa casa de eventos, em Feira de Santana. Pertinho dali, em Santo Estêvão, autoridades do Judiciário anunciavam a criação de penalidades em dinheiro contra os pais cujos filhos não freqüentem assiduamente a escola. Um dono de Lan House na cidade lamentava o prejuízo que isso gerará em seu comércio.
Enfim, o Colo Colo no quadrangular da morte do Campeonato Baiano de 2010. Não foi por falta do incentivo incansável da torcida, que acreditou e apoiou. O torcedor, aquele da geral, em especial, pagou R$ 10 por partida e ainda levou o sol escaldante na moleira nos jogos aos domingos. Enfrentou fila para comprar o ingresso, levou empurrões, pulou, gritou, agitou, embalou a bandeira, aplaudiu, e o time … NADA. Se ainda fosse o time paulista Santos, todo mundo entenderia, porque peixe nada. Na maioria dos jogos do Colo Colo, o que se viu foi um tigre sem a menor expressão de rugido.
Eu, bem como dezenas da gente ilheense, estive presente na cerimônia de reinauguração do prédio da Câmara de Vereadores de Ilhéus. Um espanto de suntuosidade do Palácio Monsenhor Teodolindo Ferreira! A reforma foi acompanhada de ampliação, inclusive, do plenário Gilberto Fialho, agora com capacidade para cento e vinte pessoas sentadas.
A crônica da vida pública brasileira ensina todos os dias aos cidadãos que se um fato não foi veiculado na TV, na verdade é como se não tivesse acontecido, exceto para as poucas pessoas a quem o mesmo se refere diretamente. Exemplos de episódios recentes no País provam o quanto aquilo que é e aquilo que deixa de ser capturado por uma câmera de TV adquire e perde, respectivamente, toda a dimensão. No final do ano, a sociedade brasileira lambeu os lábios de contentamento com a oportunidade que teve de julgar e condenar moralmente e no grau máximo o jornalista e apresentador Boris Casoy, por seus comentários elitistas, emitidos nacionalmente por descuido, após a apresentação de uma matéria em que garis, entrevistados durante sua jornada de trabalho, desejavam feliz ano novo aos telespectadores.
Danilo Mota Silva, morador do bairro Jardim Primavera, na periferia de Itabuna, imaginou ter encontrado na religião o caminho de volta que muitos tentam e não conseguem encontrar.
Próximo sábado, 20 de fevereiro, é um dia especial para os frequentadores assíduos do Zequito’s Bar. Todos os olhares estarão voltados para o big brother Lourencinho, que comemora mais um aniversário. Ele, que em 2009, ‘sessentou’ (sem trocadilho), esse ano parte para se tornar sexagenário pela segunda vez. Será uma missão um tanto fácil, já que ele é fumante inveterado e bebedor contumaz. A bebida alcoólica e o cigarro matam aos pouquinhos. Conclusão: quem bebe e fuma, demasiadamente, não tem pressa de morrer.
Você já carregou uma mala sem alça? Se não, experimente conviver ao lado de pessoas de mau humor, amargas. Pessoas criticas de senso destruidor, pessoas que só buscam ver os defeitos dos outros, pessoas intoleráveis, pessoas não sociáveis, pessoas criadoras de caso e sempre do contra. Normalmente essas pessoas são frustradas na vida e, com certeza, mal amadas. Garanto que a mala é mais fácil de conduzir.
Os que se aproveitam do poder para enriquecer, que patrocinam fantasmas no serviço público, que empregam parentes para apenas receber o salário, sem despender trabalho, os que recebem mesadas, mensalinhos e mensalões, na verdade prejudicam o estado. A corrupção é o principal “inimigo” do nosso país. Esta conclusão pude tirar do livro do filósofo Renato Janine Ribeiro, A República.
Se há uma coisa que ninguém pode acusar-me é de intransigência. Dia desses, 21 de janeiro último, escrevi um texto falando sobre o estado deplorável em que se encontra o Colo Colo (Confira: http://www.blogdogusmao.com.br/v1/2010/01/21/o-miado-do-tigre/#more-8633 ). Antes de lançá-lo no ar, ouvi opinião de algumas pessoas do meu convívio social. Foram contrárias a publicação, alegando que o time estava apenas na segunda rodada do campeonato. Ainda segundo essa gente, minhas colocações contundentes soariam como um balde de água fria. Discordei dessa opinião, visto que, no meu texto, considerei as a duas derrotas sofridas Vitória da Conquista (3 X 1 e 0 X 4), em amistosos realizados duas semanas antes da rodada inicial dos jogos oficiais. Além do mais, a minha análise partiu do pós campeão baiano de 2006.No dia 20 de janeiro, o blog Agravo, do observador privilegiado Jamesson Araújo, publicou um direito de resposta do presidente do PMN de Ilhéus, Carlos Massarollo, que causou grande rebuliço (clique aqui).
Nos últimos dias parte da imprensa regional vem abordando tudo o que acontece no futebol ilheense, analisando e tecendo comentários diversos: Posição complicada do Colo Colo na tabela do Baianão; esquema tático 3×5x2 do técnico Ferreira; da suposta demissão coletiva de alguns diretores e, principalmente da saída do vice-presidente, Paulo Moreira, e suas recentes e infelizes declarações.
Um político que estava em plena campanha chegou a uma cidadezinha, subiu em um caixote e começou seu discurso:
- Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.
De repente, uma pessoa do público pergunta: