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Domingo, 18 de Novembro de 2018
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INCRA ESTIMULA PRODUÇÃO DE CACAU EM ASSENTAMENTOS

Assentados do Terra Vista. Foto: Ascom/Incra.

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) lança hoje (terça-feira, 13), uma nova linha do Crédito Instalação, na Bahia. Trata-se da modalidade Cacau, que tem a finalidade de estimular a produção cacaueira em áreas de reforma agrária.

O lançamento faz parte do Dia de Campo, que acontece no Assentamento Terra Vista, em Arataca, no Litoral Sul do estado, a partir das 11 horas. As famílias assentadas produtoras de cacau poderão acessar até R$ 18 mil em recursos.

Durante a cerimônia, haverá a assinatura de 70 contratos da modalidade Cacau. Um total de 42 desses contratos irá atender trabalhadores rurais do Terra Vista, que é uma área de reforma agrária referência na produção orgânica de cacau e  chocolate artesanal na Bahia e possui 55 famílias assentadas.

Ao todo, até o fim do ano, o Incra irá formalizar 300 contratos da modalidade Cacau do Crédito Instalação. A perspectiva é de que cinco mil famílias assentadas poderão ser atendidas por essa linha de crédito no futuro. Na Bahia, existem 118 assentamentos que somam 19 mil hectares destinados, exclusivamente, a cacauicultura.

GOVERNO DO ESTADO INVESTE NA PRODUÇÃO DE CACAU ALIADA À CONSERVAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA

A cultura do “cacau cabruca” ajuda a manter em pé várias espécies de árvores nativas da Mata Atlântica. Foto: Portal Sul da Bahia.

O Governo do Estado lançou nesta quinta-feira, 8, em parceria com Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira – CEPLAC/MAPA, o Plano Operacional para o Cacau e Chocolate da Bahia 2018 – 2022. O lançamento aconteceu na sede regional da Ceplac, em Ilhéus, e contou com as presenças do vice-governador João Leão e dos secretários Jeronimo Rodrigues (Desenvolvimento Rural), José Alves (Turismo), e Geraldo Reis (Meio Ambiente).

O projeto, que atenderá cerca de 20 mil agricultores, prevê o desenvolvimento de ações estratégicas que permitirão elevar, em cinco anos, a produção de cacau na Bahia para 240 mil toneladas/ano até 2022, a consolidar a fabricação de chocolates finos, com certificado de origem no Sul da Bahia, através da instalação de 20 agroindústrias.

As ações incluem abertura de linha de crédito específica para a lavoura cacaueira, subsídios para produção de mudas e insumos, criação e indicação geográfica da produção do cacau, preservação da Mata Atlântica, prospecção de novos mercados, capacitação profissional, regularização fundiária e ambiental, difusão tecnológica, assistência técnica e extensão rural (ATER), capacitação, educação, gestão e empreendedorismo e infraestrutura rural. Os investimentos do Governo do Estado no plano devem atingir R$ 80 milhões.

Emprego, renda e inclusão social

Jerônimo Rodrigues, secretário de Desenvolvimento Rural, afirmou que ao incentivar o aumento da produção, a diversificação e a agroindústria, o governo estadual alavanca a inclusão social de assentados, indígenas, quilombolas e agricultores familiares, com foco na sustentabilidade: “O resgate do cacau, que também passa por investimentos em tecnologia, infraestrutura, somado a obras de infraestrutura, permitirá a retomada do desenvolvimento regional”.

Serão atendidos agricultores de 114 municípios nos territórios Litoral Sul, Médio Rio das Contas e Baixo Sul.

 “O cacau tem uma grande importância da conservação da Mata Nativa e estamos incentivando a produção do cacau cabruca, que concilia a atividade econômica com o respeito à natureza”, disse o secretário de Meio Ambiente, Geraldo Reis.

Vice-governador da Bahia, João Leão (centro da foto), exibe a autorização de início do Plano Operacional para o Cacau e Chocolate da Bahia 2018 – 2022.

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CACAU: DIRETOR DA ICCO AFIRMA QUE O BRASIL PODE LIDERAR AUMENTO DA PRODUÇÃO NO MUNDO

Imagem: Suframa.

Michel Arrion, recém nomeado para a diretoria executiva da Organização Internacional do Cacau (ICCO, sigla em inglês), afirmou ao jornal Valor que o Brasil deve liderar o crescimento de produção de cacau em todo o mundo, ao menos pelas próximas cinco safras.

As safras de cacau do Brasil têm sofrido nos últimos anos com a longa seca que abateu o Nordeste e derrubou os índices de produtividade na Bahia. Ao mesmo tempo, a produção do Pará vem demonstrando franco crescimento, com o apoio da Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (Ceplac). A estimativa da ICCO é que a produção brasileira crescerá a uma taxa de 2,6% ao ano entre a safra atual (2018/19, iniciada neste mês) e a safra 2022/23.

Se estimativa for confirmada, o Brasil deve atingir quase 200 mil toneladas de cacau em cinco temporadas, ante a produção de 180 mil toneladas no ciclo recém-iniciado (2018/19), conforme estimativa da Associação Nacional da Indústria Processadora de Cacau (AIPC). O setor almeja alcançar 400 mil toneladas daqui dez anos.

A estratégia do país de utilizar a produção de cacau em conjunto com a floresta para atingir as metas de redução de emissões de gase-estufa estabelecidas pelo Acordo de Paris, é vista com otimismo por Michel Arrion. “No Brasil, o cacau é cultivado em conjunto com outras espécies, de forma a criar um sistema agrícola sustentável, conhecido como cabruca. E parece que o governo brasileiro pretende satisfazer parte de seus compromissos junto ao Acordo de Paris elevando a participação do sequestro de carbono pelo sistema agrícola da cabruca”, afirmou ele, em entrevista ao jornal Valor.

Para ler a matéria completa, clique aqui (disponível para assinantes).

GOVERNO DO ESTADO ENTREGA FÁBRICA-ESCOLA DE CHOCOLATE EM ARATACA

Foto: Secom/BA.

A Secretaria da Educação do Estado realizou, nesta quarta-feira, 12, a entrega da Fábrica-Escola de Chocolate, no Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) da Floresta e Chocolate Milton Santos, localizado no Assentamento Terra Vista, em Arataca.

Montada com todos os equipamentos necessários para a produção do chocolate, a unidade vai capacitar estudantes para o mundo do trabalho por meio da prática e cultura da produção e comercialização do chocolate, além de servir de incubadora de projetos, contribuindo para a aceleração de empreendimentos e para o fomento criativo.

De acordo com o secretário estadual de educação, Walter Pinheiro, a inauguração da Fábrica de Chocolate é muito mais que um prédio com equipamentos. É a consagração de uma identidade territorial que foi construída por muito tempo. Essa iniciativa tem o objetivo de atender às gerações que vierem por meio de ensino e aprendizagens desenvolvidos de forma coletiva. E a criação de um projeto conjunto não tem uma assinatura, ele se perpetua de forma concreta, independente de quem esteja no Governo. Outra característica da Fábrica é não estar fechada apenas à produção do cacau, mas podemos agregar cursos de Design, para elaborar a marca e as embalagens, da Administração, pensando nos negócios e finanças, além das artes e cultura como a música, dança e teatro.

Esta é a quinta Fábrica-Escola entregue pelo Estado e a terceira voltada para o chocolate, como as unidades que já estão funcionando em Ilhéus e Gandu. Todas elas na região de abrangência do selo de Indicação Geográfica Cacau Sul da Bahia, conquistado neste ano, e que reconhece que a região possui características diferenciadas para comercialização de produtos à base de cacau.

INPI PUBLICA REGISTRO DO SELO DE ORIGEM DO CACAU SULBAIANO

Nessa terça-feira (24), o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) concedeu às amêndoas de cacau do sul da Bahia o registro de Indicação Geográfica (IG), na espécie Indicação de Procedência (IP). O registro foi publicado pela Revista de Propriedade Industrial (RPI) nº 2468.

A região cacaueira busca espera pelo selo desde 2014. O pedido de reconhecimento foi feito pela Associação dos Produtores de Cacau do Sul da Bahia (APC), que liderou um movimento em prol do cacau, formado por representantes do setor, governo do Estado e instituições ligadas à cadeia produtiva, como: a Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb), o Senar Bahia e os sindicatos dos produtores rurais da região.

A conquista do selo oferece a garantia de origem do cacau do sul da Bahia e agrega valor ao produto, posicionando-o como único no mercado. Além disso o estado baiano têm o reconhecimento de origem para as uvas de mesa e manga do Vale do Submédio São Francisco e a cachaça de Abaíra.

Segundo o presidente da Faeb, Humberto Miranda, essa é uma conquista principalmente dos produtores rurais, que vêm se preparando, buscando conhecimento e investindo fortemente em tecnologia. Para ele, o selo ajuda a elevar a autoestima do produtor de cacau.

MADRE THAÍS APRESENTA CURSO DE PRODUÇÃO DE CACAU E CHOCOLATE

Novo curso da Faculdade Madre Thaís contempla atividade cacaueira.

Nessa quinta-feira (26), às 18h30min, a Faculdade Madre Thaís vai lançar o seu novo curso de ensino superior, a graduação tecnológica em produção de cacau e chocolate. O evento acontecerá no auditório da instituição, em Ilhéus.

O curso superior de tecnologia em produção de cacau e chocolate é inédito no Brasil e exclusivo da unidade de ensino.

Segundo a Madre Thaís, a graduação vai promover a formação de profissionais capacitados para a região, no campo da produção de chocolate e manejo do cacau.

A apresentação será aberta ao público e contará com um coquetel temático, produzido pela turma de gastronomia da faculdade.

COM NOVO CURSO, MADRE THAÍS ABRE INSCRIÇÕES PARA O VESTIBULAR 2018.2

 A Faculdade Madre Thaís abriu inscrições para o vestibular do segundo semestre de 2018.

Os interessados devem procurar a secretaria da faculdade, localizada na Avenida Itabuna nº1491, ou o estande montado no It’Art Center, no Calçadão D. Pedro II, em Ilhéus. As inscrições também podem ser feitas por meio do site da instituição.

A faculdade oferta vagas nos cursos de: administração, enfermagem, biomedicina, direito, logística, engenharia civil, engenharia elétrica fisioterapia, gestão de recursos humanos, serviço social, farmácia, gastronomia e arquitetura e urbanismo. Além desses, a Madre Thaís também abriu inscrições para a primeira turma do curso  superior de tecnologia de produção cacau e chocolate.

O curso de produção de cacau e chocolate visa atender as necessidades locais, contribuindo com a capacitação de profissionais a fim de suprir as demandas da região cacaueira da Bahia.

CACAU DO SUL DA BAHIA GANHA SELO DE ORIGEM

A Associação Cacau Sul da Bahia solicitou o Selo de Origem ao INPI.

Nessa terça-feira (30), o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) publicou a Indicação Geográfica (IG) do sul da Bahia no que se refere à produção da amêndoa de cacau.

Com a IG, a região passa a contar com o Selo de Origem, que permite aos produtores valorizarem o trabalho desenvolvido, assim como a produção de cacau e chocolate.

O secretário executivo da Associação Cacau Sul da Bahia, Cristiano Santana, destacou a importância do selo que reconhece a tradição do cacau da região. “É uma narrativa que fala de desenvolvimento regional e econômico através da agregação de valor ao produto amêndoa de cacau da qualidade e da origem”.

Santana também ressaltou a necessidade de melhorar os serviços. “Essa publicação marca o fim de uma etapa e o início de outra que é trabalhar, dentre outras coisas, a qualidade, o marketing e a comunicação em cima da região e seu produto”.

O secretário da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado (Secti), Vivaldo Mendonça, comemorou a conquista do selo. “É o reconhecimento que o sul da Bahia possui características diferenciadas e que nos colocam num patamar elevado para comercialização de nossos produtos”.

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) concede o Selo de Origem a lugares que são conhecidos como tradicionais produtores de determinado produto ou serviço ou cujas características da peça são únicas.

INSTITUTO DE AGRICULTURA BUSCA REFORMULAR CEPLAC

Órgão busca desenvolver o setor.

No dia 15 de dezembro, o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) publicou edital para contratar consultoria especializada com o objetivo de desenvolver um novo modelo de organização da CEPLAC.

A medida integra o Acordo de Cooperação Técnica com o IICA, que pretende modernizar a gestão e aperfeiçoar as políticas de promoção do desenvolvimento sustentável, da segurança alimentar e da competitividade do cacau.

Para o diretor da CEPLAC, Juvenal Maynart, o novo modelo vai fortalecer os setores de atuação e aumentar a quantidade de parceiros de pesquisa, extensão e inovação. As reformulações visam consolidar conquistas de mercado e promover o desenvolvimento do setor.

Maynart também destaca o poder de captação de recursos nacionais e internacionais para fortalecer os sistemas agroflorestais brasileiros.

O diretor pontua que o prazo de entrega de propostas acabou nessa quinta-feira (21). A expectativa é avançar com a iniciativa até junho de 2018.

GOVERNO ASSINA CONTRATO DE IMPLEMENTAÇÃO DA ROTA DO CACAU

A primeira estrada temática da Bahia.

Em conjunto com a Associação de Turismo de Ilhéus (ATIL), as secretarias de Turismo (SETUR) e de Planejamento do Estado da Bahia (SEPLAN) assinaram na última sexta-feira (1º) o contrato para implantação da Estrada do Chocolate, roteiro turístico que vai interligar Ilhéus e Uruçuca.

De acordo com o secretário estadual do Turismo, José Alves, a rodovia vai incrementar o turismo na região e permitir aos visitantes conhecer a riqueza histórica e cultural do Sul da Bahia.

O gestor ainda ressaltou a importância dessa iniciativa para o turismo na região. “Hoje, o turismo não é só contemplação, é a experiência de vivenciar o local, conhecer o que se faz e o que se produz ali em todas as suas etapas”.

A Estrada do Cacau é uma ação conjunta entre o Governo do Estado, a Prefeitura de Ilhéus e a Associação de Turismo de Ilhéus.

REITORA DA UESC ASSINA PROTOCOLO NO FÓRUM CACAU BAHIA

Reitora da UESC, Adélia Pinheiro, assina protocolo do Cacau e Chocolate.

Nessa terça-feira (21), a reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Adélia Pinheiro, assinou o Protocolo de Intenção para Constituição do Arranjo Produtivo Local do Cacau e Chocolate do Litoral Sul da Bahia. O ato ocorreu no Fórum Cacau Bahia 2035, no Hotel De Ville, em Salvador.

O fórum tem a finalidade de reunir os agentes da cadeia produtiva do cacau para promover o desenvolvimento econômico sustentável e competitivo de plantio cuidadoso para a preservação da Mata Atlântica.

O evento ratifica: o Sistema e Arranjo Produtivo Local (APL) do Cacau e Chocolate, uma carta aberta, uma portaria para beneficiar produtores do cacau Cabruca, um plano de trabalho e a Rota do Cacau.

Na oportunidade, uma loja de degustação com 40 marcas de chocolate e diversos palestrantes apresentaram um panorama do cacau no Brasil e no mundo.

Estiveram presentes: o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia, Jacques Wagner; o vice-governador da Bahia, João Leão; o pró-reitor de Extensão, Alessandro Fernandes de Santana; o representante do setor de Agroindústria e Microcervejaria, João Carlos de Pádua Andrade, entre outros gestores.

TURISMO RURAL CRESCE EM ILHÉUS

Estação Rio do Braço. Imagem: Maurício Maron.

Estação Rio do Braço. Imagens: Maurício Maron.

Ilhéus é a terra que mais produz cacau no Brasil, seja nas próprias fazendas ou em unidades industriais. A infraestrutura das propriedades agrícolas é um dos aspectos desperta o interesse no turismo rural. Como um dos resultados, a Bahia foi o único destino brasileiro lançado no renomado Guia de Viagens Lonely Planet para 2018.

O secretário municipal de Turismo e Esportes, Roberto Lobão, enfatiza o segmento rural e destaca a produção do chocolate na região. “Participamos, mais uma vez, do Salão de Chocolate de Paris, e o prefeito Mário Alexandre, inclusive, esteve lá e viu de perto a movimentação em torno do nosso chocolate. Além disso, temos o projeto da primeira estrada temática do estado da Bahia, que é um programa elaborado pelo Governo do Estado, cujo termo de referência está em fase de conclusão”, acrescenta.

Fazenda Yrerê.

Fazenda Yrerê.

Roberto Lobão adiantou que a diretoria de Regionalização do Turismo do Governo da Bahia, em parceria com o município, vai fazer um trabalho de qualificação e conscientização desses empreendimentos rurais para que eles possam ofertar uma experiência de qualidade para os turistas que os visitam.

O secretário ainda falou que logo o guia estará disponível e destacou como essa iniciativa poderá fortalecer o turismo em Ilhéus. “Um fluxo de visitantes que busquem não apenas os atrativos da praia e do sol, mas também dos destinos rurais, de aventura, já que nós temos potencialidade para todos esses segmentos”, completou.

Vale acrescentar que escolas como o Instituto Nossa Senhora da Piedade já incluíram as riquezas culturais da zona rural de Ilhéus nas rotas de atividades extra-classe.

BEBETO COMEMORA RETORNO DA CEPLAC COMO ÓRGÃO DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

Deputado Federal Bebeto Galvão. Imagem: Divulgação.

Deputado Federal Bebeto Galvão. Imagem: Divulgação.

Ontem, 3 de novembro, o Estado da Bahia, em especial, a região cacaueira comemorou a lei que devolve a CEPLAC (Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira) o seu status original de órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

O deputado Bebeto comentou sobre os esforços e a importância da CEPLAC em retornar ao seu posto original. “Como um dos principais articuladores para esta importante decisão, fico feliz com o resultado alcançado”, pontuou.

Bebeto comemorou a decisão e afirmou que vai continuar em busca de melhorias para a instituição. “Continuarei lutando para que a CEPLAC ganhe mais investimentos em pesquisa, inovação e, tecnologia. Além de lutar também por investimento no quadro de pessoal através da valorização dos técnicos vigentes e na realização de concurso público. Isto é necessário para que este importante instrumento continue a contribuir para o desenvolvimento do Estado da Bahia e do Brasil”, completou.

ENTENDA

No dia 1º de abril de 2017, um decreto rebaixou a CEPLAC a um departamento da Secretaria de Mobilidade Social do Produtor Rural e Cooperativismo, do Ministério da Agricultura. A decisão preocupou o deputado federal Bebeto Galvão (PSD) e produtores de cacau do Sul da Bahia. Cerca de 1.300 funcionários temiam pelo futuro da comissão.

MINISTÉRIO DISCUTE PLANO DE REESTRUTURAÇÃO DA CACAUICULTURA

Plano de reestruturação da cacauicultura do Brasil. Imagem: SUFRAMA

Plano de reestruturação da cacauicultura do Brasil. Imagem: SUFRAMA

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) deve fechar, até o final deste ano, convênio com a Word Cocoa Foundation (WCF), a fim de desenvolver ações que garantam a sustentabilidade da cacauicultura brasileira. As negociações começaram durante reunião, no dia 16, entre os representes do Mapa, da WCF e da cadeia produtiva, na Secretaria executiva do ministério.

De acordo com Jair Oliveira, coordenador-geral de Desenvolvimento Institucional do Mapa, o projeto foi idealizado com base no programa já implantado na África.  No continente africano, a Cocoa Action, órgão da WCF, liga empresas mundiais de chocolate com governos e setores interessados na sustentabilidade do cacau.

A World Cocoa Foundation tem suas ações voltadas para as parcerias público-privadas, ao aprendizado conjunto e compartilhamento de conhecimento que busca a sustentabilidade da cadeia produtiva do cacau. Para o consultor da Comissão Executiva do Plano de Lavoura Cacaueira (Ceplac), Pedro Ronca, “o interesse da WCF em firmar parcerias com o Brasil deve-se ao potencial da cultura, além da importância que o atual governo dispensa ao cacau por meio da Ceplac”, afirma.

O consultor comenta ainda sobre o reconhecimento internacional da Ceplac pelos serviços prestados à cacauicultura e da sua relevância para a pesquisa, compreendendo que a instituição tem o maior bando de germoplasma do mundo. Segundo ele, o plano de reestruturação da Ceplac deverá trazer grandes benefícios ao setor.

Para o diretor da Ceplac, Juvenal Maynart, a parceria é essencial para a organização do sistema de produção com sustentabilidade socioeconômica e ambiental. Adiantou também que a Ceplac vai promover pesquisa para definir as necessidades da cadeia produtiva e que a assistência técnica terá o envolvimento de todos os agentes da cacauicultura.

REVOGAÇÃO DO DECRETO QUE REBAIXOU A CEPLAC É UMA EXIGÊNCIA

bEBETO E CEPLAC

Segundo a assessoria de Bebeto, não se trata de um pedido, é uma exigência.

O deputado federal Bebeto Galvão (PSB) deu início a uma jornada para reverter o rebaixamento da CEPLAC, medida adotada pela ministra Kátia Abreu, que colocou a instituição como um departamento submisso a uma das secretarias do Ministério da Agricultura. Bebeto exige que o governo federal revogue imediatamente o decreto.

Embora considere uma medida inoportuna da ministra Kátia Abreu, que descumpriu acordo firmado durante audiência, o deputado Bebeto diz que a revogação não objetiva de demonstrar uma derrota política deste ou daquele ministério, mas representará a vitória do diálogo e do apelo de parlamentares, dos produtores, dos servidores do órgão, da sociedade, que não aceitam essa medida.

“Não aceitaremos esse decreto, de jeito nenhum. O governo precisa anular essa medida da ministra, ou então estará assinando novamente o atestado de abandono da região cacaueira. Eu não quero acreditar que isso será mantido”, afirma o deputado.

REBAIXAMENTO DA CEPLAC: MINISTRA KÁTIA ABREU “MENTIU SORRATEIRAMENTE”

katia e bebeto

Katia Abreu e Bebeto Galvão. Montagem: Blog do Gusmão.

O deputado federal Bebeto Galvão (PSB) ficou indignado com a ministra da agricultura, Kátia Abreu, que assinou um decreto rebaixando o nível institucional da CEPLAC. A instituição deixou de ser um órgão de administração direta e foi transformada num departamento vinculado a uma das secretarias do ministério.

O parlamentar afirma que essa medida pegou todos os envolvidos no assunto de surpresa e frustra todo um efetivo de profissionais que atuam há décadas para salvar o único órgão federal com expertise para tratar de políticas públicas do cacau.

Desde que essa ideia inoportuna do ministério foi ventilada, o deputado Bebeto, além de senadores, deputados estaduais, dirigentes partidários, produtores de cacau e instituições, entraram no circuito para tentar impedir esse golpe, com pronunciamentos no Congresso, notas públicas de manifestos e audiências na Esplanada dos Ministérios.

A ministra Kátia Abreu assumiu o compromisso, durante audiência com parlamentares, que ia rever a decisão e não tomaria qualquer iniciativa sobre a reforma administrativa na Ceplac sem antes dialogar com a bancada baiana no Congresso e com as regiões produtoras da cacauicultura. “A ministra traiu a confiança de toda bancada, ela mentiu sorrateiramente.Numa só canetada, essa senhora assina o esvaziamento e a morte por inanição de um órgão respeitado mundialmente, assumindo oficialmente o desrespeito e abandono com a cultura do cacau. Nós da bancada baiana e dos outros cinco estados produtores de cacau precisamos ir pra cima. Não podemos aceitar esse golpe”, esbraveja o deputado Bebeto.

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