EMÍLIO GUSMÃO

Gosto da boa polêmica, ingrediente indispensável ao debate proveitoso. Depois que li Crime e Castigo (Dostoiévski) e A Morte de Ivan Ilitch (Tolstói), muita coisa mudou em minha cabeça. Tenho 36 anos, sou comunicólogo e microempresário do audiovisual. Preferências contraditórias: Che e de Gaulle, Bin Laden e Ghandi. Considero Manuel Bandeira, o melhor de todos os tempos da minha humilde biblioteca.

Para enviar emails a Emílio Gusmão clique aqui.


EXPEDIENTE:

Layout:
Jamile Ocké
Sistema:
Marcelo Guerra
Fotografia:
Sandro Andrade

Cacau

ATINGIDO PELA FIOL É PREMIADO EM PARIS

João Tavares em Paris.

Pelo segundo ano consecutivo, o cacau produzido na fazenda São Pedro, em Ilhéus, foi considerado o melhor do mundo no Salão do Chocolate de Paris, na categoria melhor amêndoa seca. O concurso acabou ontem (quinta-feira, 20).

Apesar da produção modelo do fruto, notícias nada agradáveis esperam por João Tavares, dono da fazenda. O projeto da Ferrovia de Integração Oeste-Leste prevê um trecho da obra dentro de suas terras, prejudicando a produção das amêndoas.

NOTA PÚBLICA DO IPC

O Instituto Pensar Cacau – IPC vem tornar público o seu veemente repúdio e manifestar desagravo em favor dos produtores de cacau da Bahia, tendo em vista considerar ofensivas as declarações feitas pelos senhores Henrique de Almeida – presidente da Associação dos Produtores de Cacau-APC/Diretor Geral do Instituto Biofábrica e Raul René Valle – pesquisador da CEPLAC, durante entrevista concedida à TV MERCADO DO CACAU, onde tratam do Projeto Renorbio, matéria jornalística que pode ser acessada na Internet através do site www.mercadodocacau.com.br ou http://www.youtube.com/watch?v=GIRM4dEIC-c.

Ao classificar todos aqueles que discordam dos seus interesses como sendo “uma canalhice generalizada na região”, o presidente da APC e Diretor Geral do Instituto Biofábrica, Henrique de Almeida, assumiu uma postura descortês e arrogante e que, se não chega a contrariar os princípios das instituições que representa, certamente fere os princípios universais da ética e da moral.

Além disso, diante do notório descontentamento da classe produtora em relação à desastrosa atuação da CEPLAC, principalmente após a introdução criminosa da vassoura-de-bruxa (este sim um sentimento generalizado), o presidente da APC ainda tenta confundir a opinião pública alegando uma inverdade ao dizer que querem “acabar com a instituição CEPLAC”.

>| Leia a matéria completa »

CHOCOLATE DA MATA ATLÂNTICA

Por Paulo Paiva, editor do blog Acorda Meu Povo.

Na série de eventos do Goethe Institut Bahia sobre o Cacau/Chocolate, está sendo realizado um concurso de vídeo que tem muito a nos mostrar sobre a universalidade do cacau, que temos como parte de nossas histórias e gerações.

É possível notar o sentimento de propriedade que tem os mexicanos com a história do chocolate e suas raízes sagradas, como herdeiros do patrimônio cultural dos Astecas; também, a visão que tem os asiáticos e africanos do fruto do ouro como uma solução, uma chance de se viver melhor e de se libertar da pobreza.

Podemos observar também que só no sul da Bahia essa lavoura penetrou nas veias do povo e se transformou em cultura, uma cultura popular e erudita, que se manifesta em todos os setores da arte, e fêz surgir a nossa civilização Grapiúna como uma forte identidade.

Os internautas escolherão os 20 melhores, que serão julgados por um júri especializado, declarando os três vencedores. Os nossos merecem chegar.

Confira a produção. Para votar, clique aqui, a opção é Vídeo 6.

II ENCONTRO DO INSTITUTO PENSAR CACAU

CEPLAC, UM CHOCOLATE AMARGO

Da revista Dinheiro Rural

Pelo andar da carruagem, a Ceplac (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira), órgão do Ministério da Agricultura, com sede em Ilhéus, na Bahia, e com atuação no Espírito Santo, Pará, Amazonas, Rondônia e Mato Grosso, tem data anunciada para morrer. Há 20 anos, não há nenhuma contratação e a média de funcionários em processo de aposentadoria é de 30 por mês. Tem gente fazendo contas: em oito anos, adeus Ceplac. 

ENTREVISTA COM ÁGUIDO MUNIZ, PRESIDENTE DO IPC

O presidente do Instituto Pensar Cacau (IPC), Águido Muniz, em entrevista ao Canal Rural, fala das dívidas dos cacauicultores baianos, sustenta a tese do terrorismo biológico, por entender que a disseminação do fungo da Vassoura de Bruxa, pelas plantações locais, foi intencional. Ele revelou que pretende ir à justiça para garantir o não pagamento dos débitos contraídos pelos produtores, na tentativa de recuperação das lavouras.

Veja a entrevista. 

JUSTIÇA FEDERAL INVALIDA DÉBITOS E CONDENA UNIÃO A INDENIZAR CACAUICULTOR

Do Mercado do Cacau.

No dia 04 de agosto de 2011, foi divulgada no Diário Oficial sentença prolatada pelo Juiz da 13ª Vara Federal de Salvador-BA, declarando insubsistentes os títulos de crédito, invalidando a dívida oriunda do negócio e condenando a União ao pagamento de indenização, no valor de R$ 90.000,00, a um cacauicultor.

Inicialmente, o processo em questão foi ajuizado junto ao Juízo de Direito da Vara Cível da Comarca de Ibirataia-BA, que, declinando de sua competência, remeteu os autos para julgamento pela Justiça Federal, momento em que foi determinada a citação da União para responder a Ação.

>| Leia a matéria completa »

BIOFUNGICIDA TRICOVAB É LIBERADO PELO IBAMA

A vassoura de bruxa, doença que devastou às plantações de cacau no Brasil, pode estar com os dias contados.

O entusiasmo se deve a liberação para uso interno, por parte do IBAMA, do biofungicida Tricovab, desenvolvido desde 1999 pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac).

O uso do produto, testado há quase oito anos por técnicos da instituição, já apresentou bons resultados no combate ao fungo. Mas, o composto ainda precisa da aprovação do Ministério da Agricultura e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para chegar às lavouras.

Ainda não há data para os órgãos liberarem o uso do biofungicida.

FUNCIONÁRIOS DA DELFI CACAU ANUNCIAM GREVE

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Ilhéus, Itabuna e Uruçuca (Sindicacau), anunciou que os operários da Delfi Cacau do Brasil, antiga Nestlé, vão parar as atividades na tarde dessa quarta-feira (27).

Os funcionários reivindicam reajuste salarial de 13%, R$ 600,00 de ticket alimentação, além de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de R$ 6.000,00 e piso salarial de R$ 1.100,00.

A última rodada de negociação aconteceu ontem (terça-feira, 26), mas terminou sem acordo entre a direção da empresa e o sindicato dos trabalhadores.

A greve será por tempo indeterminado.

NATURA VAI AMPLIAR DEMANDA POR CACAU EM ILHÉUS

Do Gente e Mercado.

A empresa de cosméticos Natura ampliará de 20 toneladas para 29 toneladas a demanda por cacau da Bahia para a fabricação de cosméticos até o final do ano. O crescimento representa uma alta de 45% nas compras de matéria-prima produzida por uma cooperativa de pequenos produtores de Ilhéus.

No sul da Bahia, a Natura mantém parceria com a cooperativa Cabruca em ilhéus. O trabalho permite a repartição de benefícios e a compra de parte da produção pela empresa. Os recursos são utilizados no desenvolvimento e qualidade de vida de 140 famílias que produzem em uma área de três mil hectares de mata atlântica.

A Natura não fala em números de investimentos para esta nova linha. A informação é de que 3% do faturamento anual é destinado ao desenvolvimento de novas tecnologias e produtos. Para 2011, a projeção de crescimento gira em torno de 13% em relação ao ano passado. Puxando este crescimento aparece a região Nordeste, que além da melhora no poder de consumo, é destaque no interesse por produtos de perfumaria.

CONCURSO DE VÍDEOS SOBRE CACAU E CHOCOLATE

A organização cultural alemã Goethe Institut abriu edital para o concurso Internacional de Vídeo na Internet, com o tema Cacau e Chocolate. O instituto premiará os vencedores em euros, com 5 mil para o 1º colocado, 2 mil para o 2º, e 1 mil para o 3º.

A gravação pode ter no máximo 10 minutos, ser inédito, e publicado no Youtube.  Só serão aceitos materiais produzidos com câmera digital, celular ou filmadora.

Os candidatos devem postar seu vídeo até 31 de agosto. A ficha de inscrição está disponível no site da Goethe.

O concurso quer motivar a reflexão sobre o Cacau e o Chocolate, incentivando a criação de vídeos artísticos. Além da premiação dos três melhores, haverá o lançamento de um DVD com os 20 trabalhos mais votados pelos internautas.

Informações do jornal A Região.

CÓDIGO FLORESTAL NO SUL DA BAHIA

Artigo de Paulo Paiva, editor do blog Acorda Meu Povo.

A ciência e a política precisam caminhar de mãos dadas para construirmos um futuro melhor para o Brasil. Não é o que está acontecendo na precipitada votação de mudanças no Código Florestal Brasileiro. O polêmico relatório de Aldo Rebelo tem sido criticado, e apelos tem sido feitos em todas as instâncias da sociedade para que ele possa ser mais bem discutido e avaliado.

O relatório olha a agricultura e se esquece do meio ambiente e da biodiversidade. Quer isentar os pequenos proprietários do dever de proteger os ecossistemas, abençoar os que cometeram crime ambiental e perdoar a recomposição das áreas desmatadas. Também quer respaldar juridicamente todos os cultivos que estão consolidados em áreas de preservação permanente como o café, o arroz, a uva, e também o cacau.


>| Leia a matéria completa »

O CACAU DO SUL DA BAHIA

Por Paulo Paiva

O chocolate é um produto globalizado há bastante tempo, mas a sua história pouco reconhece a importância dos agricultores do sul da Bahia, e nós mesmos, ainda precisamos de muita conscientização para não desistirmos do cacau e de suas possibilidades. 

Temos grande mérito não apenas pelo que já fomos no seu mercado, mas pelo que devemos ser. Nós criamos o boon dessa lavoura com uma monocultura que nasceu ecológica, imitando a floresta. Depois, ela migrou para outras terras da Venezuela, Porto Príncipe, Equador, Gana, Nigéria, Indonesia, Malásia e Costa do Marfim. Mas em nenhum desses lugares o cacau agregou tanto valor para a ecologia e a biodiversidade como no sul da Bahia.

>| Leia a matéria completa »

CACAU ESTOCADO NA COSTA DO MARFIM AINDA PODE SER EXPORTADO

Do Estadão

O meio milhão de toneladas de cacau estocado na Costa do Marfim, após meses de sanções que interromperam as exportações, ainda deve apresentar condições adequadas para ser vendido, apesar do calor e da umidade.

Jonathan Parkman, chefe adjunto do departamento de agricultura da corretora Marex Financial, disse que entre 100 mil e 150 mil toneladas de cacau estavam desprotegidas contra o risco de mercado e isso poderia trazer aos preços um impacto maior do que a interrupção das exportações. Parkman disse ainda que o cacau negociado no mercado futuro pode ficar de 5% a 10% abaixo do valor considerado justo com a retomada das exportações. “A maioria dos relatos diz que o estrago não foi grande.”

Para Keith Flury, analista sênior da Rabobank, a mercadoria estocada tinha qualidade suficiente para ser exportada, sofrendo um estrago apenas limitado. Ele ainda prevê um déficit comercial de 30 mil toneladas de cacau em 2011/12 depois do superávit de 168 mil toneladas registrado em 2010/11. “Como o caos político foi reduzido, as leis fundamentais da economia podem impulsionar os preços”, disse.

>| Leia a matéria completa »

RENEGOCIAÇÃO DAS DÍVIDAS DO CACAU AVANÇA

O deputado federal  Geraldo Simões (PT) se pronunciou no congresso defendendo a renegociação das dívidas dos cacauicultores.

Geraldo considera essa medida um passo fundamental para a recuperação da lavoura cacaueira no sul da Bahia. No fim do ano passado, o deputado foi o relator da Medida Provisória nº 500, que trata do PAC do Cacau e das dívidas dos produtores.

Para Geraldo foi uma grande vitória conseguir a renegociação junto ao governo, ministérios e a oposição. Todos sentiram a necessidade da medida para o fortalecimento da região.

Pelo menos 800 operações foram liquidadas este ano, num total de R$11 milhões. Nos próximos meses estima-se que cerca de R$ 400 milhões sejam movimentados com as renegociações, anistias e novas linhas de crédito aos produtores.

>| Leia a matéria completa »

O CACAU E O MINÉRIO DE FERRO

Por Paulo Paiva

O traçado projetado para a Ferrovia Leste-Oeste atinge em cheio as fazendas de cacau do Sul da Bahia (200 propriedades), mas só agora, depois de denúncias de invasão de propriedade e corte arbitrário de cacaueiros por topógrafos, a VALEC ouve os cacauicultores em uma reunião no Sindicato Rural de Ilhéus. A reunião foi conduzida pelo engenheiro Neville Chamberlain Barbosa da Silva, representante do governo nessa penosa missão de nos convencer que o projeto é benéfico para a região.

O encontro repetiu o que vem acontecendo toda vez que o projeto de exportar minério de ferro pelo Sul da Bahia é apresentado: muita tensão, dúvidas e interrogações.

Não é nada fácil defender a ferrovia. O Sr. Neville Barbosa, homem distinto e educado, que enfrenta pressões de todos os lados em reuniões, normalmente, muito conturbadas; algumas vezes, parece acuado diante de tantos protestos. Mas ele, sem fugir das preocupações ambientais, encontra forças para defender que essa região demonstrou ao longo de sua história, que também é vocacionada para as ferrovias e portos, além do cacau e do turismo.

>| Leia a matéria completa »

INSTITUTO PENSAR CACAU

Será lançado amanhã (terça-feira, 15), às 09h, na Associação Comercial de Itabuna o Instituto Pensar Cacau (IPC).

Uma instituição independente que pretende discutir de forma livre a problemática do cacau, sua crise e soluções para a estagnação econômica que a vassoura-de-bruxa causou na região.

Entre os temas que serão discutidos na mesa pelo grupo, estão o reconhecimento de que o fungo da vassoura foi trazido para a região através de uma atitude criminosa, e a anulação das dívidas contraídas pelos cacauicultores baianos.

CHOCOLATE ORGÂNICO DA TERRA DO CACAU

Do jornal O Globo.

A Amma, fabricante baiana de chocolate premium orgânico (foto), planeja triplicar produção em 2011, para 60 toneladas. Em operação há menos de um ano, usa grãos de cacau cultivados no Sul do estado. E está longe de atingir a capacidade máxima, de até 400 tonelas de chocolate por ano.

O negócio é resultado da parceria entre Diego Badaró, da Bahia, e o americano Frederick Schilling, que fundou a Dagoba, uma das grandes marcas em chocolates orgânicos no EUA.  Não por acaso, metade da produção é exportada para o país. Outros 10% vão para outros mercados, como China, Austrália e Coreia do Sul. Mês passado, a Amma fechou contrato de exportação também para o Kwait.

Os 40% comercializados no mercado interno estão no varejo em oito cidades do Brasil. No Rio, já podem ser encontrados nos supermercados Zona Sul e na Delly Gil, no Leblon.

PROJETO DE FOMENTO REANIMA PRODUÇÃO DE CACAU NA BAHIA

Por Fabiana Batista, do Valor Econômico.

As indústrias produtoras de cacau instaladas no Brasil começam a obter os primeiros resultados de um projeto de fomento à produção da amêndoa na Bahia. Os 25 produtores participantes da iniciativa, que entra agora em seu terceiro ano de execução, conseguiram mais que dobrar a produção por hectare somente com adoção do manejo e das tecnologias preconizadas no projeto.

A iniciativa tem coordenação da Associação da Indústria Produtora de Cacau (AIPC), que representa as cinco maiores produtoras mundiais da amêndoa – Cargill, ADM, Barry Callebaut, Delfi Cacau e Indeca. A duração total é de oito anos, sendo que os aportes financeiros serão realizados nos primeiros quatro. O orçamento total é de € 673 mil, sendo € 500 mil aportados pelo fundo do governo alemão Buffer Stock Fund, e o restante pela AIPC. As fazendas selecionadas participam com 15% do total dos insumos gastos no projeto.

Antes da fase de implantação nas fazendas, explica Walter Tegani, secretário-executivo da AIPC, foi feito um levantamento das melhores práticas de manejo da lavoura realizadas na região sudeste da Bahia. Com ele em mãos, iniciou-se a multiplicação dessas práticas em cinco hectares de cada fazenda escolhida – o tamanho médio das propriedades na região é de 20 a 60 hectares. O critério, diz Tegani, foram as áreas com produção mais deficiente e com terras mais degradadas. Por conta dessa base pequena, pondera Tegani, os resultados foram muito altos.

>| Leia a matéria completa »

O FACÃO IMPONENTE

Trecho retirado do livro “Uma trufa e…1000 lojas depois”, de Alexandre Tadeu da Costa, fundador e presidente da Cacau Show:

“Quem construiu algo a partir do próprio esforço tende a ter uma visão bem diferente sobre dinheiro do que a de quem teve uma vida mais confortável (…) Muitas pessoas se espantam ao tomar conhecimento de que só recentemente, aos 37 anos, comprei meu primeiro carro zero quilômetro, apesar dos impressionantes números de expansão da Cacau Show. O fato é que, como eu já contei, sempre priorizei os reinvestimentos na empresa.

A nossa preocupação constante em cortar custos se materializou em um objeto: um facão que ganhei de presente de um dos trabalhadores da lavoura cacaueira de Ilhéus (BA). Uma peça muito bonita, com detalhes trabalhados. Nas reuniões de orçamento, basta colocá-lo em cima da mesa para dar o recado… “

CACAU GOURMET E CHOCOLATE COM ASSINATURA DE OSCAR NIEMEYER

Apocalípticos e adoradores do minério de ferro insistem em dizer que o cacau já era.

Pelo mundo afora, o que se vê é justamente o contrário.

O mercado do chocolate ganhou uma nova dinâmica, está mais diversificado.

Recentemente, o programa Mundo SA da Globo News mostrou que a produção do “alimento dos deuses” é capaz de gerar requinte e sofisticação.

Através do cacau gourmet, de amêndoas selecionadas com muito critério, surgiu um chocolate caríssimo com a assinatura do arquiteto Oscar Niemeyer.

Fábricas especializadas em atender as classes A e B, também buscam ampliar seus negócios.

Veja a reportagem que mostra uma fazenda de Ilhéus.

IBICARAÍ GANHA PRIMEIRA FÁBRICA DE CHOCOLATE DA AGRICULTURA FAMILIAR

O município de Ibicaraí, no sul da Bahia, vai inaugurar no próximo sábado (18), às 10h, a 1ª fábrica de chocolate da agricultura familiar do Brasil que funcionará em regime de cooperativa, beneficiando 300 famílias de pequenos produtores de cacau das cidades Coaraci, Buerarema, Itajuípe, Uruçuca e Floresta Azul.

Com investimento inicial de R$ 1,5 milhão do governo da Bahia, o projeto foi idealizado para produzir até 450 toneladas/ano de massa ou líquor de cacau – matéria prima para o chocolate. “O retorno anual esperado é de R$ 18 milhões quando a fábrica estiver operando em sua plena capacidade”, explica Rogério Augusto Silva, assessor especial do governo do estado.

>| Leia a matéria completa »

Pages: 1 2 Next
LÍDER GREVE DA PM
Carga Pesada






Funk do valentão.
Categorias
AJAX Calendar
fevereiro 2012
D S T Q Q S S
« jan    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
26272829  

wordpress stats plugin