Desenvolvimento sustentável
AMERICANO BON VIVANT INVESTE NO SUL DA BAHIA
Do Estadão.
A trajetória de Frederick Schilling é bem diferente da que se espera de um empresário bem-sucedido. Ex-estudante de religião, fã de Paulo Coelho, guitarrista de banca de rock, ele transformou uma fabricante artesanal de chocolate orgânico num negócio de US$ 17 milhões. Investiu numa rede de agricultura sustentável na Indonésia, que apoia milhares de fazendeiros. Seu último projeto combina, de certa forma, ingredientes dos outros dois: abriu uma fábrica de chocolate na Bahia, estimulando o cultivo orgânico de cacau no sul do Estado.
Há mais de uma década, o americano Schilling estava mais interessado em curtir a boa vida em Telluride, Colorado. Esquiava, tocava guitarra e fumava “toda a maconha que se possa imaginar”. Sua única preocupação era fazer chocolate para levar às festas dos amigos. “Eu gostava de cozinhar, mas detestava chocolate industrial. Acabei inventado minha própria receita.”
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DENÚNCIA CONTRA FAZENDA DE GUILHERME LEAL É UMA FARSA
Desfigurando o jornalismo sem critérios, que apenas voa, sem colocar os pés no chão.
O Blog do Gusmão ficou intrigado com a denúncia envolvendo o empresário Guilherme Leal, sócio da gigante dos cosméticos, Natura, acusado de devastar áreas protegidas pela legislação ambiental. Como pode uma pessoa que tanto prega o desenvolvimento sustentável, cometer tamanha contradição?
Decidimos visitar a fazenda que foi “alvo” de uma reportagem elaborada por profissionais simpáticos à causa da BAMIN. Mantivemos contato com pessoas ligadas ao administrador do empreendimento e descobrimos que ele já estava convidando jornalistas para que fossem ao local. Não fomos de helicóptero (quem pagaria?), decidimos ir de carro para conferir “in loco”.
O que vimos ontem (quarta-feira/14), de perto, não bate em nada com as informações amplamente divulgadas pela blogosfera regional.
Guilherme Leal comprou a área há cinco anos, que era propriedade de um italiano conhecido como Federico, dono da CAMPARI (fabricante de bebidas alcoólicas). Mede 78,4 hectares (bem menos do que os 200 divulgados) e tinha plantações de abacaxi nos espaços sem vegetação típica. O empreendimento é residencial, sendo assim, segundo a legislação, não é passível de um EIA-RIMA.
Toda a construção, segundo relatório entregue pelo administrador (preferiu não se identificar) ao IBAMA, ao todo, ocupa apenas 0.48 hectare, bem menos do que os 3% permitidos pela lei. Tudo, absolutamente tudo, foi realizado buscando uma harmonia máxima com a natureza, adequado ao conceito de sustentabilidade. Áreas antropizadas foram aproveitadas, sem que fosse necessário derrubar o que restou da mata nativa.

Área reflorestada. Observe com atenção. Fotos aéreas não conseguiram captar as mudas de árvores nativas, plantadas há pouco tempo.
As casas e os bangalôs (9 no total) foram erguidos com madeira certificada ou reutilizada (adquirida em demolições). Apenas uma pequena instalação foi construída com cimento, devido às exigências da COELBA. Atraiu a nossa atenção, o cuidado com algumas árvores que permaneceram intactas, apesar das construções. Veja as fotos.

Área reflorestada. Observe com atenção. Fotos aéreas não conseguiram captar as mudas de árvores nativas, plantadas há pouco tempo.
O tráfego de carros movidos por combustíveis convencionais só é permitido até a entrada. Para ter acesso às instalações, o transporte é feito através de carros elétricos.
As áreas “abertas” estão sendo reflorestadas com árvores e plantas nativas (aroeira, araçá, pau-brasil e etc).
Toda a água utilizada vem das chuvas, armazenada através de um sistema que faz a captação a partir dos telhados, encaminhando para um moderno sistema de tratamento.
A fazenda dispõe de sistemas de captação de energia solar que abastece, inclusive, chuveiros elétricos. Há dois geradores movidos a diesel, porém, o empresário está compensando o carbono emitido, através do reflorestamento de 50 hectares, em outra propriedade, cuja área devastada pelo proprietário anterior foi bem maior.
Todo o esgoto é jogado em fossas sépticas, elaboradas em três compartimentos. O primeiro, na parte superior, recebe os resíduos dos vasos sanitários. O segundo, na parte inferior, é preenchido com pedriscos, e recebe do primeiro compartimento, o material já decomposto por bactérias existentes em nosso organismo. Em seguida, os dejetos sobem, sendo filtrados pelos pedriscos, passando para o sumidouro (compartimento três) que junto com a água das pias (previamente decantada) são devolvidos ao solo.
Algumas fotos aéreas tentaram denunciar supostos espaços devastados. Segundo o administrador, no local foram enterrados dutos para a passagem da fiação elétrica, originada da Coelba. O objetivo é evitar o uso dos geradores. Em volta das bromélias, tidas como uma espécie de “camuflagem” pelos denunciadores, foram plantadas mudas de árvores nativas, algumas em tamanho avançado, compradas no sul do país.
O empreendimento utiliza mão de obra do distrito de Serra Grande (Uruçuca), no total, 108 trabalhadores estão empregados. Setenta na fase de construção e trinta e oito fixos .
A fazenda, por ser um projeto sustentável, é objeto de pesquisa de estudantes do curso de Biologia da UESB (universidade estadual do sudoeste da Bahia), de Vitória da Conquista. Em contrapartida, a instituição prometeu um estudo sobre o estuário do Rio Tijuípe, que, por não passar em zonas urbanas, não tem poluição.
Guilherme Leal e o Instituto Arapyaú de Educação e Desenvolvimento Sustentável, através de um diagnóstico participativo com a comunidade de Serra Grande, estão viabilizando um plano de referência urbanística para o distrito.
Toda a documentação foi entregue ao IBAMA, que mandou fiscais ao local. O proprietário não foi multado, e sim, notificado a prestar esclarecimentos. Técnicos da secretaria estadual de meio ambiente e do CRA estiveram na fazenda e fizeram elogios ao projeto. Neste momento, uma equipe está trabalhando para provar à opinião pública que o projeto está totalmente adequado à legislação ambiental. O autor da denúncia provalmente responderá a um processo no judiciário.
Uma equipe do jornal A Tarde esteve no local. Segundo relatos, todos perceberam que se tratava de uma “fria”, pois o que encontraram não correspondeu ao “estardalhaço” divulgado.
O Blog do Gusmão não foi contratado para produzir esta matéria.
PORTO DA BAMIN: JORNAL NACIONAL OUVIU OS DOIS LADOS
Reportagem do Jornal Nacional, exibido ontem (segunda-feira/14).
ILHÉUS: UMA FONTE INESGOTÁVEL DE RIQUEZAS
Por Marcos Penha.
Sei que o título acima soa como utopia. Não para os realistas, otimistas. Sem dá pelota para a galera de pessimistas, reafirmo que Ilhéus é uma fonte inesgotável de riquezas. Uma das alternativas econômicas viáveis é o turismo. Claro que essa opção não é plenamente visualizada, em conseqüência de não ter sido trabalhada profissionalmente pelas iniciativas pública (em todas as instâncias) e privada.
Ilhéus, incontestavelmente, é linda por natureza. Culturalmente, é reverenciada por causa das obras do saudoso renomado escritor Jorge Amado. É uma pena que essas potencialidades sejam tão pouco aproveitadas. A cidade foi cenário de novelas da Globo, como Gabriela, Cravo e Canela (nos anos 70) e Renascer (anos 90). Não houve estratégia de marketing bem feita que tirasse proveito máximo desses eventos. Também, não poderia ser de outra forma. A extinta central de turismo não tinha nem material de divulgação da cidade suficiente. Esse órgão, como é hoje a Ilheustur, possui equipe de ‘trabalho’ formada por gente desinformada, desconhecedora do assunto e do local onde mora. Daí é que digo que não adianta um excelente secretário de Turismo, se o restante do pessoal não desempenha a função como deveria. Podemos citar como craques, que passaram por Ilhéus, os profissionais Raimundo Mazzei e Sérgio Barbosa.
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NOVOS ARES PARA O SUL DA BAHIA
Por Marcos Pennha.
Hoje, amanheci com a sensação de ar renovado na nossa Ilhéus e restante da região sul da Bahia. Os dias, até chegar a audiência do terminal de embarque de ferro da Bahia Mineração (Bamin), pretendida para construção na pantanosa Ponta da Tulha, foram desgastantes. O dia da referida audiência (15/ 04/ 2010) deu por encerrada a primeira etapa de conscientização popular.
Dizem que há males que vêm para bem. Na minha opinião, todo o mal vem para o bem. O mundo é dual. Os opostos são irmãos. Onde termina um, começa o outro. O importante é que a região sul da Bahia respira os ares de um futuro melhor, promissor. Nós tivemos a oportunidade de debater, questionar. Chegamos a conclusão de que a nossa região é rica e que podemos sobreviver, economicamente, com o auxílio dos seus recursos naturais.
O trajeto entre as baianas cidades Ilhéus e Itacaré é a área que abriga a maior biodiversidade do planeta. É a estrada parque, onde dispõe dos últimos remanescentes de mata atlântica do nordeste brasileiro.
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UMA VIDA SUSTENTÁVEL OU INSUSTENTÁVEL A VIDA?
Por: Ronaldo Lavigne.
O que é Desenvolvimento Sustentável? A resposta mais encontrada é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender às futuras gerações. Esse conceito surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente, criada pelas Nações Unidas, no sentido de propor discussões sobre a harmonização do Desenvolvimento Econômico, Equidade Social e Proteção Ambiental.
Logo de início dá para perceber que neste cenário ambiental, o homem sem conhecimento técnico ou científico nesta área terá dificuldade de entender o que seja “Desenvolvimento Sustentável”, tendo em vista, a dificuldade de interpretação dos termos técnicos da área.
Para tentar introduzir uma cultura de sustentabilidade é preciso, inicialmente, definir com precisão e clareza uma linguagem em que homens, mulheres e crianças, por menos que tenham conhecimentos da área, possam entender. Portanto, neste texto, tento esclarecer o significado de “Desenvolvimento Sustentável” para todos.
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SEM DR. RUY, ENCONTRO DO PV REUNIU 27 PESSOAS
O encontro do Partido Verde realizado na tarde deste sábado (13), em Ilhéus, só não foi um fracasso total devido às visitas de figuras importantes do estado e da região que pertencem à sigla.
O debate primou pela qualidade, deixando a quantidade de lado, sendo que apenas 27 pessoas prestigiaram o evento.
Vale lembrar que das 27 presentes, apenas duas pertencem ao diretório municipal de Ilhéus.
Os deputados federais Luiz Bassuma (pré-candidato ao governo do estado), Edson Duarte (pré-candidato ao senado) e o presidente estadual Ivanilson Gomes tentaram justificar a candidatura própria ao palácio de Ondina, ressaltando a importância da formação de um palanque na Bahia para a senadora Marina Silva, presidenciável do partido. O grupo “melancia” (vermelho por dentro e verde por fora), ligado ao governador Jaques Wagner, não foi poupado, principalmente o ministro da cultura, Juca Ferreira, chamado por Ivanilson Gomes de ardiloso, mentiroso e “serviçal a serviço do poder”.
Esperançoso, Bassuma garantiu que chegará ao segundo turno e vencerá as eleições deste ano.
Os verdes foram comedidos nas críticas ao médico Ruy Carvalho (outro melancia), classificando-o apenas de incoerente, já que deixou o PT “atirando” em Wagner, para depois defendê-lo, mesmo estando no PV.
O radialista Val Cabral e o vereador Gerson Nascimento, do diretório municipal de Itabuna, marcaram presença e enfatizaram a importância da candidatura de Bassuma.
Dirigentes de partidos “irmãos” (PRB, PTN e PSC) se solidarizaram com o PV de Ilhéus, preenchendo algumas cadeiras na diminuta platéia.
Apesar de reunir poucas pessoas, assuntos importantes foram debatidos, relacionados ao desenvolvimento sustentável e à preservação do meio ambiente.
Veja as fotos.
ZONA COSTEIRA – UM ECOSSISTEMA VALIOSO
“Tendo-se esta visão, destaco a importância da presença da ferrovia e do porto Sul na região cacaueira, sem perder de vista o desenvolvimento sustentável, para que a presente e as futuras gerações possam se utilizar dos recursos naturais”.
Por Ronaldo Lavigne.
Os ambientes marinhos e costeiros do Brasil vêm sofrendo nos últimos anos um considerável processo de degradação ambiental gerado pela crescente pressão sobre os recursos naturais marinhos e continentais e pela capacidade limitada desses ecossistemas absorverem os impactos resultantes.
Esses ambientes, em função de suas características e atributos, são utilizados para a atividade petrolífera, portuária, agricultura e agroindústria, aqüicultura, carcinicultura, extração mineral, extração vegetal, extrativismo, pecuária, pesca, reflorestamento, salinas, recreação, urbanização e zonas de conservação dos ecossistemas.
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IMPRESSÕES SOBRE A AUDIÊNCIA PÚBLICA DA FERROVIA OESTE-LESTE, EM ILHÉUS
A audiência pública que apresentou à sociedade ilheense o projeto da Ferrrovia de Intregração Oeste-Leste mostrou que há uma divisão acentuada entre pessoas favoráveis à construção, adeptas do desenvolvimentismo positivista, cujo lema é o progresso e a geração de empregos, e os contrários, alcunhados como ambientalistas, que pregam o desenvolvimento sustentável com respeito às vocações econômicas naturais da região.
Foi uma noite do exercício da democracia, onde as opiniões foram externadas com liberdade, porém, muitos questionamentos relacionados à organização do evento e suas regras foram direcionados à mesa.
No início, com o auditório já lotado, o ar condicionado insistia em não funcionar, situação que causou mal-estar nos participantes.
O horário estabelecido para o começo dos trabalhos (19:00 h) recebeu muitas críticas, pois a medida que o tempo foi passando, as pessoas foram se retirando, já que o transporte coletivo de Ilhéus funciona até meia-noite.
A data marcada, em um sábado, não foi bem recebida pelas comunidades rurais envolvidas no projeto (Juerana, Ponta da Tulha, Lagoa Encantada), já que o dia da semana foi considerado inapropriado para a participação plena dos seus representantes, uma vez que costumam trabalhar nas feiras populares, vendendo seus produtos.
Perguntas relacionadas ao Porto-Sul não foram aceitas pela mesa, sob a alegação de que são projetos diferentes, analisados de forma distinta, que renderão dois processos de licença ambiental.
Os ambientalistas não receberam bem a advertência, já que as estimativas de cargas que serão transportadas pela ferrovia, prevêem que o minério de ferro (a ser exportado pelo porto) é na verdade o principal motivo para colocação dos trilhos.
Pedidos de cancelamento da audiência foram encaminhados, mas, negados. Defensores e contrários dividiram opiniões, com alguns momentos tensos.
De qualquer forma o civilismo e o debate educado prevaleceram.
Veja fotos de alguns participantes, e imagens com legendas que sintetizam determinados momentos.
MARINA SILVA QUER TRANSFORMAR O BRASIL ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO
O programa do PV enfatizou a história da senadora Marina Silva e a educação como prioridade.
Depois de Lula, Marina é a personalidade da política brasileira mais conhecida fora do Brasil. De origem também humilde, com certeza vai dar trabalho nas eleições deste ano.
Programa do PV from Partido Verde on Vimeo.
MARINA SILVA CRITICA PARTICIPAÇÃO DE DILMA NA COP-15
Do Abril Notícias.
A senadora e pré-candidata do PV à Presidência da República Marina Silva (AC) classificou hoje de contraditória a participação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, potencial candidata do PT às eleições presidenciais de 2010, na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), em Copenhague. A senadora referiu-se ao fato de o Brasil não ter se comprometido com o aporte de recursos para o fundo global de combate às mudanças climáticas e com a declaração de Dilma, chefe da delegação brasileira neste fórum, de que a contribuição de US$ 1 bilhão que o Brasil poderia dar não fazia “nem cosquinha”.
Para Marina, independentemente do valor, a iniciativa brasileira serviria como exemplo ético para os países desenvolvidos reunidos na Conferência do clima. E lamentou: “Nunca vi uma situação tão desamparadora, os homens mais poderosos do planeta sem uma solução.” A senadora fez, ainda, questão de lembrar: “Um País (Brasil) que empresta US$ 10 bilhões ao FMI e o BNDES que empresta R$ 3 bilhões para a pecuária insustentável (frigoríficos) tem condições sim de emprestar recursos para um fundo global de combate às mudanças climáticas.”
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MOÇÃO DE REPÚDIO CONTRA O ABANDONO DO MUSEU DO CACAU EM ILHÉUS
E-mail enviado por Edson de Souza Carvalho
A III Conferência Estadual de Cultura, que ocorreu de quinta a domingo(26 a 29/11) no Centro de Convenções em Ilhéus, contou com aproximadamente 3.000 participantes, entre delegados, convidados e ouvintes dos 26 Territórios de Identidade da Bahia, que teve como tema central “Cultura, Diversidade, Cidadania e Desenvolvimento”.
Foram discutidos cinco eixos temáticos: I-Produção Simbólica e Diversidade Cultural; II-Cultura, Cidade e Cidadania; III-Cultura e Desenvolvimento Sustentável; IV-Cultura e Economia Criativa e V-Gestão e Institucionalidade da Cultura.
Os eixos que mais chamaram a atenção foram: Cultura, Cidade e Cidadania e Cultura e Desenvolvimento Sustentável, nos seus sub-eixos, Memória e Transformação Social e Patrimônio Cultural, Meio Ambiente e Turismo, respectivamente. Pelo simples fato de Ilhéus abrigar uma conferência a nível estadual e não cuidar de seu patrimônio, neste caso o Museu do Cacau que se encontra abandonado há mais de dez anos.
CRIADO EM ILHÉUS CORREDOR ECOLÓGICO LAGOA ENCANTADA/SERRA DO CONDURU
Do blog Acorda Meu Povo.
Com a sanção do projeto de lei de autoria do vereador Alisson Mendonça, Ilhéus passou a ter, a partir de agora, a Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie), que atuará sob a denominação de Corredor Ecológico Lagoa Encantada/Serra do Conduru, localizado no distrito de Aritaguá. O corredor ecológico vai conectar a Área de Proteção Ambiental (APA) da Lagoa Encantada e do Rio Almada com o Parque Estadual da Serra do Conduru, duas unidades de conservação estaduais em território municipal.
Leia mais.
O CLIMA E A PAZ
Artigo da senadora Marina Silva para o Terra Magazine.
Na última sexta-feira, o Comitê Nobel anunciou a escolha do presidente dos Estados Unidos Barack Obama como o vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 2009, em reconhecimento “pelos seus extraordinários esforços para reforçar a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos”.
Com apenas nove meses no cargo, a escolha surpreendeu a muitos, inclusive o próprio Obama, que o recebeu com humildade, ou, em suas palavras, como “um chamado”. Ele precisa mesmo ser muito incentivado.
Para obter sucesso em seus esforços pela paz, Obama não poderá esquecer da questão ambiental. Comprometer-se em preservar o meio ambiente e reduzir a emissão de gases de efeito estufa também é buscar a paz. Especialistas apontam o colapso ambiental como provável causador de guerras e conflitos em um futuro sombrio no qual o mundo lutará por recursos naturais imprescindíveis, a começar pela água.
Projeções já feitas pelos serviços de defesa americanos mostram que as mudanças no clima representam grande desafio à segurança – não só em território americano como ao redor do mundo – diante da perspectiva de aumento de tempestades e secas, da ocorrência de migração maciça, de pandemias e de outros desastres naturais.
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APOSTANDO NO CRESCIMENTO, DILMA VETA META AMBIENTAL MAIS AMBICIOSA
Do Estadão.
A proposta que o Brasil quer levar para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague, em dezembro, esbarrou no “desenvolvimentismo” da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e expôs uma divisão no governo sobre a questão ambiental.
Durante reunião ontem entre ministros e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as divergências ficaram estampadas. De um lado estava o entusiasmo do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que exibia um projeto prevendo a redução de 80% do desmatamento da Amazônia até 2020 e o congelamento nas emissões de gás carbônico (CO2) nos padrões de 2005; de outro, a exigência de Dilma para que sejam feitas previsões com cenários de crescimento do País maior do que o utilizado pela equipe de Minc.
O estudo feito pelo MMA prevê crescimento de 4% ao ano. Dilma achou pouco. E encomendou projeções para crescimentos de 5% e 6%. No novo panorama, as metas podem ficar inalteradas, mas as propostas para emissão de CO2 têm de ser recalculadas para patamares menos ambiciosos. Questionada, a assessoria da Casa Civil não soube informar por que a ministra requisitou novos estudos.
Minc, porém, saiu da reunião comemorando consenso em torno da meta de 80%. Disse que o País terá posição propositiva durante a reunião do clima.
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