história
“ELE” PARTICIPOU DA PRISÃO DE DILMA
Uma informação quentíssima, que poucas pessoas em Ilhéus sabem.
Reside na cidade um ex-agente do DOI-CODI (destacamento de operações de informações – centro de operações de defesa interna). Este órgão foi criado para reprimir os “subversivos” ao governo militar, entre os anos de 1964 a 1979 (o regime durou até 1985).
O ex-integrante do sistema repressivo afirma ter participado da operação que prendeu a guerrilheira Dilma Roussef em 1970, >| Leia a matéria completa »
O PASSADO “NEBULOSO” DO PROVÁVEL VICE DE DILMA
O deputado federal Michel Temer (PMDB) foi secretário de segurança pública de São Paulo, no governo de Luís Antônio Fleury Filho, nomeado após o massacre do Carandiru, em outubro de 1992. Sobre ele, assim escreveu um excelente jornalista:
“Os admiradores e eleitores sabem que, paradoxalmente, ao mesmo tempo em que conteve o crime organizado, foi a época de melhor coexistência pacífica entre o jogo do bicho e cassinos clandestinos de um lado, e de outro lado o alto comando da polícia. Não se sabe de escândalo em sua gestão, mas não há quem não saiba em São Paulo que o comando da jogatina organizada e o impoluto jurista encarregado de reprimi-Ia se davam às mil maravilhas”.
Palmério Dória, no livro: Honoráveis Bandidos – Um retrato do Brasil na era Sarney, editora: Geração Editorial.
ARMANDO NOGUEIRA, UM SEDUTOR IRRESISTÍVEL
Com a morte, os erros dos que se foram, muitas vezes são esquecidos.
O texto abaixo merece atenção pela sinceridade de quem escreveu.
Por Eliakim Araújo.
Como jornalista, Armando Nogueira foi um excelente poeta e um prosista de texto refinado. Entrou no jornalismo da TV Globo em 1966, quando o golpe militar estava ainda fresquinho, e lá ficou até 1990, quando o novo presidente, Fernando Collor, convenceu Roberto Marinho a promover Alberico Souza Cruz ao posto máximo do jornalismo global, não que tivesse qualquer objeção a Armando, simplesmente porque precisava premiar o amigo Alberico que teve participação decisiva na edição do debate presidencial e ainda palpitou nos programas especiais que transformaram Collor no indômito “caçador de marajás”.
Armando não foi demitido, pior que isso, sofreu uma “capitis diminutio”. Foi “promovido” a assessor especial da presidência, o que a plebe chama carinhosamente de “aspone”. Dedicou-se então ao jornalismo esportivo, onde, aí sim, foi um verdadeiro mestre da palavra escrita e falada. Fui revê-lo anos mais tarde apresentando um programa de esportes num dos inúmeros canais a cabo da Globo.
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ELE JÁ FOI SEGURANÇA DE LULA
E-mail enviado pelo meu fraterno companheiro Alfredo Morais Filho.
Caro amigo.
Recordei… em meus devaneios, que na primeira visita de LULA à Ilhéus, quando da disputa contra Collor (1989), abandonei o trabalho na EMBRATEL e fui esperá-lo no aeroporto.
A carreata foi até á Praça do Correio onde de cima da carroceria do PT móvel (Pick up gurgel do ELIEZER), fez um comício. Ao chegar, tinha terminado e deparei com o casal LULA e D. MARINA, embarcados em um Monza tendo ao volante NELSOM SIMÕES, cercados por uma multidão que queria carregar o carro! O único segurança, o LUIZÃO, tentava em vão demover a multidão emocionada. Passei a cuidar do lado esquerdo do veículo e LUIZÃO da direita. Abrimos um funil e o Nelson saiu em disparada.
COM MUITO ORGULHO , EU JÁ FUI SEGURANÇA DE LULA!!!!
QUE “CARNAVALZINHO” FULEIRO!
Moro em Ilhéus desde 1982, e de lá pra cá, nunca vi um carnaval tão fuleiro como o deste ano. É um simulacro! Falta tudo: atrações, alegria, bom humor, rei momo, rainha, prefeito. Para mim é um total desrespeito com a nossa cidade.
O carnaval de Ilhéus vem sendo descaracterizado desde o início da década de oitenta. Esse problema aconteceu por toda a Bahia, depois que o trio elétrico se tornou um elemento massificador e único, assumindo a posição de símbolo maior da folia baiana.
Por aqui, percebe-se que os danos foram muito piores. Onde estão os blocos de arrasto (Tengão, A Zorra, Arrastão, Só o Amor Constrói, Cachambi, 56, Os Sonecas, Bloco dos 30). As Escolas de Samba onde estão?
Perdemos até os bailes do Clube Social, que hoje, permanece decrépito, abandonado pela “nova elite emergente” que só enxerga o Iate Clube.
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OS CRIMINOSOS TROTES ESTUDANTIS
Por Rizzatto Nunes para o Terra Magazine.
Conforme já tive oportunidade de relatar nesta coluna, consta que o trote estudantil nasceu nas Universidades européias na Idade Média. Tendo em vista o terrível baixo nível de higiene da época, por razões profiláticas, isto é, para evitar doenças e sua proliferação, raspava-se a cabeça dos alunos ingressantes (os calouros) e muitas vezes queimava-se suas roupas. Essas questões, inicialmente higiênicas, muito provavelmente influenciadas pelo grau de selvageria reinante, já no século XIV, nas Universidades de Bolonha, Paris e Heidelberg, haviam se transformado em rituais bárbaros claramente sadomasoquistas: Os veteranos arrancavam pelos e cabelos dos calouros, que muitas vezes eram obrigados a ingerir urina e comer excrementos. (Fatos observados em Faculdades de Medicina no Brasil do Século XX!).
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ONDE ESTÁ A ESQUERDA?
Por Mino Carta, para a revista Carta Capital.
Às vésperas da votação do Supremo Tribunal Federal que se decidiu pela extradição do ex-terrorista italiano Cesare Battisti, cinco deputados petistas visitaram José Antonio Toffoli, recém-nomeado ministro do STF. Na qualidade de advogado-geral da União, ele já se manifestara contra a extradição e os visitantes pretendiam convencê-lo a votar na sua nova função, a despeito do claro, inevitável impedimento precipitado pelo pronunciamento anterior. Toffoli não cedeu.
Figurava entre os cinco petistas o deputado José Eduardo Cardozo, aquele que o ministro da Justiça, Tarso Genro, queria em seu lugar quando da sua iminente desincompatibilização, primeiro passo da candidatura ao governo de seu estado, o Rio Grande do Sul. Até terça 2, Genro insistiu a favor de Cardozo. Na quarta, o presidente Lula preferiu-lhe o secretário-executivo do ministério, Luiz Paulo Barreto.
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MUSEU DA PIEDADE ATRAI MUITOS VISITANTES
Texto de Jonildo Glória.
Um dos pontos turísticos mais visitados na cidade de Ilhéus é o Museu da Piedade. Situado na Rua Madre Thais, 197 – Alto da Piedade, faz parte do Conjunto Arquitetônico do Instituto Nossa Senhora da Piedade, uma tradicional instituição educacional dirigida pelas Irmãs Ursulinas, radicadas em Ilhéus desde 1916.
O Museu da Piedade tem a missão de revelar a história regional, ao reunir tesouros que guardados na memória, representações dos séculos XIX e XX na Região Sul da Bahia, tornou-se um pólo de visitação turística pela sua arquitetura neo-gótica, única na região.
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DR. RUY NÃO DEIXOU O PT ENTRAR NO GOVERNO VALDERICO
Deu no Politica Etc.
Revelação feita pelo blog do jornalista Ricardo Ribeiro informa sobre um namoro antigo do PT ilheense com o poder, antes do início do “desgoverno” Valderico Reis.
Josias Gomes – na época (2004) deputado federal – articulou a aliança que colocaria Ruy Carvalho como secretário de saúde e a recém-eleita Carmelita Ângela no comando da educação.
Dr. Ruy, segundo o blog, teria “melado” as pretensões dos petistas (clique aqui para mais detalhes).
A HISTÓRIA QUE “UNE” O HAITI AOS EUA
Contribuição do visitante Marco Oliveira, ilheense que mora em San Francisco, nos EUA.
Por Bill Van Auken.
Em sua declaração sobre o terremoto haitiano de quarta-feira, o presidente Barack Obama referiu-se à “longa história que une” os dois países. Nem ele nem os meios de comunicação dos EUA, no entanto, têm demonstrado qualquer inclinação para investigar a história das relações EUA-Haiti e a conduta do primeiro na presente catástrofe que confronta o povo haitiano.
Em vez disso, a hesitação e a pobreza, que têm desempenhado um papel importante na condução do número de mortos para dezenas, senão centenas de milhares de pessoas, são apresentadas como um estado natural das coisas e, às vezes, inclusive como culpa dos próprios haitianos. Os Estados Unidos são retratados como um benfeitor abnegado, pronto para vir para o auxílio do Haiti com doações, equipes de salvamento, navios de guerra e fuzileiros navais.
Em um editorial cínico e desonesto, o New York Times afirmou quinta-feira: “Mais uma vez o mundo chora com o Haiti”, um país que continua a ser caracterizado pela “pobreza, o desespero e a disfunção, elementos que seriam uma catástrofe em qualquer outro lugar, mas no Haiti são a norma”.
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DIREITO À INTIMIDADE: INFORMAR E MANTER O RESPEITO
Por Carlos Brickmann.
Durante muitos anos, a imprensa americana publicou fotos do presidente Franklin Roosevelt apenas da cintura para cima. Evitava, assim, chamar a atenção para seus problemas físicos: Roosevelt, paralítico, usava cadeira de rodas.
A imprensa francesa jamais noticiou que o presidente François Mitterrand tinha duas famílias. O fato se tornou publicamente conhecido apenas em seu enterro, quando as duas esposas e os filhos de ambos os relacionamentos lhe prestaram as últimas homenagens. Para os jornalistas franceses, Mitterrand tinha de ser avaliado por sua vida pública, não por seus momentos íntimos.
O presidente Getúlio Vargas teve relacionamentos amorosos que os meios de comunicação ignoraram – por exemplo, com a famosíssima Virginia Lane, “A Vedete do Brasil”. O presidente Juscelino Kubitschek teve por longos anos um caso com a elegantíssima Maria Lúcia Pedroso. Nos dois casos, muita gente sabia, mas ninguém publicou. E por um motivo fortíssimo: tirando os envolvidos na história, ninguém tem nada com isso. Excetuando-se os casos em que o amante, ou a amante, interfere na vida pública, intimidade é intimidade e deve ser respeitada.
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GALILEU E O PALÁCIO EPISCOPAL
O Teatro Popular de Ilhéus prepara com muito afinco, mais um grande espetáculo que será apresentado no primeiro semestre deste ano.
Trata-se de “A vida de Galileu”, adaptação do diretor Romualdo Lisboa para o texto do dramaturgo alemão Bertolt Brecht, com trilha sonora do músico Cabeça, líder da banda Dr. Imbira.
Como cenário, a peça utilizará o Palácio Episcopal, suntuoso prédio construído em 1928, que durante muito tempo, serviu como moradia aos bispos da diocese ilheense.
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JABES RIBEIRO, O “BLACK POWER”
O incendiário imprescindível, O Sarrafo, tirou do fundo do baú esta foto do ex-prefeito Jabes Ribeiro, quando era adepto do movimento “black power”, ícone da negritude nos anos 60 e 70.
Nesta época, Jabes dançava ao som de James Brown, no Clube dos Bancários.
Vale lembrar que este blogueiro ainda não havia nascido.
Entenda o contexto da foto, clique aqui.
“O ESTUDO, O TRABALHO E O FUSIL”
Discurso do Comandante Ernesto Che Guevara aos cubanos, após a vitória da revolução (1959).
CÂMARA DE VITÓRIA DA CONQUISTA HOMENAGEIA PEDRAL SAMPAIO
Faltou um poquinho de criticidade, mesmo assim, vale a pena dar uma olhada.
QUANTO VALE UM “PUM” NA BOLSA DE VALORES?
Com informações do blog do Professor Israel Nunes.
Maria Conceição da Silva, ex-funcionária de uma empresa Paulista, foi demitida por justa causa, devido ao hábito de soltar “flatos” no local de trabalho.
O caso foi parar na justiça e ganhou contornos de uma comédia.
No julgamento, o juiz acabou explicando rapidamente todo o funcionamento do aparelho digestivo de uma pessoa – mostrando-se muito sábio em biologia – e alegou que é inevitável um ser humano controlar os gases que necessitam sair do corpo.
O juiz exigiu a readmissão da funcionária e o pagamento de uma multa por danos morais.
“Expelir gases é algo absolutamente natural e, ainda por cima, ocorre mais vezes em pessoas que adotam dietas mais saudáveis. Desse modo, a flatulência tanto pode estar associada à reação de organismos sadios, sendo sinal de saúde”, argumentou o juiz.
Se divirta com o vídeo Flatulência no Trabalho.
ARRUDA: A FASE DO AUTISMO
Por Leandro Fortes.

Arruda virou um espectro humano desagradável, e mesmo para jornalistas experientes não deixa de ser penoso se defrontar com a degradação moral de um político caído em desgraça.
Eu era repórter da Zero Hora, em Brasília, e presidente do Comitê de Imprensa do Palácio do Planalto, em setembro de 1992, quando Fernando Collor de Mello foi afastado do cargo por decisão da Câmara dos Deputados e, em seguida, exilou-se na biblioteca da Casa da Dinda, no Setor de Mansões do Lago Norte da capital federal. Setorista no Palácio do Planalto, acompanhei a agonia de Collor desde as primeiras denúncias, centradas na vida e na obra de Paulo César Farias, o PC, até a derrocada do primeiro presidente eleito depois de 21 anos de ditadura militar. De tudo que se passou naqueles tempos, o que mais me interessou foi a fase de Collor na biblioteca da Casa da Dinda. A fase do autismo.

Arruda virou um espectro humano desagradável, e mesmo para jornalistas experientes não deixa de ser penoso se defrontar com a degradação moral de um político caído em desgraça.













