
Por Maria José Moreno.
Gente, sem preconceito. Sou altamente respeitadora das diferenças e minorias, organizadas ou não, mas, fico indignada enquanto mulher e hetero, quando um homem faz papel de covarde. Me refiro aos que gostam do mesmo gênero, ou seja, homossexuais ou homo-afetivos, que por medo ou pusilânimidade enganam moças e senhoras românticas e ingênuas, casando com as coitadas apenas para manter a aparência.
Tudo bem que deve ser uma barra enfrentar a família e uma sociedade hipócrita e preconceituosa, mas, enganar outra pessoa dessa maneira é indigno e humilhante. Eu não gostaria de estar na pele dessas companheiras, quando chega o momento da descoberta. Saber que o seu esposo tem “uma marida” deve ser duro. É injusto envolver outra pessoa, inocente, na maioria das vezes sonhadora, em seu drama pessoal, ferindo na alma uma mulher apaixonada.
Por Malu Fontes.
Com a idéia de aldeia global cada vez mais superdimensionada, sobretudo em função do poder instantâneo e multiplicador das mídias digitais e móveis, a repercussão dos fatos produz em seus protagonistas sociais, caso queiram ficar bem na fita, a necessidade de reagir em uma velocidade e imediatismo tais que tem levado até mesmo a sisuda Igreja Católica a uma sucessão de tropeços e intempestividades. Se durante muito tempo a Santa Madre se ocupava em punir seus liderados que infringissem suas normas doutrinariamente e tratar de disfarçar, esconder, silenciar e perdoar os pecados dos que cometiam desvios morais, os tempos são outros e essa estratégia dois e duas medidas já não se presta a dar conta de nada.
Do G1.
O general Raymundo Cerqueira Filho encaminhou nesta quarta-feira (10) uma carta ao senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) afirmando que não teve intenção de discriminação quando afirmou em sabatina no Senado que as tropas militares não obedecem a comandantes homossexuais e que os “indivíduos deste tipo” deveriam procurar outro ramo de atividade.
A carta tem quatro páginas, mas Azeredo só divulgou alguns trechos do documento. Cerqueira Filho diz acreditar ter sido claro em suas declarações e afirmou não ter intenção de ferir a dignidade de gays.