O dia três de outubro se aproxima e com os resultados eleitorais advindos do pleito teremos o novo mapa institucional do país. Saberemos quais os eleitos em todos os níveis e, conseqüentemente, ficaremos sabendo qual o perfil dos governos estaduais, assim como, idem, das Assembléias Estaduais e do Congresso Nacional, Câmara e Senado.
Por Malu Fontes.
O ´esquema´ é sempre o mesmo: a revista Veja fabrica uma denuncia supostamente bombástica a partir de uma bobagem e a Rede Globo repercute em seus telejornais.
Bingo! Está armado mais um escândalo, com vistas a prejudicar o PT. Mesmo que a denuncia seja vazia, que os fatos não se sustentem, a revista publica e a tevê reverbera, dando ares de gravidade a algo que não faça de um factóide.
A tática se repete naquele que já está ficando conhecido como o “escândalo” dos Aloprados 2, referência aos petistas que na campanha de 2006 tentaram comprar de uns picaretas um dossiê com supostas denuncias contra José Serra, então candidato ao Governo de São Paulo.
“Não me sinto com 80 anos. O calendário é que fala isso. Mas não tenho essa idade”, diz, sério, o poeta Ferreira Gullar quando o assunto é seu próximo aniversário, em 10 de setembro.
Quinta-feira passada foi um 13 de Maio para não esquecer na política brasileira. Não pelos atos e fatos relacionados com a data histórica em si, destinada a recordar a longa luta contra a escravidão e a discriminação racial no País, ofuscada pela movimentação dos dois principais pré-candidatos à Presidência da República, em situações diferentes mas destinadas a levantar poeira e polêmica por alguns dias, pelo menos enquanto a seleção de Dunga não entra em campo.
Uma fonte ligada ao ex-prefeito Jabes Ribeiro, pré-candidato a deputado estadual (PP), garante que ele não moverá uma palha para conquistar os cargos da deputada estadual Ângela Sousa.
Quando, instado por importantes personalidades da sociedade brasileira, entre elas líderes políticos regionais, a candidatar-se à sucessão presidencial, Aécio Neves sugeriu consultas prévias às bases partidárias. Seria a forma mais democrática de escolha. Não deveria o partido, que surgiu da dissidência do PMDB, em oposição ao mando do governador de São Paulo, Orestes Quércia, ficar submetido à vontade de duas ou três personalidades paulistas, como vinha ocorrendo desde a Presidência de Fernando Henrique.