Marcos Pennha
PERIPÉCIAS DOS 80
Por Marcos Pennha
Parece que foi ontem, mas não é. São oitenta artigos escritos aqui no Blog do Gusmão. Gosto muito do feed back, o retorno que os internautas dão ao expressarem seus pareceres sobre o que escrevo. Nós vivemos num país democrático, por isso as opiniões, mesmo que contrárias, devem ser respeitadas.
Confesso, no entanto, que não me sinto bem no momento em que algumas pessoas afirmam que eu nunca trato os assuntos com seriedade. Ora, foram tantos temas relevantes aqui levantados, que geraram debates saudáveis. Eu sou sério. Aliás, quase sério. Bom, ás vezes faço algumas gozações, assumo. Contudo, revelo que a culpa não é minha. É de Tássia. Tássia leva tudo na brincadeira. Desculpem-me por eu falar assim de alguém que vocês nem conhecem. Tássia é uma mulher a qual eu mantive um curto e tórrido relacionamento. Uma amizade colorida, que, aos poucos, foi perdendo as cores, esmaecendo, culminando no preto e branco. Nada mal para quem é vascaíno, como sou. Pela cor clara de Tássia, podemos concluir que nossa relação foi preto no branco, se é que vocês me entendem. Ela é de família pouco conhecida, a família Xando.
PETELECADAS DE LEVE
Por Marcos Pennha
Confesso que a minha mente, ultimamente, tem fervilhado. É tanta situação em níveis local, estadual e nacional, que merecem uma reflexão! Apesar dos pesares, continuo sonhando, acordado e dormindo. Outro dia, mesmo, sonhei que estava acordado. Acordei e vi que estava dormindo. Há muita coisa deixando-me baratinado, sem que me tenha intoxicado. As pessoas de Ilhéus estão migrando para outros centros por falta de oportunidades. Não só as pessoas, mas também os bichos. Lembra da sucuri que dizem que viram na Barra, e depois ninguém conseguiu encontrá-la? Pois é, ela foi pro interior de ‘Sumpaulo’ (Confira aqui: http://estadao.br.msn.com/fotos/mais-de-100-quilos)
As questões sociais permanecem, eternamente, necessitando de ajustes, porque os seres humanos andam desajustados. Ontem cedo, encontrava-me sentado na cama. Olhei para meus pés e notei um com meia e outro não. Resultado: Fiquei na dúvida se estava levantando ou me preparando para deitar. Tem nada não. Sem me impor obrigação, rezei o Pai Nosso. Afinal, eu tô em casa, pô; não na escola.
Ô, meu Pai Eterno, jurei para mim que não escreveria sobre esse tema, a Lei do Pai Nosso. Tanta gente já comentou a respeito disso, na maioria das vezes condenando o ato do autor do projeto. O interessante é que, dos opinadores, um deu pau, outro deu pau, mais outro deu pau; que chegou ao ponto de, praticamente, ficar convencionado que, quem se habilitar a tocar nesse assunto, terá que advertir: “Desculpe-me, vereador, mas, mui respeitosamente, Vossa Excelência cairá, de novo, no “pau nosso”.
CONSIDERAÇÕES NADA CONSIDERÁVEIS
Por Marcos Pennha
Não sei por que, mas há quem declare que eu não considero ninguém nos meus escritos. Pode até ser verdade, contudo afianço que procuro, ao máximo, ser justo nas confabulações. Por exemplo, reconheço que o jovem Alexandre Simões, senhor secretário municipal de Saúde de Ilhéus, é competente o suficiente para resolver as questões desse setor, embora se saiba que se trata de problemas crônicos. A título de colaboração, sugiro, somente, que o senhor secretário contrate, imediatamente, um cicerone para guiá-lo pela cidade. Ninguém é obrigado a conhecer um lugar onde se passou maior parte do tempo fora. Por conseguinte, faz-se necessário visualizar a problemática de perto, além do gabinete. Essa constatação a gente chega fácil “olhando de binóculo, ou sem binóculo” – usando a expressão do polêmico jornalista Eduardo Anunciação.
O importante é que o senhor secretário de Saúde demonstra boa vontade, e tem planejado suas ações. Fiquei sabendo, inclusive, que o 13º, de 2011, dos funcionários contratados já tá programado para ser pago uma semana antes das eleições de outubro próximo. Fiquem tranquilos. No mais, é rezar para que não ultrapasse essa data.
Por falar em reza, valeu a criação da “Lei do Pai Nosso”, que obriga aos alunos da rede municipal de ensino a orar antes do início das aulas. Na minha época de estudo, essa ação era praticada sem que houvesse obrigatoriedade. Oração sem ação não surte efeito. Particularmente, sugiro que seja criada uma lei que obrigue o prefeito e os vereadores a fazerem algo em benefício do povo.
CONSTATAÇÕES HORRIPILANTES
Por Marcos Pennha
Eu quero aqui prestar meus esclarecimentos, diante da acusação de que não gosto de político. É verdade. Gosto de política – nos dois sentidos. Em verdade, não tenho nada contra o político. Ou melhor, não tenho o antídoto. Por sinal, desejo até que o político vá para o céu. De preferência, bem depressinha. A generalização não é inteligente. Existe político sério da minha admiração como … é, é, é, … até o final, revelo. Vamos pra adiante.
Bom, não acho que fiz mal ao lembrar do caso dos funcionários que recebiam dinheiro da Câmara Municipal de Ilhéus sem comparecer ao trabalho (Confira: http://www.blogdogusmao.com.br/v1/2011/12/30/adeus-2011-bem-vindo-2012/#more-59925). É que esse fato (ou ato) constitui injustiça, principalmente quando se sabe da existência do contraponto, pelo qual quem comparece não recebe – ah, ah, ah. Nada de pessoal contra o presidente daquela excelsa Casa. Admiro o Dinho, um sujeito simples, batalhador e, sobretudo, corajoso, à medida que se sabe que ele não tem medo de fantasma.
Não gostaria de tocar mais nesse assunto assombração na casa legislativa. Todavia, coisas estranhas acontecem por lá. Veja que, na presidência do vereador Jailson Nascimento (PMN), a casa passou por reforma e ampliação. O gasto foi alto e, no entanto, com pouco menos de um ano já havia goteira. Ihhhhh. Como diria a Dona Pombinha, uma antiga personagem de novela: “Mistério!” Aliás, dizem que a partir da pingueira, intensificou-se a prática de se querer molhar a mão. Outro fato assombrador diz respeito ao vereador Alisson Mendonça (PT), que há quem jure que já o viu, simultaneamente, na Câmara e no Palácio (precisamente, no gabinete do prefeito). Eu hein! Pé de pato, mangalô, três vezes. Isola.
ADEUS, 2011! BEM VINDO, 2012!
Por Marcos Pennha
Mais um ano que vai. Outro que vem. Momento em que as pessoas escolhem para reflexão, quando na verdade isso deveria ser uma prática diária. Interessante como, nesse período, aparece tanta gente fazendo previsões óbvias. O sujeito, com turbante na cabeça, indumentária paramentada branca, cheio de voltas no pescoço e pulseiras nos braços, joga os búzios na mesa e diz que a Xuxa tem que reforçar a sua segurança. A mesma preocupação vale para a Sasha. O outro esparrama as cartas de Tarô na banca, pega “o enforcado” e tasca: “Seo Sílvio Santos, o senhor precisa redobrar a atenção com a saúde”. Ora, ora, ora, quem não tem a obrigação de cuidar da saúde ou reforçar a segurança, diante da violência crescente, notadamente as pessoas notórias?
Deixemos essa questão de lado e falemos sobre as situações acontecidas, em especial na majestosa Ilhéus, que é onde eu vivo. O ano 2012 será de eleições municipais. Por esse motivo, em 2011, não faltaram especulações sobre pré-candidaturas a prefeito e vereadores.
No início do ano, a deputada estadual Ângela Sousa (PSC) promoveu uma feijoada com o fim de lançar, extra-oficialmente, a candidatura do vice-prefeito, seu filho Mário Alexandre (PSD). Presença maciça de populares e políticos, dentre os quais o vereador Marcos Flávio (PPS). Inclusive, houve quem dissesse, à época, que a deputada incentivou a dobradinha Mário/ Marcos. Seria a chapa Ma-Mar, sacou aí?
POLÍTICO X POVO
Por Marcos Pennha
Sei que alguém pode grugunar, mas tenho que falar sobre a questão porto sul, até porque está próximo do dia da audiência pública a ser realizada no Centro de Convenções Luiz Eduardo Magalhães, em Ilhéus. É um assunto que diz respeito a todos os residentes em Ilhéus. É o futuro da cidade que está em jogo.
Em primeiro lugar, penso que não existe ninguém contra esse projeto do político, o porto sul. Os tachados de ‘contra’ em verdade são questionadores. Os questionamentos são pertinentes, baseados no Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) apresentado pelo governo do Estado da Bahia. Até hoje, encontram-se sem respostas convincentes. Tanto governo, quanto a mineradora interessada, não divulga os inúmeros pontos negativos. Eles preferem passar a ideia, através da mídia, que esse borogodó vai acontecer de qualquer jeito, porque é um projeto nacional do governo federal. Pressionam de toda forma, utilizando inclusive, através de seus serviçais, palavras de ameaça e a força bruta, invadindo e depredando propriedades particulares.
O ‘X’ DA QUESTÃO
Por Marcos Pennha
O povo brasileiro anda piripicado da vida – como se diz popularmente – com as frequentes notícias de indícios de atos de corrupção. O pior é que hoje, no país democrático que vivemos, temos o direito apenas de tomar conhecimento, e pronto. Não se ver nada concluído. Tudo termina caindo no esquecimento. Ninguém é preso, nem tampouco condenado a devolver o que subtraiu do erário. Os larápios ficam a debochar da gente brasileira simples.
A corrupção parece que já faz parte da cultura brasileira como são o futebol e o carnaval. Nota-se que os governos não têm a mínima preocupação com a eficiente gerência dos negócios públicos como fazem os administradores da iniciativa privada. O dinheiro público é gasto aleatoriamente sem planejamento, ao bel prazer de alguns poucos privilegiados.
Veja, por exemplo, o que acontece com a nossa princesinha do sul da Bahia Ilhéus, que viveu a época áurea do cacau. Sua arrecadação de impostos, nesse período, foi extraordinária. Pode-se dizer que a capital baiana e outras regiões beneficiaram-se com a pujança das cidades da região cacaueira, em especial Ilhéus.
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ENGODO, ENGANO, PORTO SUL E CIA
Por Marcos Pennha
Tá cada vez mais próximo o dia da audiência, convocada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), para discutir o porto sul. O evento acontecerá no Centro de Convenções Luiz Eduardo Magalhães, num sábado, dia 29 de outubro próximo, a partir das 2 h da tarde. O governo baiano e a empresa do Cazaquistão interessada na exportação do minério de ferro para a China intensificam a propaganda de que “o porto é uma realidade”. Na segunda-feira, 10 de outubro último, na Câmara Municipal de Ilhéus, membros do governo e dirigentes da mineradora em questão fizeram a propaganda ‘institucional’ do empreendimento por eles pretendido. Como sempre, um show de imagens em 3D que levam a falsa verdade – se é que pode existir isso – de que o complexo porto sul trará progresso para a região sul da Bahia. Tudo muito bonitinho. As palavras proferidas por secretários municipais e empresários interessados no imbróglio são meticulosamente articuladas, ótimas para fazerem cosquinha no ego de seus chefes e indignar aos que têm visão mais aprofundada do projeto.
O secretário estadual da Indústria Naval e Portuária, Carlos Costa, saudou as autoridades presentes, bem como ao professor universitário Rui Rocha, o qual ele colocou na condição de representante dos defensores da ecologia. O secretário fez essa declaração debochada com a clara intenção de classificar o professor Rui como um dos poucos que defendem o mico leão da cara dourada, os corais e outros bichinhos, tão somente. Confundir a opinião pública e motejo são práticas comuns dos entusiasta$ do porto sul. Para os leigos, ecologia significa apenas a defesa dos bichinhos e da natureza. Ainda que fosse só isso, é bom que se esclareça que tudo que existe no Universo é importante, senão não haveria razão da existência. Convém esclarecer que a definição exata de ecologia é “estudo das relações entre os seres vivos e o meio ambiente em que vivem, bem como as suas influências; estudo dos ecossistemas, estudo do desenvolvimento das comunidades humanas em suas relações com o meio ambiente”.
A INTRANSIGÊNCIA DO GOVERNO
Por Marcos Pennha
Não é de hoje que a imponente cidade baiana Ilhéus vem sofrendo com o declínio das suas fontes de geração de emprego e renda. Depois do apogeu do ciclo do cacau, procura-se outras formas de atividade, contudo a cidade, que tem aproximados 185 mil habitantes, parece que perdeu a identidade econômica. Isso tudo acontece logo com Ilhéus, um município, à beira de completar 500 anos, detentor de riquezas naturais que podem ser aproveitadas em prol da população.
O que se ver, no entanto, é o caos nos serviços públicos, a exemplo da saúde, da educação e do desleixo no que diz respeito ao cumprimento do dever dos serviços básicos. Por outro lado, ouve-se à boca graúda o zumzumzum de agentes públicos que se enriqueceram rapidamente, levando a crer que foi à custa do erário. Os governos nada fazem para, ao menos, minorar o sofrimento do povo.
Desde 2007 que o governo do Estado apareceu com a história do complexo intermodal porto sul. A empreitada promete agregar porto, aeroporto e ferrovia. O porto público prometido propõe exportar grãos e outros produtos, acompanhado do terminal de uso privativo (tup) para exportação do minério de ferro oriundo da baiana cidade Caetité. A mina é de propriedade da mineradora do Cazaquistão Bahia Mineração. A ferrovia Oeste Leste (FIOL) pretende interligar Ilhéus a Figueirópolis no estado de Tocantins, sendo obra da Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias S.A, uma empresa do governo federal. O aeroporto não passa de quimera maior, pois se sabe que a prioridade do governo é a reforma dos aeroportos do circuito da Copa do Mundo 2014, a ser realizada no Brasil.
O CAÔ DO POLÍTICO
Por Marcos Pennha
O burburinho da política está no ar. Época pré-eleitoral é assim mesmo. Os pré-candidatos distribuem sorrisos, apertos de mão, abraços e promessas, muitas promessas. O clima de falsidade sobrevoa. O povo (ou vítima?) parece que tá sacando, aos poucos, a malandragem praticada pelo político.
Vejamos o que acontece na minha terra, a querida baiana Ilhéus. A gente ilheense não sente a presença positiva dos poderes públicos constituídos pelo voto popular. O governo municipal começou a operação “abre-buraco”, e a população aguarda, ansiosamente, a outra operação: a tapa-buraco. O que a administração tem dado é tapa na face da gente humilde trabalhadora. E o povo, humildemente, seguindo a lição do Mestre, sempre oferecendo a outra.
No nobre bairro Cidade Nova, a buraqueira é velha. Quando chove, há a formação de poças d’água, facilitando a criação de mosquitos. Enquanto isso, o político reúne-se com outros para articular aliança política. Nos postos de saúde, faltam medicamentos. O salário diminuído do servidor é pago com atraso. Enquanto isso, o político articula-se para defender o projeto político do governador Jaques Wagner (PT). Ora, veja se não fica claro que ele, o político, defende tão somente causas pessoais! E o povo, carente dos serviços essenciais, a exemplo de escolas decentes, atendimento médico hospitalar, saneamento básico e tudo o mais que é de direito do cidadão pagador de impostos.
CONFABULAÇÕES
Por Marcos Pennha
Dia desses falei no artigo Com licença, tô voltando! (Veja aqui http://www.blogdogusmao.com.br/v1/2011/08/16/com-licenca- to-voltando/ ) que não penso em levantar hipóteses sobre possíveis alianças políticas, tão comuns em épocas pré-eleitorais. Disse e reafirmo que acho isso uma baboseira à medida que as pretensas alianças parecem não incluir o povo como beneficiário, dando a entender que acontecem tão somente para servir a pequenos grupos. Abro um parêntese para fazer um comentário, devido a algumas críticas que recebi, pessoalmente e através de e-mails, porque desmereci a análise dos que fazem comentários políticos.
Houve quem me condenasse e citado o nome do advogado e político Joabs Ribeiro como bom comentarista. Quero dizer que tenho a maior admiração pelo ex-presidente da Câmara de Ilhéus, Joabs Ribeiro, vereador por três mandatos. Já fiz essa declaração ao próprio. Conheci Joabs quando ingressei na Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna (FESPI), hoje Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Ele cursava o último ano de Direito. Teve atuação brilhante nos movimentos estudantis, tendo sido presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE). Nessa época já se falava em estadualização ou federalização da mencionada instituição de ensino. Portanto, se hoje a UESC é pública, deve-se gratidão também a Joabs e tantos outros estudantes de outrora. Joabs é um sujeito sincero. Já presenciei em alguns momentos atos dele que justificaram essa qualidade. Quem pratica a sinceridade corre o risco de ser tachado de sisudo ou até grosseiro. O povo, infelizmente, prefere o riso fácil de falsidade à verdade.
BANHO DE CIVILIDADE
Por Marcos Pennha
Semana passada estive em Curitiba, capital do Paraná. Embarquei no voo que partiu de Ilhéus às 2h50 da tarde do dia 22 de agosto. Escala em Porto Seguro e parada no aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro. Na ainda cidade maravilhosa, bebi cafezinho acompanhado de um biscoito redondo com furo no centro, ao preço de três reais. Valor razoável comparado ao cafezinho da Conceição, na praça do teatro Municipal de Ilhéus, que custa dois reais e cinquenta centavos. Em verdade, os preços são equivalentes, visto que no Rio pode-se, de quebra, saborear a deliciosa rosquinha do carioca.
Às 7h40 da noite, aterrissagem na capital paranaense. Com a voz característica, pelo interfone, o comissário de bordo anunciou: “Senhores passageiros, estamos aterrissando em Curitiba, sob a temperatura de seis graus celsius …” Como se pode perceber, noite fria. E eu, como se quisesse desafiar o tempo, usando camisa de manga curta e calça jeans. Para ser mais preciso na informação, a aeronave pousa na vizinha cidade São José dos Pinhais, que tem a população estimada em 300 mil habitantes. De lá, os passageiros seguem de ônibus (estacionado na pista do aeroporto). Percurso de cinco minutos tão somente. Do aeroporto até o hotel na XV de Novembro, no centro, dista 18 km e consome-se 40 minutos de taxi e 60 reais do bolso do passageiro. Não tinha conhecimento dos módicos 8 reais cobrados pelo ônibus.
COM LICENÇA, TÔ VOLTANDO!
Por Marcos Pennha
Olá, gente! Tudo bem? Passei um bom período sem ocupar esse valioso espaço do Blog do Gusmão. Minha ausência temporária serviu para tirar diversas conclusões, dentre as quais a de afastar a insinuação de algumas pessoas de que sou candidato a alguma coisa. Tenho o enorme prazer de escrever para esse veículo tão acessado, tão respeitado, que nos coloca, forçosamente, em evidência. Aproveito para corroborar que, se essa ideia de candidatura passar por minha cabeça, tiro na hora. Para mim, soaria ridículo o Marcos Pennha antecedido de 2012. Ah, ah, ah, ah, ah, … Eu não me encaixo nesse perfil. Sou muito sincero.
No período de afastamento, recebi telefonemas, e-mails, além de ser abordado pessoalmente, cobrando os artigos semanais. Digo que muito aconteceu no campo pessoal durante a minha ausência aqui. Meu pai foi atropelado por uma moto na travessia do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) ao terminal de transporte coletivo de Ilhéus. Ora, como é que pode um idoso de 87 anos atrapalhar o trânsito dos motociclistas, justo na faixa de pedestre, e com o sinal vermelho para os veículos automotores na hora do rush às seis e meia da tarde? Os motociclistas trafegam como se fossem donos do trânsito. Meu pai terminou sendo um obstáculo. Digo que ele pode ser considerado como o homem de seis bilhões de dólares – acrescentando correção monetária e juros, visto que o personagem do Lee Major valia apenas seis milhões. O bom é que seo Genésio, depois do acidente, tá ótimo.
VIVA A SOCIEDADE ALTERNATIVA
Por Marcos Pennha
A chuva cai torrencialmente, às vezes, deixando transparecer que não dará trégua. Quem mora em local seguro, por enquanto, tá tranquilo. O problema fica mais para quem reside nos altos. O perigo passado por esses moradores só é lembrado quando vem o toró.
Em Ilhéus, os cidadãos questionam onde e como estão aplicados os R$ 10 milhões repassados ao governo municipal, em 2010, pelo governo federal, quando Geddel Vieira Lima ainda ocupava a titularidade da pasta da Integração Nacional. Eis aí a questão. O povo brasileiro ainda engatinha na lição de democracia. Veja que alguns dos “fichas sujas” retornaram ao Congresso Nacional.
Votar é apenas um passo na caminhada do bom cidadão. E a gente brasileira não consegue fazer isso com eficiência. Os fatos comprovam. A sociedade civil precisa envolver-se mais na cobrança aos eleitos. Não é fácil, pois todos estão muito ocupados com seus problemas pessoais, sabemos disso; mas é extremamente necessário que se tome conhecimento e aja contra os maus políticos.
A falta de envolvimento da sociedade nas ações de governantes e parlamentares resulta em aumento do ônus à própria sociedade. Ilhéus, por exemplo, sofre com os desmandos nos diversos setores. Em que pé estão as investigações nas secretarias de Ação Social e Saúde? Houve investigação da Controladoria Geral da União (CGU) e da Polícia Federal, em 2008, com fortes suspeitas de malversação de verba pública, e até agora nada de resultados definitivos. Em que pese o indiciamento de algumas figuras públicas, todo mundo permanece calado, mudo. Os representantes legítimos do povo, os vereadores, não cumprem, à risca, seus deveres como fiscalizadores incisivos do executivo. Representantes de Lions, Rotary, Maçonaria, CDL, Associação Comercial assistem a tudo, passivamente. O Ministério Público (MP) tem que ser provocado para agir.
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ANDERSON, BAIANO, FÁBIO OU FABIANO?
Era uma vez um jovem que saiu de Ilhéus para ganhar a vida como ator, Brasil afora. Anos depois, retorna sem que ninguém tenha a certeza de que se trata dele mesmo ou uma de suas personagens.
Por Marcos Pennha
Era uma vez um jovem que saiu de Ilhéus para ganhar a vida como ator, Brasil afora. Anos depois, retorna sem que ninguém tenha a certeza de que se trata dele mesmo ou uma de suas personagens. O ator Fábio Lago esteve como garoto-propaganda da empresa do Cazaquistão, exportadora de ferro. Na sua declaração, explicando a condição de ícone do ‘complexo’, afirma que a empresa “poderia ter sido Bamin, Bavocê, Baeles”. Se não houvesse a conclusão dessa frase, o imaginário popular concluiria assim: “… desde que rolasse o dindim”. O resultado é que, quando a estrela da mineradora de ferro leu o script no ar, dizendo que a arapuca formada atrairia peixes, beneficiando aos pescadores, pareceu que se tratava do intrépido Anderson, do humorístico SOS Emergência (programa dominical exibido pela TV Globo em 2010). Não é o que consta no Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), apresentado pela Biodinâmica Engenharia e Meio Ambiente Ltda (contratada da empresa interessada em exportar ferro). Não precisa ser ambientalista para saber que a construção do terminal de uso privativo (tup) para exportação de ferro, juntamente com sua retroárea, mudaria completamente o curso da água do mar, afastando os peixes e, consequentemente, os barcos e pescadores.
Um grupo coeso, porta-voz do complexo, articulou a vinda do astro global nascido em Ilhéus. Pelo uso excessivo da expressão “se for da vontade de meu povo”, ficou implícito que o bom ator estava travestido de político. Político gosta dessa onda de fazer “pelo meu povo”. Fábio, que já se encontra longe de Ilhéus há anos, deve ter-se contaminado pelo dito grupo ou por seu irmão militante petista.
É louvável o envolvimento de Fábio Lago nessa questão do complexo porto sul, pois diz respeito ao futuro de toda região sul da Bahia, em especial Ilhéus. Afinal, ele não se cansa de afirmar que ama essa terra. É necessário, no entanto, que ele amplie seu leque de informações, ouvindo a opinião de gente versada nos diversos temas: ambientais, sociais, geográficos, etc. Humildade não lhe faltará, principalmente porque, ao dar ouvidos tão somente a políticos e seus serviçais, o talentoso artista corre o risco de ser confundido com o atrapalhado Fabiano (o traído da novela global Caras & Bocas, lembra?).
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UM CARNAVAL DE MENTIRINHA
Por Marcos Pennha.
“O Porto Sul, outrora, tido como “realidade”, agora é motivo do clamor do governador para que todos se mobilizem, sendo que o governo ainda não fez a sua parte de apresentar o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Hídricos Renováveis (IBAMA), para que este convoque a audiência pública”.
É tempo de carnaval. Ilhéus, apesar dos pesares, não ficou de fora. O povo caiu na folia, enquanto a festa momesca, na polêmica. Um dos motivos de tanto ti ti ti reside no fato de se realizar algo tão mixuruca, quando se sabe que Ilhéus é uma das grandes cidades brasileiras, beirando os 500 anos de existência.
O governador Jaques Wagner (PT), juntamente com seu secretário de Turismo Domingos Leonelli, trata Ilhéus com desdém. Ofereceu, apenas, um trio elétrico e duas atrações tão fora da mídia, como estão os excelentes cantores baianos Tonho Matéria e Viviane Tripodi. A Bahia, para Wagner, é só Salvador. Os demais municípios só servem para, em época de eleições, o garimpo de votos.
As opiniões dividem-se relacionadas o ter ou não o carnaval. A cidade vive um caos total nos diversos segmentos. Boa parte dos alunos das escolas públicas municipais começará a estudar um pouco mais adiante, porque alguns colégios, incluindo o Centro de Aprendizagem e Integração de Cursos (CAIC), precisam de reformas; e o governo não dispõe de recursos suficientes. A área de saúde encontra-se comprometida. Os profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), há muito tempo, fazem justas reivindicações, que incluem condições de trabalho e aumento salarial. Portanto, vêm trabalhando com pequena parte do efetivo em sinal de protesto e pressão. Os servidores da Polícia Civil, identicamente, têm suas queixas, embora por questão de sensibilidade resolveram não paralisar neste momento.
Isso e muito mais acontecendo. Inevitável a pergunta: Por que carnaval? Pondero que uma cidade com a história de Ilhéus não pode ficar sem essa festa tradicional. Avaliemos que o carnaval é um fator de geração de emprego e renda. De certa forma, os turistas – mesmo não vindo por causa do evento em si – consomem nos bares, restaurantes, pizzarias, lanchonetes, cabanas de praia e tudo o mais. Quantos pais de família sustentam-se trabalhando como ambulantes, vendendo acarajé, sanduíches, espetinhos, pizza mais bebidas em geral?
O que falta, no entanto, é a formatação do setor turismo. Profissionalização e planejamento são as palavras de ordem. É necessário que haja programação para que a festa aconteça da melhor maneira possível. Para tanto, deve-se passar o ano inteiro trabalhando em prol desse grande fomentador de emprego e renda, sem que se descuide das outras atribuições da administração pública.
A responsabilidade pelo município é da autoridade política máxima, no caso de Ilhéus, do prefeito Newton Lima (PSB). Claro que ele não deve envolver-se sozinho. Por isso é que existem secretários e demais assessores. Os vereadores devem ser mais incisivos nos seus deveres de cobrar, severamente, do executivo, bem como na formulação de leis que beneficiem a população. O povo não fica feliz só com os discursos inflamados, enquanto as práticas erradas continuam, e sem a devida punição aos culpados.
O carnaval de mentirinha acontece, também, por culpa da omissão da gente da sociedade civil, que assiste a tudo passivamente. O governador Wagner foi eleito com expressiva votação em Ilhéus para seu primeiro mandato. Nada fez pela cidade, além de promessas. Ainda assim, recebeu outra excelente votação, contribuindo com a sua reeleição em primeiro turno no último pleito (2010). A gente ilheense não pode mais permanecer na inércia, permitindo que os políticos, principalmente de fora, façam o que bem entenderem em “nossa casa”.
O Departamento de Polícia Técnica (DPT) começou a ser construído num local inadequado, no centro. O povo de Ilhéus, que conhece a cidade, não foi consultado para eleger um lugar apropriado, de preferência afastado do centro urbano. O Porto Sul, outrora, tido como “realidade”, agora é motivo do clamor do governador para que todos se mobilizem, sendo que o governo ainda não fez a sua parte de apresentar o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Hídricos Renováveis (IBAMA), para que este convoque a audiência pública. O exemplo de desdém e autoritarismo do governo para com Ilhéus ficou evidenciado quando se concebeu a ideia do porto sul na Área de Proteção Ambiental (APA) da Lagoa Encantada e Rio Almada, sem ao menos comunicar antes ao prefeito Newton Lima. Outro exemplo de falácia é a Zona de Processamento de Exportação (ZPE), que teve sua obra paralisada. Falta representatividade política. Falta vergonha na cara dessa gente que só aparece para pedir voto e depois dá tchau, como se dissesse: “Até a próxima eleição, bobos”. É preciso um BASTA nesses aproveitadores que fazem de Ilhéus suas latrinas.
Contatos com o autor: marcospennha2@gmail.com
CLOSE NA ARTISTA
Dica do Marcos Pennha.
A irreverente atriz Janete Lainha continua atuando em Ilhéus, interpretando diversos personagens, dentre as quais a Gabriela, da obra de Jorge Amado.
Ela, que também é poeta e empresária, na foto, usa uma peruca de penas brancas da sua Casa Camarim, que aluga fantasias, figurinos e acessórios para teatro, além de trajes para eventos diversos.
Contatos com a artista: (73) 3632-4352/ 8806 6474 ou alugueldefantasias@hotmail.com
O QUE SERÁ QUE SERÁ
“O que será que me dá
Que me bole por dentro
O que será que me dá?
Que brota à flor da pele
O que será que me dá?
E que me sobe às faces
E me faz corar
E que me salta aos olhos
A me atraiçoar
E que me aperta o peito
E me faz confessar …”
Por Marcos Pennha.
Hoje, amanheci em estado de graça. Aliás, isso não me é mais novidade, visto que esse é o meu natural. Acordei e a primeira coisa que fiz, literalmente, foi abrir os olhos. Ouvindo a música “O que será que será”, na voz do nosso estimado Bituca, o impagável Milton Nascimento, pus-me a refletir sobre os diversos fatos acontecidos em especial na cidade em que vivo, nossa majestosa Ilhéus.
“… O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mendigo
Me faz suplicar …”
O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), é um especialista no uso do “promessômetro” (utilizando a expressão da nossa querida Marina Silva/ PV). Há alguns dias, na abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa, ele teve a cara de pau de conclamar aos deputados, a sociedade civil e a imprensa para se mobilizarem em prol do porto sul. Ora, governador, tá pensando que em Ilhéus só tem trouxa? O governo ainda não apresentou o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) a fim de que se realize a audiência pública. Ou será que o governador tá pedindo pelo amor de Deus pelo terminal de uso privativo para exportação de ferro da Bahia Mineração (BAMIN), que teve recentemente sua licença prévia negada pelo IBAMA? Algum dos assessores do governador tem que lhe explicar a diferença entre o porto público do dito terminal. Eu sugeriria o nome do talentoso jornalista Daniel Thame, o qual nutro admiração por seus escritos, embora nem sempre concorde com suas ideias. O problema é que Daniel nunca comparece nos eventos ligados a esse assunto. Posso afirmar isso com segurança, pois estive na maioria deles, às vezes até sem ser convidado. Por outro lado, tem que se levar em consideração que Daniel é um fã confesso de Wagner e Lula. Ele, que hoje vive como um bon vivant, fumando charuto cubano e tudo, tem lá seus motivos.
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DILMA, O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA
Por Marcos Pennha.
A presidenta da República Dilma Rousseff fez seu primeiro pronunciamento em cadeia de rádio e TV, dia 10 de fevereiro último. Cada vez mais, ela dá demonstração de que é totalmente diferente de seu antecessor e correligionário do Partido dos Trabalhadores (PT), Luiz Inácio Lula da Silva. Dilma é acadêmica e, portanto, decide sempre sob o olhar técnico, pouco se importando com o querer exacerbado de ser popular. Na sua fala, enfatizou que investirá mais na Educação. O caminho é por aí mesmo. A pessoa esclarecida não é enganada facilmente com sorrisinhos, apertos de mão e abraços dissimulados, combinados com discursos movidos por retórica e eloquência. Sem contar que a tendência mundial é a de que todos devem qualificar-se, profissionalmente, para ganhar o salário digno.
Um dia antes do pronunciamento, o governo anunciou o corte de R$ 50 bilhões do orçamento, com a finalidade de fazer frente ao salário mínimo de R$ 545, segundo o ministro da Fazenda Guido Mantega. O pré-requisito do economês diz que, para maximizar o lucro, quando não é possível o aumento da receita, deve-se cortar os custos. A presidenta, certamente, terá que pagar o pato da festança da “quitação da dívida externa”, promovida por Lula, que resultou no aumento da dívida interna.
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DIGNIDADE, JÁ!
Por Marcos Pennha.
Bastou a notícia de que o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), em Brasília (DF), negou a licença à Bahia Mineração (BAMIN) – interessada na construção de um terminal de uso privativo (tup) de embarque de ferro no distrito Ponta da Tulha em Ilhéus/ BA – para as pessoas favoráveis apresentarem suas peculiares ações de ódio e desrespeito aos seres humanos. Infelizmente, cazaques, indianos e chineses, com o apoio da cúpula política, disseminam o digladiar entre o bom povo da região sul da Bahia, mormente de Ilhéus.
É um triste traço característico, dos simples serviçais dos poderosos políticos, o ato de confundir a opinião pública, alardeando inverdades. Veja que, quando foi noticiado que o assentamento Tijuípe em Uruçuca/ BA tornou-se alvo de investigação do Ministério Público Federal (MPF), tentaram em vão associar a irregularidade ao empresário Guilherme Leal, um dos sócios da Natura Cosméticos e ex-candidato a vice-presidente de Marina Silva (PV) em 2010. Confira o que foi publicado sobre o assunto aqui.
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O FANTÁSTICO MUNDO DOS BICHOS
Por Marcos Pennha
Era uma vez a selva onde os bichos vivem a sua vida (ops! redundância) DEZ; ou seja, DEZorganizadamente. No estádio de futebol, a partida entre o touro e o tigre. Antes, porém, na preliminar, sensacional telequete envolvendo touro e tigre. Tudo começou quando o tigre começou a gritar “touuuro, touuuro …”. O bezerro, sentindo que era uma ofensa moral à sua genitora vaca, partiu para a porrada, juntamente com o seu indignado papai. O que ninguém entende é por que o touro, na sua consciência bovina, não gosta de ser chamado de touro. Só por causa dos chifres? Ora, tourinho, isso é coisa que colocam em sua cabeça.
Num outro campo, briga entre pavão e veado. É que os dois têm programas de rádio no mesmo horário, e ficam brigando pela audiência: “O ibope é meu”. O outro retruca: “Não, é meu”. Até que um dia o pavão, que apresenta o seu “Compromisso Vaidade”, resolveu chamar veado de veado. Taí outro imbróglio: “Por que veado não gosta de ser chamado de veado?” Veado, apresentador do programa “Expresso do Meio Biba”, tomou (no bom sentido) suas providências: Entrou na vara (Oops!) judicial competente, pegando pavão de calças arriadas. Pavão, parodiando Lúcio Flávio e Falcão, sentenciou: “Pavão é pavão. Veado é veado”.
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O TIME DOS PARDAIS
Segundo o bem humorado jornalista, Marcos Pennha (colunista deste blog), os quatro pardais instalados pela prefeitura de Ilhéus, para fabricar multas contra os motoristas, torcem para um determinado time de futebol.









