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	<title>BLOG DO GUSMÃO :: Multimídias, polêmica e reflexão &#187; Minério de ferro</title>
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		<title>JUSTIÇA ANULA LICENÇA AMBIENTAL CONCEDIDA AO GRUPO VOTORANTIM EM MINAS GERAIS</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 16:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Do Estado de Minas A Justiça anulou a licença ambiental concedida ao &#8220;Projeto Extremo Norte&#8221;, da Votorantim Metais Zinco, no município de Vazante, no Noroeste de Minas Gerais. A ação civil pública foi ajuizada pelo Ministério Público Estadual em razão de várias irregularidades que impactariam o meio ambiente. A juíza responsável pelo caso considerou que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Do Estado de Minas</span></strong></h4>
<div id="attachment_62771" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/fábrica-da-voto.jpg" rel="lightbox[62769]"><img class=" wp-image-62771 " title="fábrica da voto" src="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/fábrica-da-voto-300x195.jpg" alt="" width="240" height="156" /></a><p class="wp-caption-text">Fábrica da Votorantim Metais em Vazante (MG). Foto: O Estado de Minas.</p></div>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Justiça anulou a licença ambiental concedida ao &#8220;Projeto Extremo Norte&#8221;, da Votorantim Metais Zinco, no município de Vazante, no Noroeste de Minas Gerais. A ação civil pública foi ajuizada pelo Ministério Público Estadual em razão de várias irregularidades que impactariam o meio ambiente.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A juíza responsável pelo caso considerou que os estudos apresentados pela mineradora são insuficientes para demonstrar a viabilidade ambiental do empreendimento, principalmente em razão dos impactos decorrentes do rebaixamento do lençol freático. &#8220;O princípio da prevenção, dirigido aos impactos ambientais já conhecidos, e o princípio da precaução, alusivo aos impactos ambientais ainda não sabidos, orientam que em casos como os dos autos a atitude legal seria a realização dos estudos condicionantes em etapa anterior à própria Licença Prévia, pois dependendo do resultado dos estudos, em especial o impacto na zona urbana de Vazante, a localização do empreendimento ficaria prejudicada. Sem esses estudos o Estado não pode afirmar, portanto, a viabilidade locacional do empreendimento&#8221;, disse a Mônika Alves.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para o promotor de Justiça Marcelo Maffra, a decisão reconheceu que a implantação do &#8220;Projeto Extremo Norte&#8221;, sem a realização de estudos técnicos mais aprofundados, poderá contribuir para o surgimento de depressões no solo, características de relevos cársticos, que poderiam representar risco à população, além de prejudicar dois rios e nove grutas que estariam dentro da área de influência da mineradora.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span id="more-62769"></span>Ainda conforme o promotor, &#8220;a sentença representa uma garantia para o meio ambiente e para a comunidade, pois impede a implantação de um empreendimento de significativo potencial poluidor, sem a apresentação dos estudos técnicos necessários para avaliarmos os reais impactos ambientais. A suplementação dos trabalhos vai permitir a futura imposição de medidas mitigadoras, visando reduzir os impactos e salvaguardar a qualidade de vida da população&#8221;.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Patrimônio ambiental</strong></span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Votorantim solicitou a concessão de Licença Prévia para lavra de aproximadamente 5,5 milhões de toneladas de minério até 2024, em cerca de 193 hectares de área cárstica. Trata-se de relevo com feições características de processos de dissolução de rochas como o calcário, com drenagem subterrânea e cavernas. A água da chuva ou dos rios, que carrega substâncias químicas presentes no ar ou em solos com bastante vegetação, dissolve lentamente esse tipo de rocha, formando cavernas e rios subterrâneos.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo informações do Estudo de Impacto Ambiental (EIA), as vibrações provenientes da detonação de explosivos e os vazios formados a partir do rebaixamento do nível freático podem acarretar zonas de instabilidade e danos ao patrimônio espeleológico. Ainda de acordo com o EIA, o rebaixamento do lençol freático pode ocasionar graves danos ao meio ambiente, especialmente no que concerne aos cursos D&#8217;água e ictiofauna (conjunto das espécies de peixes que existem numa determinada região biogeográfica), além de aumentar consideravelmente o risco natural da ocorrência de dolinamentos (depressão).</span></h4>
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		<title>MINÉRIO DE FERRO: VAMOS DEIXAR O CHUTE DE LADO, É NECESSÁRIO LER O EIA</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 13:35:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A composição e a forma do minério de ferro que poderá ser exportado pelo Porto Sul, está detalhada no EIA, tomo I, pag. 5-20. A publicação de informações equivocadas, na blogosfera, prejudica a credibilidade dos blogs. Antes de informar os visitantes, é necessário ler e estudar. A BAMIN deveria explicar com mais profundidade o seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A composição e a forma do minério de ferro que poderá ser exportado pelo Porto Sul, está detalhada no EIA, tomo I, pag. 5-20.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A publicação de informações equivocadas, na blogosfera, prejudica a credibilidade dos blogs. Antes de informar os visitantes, é necessário ler e estudar.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A BAMIN deveria explicar com mais profundidade o seu projeto, aos veículos de comunicação que lhe são favoráveis. Alguns publicam equívocos crassos, e a mineradora é cúmplice disso quando não explica à opinião pública. O objetivo é enganar?</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A legenda das fotos abaixo foi copiada do Estudo de Impacto Ambiental apresentado pelo governo do estado, e admite que o minério será arrastado pelo ar.</span></h4>
<div id="attachment_54500" class="wp-caption aligncenter" style="width: 439px"><a href="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/MIN%C3%89RIO.jpg" rel="lightbox[54473]"><img class="size-full wp-image-54500 " title="MINÉRIO" src="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/MIN%C3%89RIO.jpg" alt="" width="429" height="143" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Do ponto de vista do manuseio do minério desse minério de ferro, cabe destacar alguns dados de projetos relativos às suas características físicas: - Granulometria: 97% &lt; 0,15 mm; - Peso específico aparente: 2,10 a 2,80 t/m3; - Umidade máxima: 8%; - Ângulo de repouso em pilha: 37 a 40º; - Ângulo de acomodação em correia: 20º; - Abrasividade: Baixa; - Dificuldade de escoamento: Elevada. Essas características resultam em possibilidade de arraste eólico desse minério, quer seja quando disposto em pilhas, quer seja quando em processo de movimentação (empilhamento, recuperação, disposição no porão dos navios), o que justifica a adoção das ações de controle identificadas ao longo deste texto e detalhadas no contexto do PBA&quot;.</p></div>
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		<title>A DAMA DE FERRO DO PORTO SUL</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 19:49:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Blog do Gusmão entrevistou na manhã de ontem (segunda, 10) a secretária estadual da Casa Civil, Eva Chiavon. Lugar tenente do governador Jaques Wagner, a secretária se destaca por fazer uma defesa intransigente do projeto da empresa Bahia Mineração. Enfática, ela impõe: &#8220;o Porto Sul não tem volta, está consolidado&#8221;. A frase, pronunciada durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52015" class="wp-caption aligncenter" style="width: 393px"><a href="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/Eva-Chiavon.jpg" rel="lightbox[52014]"><img class="size-full wp-image-52015   " title="Eva Chiavon" src="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/Eva-Chiavon.jpg" alt="" width="383" height="256" /></a><p class="wp-caption-text">Eva Chiavon lembra, pelo menos um pouco, a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher. Foto: José Nazal.</p></div>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Blog do Gusmão entrevistou na manhã de ontem (segunda, 10) a secretária estadual da Casa Civil, Eva Chiavon. </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Lugar tenente do governador Jaques Wagner, a secretária se destaca por fazer uma defesa intransigente do projeto da empresa Bahia Mineração. </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Enfática, ela impõe: &#8220;o Porto Sul não tem volta, está consolidado&#8221;. A frase, pronunciada durante a apresentação do relatório de impacto ambiental, na câmara de vereadores de Ilhéus, denota ponto final e impossibilidade de diálogo com os grupos contrários ao empreendimento. Subentende que o IBAMA concederá, sem sombra de dúvida, a tão sonhada licença reivindicada pelo governo do estado.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na pauta da entrevista com Eva Chiavon, alguns questionamentos que só este modesto blog tem coragem pra fazer.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A mineração, no estado do Pará, é fortíssima. Apesar da riqueza, os indicadores sociais são terríveis. Na Bahia esse modelo será diferente?</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O governo defende arduamente a exportação de commodities, mas a lei Kandir, nessa atividade econômica, retirou dos estados grande parte do que deveria ser arrecadado com o ICMS.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o RIMA, o porto público e o terminal privado serão construídos &#8220;simultaneamente&#8221;. O estado já tem orçamento para essa obra?</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na Bahia, as políticas de compensação ambiental, normalmente, não saem do papel. Com o Porto Sul será diferente?</span></h4>
<h4><span style="color: #000000;">Ouça a entrevista.</span></h4>
<p><a href="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/2010/06/topo_gusmaopodcast2.jpg" rel="lightbox[52014]"><img class="alignleft size-full wp-image-15987" title="topo_gusmaopodcast2" src="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/2010/06/topo_gusmaopodcast2.jpg" alt="" width="203" height="36" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><object width="200" height="30" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.4shared.com/embed/836467571/35e9db64" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="200" height="30" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.4shared.com/embed/836467571/35e9db64" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
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		<title>REPETECO: A MINERAÇÃO E O TRISTE EXEMPLO QUE VEM DO PARÁ</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 21:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;É brutal o contraste entre o enriquecimento da Vale (cujo valor de mercado é de US$ 140 bilhões) e da União (que nunca arrecadou tanto) e os terríveis indicadores sociais do Estado. Uma das últimas façanhas negativas do Pará é ter o pior ensino fundamental do país. Indicador de futuro comprometido&#8221;. Lúcio Flávio Pinto. Situado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<div id="attachment_47669" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><a href="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/carajas.jpeg" rel="lightbox[47650]"><img class="size-medium wp-image-47669 " title="carajas" src="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/carajas-300x199.jpg" alt="" width="210" height="139" /></a><p class="wp-caption-text">A riqueza de Carajas e os terríveis indicadores sociais do Pará coexistem absurdamente.</p></div>
<h4><span style="color: #000000;">&#8220;É brutal o contraste entre o enriquecimento da Vale (cujo valor de mercado é de US$ 140 bilhões) e da União (que nunca arrecadou tanto) e os terríveis indicadores sociais do Estado. Uma das últimas façanhas negativas do Pará é ter o pior ensino fundamental do país. Indicador de futuro comprometido&#8221;. </span></h4>
<h4><span style="color: #000000;">Lúcio Flávio Pinto.<br />
</span></h4>
</blockquote>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Situado na região norte do Brasil, o estado do Pará é um gigante da mineração, onde a Companhia Vale se instalou como uma fortaleza.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em 2010 foram exportados 21 bilhões de reais em minérios. Se não fosse a Lei Kandir, que impede a cobrança de ICMS sobre as exportações de matérias primas e semi-elaborados, o Pará poderia ter recolhido 2,7 bilhões de reais. A união compensou o estado com 185 milhões, valor bem distante, nem sequer 10% do total perdido com a desoneração.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em Ilhéus, Sul da Bahia, os defensores do projeto Porto Sul, da Bahia Mineração, difundem pela imprensa que o erguimento de um terminal de exportação de minério de ferro será a redenção. Vendem a ideia como o início de uma era de progresso, capaz de salvar os nossos jovens do desemprego e da &#8220;provável&#8221; marginalidade.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span id="more-47650"></span>Alguns, mais exaltados, afirmam: &#8220;com o Porto Sul, o filho da marisqueira deixará o mangue para trabalhar com dignidade&#8221;.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Infelizmente, o exemplo do Pará indica terríveis indicadores sociais.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O jornalista <a href="http://www.lucioflaviopinto.com.br/?page_id=40" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="color: #808080; text-decoration: underline;">Lúcio Flávio Pinto</span></strong></span></a> (também sociólogo), paraense vencedor de 4 prêmios Esso, autor de 12 livros sobre a Amazônia, explica no seu &#8220;<a href="http://www.lucioflaviopinto.com.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline; color: #808080;"><strong>Jornal Pessoal</strong></span></a>&#8220;, a relação do estado com a riqueza proveniente dos minérios:</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;A maior parte dessa exportação vai para a Ásia, tendo a China como destaque. Essa diretriz é ainda mais acentuada em relação ao minério de Carajás, não por acaso o mais rico: 80% dele seguem para a Ásia, sendo 60% para a China. As exportações brasileiras para a China foram de US$153 bilhões no ano passado.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para a Vale, é nesse rumo que a empresa (e o país) deve seguir porque as necessidades chinesas assegurarão volume e preço ainda por bastante tempo. Graças a essa renda, a empresa e o país terão recursos para promover a diversificação de produtos e intensificar a industrialização. Mas se essa alegação pode ter algum sentido para o governo federal e a companhia, não apresenta o mesmo rendimento para o Estado. </span><strong><span style="color: #000000;">É brutal o contraste entre o enriquecimento da Vale (cujo valor de mercado é de US$ 140 bilhões) e da União (que nunca arrecadou tanto) e os terríveis indicadores sociais do Estado. Uma das últimas façanhas negativas do Pará é ter o pior ensino fundamental do país. Indicador de futuro comprometido.</span></strong></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><!--more-->Mas alguém no Estado pensa a sério nessa situação? Alguém se impressiona e se assusta com esses dados? <strong>De um lado, bilhões de dólares; do outro, pobreza e degradação social, incivilidade, violência, precariedade.</strong> O estado de insensibilização é tal que, embora o Pará tenha um comércio pesado com a China, a Federação das Indústrias do Estado não participa do Conselho Empresarial Brasil-China. Mas lá estão as federações de cinco Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Mato Grosso), que também mandam seus produtos para o outro lado do mundo.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nós, ao que parece, não estamos no mundo. Parecemos aceitar que nos privem dos nossos recursos naturais sem ao menos cogitar outras formas de exploração, como se as que estão em curso fossem inevitáveis, sagradas. A Austrália, competidora direta do Brasil no mercado de minério de ferro, resolveu descruzar os braços e ganhar mais do que o que lhe era oferecido. Primeiro imaginou um imposto sobre os superlucros dos recursos. Sob artilharia pesada das empresas, recuou para o imposto sobre a renda dos recursos minerais, ainda tentando manter alíquotas maiores do que as praticadas até então (30% ou 40%).</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Qualquer que venha a ser a fórmula a ser adotada, uma coisa é certa e salta aos olhos: não se pode admitir que a Vale embolse enormes lucros e distribua aos seus acionistas dividendos nababescos, enquanto a receita dos impostos é microscópica e as compensações não passam de perfumaria. A Vale quer aproveitar as vacas gordas dos preços altos das commodities e por isso multiplica a produção e a exportação, que lhe asseguram uma das maiores rentabilidades no mercado internacional. Mas deixa, para os donos dessas riquezas, apenas os ossos do banquete.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É preciso mudar logo essa situação. A atitude inicial é acabar com a nociva “lei Kandir”, que isenta de ICMS os produtos que exportamos. Depois, deve-se estabelecer um percentual de retenção do lucro da empresa a partir de determinado nível, para que os ganhos sejam distribuídos. Tudo isso sem deixar de fazer a pergunta elementar: interessa-nos essa escala gigantesca de extração dos nossos recursos naturais? E, naturalmente, buscar a reposta e a forma de dar-lhe vida.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Sem isso, o Pará continuará parado no ar&#8221;.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="http://www.lucioflaviopinto.com.br/?p=1505" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Clique aqui</strong></span></a> <strong><span style="color: #000000;">para ler na íntegra o artigo de Lúcio Flávio Pinto. Antes é necessário se cadastrar no site do Jornal Pessoal.</span></strong></h4>
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		<title>UM PORTO DE MINÉRIO EM NOSSA TERRA</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 21:24:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pequenos agricultores da região do Itariri dizem não ao Porto Sul.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="color: #000000;">Pequenos agricultores da região do Itariri dizem não ao Porto Sul.</span></h4>
<p><object width="380" height="240" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/gtOb0pf-HPA?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="380" height="240" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/gtOb0pf-HPA?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>ORDENS DA BAMIN: PREFEITURA ESCONDE AÇÕES DOS AMBIENTALISTAS</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 15:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Emílio Gusmão A influência da Bamin no governo do prefeito de Ilhéus, Newton Lima, é fortíssima. Os homens fortes do Paranaguá, na teoria representantes da população como um todo, estão, na verdade, a serviço da mineradora que mentiu ao afirmar a inexistência de recifes de corais em Ponta da Tulha. A mesma Bamin que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_46530" class="wp-caption aligncenter" style="width: 449px"><a href="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/08062011-parquemarinho_02.jpg" rel="lightbox[46513]"><img class="size-full wp-image-46530 " title="08062011-parquemarinho_02" src="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/08062011-parquemarinho_02.jpg" alt="" width="439" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">A imagem que desagradou a Bamim: Rui Rocha à esquerda de Newton Lima.</p></div>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por Emílio Gusmão</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A influência da Bamin no governo do prefeito de Ilhéus, Newton Lima, é fortíssima.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os homens fortes do Paranaguá, na teoria representantes da população como um todo, estão, na verdade, a serviço da mineradora que mentiu ao afirmar a inexistência de recifes de corais em Ponta da Tulha. A mesma Bamin que irresponsavelmente, cria expectativas demasiadas de geração de emprego,</span> <a href="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/2011/03/19/exclusivo-blog-do-gusmao-divulga-o-parecer-tecnico-do-ibama-que-disse-nao-a-bamin/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff6600; text-decoration: underline;"><strong>evidenciadas no parecer técnico do IBAMA emitido em 8 de novembro de 2010</strong></span></span></a>.</h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para agradar a Bamin, a prefeitura esconde a atuação dos ambientalistas em benefício da cidade.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No dia 06 de junho, no Palácio Paranaguá, Newton Lima regulamentou o Parque Marinho de Ilhéus, unidade de conservação de espécies ameaçadas de extinção, principalmente do Mero Canapu.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Instituto Floresta Viva, presidido pelo Professor Rui Rocha (contrário ao Porto Sul), teve participação importantíssima na viabilização de recursos para a UESC, que serão utilizados no fomento à pesquisa.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Durante a solenidade, apesar do prefeito ter agradecido a Rui Rocha, na divulgação oficial, o papel do Floresta Viva foi esquecido, propositalmente.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na última terça-feira (23), durante reunião, mais uma vez no Salão Nobre do Paranaguá, Renato Cunha, coordenador do Grupo Ambientalista da Bahia (Gambá), apresentou o projeto do 1º Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica no Estado da Bahia, cujos recursos virão do Ministério do Meio Ambiente.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A articulação do Instituto Floresta Viva e da ONG Ação Ilhéus, presidida por Socorro Mendonça (também contrária ao Porto Sul), foi decisiva junto aos grupos Gambá e SOS Mata Atlântica, organizações que definiram Ilhéus como a primeira cidade da Bahia a receber um plano municipal de conservação.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O material informativo divulgado pela prefeitura, mais uma vez omitiu a importância dos ambientalistas de Ilhéus, na configuração do projeto.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Percebe-se que há, explicitamente, o objetivo de facilitar a marginalização dos ambientalistas, impedindo a desconstrução da imagem negativa junto à opinião pública. A prática, difundida pela Bamin por meio das pomposas verbas distribuídas à imprensa, visa perpetuar o lugar-comum: &#8220;os ambientalistas nunca fizeram nada por Ilhéus&#8221;.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O governo Newton Lima &#8211; sobretudo a secretaria de meio ambiente &#8211; está curvado aos interesses da mineradora, e é um instrumento dessa mentira.</span></h4>
]]></content:encoded>
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		<title>PORTO DE ARATU VAI ESCOAR MINÉRIO DE FERRO</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 14:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Da Agecom A Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), empresa controlada pela Vale, e a Arc Alfa assinaram, nesta quinta-feira (4), na Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), o contrato para o transporte de minério de ferro entre a região do município baiano de Iaçu para o Porto de Aratu, no litoral baiano. O contrato prevê o transporte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Da Agecom</span><span style="color: #000000;"></p>
<div id="attachment_44695" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/2011/08/25.04_-_Porto_de_Aratu1.jpg" rel="lightbox[44690]"><img class="size-medium wp-image-44695 " title="25.04_-_Porto_de_Aratu" src="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/2011/08/25.04_-_Porto_de_Aratu1-300x200.jpg" alt="" width="240" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Aratu: excelente opção para escoar minério de ferrro.</p></div>
<p>A Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), empresa controlada pela Vale, e a Arc Alfa assinaram, nesta quinta-feira (4), na Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), o contrato para o transporte de minério de ferro entre a região do município baiano de Iaçu para o Porto de Aratu, no litoral baiano. O contrato prevê o transporte de quase quatro milhões de toneladas até 2016.</p>
<p></span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No próximo ano devem ser escoadas pelo corredor logístico, aproximadamente 360 mil toneladas de minério de ferro anuais. Em 2013, 550 mil, e a partir de 2014, um milhão. Se fosse feito pelo modal rodoviário, o transporte de 3,9 milhões demandaria quase 14,5 mil viagens de caminhão. </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para realizar o transporte do minério, será construído um terminal no município de Iaçu. De lá, a carga seguirá por cerca de 300 quilômetros de linha férrea até o porto, localizado em Candeias. “A parceria dará mais competitividade ao minério da Arc Alfa, <strong>já que a ferrovia é o meio de transporte ideal para o minério</strong>. Temos certeza de que a exportação da carga logo trará impactos positivos na balança comercial da Bahia”, afirma o diretor-presidente da FCA, Marcello Spinelli. </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span id="more-44690"></span>O diretor de Logística da Arc Alfa, Paulo Oliva, diz que a empresa está “muito contente com essa parceria com a FCA e confiante no potencial da produção da região de Iaçu. Este é apenas o passo inicial. Vamos contribuir muito com o desenvolvimento da Bahia”. Durante a reunião, o diretor-presidente da FCA, anunciou ao Governo da Bahia que fará a recomposição da linha férrea do Porto de Aratu e investimentos em torno de R$ 30 milhões. </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Produção </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As reservas da Arc Alfa na região central da Bahia são estimadas em 2,7 bilhões de toneladas de minérios em 87.302 hectares. A alta qualidade dos minérios da Arc Alfa, aliada a excelente condição geológica das reservas, permitirá a produção de três tipos de minérios de ferro – lump ore, hematitinha e sinter feed. </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o vice-governador e secretário estadual de Infraestrutura, Otto Alencar, a Bahia vem investindo muito na área de infraestrutura. “Esse acordo facilitará o escoamento de minério de ferro. Também estamos lutando para escoar os grãos do oeste baiano, com a implantação da ferrovia Oeste Leste. Em breve, creio que também estaremos anunciando mais obras para os baianos”.</span></h4>
]]></content:encoded>
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		<title>MINÉRIO DE FERRO AMEAÇA ESTÁTUAS DE ALEIJADINHO EM MINAS</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 18:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Além de ameaçar um patrimônio histórico da humanidade, o minério de ferro atormenta a vida dos habitantes de Congonhas (MG), com muita poluição. É o &#8220;progresso&#8221; que a BAMIN e seus adoradores desejam trazer para Ilhéus. Veja. Carro empoeirado será multado em cidade histórica de Minas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além de ameaçar um patrimônio histórico da humanidade, o minério de ferro atormenta a vida dos habitantes de Congonhas (MG), com muita poluição.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É o &#8220;progresso&#8221; que a BAMIN e seus adoradores desejam trazer para Ilhéus.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Veja.</span></h4>
<p><object id="player_11876467" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" width="380" height="244"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="movie" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=11876467&amp;ver=3" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="wmode" value="window" /><embed id="player_11876467" type="application/x-shockwave-flash" width="380" height="244" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=11876467&amp;ver=3" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" wmode="window"></embed><noscript><a href="http://mais.uol.com.br/view/11876467">Carro empoeirado será multado em cidade histórica de Minas</a></noscript></object></p>
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		<title>SOBRE A SAÍDA, NADA SIMPLES, DE CLÓVIS TORRES DA BAMIN</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 13:36:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A saída do advogado Clóvis Torres da vice-presidência da BAMIN não foi tão simples como defendem os diretores da empresa. O executivo deixou a mineradora para trabalhar na gigante Vale do Rio Doce, rival na extração de minérios, principal do ramo no Brasil. A BAMIN se esforça para montar uma estrutura de logística paralela à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"></p>
<div id="attachment_41777" class="wp-caption alignright" style="width: 241px"><a href="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/2011/06/clovis-torres.jpg" rel="lightbox[41768]"><img class="size-medium wp-image-41777  " title="Bahia Mineração em Caetité" src="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/2011/06/clovis-torres-300x200.jpg" alt="" width="231" height="154" /></a><p class="wp-caption-text">Clóvis voltou para a concorrente.</p></div>
<p>A saída do advogado Clóvis Torres da vice-presidência da BAMIN não foi tão simples como defendem os diretores da empresa.</p>
<p><span style="color: #000000;">O executivo deixou a mineradora para trabalhar na gigante Vale do Rio Doce, rival na extração de minérios, principal do ramo no Brasil.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A BAMIN se esforça para montar uma estrutura de logística paralela à da Vale. Ao longo da discussão sobre o Porto Sul, alguns de seus diretores justificaram o não uso da Ferrovia Centro Atlântica, apenas com uma desculpa: &#8220;pertence à Vale, nossa concorrente&#8221;.</span></p>
<p></span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Antes de defender os interesses da empresa do Cazaquistão, Torres já havia trabalhado na Vale. Sendo assim, a mudança na sua carreira profissional &#8211; na verdade um retorno &#8211; levanta uma questão: existe a possibilidade da Vale comprar a BAMIN?</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Diante do silêncio tranquilo, supostamente normal, cabe ao tempo responder.</span></h4>
]]></content:encoded>
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		<title>CLÓVIS TORRES DEIXA A BAMIN</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 15:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Sansil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O advogado baiano Clóvis Torres retorna à Vale (agora como consultor-geral jurídico global e secretário do Conselho de Administração), de onde saiu em 2009 para assumir a vice-presidência da Bahia Mineração. A notícia publicada na coluna Radar (Veja) e assinada por Lauro Jardim confirma os boatos que davam conta da mudança, principalmente por causa das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"></p>
<div id="attachment_41587" class="wp-caption alignleft" style="width: 226px"><a href="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/2011/06/clovis-torres-foto-taironny-maia.jpg" rel="lightbox[41581]"><img class="size-full wp-image-41587  " style="border: 1px solid black;" title="clovis-torres-foto-taironny-maia" src="http://www.blogdogusmao.com.br/v1/wp-content/uploads/2011/06/clovis-torres-foto-taironny-maia.jpg" alt="" width="216" height="143" /></a><p class="wp-caption-text">Clóvis Torres.</p></div>
<p>O advogado baiano Clóvis Torres retorna à Vale (agora como consultor-geral jurídico global e secretário do Conselho de Administração), de onde saiu em 2009 para assumir a vice-presidência da Bahia Mineração.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A notícia publicada na coluna Radar (Veja) e assinada por Lauro Jardim confirma os boatos que davam conta da mudança, principalmente por causa das declarações de Torres sobre a relocalização do projeto do Porto Sul, que escoará a produção da empresa. Outra versão desmente a Veja e informa que o executivo recebeu proposta irrecusável da Vale.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Bamin hoje pertence ao grupo do Cazaquistão Eurasian Natural Resources Corporation (ENRC), que adquiriu o controle acionário do grupo indiano Zamin Ferrous. O Projeto Pedra de Ferro, previsto para operar em 2013, investirá US$ 1,8 bilhão na mina situada na região de Caetité (BA), onde extrairá 19,5 milhões toneladas de minério de ferro anuais de suas reservas estimadas em 500 milhões tons.</span></h4>
<h4><span style="color: #000000;"><strong>Com informações do Jornal Bahia Negócios.</strong></span></h4>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
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