Gosto da boa polêmica, ingrediente indispensável ao debate proveitoso. Depois que li Crime e Castigo (Dostoiévski) e A Morte de Ivan Ilitch (Tolstói), muita coisa mudou em minha cabeça. Tenho 36 anos, sou comunicólogo e microempresário do audiovisual. Preferências contraditórias: Che e de Gaulle, Bin Laden e Ghandi. Considero Manuel Bandeira, o melhor de todos os tempos da minha humilde biblioteca.
Lá pelos idos de 1995, durante uma viagem à Cuba, país que nas décadas de 60 e 70 do século passado alimentou a fantasia revolucionária e socialista de uma geração oprimida pela ditadura militar brasileira, deparei-me com vários estudantes que, em vez de pedir dinheiro, apontavam para o bolso da camisa e pediam lápis e canetas.
Isso mesmo, lápis e canetas!
À época, com a derrocada da União Soviética e do esfacelamento do bloco socialista na Europa, Cuba vivia o chamado “período especial”, com racionamento de alimentos, energia elétrica e de combustíveis. Produtos banais como sabonetes, absorventes, pasta de dentes, lápis, canetas e cadernos se transformaram em “artigos de luxo” para os cubanos.
Era de cortar o coração observar meninos e meninas que, graças ao eficiente e gratuito sistema educacional cubano, já falavam dois ou três idiomas e que seriam futuros médicos, engenheiros, arquitetos, físicos, etc., abordarem os turistas para pedir material escolar.
- …o ex-presidente Zelaya no seu início teve as melhores intenções para desenvolver um bom governo, no entanto, no transcorrer do seu mandato foi divorciando o seu discurso e a sua ação rumo a um claro populismo ao estilo chavista. O resto é história, os incontáveis atos de corrupção e lesa-pátria ficaram nos anais da história hondurenha – ataca Micheletti.
“Meus cumprimentos ao presidente da Assembleia Geral, Ali Treki, ao secretário-geral, Ban Ki-moon, e a todos chefes de Estado e delegados presentes.
Senhoras e senhores,
A Assembleia Geral das Nações Unidas tem sido e deve ser cada vez mais o grande foro de debate sobre os principais problemas que afligem a humanidade.
Quero abordar aqui três questões cruciais, que me parecem interligadas, três ameaças que pairam sobre nosso planeta: a persistência da crise econômica, a ausência de uma governança mundial estável e democrática e os riscos que a mudança climática traz para todos nós.
Senhor Presidente,
Há exatamente um ano, no limiar da crise que se abateu sobre a economia mundial, afirmei, desta tribuna, que seria um grave erro, uma omissão histórica imperdoável, cuidarmos apenas das consequências da crise sem enfrentarmos as suas causas.
Artigo sobre o porto sul, de Fábio Feldmann para a Terra Magazine.
Tenho insistido muito na idéia de que o mundo hoje está polarizado entre duas visões: a do século XX versus século XXI. O pré-sal, a era do petróleo, estaria claramente no século passado.
Este conflito está claramente refletido no nosso cotidiano, coexistindo as duas visões do mundo, de modo que o setor empresarial cosmopolita assume um papel inovador e responsável diante da sociedade, bem como o conceito de crescimento econômico e do PIB passa por uma reformulação, incorporando novas dimensões. Do ponto de vista político, o Brasil mantém práticas das capitanias hereditárias e sesmarias, que de tão conhecidas e escancaradas dispensam comentários…
Infelizmente temos no Brasil poucas lideranças governamentais com a visão do século XXI, o que se reflete claramente em políticas governamentais atrasadas e perpetuadoras de modelos superados. Na Bahia, estou acompanhando um “projeto governamental”, que me parece reproduzir Cubatão naquele estado, quando este exemplo se revelou completamente superado em termos de uma idéia de desenvolvimento sustentável, ou seja, aquele que incorpora as dimensões econômica, ambiental e social.
O Governo Federal pretende implantar uma ferrovia ligando Ilhéus-BA a Figueirópolis-TO, a denominada Ferrovia Oeste-Leste (FOL), com o objetivo de permitir principalmente o escoamento de ferro de Caetité e outras commodities, associando a implantação daquele modal à implantação de um porto em Ilhéus (na Ponta da Tulha). A ferrovia tem um custo estimado de 6 bilhões de reais, mediante financiamento do orçamento público, ou seja, o contribuinte brasileiro será o grande financiador. O porto seria objeto de eventual concessão de acordo com a legislação portuária. Quer dizer que num país com pouquíssima capacidade de investimentos públicos, estar-se-ia alocando verdadeira fortuna para um conjunto de obras de infra-estrutura com pouquíssima preocupação em otimizar alternativas já existentes, localizadas em regiões que não possuem os ativos ecológicos do sul da Bahia.
Em entrevista ao jornalista Reginaldo Leme, da Globo, o ex-piloto Nelson Piquet, pai de Nelsinho, disse que rompeu relações com o filho “por dois meses” quando soube da armação no GP de Cingapura, em setembro de 2008. Nelsinho forçou um acidente e a entrada do safety car, o que beneficiou o então companheiro de equipe, Fernando Alonso, da Renault.
Piquet afirmou que só soube da trama dois dias depois, e que rompeu relações com o filho por cerca de dois meses. Foi por causa da briga com o filho que ele teria se ausentado do GP seguinte, no Japão.
Durante o tempo em que ficou sem falar com o filho, Piquet procurou o diretor de corridas da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Charlie Whiting, e relatou a trapaça. Seu medo era o de, com a denúncia, acabar com a carreira do filho. Teria sido esse o motivo de Piquet ter mantido segredo, segundo disse ao jornal inglês “Daily Mirror”.
O partido Democratas (BA) destaca uma matéria do diário espanhol El Pais, sobre a onda de violência no estado.
Leia o e-mail enviado pelo ex-PFL.
Principal jornal europeu da atualidade, o El Pais, da Espanha, abriu espaço para divulgar a escalada da violência na Bahia no governo Jaques Wagner. Com o título “Bahía, tomada por los narcotraficantes”, a reportagem, apesar de extremamente verídica, é péssima para a Bahia, pois afujenta turistas e empreendedores do nosso estado.
O número 10 da seleção paraguaia (Cabanãs), jogador muito conhecido da torcida do Flamengo, por ter sido “o responsável” pela eliminação do rubro negro na libertadores de 2008, fez a grande jogada que originou o gol, na partida contra a Argentina, ontem (quarta/09).
O jogo classificou os paraguaios para a copa de 2010.
Desde o final de agosto, quando fez um discurso inflamado contra o golpe de Estado em Honduras, o menino Oscar David Montesinos vem ganhando fama mundial. Com apenas 10 anos, ele impressiona pela desenvoltura com que fala contra o governo de Roberto Micheletti, que desde o fim de junho comanda o país. Veja abaixo o vídeo com o discurso do menino contra o golpe.