Brasil
QUANDO A VIDA NÃO TEM RAZÃO!
Por Gustavo Pestana.
Semana passada, a atriz Leila Lopes, foi encontrada em sua casa, morta, sem uma possível explicação para o seu falecimento, até a família divulgar trechos da sua carta de despedida, com teores de um suicida.
Mas, por que retirar a própria vida? Por que algumas pessoas em situações de extrema dificuldade continuam lutando pela vida e, outras cometem suicídio?
O sociólogo francês, Émile Durkheim, faz uma análise sobre o suicídio em artigo publicado em 1897, e constata a grande relação de fatores sociais com este fato. Já Freud, compreende o suicídio como um desajuste no funcionamento normal do aparelho psíquico.
O suicida não “deseja” se matar. Ele só comente este ato, pois não encontra uma outra solução para os seus problemas. Quando este comete o suicídio, ele pensa que assim, poderá aniquilar o mal que o faz sofrer. O qual pode ser uma divida no banco, um amor perdido, dentre outros problemas. O que o suicida mais quer é viver. Já, o depressivo, este não quer viver, ele não tem nenhum investimento na vida, nada lhe alegra ou lhe motiva. A vida não tem sentido algum para o depressivo. A relação suicídio depressão é extremamente forte e requer uma explicação mais complexa.
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ARRUDA: A FASE DO AUTISMO
Por Leandro Fortes.

Arruda virou um espectro humano desagradável, e mesmo para jornalistas experientes não deixa de ser penoso se defrontar com a degradação moral de um político caído em desgraça.
Eu era repórter da Zero Hora, em Brasília, e presidente do Comitê de Imprensa do Palácio do Planalto, em setembro de 1992, quando Fernando Collor de Mello foi afastado do cargo por decisão da Câmara dos Deputados e, em seguida, exilou-se na biblioteca da Casa da Dinda, no Setor de Mansões do Lago Norte da capital federal. Setorista no Palácio do Planalto, acompanhei a agonia de Collor desde as primeiras denúncias, centradas na vida e na obra de Paulo César Farias, o PC, até a derrocada do primeiro presidente eleito depois de 21 anos de ditadura militar. De tudo que se passou naqueles tempos, o que mais me interessou foi a fase de Collor na biblioteca da Casa da Dinda. A fase do autismo.

Arruda virou um espectro humano desagradável, e mesmo para jornalistas experientes não deixa de ser penoso se defrontar com a degradação moral de um político caído em desgraça.





















