UESC
O DISCURSO DE AGRADECIMENTO DA NOVA REITORA
O primeiro pronunciamento de Adélia Pinheiro, como reitora eleita da Universidade Estadual de Santa Cruz. Gravado por volta das 3h da madrugada, dessa quinta-feira (01), após o término da apuração.
Imagens de Andrei Sansil.
SEM PALESTRA
Para quem esperava ansioso a palestra com a roteirista Thelma Guedes, na Semana de Comunicação da Universidade Estadual de Santa Cruz, se decepcionou.
Thelma, uma das responsáveis pelo sucesso da novela global Cordel Encantado, teve complicações médicas e estava internada até a tarde de ontem (segunda-feira, 28), não podendo comparecer. Fica para a próxima.
UESC É A MELHOR ENTRE AS ESTADUAIS. MEDICINA E DIREITO SÃO DESTAQUES
A Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) obteve o melhor desempenho acadêmico entre as instituições de ensino superior estaduais, com conceito 3, segundo a classificação do Índice Geral de Cursos (IGC) divulgado pelo INEP/MEC.
No Estado, somente a Universidade Federal da Bahia (UFBA) e a Faculdade Ruy Barbosa tiveram pontuação maior que a UESC.
Cursos como Medicina, considerado o melhor do Nordeste e o décimo melhor do país, Enfermagem, Biomedicina e Medicina Veterinária alcançaram índice 4, numa escala que vai até 5.
Destaca-se ainda o curso de Direito da instituição, que recebeu na quarta-feira (23) o selo de recomendação da Ordem dos Advogados da Bahia (OAB), concedido aos noventa melhores do país, numa relação sem hierarquia, que considera em igual patamar todos da lista.
DEBATE NA UESC ENCHE AUDITÓRIO

Iniciado desde as 09h10min dessa sexta-feira (25), o debate com os candidatos à reitoria da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) encheu o auditório Paulo Souto, localizado na biblioteca central da instituição. Autonomia universitária, valorização do servidor, assistência estudantil e questionamentos envolvendo a intervenção da UESC na comunidade externa norteiam o debate, que deve se estender até o meio dia.
DEBATE NA UESC
Finalizando a campanha dos candidatos à reitoria da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), a Associação dos Docentes (Adusc) realiza um debate entre as chapas.
O encontro será amanhã (sexta-feira, 25), a partir das 09h, no auditório Paulo Souto, no campus da universidade.
Adélia Pinheiro (Chapa 1) e Valter Silva (Chapa 2) já confirmaram presença nesse último ato antes da votação.
COMISSÃO DETERMINA RETIRADA DE OUTDOORS
A comissão que coordena o pleito para reitoria da UESC decidiu, na noite dessa quarta-feira (23), que os outdoors de apoio à candidatura de Adélia Pinheiro (Chapa 1), espalhados pelo reitor da universidade, Joaquim Bastos, em Ilhéus, devem ser retirados no máximo em 24 horas.
A comissão julgou que a propaganda feita por Joaquim fere resoluções do Conselho Universitário da instituição, que proíbem a campanha fora do campus.
Segundo a determinação, cabe à chapa de Adélia retirar as placas, caso não cumpra o determinado, a candidatura corre o risco de ser suspensa.
CENTRO ACADÊMICO DENUNCIA REITOR
O Centro Acadêmico do curso de Direto da UESC entrou com uma denúncia no Ministério Público Estadual (MPE), em Ilhéus, na segunda-feira (21), pedindo punição ao reitor da universidade, Joaquim Bastos, por uso inapropriado da máquina pública.
Em outdoors espalhados por toda Ilhéus, Joaquim estampa seu rosto com frases de apoio à candidatura de Adélia Pinheiro à reitoria da UESC, acompanhado do brasão da universidade, o que segundo o texto da denúncia, caracteriza uso irregular da imagem da instituição.
O Blog do Gusmão procurou Joaquim na manhã dessa quarta-feira (23), mas segundo sua assessoria, ele está viajando a serviço da instituição.
Veja abaixo a nota de esclarecimento do centro acadêmico.
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A TURMA QUE “PENSAVA COMO BAIANO”
As declarações impensadas do professor Marcos Peres, do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas da UESC, continuam repercutindo.
Num momento de fraqueza intelectual, no facebook, o educador teria comparado as mulheres baianas e nordestinas a um “chipanzé doido”, quando dançam ritmos típicos da boa terra.
Declarações como essa não são incomuns no departamento. Há cerca de dois anos, outro professor afirmou que uma determinada turma (de alunos) não evoluía, “pois pensava como baiano”.
O fato foi denunciado à direção do DFCH, mas nenhuma atitude foi tomada.
O docente preconceituoso teve sorte, pois suas palavras não tiveram ressonância na mídia. Já Marcos Peres!
UESC CAPACITA PARA TRATAR DEPENDENTES QUÍMICOS
Do A Região.
Os médicos que atuam no Programa Saúde da Família dos municípios das regiões sul e sudoeste da Bahia terão oportunidade de se atualizar e se preparar para o enfrentamento do crack e outros tipos de drogas.
O Centro Regional de Referência e Formação Permanente de Profissionais da Universidade Estadual de Santa Cruz vai abrir inscrições entre os dias 21 e 28 deste mês para os cursos de extensão e aperfeiçoamento.
As inscrições para o preenchimento de 60 vagas podem ser feitas pelo site da Uesc. As aulas terão início em dezembro e vão até maio. Os cursos são gratuitos e tem como objetivo qualificar médicos da rede básica para o atendimento de usuários de crack e drogas.
A capacitação é uma iniciativa da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas com o apoio da Uesc.
ELEIÇÃO NA UESC PROMETE
A comissão que coordena a eleição para reitoria da UESC encerrou, na tarde de ontem (sexta-feira, 04), as inscrições de chapa.
Como era esperada, a disputa será polarizada entre a atual vice-reitora, Adélia Pinheiro e o professor Valter Silva. Como vice, foram inscritos os docentes Evandro Freire com Adélia, e Mayana Brandão com Valter.
O período de campanha começa na próxima terça-feira (08) e promete ser acirrado, a votação será no dia 30 de novembro.
CADÊ A BOLSA?
Estudantes da UESC que foram contemplados com a bolsa de permanência estão sem receber o auxílio desde o início de outubro.
O motivo do atraso, segundo a tesouraria da universidade, é a burocracia da secretaria estadual da fazenda, que já está com as planilhas de pagamento, mas não as libera.
A bolsa, pouco mais de 200 reais, serve de reforço para mais de 900 estudantes da UESC, principalmente os de outros municípios, que utilizam o dinheiro para pagar aluguel, alimentação e transporte.
UESC DIVULGA CONCORRÊNCIA DO VESTIBULAR 2012
A Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) divulgou a concorrência para o vestibular 2012. Como era previsto, devido a divisão das vagas, oitocentas para o ENEM e outra metade para o vestibular, a concorrência explodiu.
Como de costume, o curso de medicina tem a maior relação candidato/vaga, com 158,56 pessoas para uma, se considerarmos as cotas, teremos 237,10 candidatos brigando por uma cadeira. Na segunda posição vem engenharia civil, com 48,25 pessoas por vaga.
As menores concorrências estão nos cursos bacharelados de matemática (1,87 por vaga) e física (2,50 por vaga).
Clique aqui e confira o quadro geral de concorrência.
SEM DIPLOMA
Docentes da rede pública de vários municípios da região, que fizeram o curso de graduação em pedagogia pelo Programa de Formação de Professores (Proação) da UESC, ainda não receberam o diploma.
As turmas se formaram em 2009 e colaram grau em 2010, mas ainda não pegaram os diplomas, que garantem acréscimo salarial e permitem o acesso a um curso de pós-graduação.
Os docentes já procuraram os setores responsáveis pela emissão do documento, mas prevalece o jogo do empurra e o problema persiste.
ROUBOS NO CAMINHO PARA A UESC
Estudantes da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), que moram na comunidade do Salobrinho, estão receosos com a volta pra suas repúblicas, principalmente à noite.
Todos os postes, no decorrer do muro que separa a instituição da rodovia, estão sem lâmpadas, o risco e o número de assaltos só cresce.
Recentemente, foram registrados furtos também dentro da universidade, segundo estudantes, os casos foram informados à prefeitura do campus.
RUI ROCHA: “MUITOS PROBLEMAS NOVOS SURGIRÃO COM O PORTO SUL”
O professor Rui Barbosa da Rocha, 45 anos, é um homem tranquilo de hábitos simples. Sua cordialidade e polidez são traços característicos de sua personalidade.
Sempre compreensivo, costuma dizer: “o homem como ser humano é intocável”, frase que demonstra seu humanismo cristão, ligado ao protestantismo da Igreja Batista Lindinópolis.
Esse engenheiro agrônomo, mestre em desenvolvimento e agricultura pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, fugiu à regra dos acadêmicos escondidos nos ambientes confortáveis das universidades. Professor da UESC, Rui decidiu lutar contra um projeto do governo baiano, que se for implantado, vai causar diversos problemas ao Sul da Bahia. Mesmo discreto, naturalmente assumiu a liderança do movimento contrário, e por isso, constantemente é vítima de calúnias e leviandades. Mesmo assim, jamais respondeu com agressões. É um homem do conhecimento, do debate civilizado. Suas explicações, sempre lúcidas, ultrapassam a barreira da ignorância e estremecem os argumentos nada confiáveis de muitos defensores do projeto.
Nessa entrevista ao Blog do Gusmão, Rui Rocha esclarece pontos obscuros do projeto Porto Sul, munido de um prêmio recente concedido pela UNESCO, por sua luta em defesa da Mata Atlântica.
BG- A secretária da Casa Civil, Eva Chiavon, fala que o Relatório de Impacto Ambiental do Porto Sul, no que diz respeito à geração de empregos, segue exemplos de sucesso, de outros portos já construídos. Você concorda com essa comparação feita pela secretária?
RR- Eu não concordo. As experiências que temos com esses portos de escoamento de minério de ferro não geram desenvolvimento como o governo tem dito. A estrutura portuária e ferroviária presta basicamente aos interesses de um setor, que é o mineral. Ele não transforma a economia regional, como se diz, de um porto de uso múltiplo, que vai alavancar muitos negócios e indústrias. Isso não acontece. Um exemplo mais claro disso é o Porto de Itaqui no Maranhão, que já tem algum tempo funcionando, com a super ferrovia de Carajás, que traz minério de ferro de Marabá, região Sul do Pará. Essa região não se industrializou. Poderíamos imaginar que toda a estrutura produtiva da Amazônia, em torno dessa logística, poderia fazer e atrair pra essa região uma base industrial. Isso não aconteceu.
Um exemplo mais claro disso é o Porto de Itaqui no Maranhão, que já tem algum tempo funcionando, com a super ferrovia de Carajás, que traz minério de ferro de Marabá, região Sul do Pará. Essa região não se industrializou.













