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:: ‘ALELUIA ILHÉUS FESTIVAL’

CIRQUE DU SÓ DE ILHÉUS

pennha novaPor Marcos Pennha

São mais de 100 dias de posse do governo de Ilhéus. Até o presente momento, nada de tão diferente dos últimos antecessores, exceto a realização do Aleluia Ilhéus Festival – acontecido de 27 a 31 de março, um sucesso, sem que fosse gasto um centavo do governo municipal, é bom que se destaque. A saúde pública continua um caos, com postos fechados, ou abertos sem o devido funcionamento, acarretando na superlotação do Hospital Geral Luiz Viana Filho, o Regional. Isso sem contar que a deficiência da gestão municipal proporciona fatos alarmantes como médico cobrando taxa adicional numa consulta pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e mulheres parindo na calçada, em frente ao hospital, o São José, que recebeu contribuição financeira da população, inclusive a mais carente, para pagar parte de sua astronômica dívida. Uma vergonha para uma cidade do porte de Ilhéus. 

Enquanto isso tudo acontece, a Câmara Municipal aparece na mídia com vereadores protagonizando cenas de quebra de decoro parlamentar. No período de menos de dois meses, no plenário, houve caso de vereador ameaçando profissional da comunicação; vereador dando cabeçada no colega; vereador proferindo palavras de baixo calão; vereador digladiando com outro, verbalmente, faltando pouco para culminar em agressão corporal; vereador chamando o outro para sair “na mão”, jactando-se de dá murro. Uma excrescência praticada por quem recebeu o salário de janeiro, pago pelos humildes trabalhadores, sem ter trabalhado. 

Os inúmeros problemas da cidade têm que ser debelados, ou, pelo menos, minorados, urgentemente. Não há mais tempo para discursos inflamados, vazios, eivados de paixões pessoais, desprovidos de ações eficazes. Os estudantes estão sem aula, por falta de professores e salas suficientes nas escolas. Não competem, aos eleitos pelo voto popular, as cenas teatrais burlescas, de mau gosto. Encenação é com a excelente turma da tenda do Teatro Popular de Ilhéus (TPI) armada na avenida Soares Lopes. 

A Câmara Municipal não pode, nem deve, ser palco de quem parece alimentar uma paixão pessoal recolhida. A Justiça que cuide dos processos os quais o prefeito Jabes Ribeiro (PP) responde. A egrégia casa legislativa não deve ser espaço para essa discussão, nem ringue de brigões. Não digo lutadores, em respeito aos grandes ases das artes marciais, como os irmãos Rogério e Rodrigo Minotauro, Anderson Silva – do Misto de Artes Marciais (MMA) -, Flávio Canto (do judô) e outros notáveis. Além do mais, o saudoso sensei (mestre) Hélio Gracie dizia que só os covardes, medrosos, propõem a briga. Ninguém nunca ouviu falar que o deputado Acelino Freitas (PR/ BA), o pugilista Popó, tenha aplicado um jab num colega na Assembleia Legislativa; nem que o vereador Aurélio Miguel (PR/ SP), judoca medalhista de ouro olímpico, em Seul/ 88, tenha dado um ippon em alguém na Câmara municipal de São Paulo; ou que o palhaço Tiririca tem feito palhaçada na Câmara Federal, até porque, lá, ele é o Everardo Silva (PR/ SP). 

O governo municipal precisa mostrar a sua cara. O prefeito, na campanha, criou um clima de expectativa muito grande na população, alardeando que era o mais preparado, experiente; um oba-oba, afinal. Por este motivo, as severas cobranças em tão pouco tempo da nova gestão. O vereador Alisson Mendonça (PT), por exemplo, esperava que o secretário de Desenvolvimento Urbano (SEDUR), Isaac Albagli, apresentasse um projeto amplo sobre o trânsito, levando-se em consideração diversos fatores, como a prometida e esperada duplicação da rodovia Ilhéus/ Itabuna. Essa observação foi feita pelo vereador na sessão especial sobre o tema, na quarta-feira, dia 10 de abril. Alisson apostou na certeza da amnésia do povo, que, certamente, deve ter esquecido de que ele (o vereador) fez parte do governo Newton Lima, como titular de pastas importantes como as de Governo, Administração e Planejamento, no período mínimo de um ano. Não há conhecimento de que Alisson tenha apresentado algum projeto governamental em benefício da população. Qual a autoridade moral para exigir, dos outros, grandes projetos em curto espaço de 100 dias? 

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MÚSICOS LOCAIS RECLAMAM DO ALELUIA ILHÉUS

OQuadro.

OQuadro.

Os músicos da banda OQuadro estão insatisfeitos com a organização do Aleluia Ilhéus Festival.

A imagem do grupo foi utilizada na divulgação do evento, antes da assinatura do contrato.

Além da precipitação, a proposta do grupo foi recusada.

O vocalista Jef Rodriguez ressalta que é “evidente o desrespeito e o desmerecimento com os músicos locais nesse Aleluia Fest. Isso se evidencia, segundo ele, no próprio cartaz oficial de divulgação, onde a as ditas atrações principais são destaque e as locais nem sequer são citadas. Além do que os cachês oferecidos aos músicos locais, são verdadeiras afrontas aos seus trabalhos”.

A banda OQuadro tem conquistado prestígio fora do Sul da Bahia. O bom trabalho musical ganhou espaço em importantes veículos da imprensa, a exemplo de O Globo, Revista Rolling Stones, A Tarde e o Correio da Bahia.

Apesar dessas credenciais, o grupo teria recebido tratamento desdenhoso.

ALCIDES DÁ EXPLICAÇÕES SOBRE O “ALELUIA ILHÉUS FESTIVAL”

Por Alcides Kruschewsky, secretário municipal de turismo.

A respeito do “Aleluia Ilhéus Festival”

ALCIDES KRUSCHEWSKYA situação de inadimplência do município de Ilhéus perante outras instancias administrativas como a federal e estadual, o impede de realizar convênios ou de receber patrocínios diretos. Por outro lado, a realidade das finanças municipais não permite aporte de recursos do tesouro para a realização de eventos festivos, enquanto perdurar a crise, haja vista as prioridades elencadas pelo próprio governo.

Diante da decisão do governo municipal da não realização do Carnaval 2013, e atendendo às revindicações da comunidade, especialmente, do setor turístico, procuramos articular uma alternativa em evento que viesse a compensar o município no incessante esforço para desenvolver o turismo, satisfazendo principalmente os ilheenses. Foi assim, que junto a diversos outros parceiros como A Secretaria de Turismo do Governo do Estado, a Bahiatursa, Sebrae, Ceplac, Atil, Instituto Cabrunca, Instituto Nossa Ilhéus, Biofábrica, EBDA, Associação dos Ambulantes de Ilhéus, entre outros, idealizamos o Aleluia Ilhéus Festival, a ser realizado entre os próximos dias 28 a 31 de março, envolvendo uma feira de artes integradas e negócios, que será instalada na Praça da Catedral e trecho da Avenida Soares Lopes.

A concretização do evento só seria possível através de uma organização apta a realizar o evento, captando patrocínios e expositores. Assim, a Associação do Turismo de Ilhéus (Atil), instituição idônea que reconhecidamente representa o setor turístico na nossa cidade, com relevantes serviços prestados à sociedade, disponibilizou-se e requereu ao município autorização para realizar o evento idealizado, em praça pública, em parceria com a Prefeitura de Ilhéus e outras instituições.

À proposição, consultou-se o jurídico da prefeitura que opinou favoravelmente ao pleito por havê-lo como legal, sobretudo quando não envolve recursos públicos municipais. Contudo, o evento está sendo supervisionado pela Secretaria Municipal do Turismo.

O Aleluia Ilhéus Festival terá o seu custeio bancado via patrocínios diretos à entidade realizadora, de órgãos estaduais e organizações privadas, além de vendas de estandes para expositores diversos, entre outras colaborações. Desta forma, não cabe a exigência legal de certame licitatório.

Ilhéus, 20 de março de 2013.

Comentário do blog.

Alcides informa que a ATIL, presidida pelo publicitário Marcos Lessa, organiza o evento. Mas não informa que a M21, agência de publicidade de Marcos Lessa, também está na organização do “Aleluia Ilhéus”. 

O blog deixa mais perguntas.  Nesse duplo vínculo do publicitário há falta de ética? Isso é normal? Caso não seja, a secretaria de turismo não deve se envolver por se tratar de uma questão relacionada à ATIL?

BLOG DO GUSMÃO REJEITA ANÚNCIO DO ALELUIA ILHÉUS. ENTENDA O MOTIVO

Aleluia! Driblamos a transparência.

Aleluia! Driblamos a transparência.

A agência de publicidade M21 entrou em contato com este blog para oferecer um anúncio do Aleluia Ilhéus Festival.

Nós recusamos, pois entendemos que o prefeito Jabes Ribeiro e o secretário de turismo Alcides Kruschewsky não estão primando pela transparência (promessa de campanha do atual gestor). Por duas vezes fizemos questionamentos, nos dias 25 e 01, e mesmo assim não obtivemos respostas.

Não vamos aceitar “cala boca”.

As perguntas insistem em romper o silêncio imposto pelo atual governo.

A empresa de eventos que cuidará do Aleluia Ilhéus Festival será contratada por meio de licitação ou por “simpatia pessoal”?

A famosa carta convite, que no passado beneficiou “agências” de petistas, ou da preferência de Alcides Kruschewsky, vai se repetir?

A agência de publicidade M21, que fez a campanha do secretário estadual de turismo Domingos Leonelli em 2010 (para deputado federal, pelo PSB, mesmo partido de Alcides) vai competir com outras ou já foi escolhida?

Lamentamos que a gestão do prefeito Jabes Ribeiro esteja se afastando do princípio da transparência. 

INDAGAÇÕES SOBRE O ALELUIA ILHÉUS

Já está tudo pronto? E a licitação?

Já está tudo pronto? E a licitação?

O governo do ex-prefeito de Ilhéus, Newton Lima, notabilizou-se pela bagunça das contas públicas e falta de lisura.

De agosto de 2007 a dezembro de 2012, empresas fornecedoras e prestadoras de serviços foram escolhidas “a dedo”, na base da simpatia pessoal do prefeito ou de alguns secretários.

Devido a esse e muitos outros problemas Newton Lima teve, até agora, cinco contas rejeitadas pelo TCM.

Essa prática não deve ser repetida no governo de Jabes Ribeiro.

Sendo assim, não custa nada perguntar.

A empresa de eventos que cuidará do Aleluia Ilhéus Festival será contratada por meio de licitação ou por “simpatia pessoal”?

A famosa carta convite, que no passado beneficiou “agências” de petistas, vai se repetir?

A agência de publicidade M21 vai competir com outras ou já foi escolhida?

O Sebrae e o Instituto Nossa Ilhéus, envolvidos na organização, devem cobrar o máximo de transparência e lisura possível.

A fiscalização desse evento pode ser um bom início para o Observatório Social de Ilhéus, entidade especialista em licitações.

SOBRE O ALELUIA ILHÉUS FESTIVAL

Por Alcides Kruschewsky Neto

ALCIDES KRUSCHEWSKYO evento que pretendemos realizar na Semana Santa, de 28 a 31 de março, está em consonância com a determinação do governo municipal quanto a gastos com recursos do município, enquanto perdurar a situação de déficit das finanças.

A pasta, no entanto, não pode ficar à mercê das dificuldades, conformando-se com a inércia e buscou meios de tocar iniciativas, à despeito da crise, desde que não seja em contradição com a austeridade estabelecida pela administração Jabes Ribeiro. Até porque o setor turístico continua vivo, “apesar dos pesares”. Assim, garantimos com a Secretaria do Turismo do Estado um patrocínio importante para a realização de um evento, haja vista não termos realizado um outro EVENTO, o carnaval. Uma espécie de compensação ao turismo de Ilhéus. Desde então estamos articulando apoios e prospectando outros patrocínios.

No valor orçado para o referido evento, registramos que, além dos patrocínios, alguns parceiros custearão suas estruturas para participação. Contamos com parcerias importantíssimas como realizadores de ATIL, SEBRAE, EBDA, Instituto Cabruca, o nosso Chocolate, CEPLAC, BAHIAGÁS, entre outros. Portanto, há sustentabilidade, garantindo parte dos recursos previstos no orçamento. Um evento deste porte desperta interesse de diversos negócios. Os envolvidos, diga-se, não são poucos, estão acompanhando desde o princípio este projeto construído a muitas mãos. Algumas atrações como, Lordão, Luiz Caldas e Zelito Miranda, são resultados de patrocínio.

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