Ilhéus vive um período em que muito se fala em desenvolvimento, progresso e geração de empregos. Obras que vão causar impactos ambientais irreversíveis (segundo o EIA da BAMIN) estão sendo debatidas com intensidade. A maioria, infelizmente, deseja o crescimento com destruição, a todo custo.
Porém, na parte sul da cidade, os areais não estão sendo fiscalizados pela secretaria municipal de meio ambiente. Alguns possuem licenças para pesquisa, mas realizam extrações, o que é proibido por lei.
A secretaria não dispõe de estrutura satisfatória, recursos financeiros e servidores de carreira capazes de impedir que os areais clandestinos funcionem.
Esse fato levanta uma dúvida.
Na realização de uma obra com nível imensamente maior de degradação ambiental, como o Complexo Intermodal, o município, com a estrutura atual, terá condições de acompanhar de forma efetiva todos os problemas ambientais que surgirão?