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:: ‘artigo de Thiago Dias’

UM SINAL PARA O LULISMO

O jornalista Paulo Henrique Amorim e o ex-presidente Lula.

O jornalista Paulo Henrique Amorim e o ex-presidente Lula.

Por Thiago Dias

Manhã de sábado (15), um amigo ex-petista pergunta no WhatsApp:

– PHA [Paulo Henrique Amorim] criticou Lula. O que achou?

Respondi que não tinha visto a crítica, e fui ver. O comentário que se segue é a tentativa de resposta para a pergunta sobre o vídeo do jornalista conhecido por seu alinhamento com o PT.

“A relação do ex-presidente Lula com os donos da Odebrecht pode não ser ilegal, mas não é ética, não é republicana, não é digna de um líder popular”, afirma Paulo Henrique Amorim. Para ele, as delações revelaram que o líder do PT manteve “relação promíscua” com os empresários baianos.

O vídeo tem um valor pedagógico diretamente ligado ao seu autor, porque abre caminho para a crítica dentro do lulismo. É um sinal do militante da informação para a militância das redes.

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CRISE DO SAC DE ILHÉUS ILUSTRA PRECARIEDADE DO TRABALHO TERCEIRIZADO

Imagem: Photos Síntese.

Imagem: Photos Síntese.

Por Thiago Dias

Imagine, caro leitor, que a escola particular onde seu filho estuda poderá ter professores terceirizados. No limite, é isso o que o projeto de terceirização irrestrita pretende autorizar. Aprovada pela maioria dos deputados, a proposta aguarda a sanção da Presidência da República.

Segundo o Blog Agravo, 90 por cento dos trabalhadores do SAC de Ilhéus são terceirizados. De acordo com o representante do sindicato da categoria (Sindlimp), Cláudio Couto, esses funcionários sofrem “constantemente” com o atraso de salários e de vale-transporte. Hoje (24), decidiram cruzar os braços em protesto. A paralisação prejudica a emissão de documentos e outros serviços da unidade.

Ainda de acordo com o sindicalista, as empresas terceirizadas também não cumprem regularmente suas obrigações com o INSS e o FGTS. Mais prejuízo para os terceirizados do SAC.

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AUTORITARISMO DA “ESCOLA SEM PARTIDO” RONDA ACM NETO

Alexandre Aleluia e ACM Neto.

Alexandre Aleluia e ACM Neto.

Por Thiago Dias

A versão soteropolitana do projeto “Escola Sem Partido” é do vereador Alexandre Aleluia (DEM). A Câmara de Vereadores de Salvador aprovou a indicação dele para que a rede municipal de ensino ganhe cartazes instrutivos. Os informes devem incluir esclarecimentos sobre “os deveres dos professores”.

“É uma proposta que defende o resgate da família na formação educacional dos estudantes; o pluralismo de ideias e o foco na transmissão de conhecimentos nas escolas da rede municipal. O projeto combate a doutrinação ideológica e partidária praticada atualmente nas salas de aula”, explica o autor.

Como se sabe, o prefeito ACM Neto (DEM) pode acatar ou não a proposta. Eventual dúvida talvez o lance numa conta eleitoreira.

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BANCOS TÊM DÍVIDA ANTIGA COM A ZONA SUL DE ILHÉUS

A zona sul de Ilhéus tem quase tudo. Falta uma agência bancária. Imagens: Google e José Nazal.

A zona sul de Ilhéus tem quase tudo. Falta uma agência bancária. Imagens: Google e José Nazal.

Por Thiago Dias

Entre outras coisas, a zona sul de Ilhéus tem escolas, aeroporto, restaurantes, bares, supermercados, barracas de praia e um forte comércio. Falta-lhe uma agência bancária, dívida antiga das instituições financeiras.

Prestadores de serviços, comerciantes e consumidores dessa região manifestam a demanda. Muitos deles são obrigados a cruzar a cidade diariamente apenas para ir ao banco. Mesmo com muitos serviços bancários disponíveis na internet, as operações a distância ainda não dão conta de todas as necessidades dos clientes.

Ir ao banco consome mais tempo quando se tem de atravessar um percurso congestionado, a coisa mais comum no trânsito entre a zona sul e o Centro de Ilhéus. O prejuízo sobra para os clientes dessa região, que abrange bairros com comércio pujante, como o Nelson Costa e o Pontal.

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ILHÉUS EM TRANSE: TEMPO, ESPAÇO E PERCEPÇÃO

Imagem registrada por José Nazal nessa quinta-feira (2).

Imagem registrada por José Nazal nessa quinta-feira (2).

Por Thiago Dias

O Blog do Gusmão publicou ontem (2) matéria sobre a abertura do caminho das pistas de acesso da nova ponte Ilhéus-Pontal – veja aqui.

No mesmo dia, o vice-prefeito José Nazal (Rede Sustentabilidade) voltou a sobrevoar a cidade para registrar imagens aéreas. Uma delas (acima) mostra o traçado das vias que darão acesso à ponte a partir do Centro. A perspectiva proporciona visão ampla do local. A vegetação ajuda a visualizar a linha que ganha forma com o trabalho do rolo compressor.

Nazal gosta de contar uma história para ilustrar o modo como não nos damos conta das mudanças que acontecem diante dos nossos olhos. Com 61 anos, ele sempre morou na Avenida Soares Lopes. Ao longo das últimas cinco décadas, os impactos ambientais da construção do Porto do Malhado transformaram a paisagem à frente da sua casa. “E eu não vi!”, exclama, quando lembra do “recuo” do mar. Antes do porto, as ondas da praia da Avenida beiravam o terreno onde a Catedral de São Sebastião foi erguida.

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NO CARNAVAL DO “FORA, TEMER!”, ACM NETO SUBVERTE LEGADO DO AVÔ

Prefeito repudia veto contra banda que puxou "Fora, Temer!". Imagem mostra ACM Neto com o avô.

Prefeito repudia veto contra banda que puxou “Fora, Temer!”. Imagem mostra ACM Neto com o avô.

Por Thiago Dias

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), não vê “sentido nenhum” em punir a banda Baiana System por causa da manifestação política contra o presidente Michel Temer (PMDB). O quase sempre silencioso Conselho Municipal do Carnaval cogitou a punição

“Uma bobagem se querer censurar ou vetar, se for assim o artista não poderia chegar e elogiar a mim ou ao governador [Rui Costa, do PT]. Pode elogiar, pode criticar. É a liberdade mesmo. No que se refere a mim, tem que deixar cada um fazer o que quer fazer”, afirmou o neto de Antônio Carlos Magalhães. 

A declaração do prefeito nem de longe lembra as práticas consagradas por seu avô.

O autoritarismo patriarcal de ACM vai permanecer por muito tempo na imaginação do povo baiano. É uma das imagens mais difundidas entre as memórias da nossa política. Esse tipo de presença não se propaga apenas como folclore. O seu dono fez por onde.

Em tempos bicudos, de rara coerência política e desorientação dos setores de esquerda, ACM Neto desponta como liderança conservadora.

A sua postura no caso Baiana System mostrou habilidade. Ao menos neste episódio, subverteu o legado do avô. Mais que isso: indicou disposição para fazer concessões necessárias ao convencimento de amplas camadas do eleitorado. Com o Carnaval 2017 perto do fim, 2018 é ali.

Thiago Dias é repórter do Blog do Gusmão.

“REFORMA” DE TEMER MIRA BENEFÍCIO DE IDOSOS POBRES

Presidente Michel Temer. Imagem: Dida Sampaio/Estadão.

Presidente Michel Temer: o “reformista”.  Imagem: Dida Sampaio/Estadão.

Por Thiago Dias

O Supremo Tribunal Federal julgou que um quarto do salário mínimo não é um valor justo como critério para o benefício de prestação continuada (BPC) pago a pessoas com deficiência e idosos na linha de pobreza. A decisão exige um aumento que tende a ampliar o alcance do benefício para famílias com rendas maiores.

O Supremo considerou que essas pessoas precisam de cuidados especiais e geralmente têm mais despesas com serviços de saúde e medicamentos. Portanto, cabe ao conjunto da sociedade arcar com os custos de uma vida digna para quem não tem condições de se sustentar por dificuldades insuperáveis. Esse é o sentido solidário da Previdência Social, marco civilizatório do povo brasileiro. Fora dele, entregaremos de vez os mais velhos e carentes à exclusão, numa versão “reformista” da antiga prática de atirar os excluídos no abismo.

Após a decisão do Supremo, o governo Temer disse ao mercado que prepara novo ataque contra a Previdência Social. Naturalmente, usou a linguagem tecnocrática. “A ideia é um indicador que olhe aquela família em relação à população como um todo. Um algoritmo”, explicou à Folha de S. Paulo o diretor de assuntos fiscais e sociais do Ministério do Planejamento, Arnaldo Lima.

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EDITAR A HISTÓRIA É UMA TENTAÇÃO DO PODER

Atores representam banqueiros na propaganda da campanha da ex-presidente Dilma.

Atores representam banqueiros na campanha de 2014 da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Por Thiago Dias

No livro Por que os líderes mentem (2011), o professor John Mearsheimer, da Universidade de Chicago, toma como um de seus exemplos a decisão política do governo Bush de invadir o Iraque. A justificativa era a ameaça de armas químicas nunca encontradas. Naquele momento, em 2003, interessava ao grupo político do presidente norte-americano demonstrar que a guerra contra Saddam Hussein não era uma questão de escolha, mas sim de necessidade.

A guerra entre duas nações e os discursos que a racionalizam estão num universo de relações amplas e complexas, a começar pela necessária aceitação do assassinato como instrumento racional do poder. Atuar nesse ambiente é papel para a propaganda do Estado Nacional. Nesse ramo, o Nazismo foi precursor de recursos estéticos que ainda predominam em campanhas políticas. A expressão “campanha publicitária” não nega a condição da propaganda como espécie de esforço de guerra.

A onipresença da propaganda, que muitas vezes substitui o diálogo até nas relações pessoais, foi denunciada pelo filósofo Albert Camus no ensaio O homem revoltado, de 1950, escrito sob o impacto da Segunda Guerra Mundial e dos aspectos mais trágicos do socialismo russo. Ele lembra que, em determinado momento da consolidação da ideologia totalitária, a União Soviética se viu às voltas com a necessidade de censurar escritos do próprio Karl Marx. Naquela altura, parte do pensamento do filósofo e economista alemão já havia sido transformada em heresia pelos revolucionários. Segundo Camus, as revoluções que ele conheceu produziram somente assassinos ou hereges.

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CUNHA ORIENTOU AUTORES DO PEDIDO DE IMPEACHMENT

Eduardo Cunha.

Eduardo Cunha.

Por Thiago Dias

A edição de novembro da revista piauí traz reportagem da jornalista Julia Duailibi sobre a advogada e professora Janaina Paschoal, autora do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Paschoal compartilhou a autoria do documento com os colegas Miguel Reale Júnior (PSDB) e Hélio Bicudo, fundador do Partido dos Trabalhadores.

Conforme a reportagem, em setembro de 2015, quando protocolaram o pedido e suas primeiras alterações, os autores delimitaram a acusação a atos praticados por Dilma até 2014. Com isso, correram o risco de o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), rejeitar a peça, pois a Constituição proíbe impeachment baseado em acusações sobre mandatos anteriores.

Para a sorte dos acusadores, informa a repórter Julia Duailibi, “Cunha agia afinado com a oposição. Fez chegar a seus líderes que a denúncia deveria impreterivelmente abarcar crimes cometidos por Dilma em 2015, caso contrário seria difícil aceitá-la”.

Depois de orientar os aliados, ainda de acordo com a jornalista, “Cunha anunciou à imprensa que, a ‘pedido’ da oposição, antes de analisar o documento ele esperaria a anexação de novas denúncias”.

O agente político responsável pela abertura do processo instruiu os autores do pedido para evitar que a peça fosse descartada por um erro grosseiro. Essa é uma verdade incômoda para a narrativa do impeachment.

A colaboração de Cunha reforça o argumento da defesa de Dilma sobre o caráter estritamente político, e portanto ilegal, do processo que cassou seu mandato. O Congresso atropelou requisitos jurídicos que, se respeitados, impediriam o golpe. Mas, a legalidade é só um detalhe inconveniente  para os que compactuam com o reino dos fins. Afinal, era preciso “estancar a sangria” a todo custo.

Thiago Dias é graduado em comunicação, estudante de direito e redator do Blog do Gusmão.

MALANDRAMENTE

thiago-dias-blogPor Thiago Dias

A Câmara de Vereadores de Ilhéus pode votar nessa sexta-feira os projetos de reajuste salarial para os cargos do Executivo e Legislativo.

O objetivo da sessão extraordinária seria surpreender movimentos contrários às propostas. Em outras palavras, os vereadores favoráveis ao aumento estariam dispostos a dar um migué.

Por diferentes meios, parte significativa da população tem se manifestado contra os projetos. Abaixo-assinado já reúne mais de 1.200 assinaturas

A Câmara não fez qualquer esforço para ampliar o debate ou tentar demonstrar que os reajustes seriam compatíveis com a realidade ilheense.

Caso os projetos sejam colocados em votação nessa sexta-feira, a postura da Mesa Diretora indicará perspectiva antidemocrática. É como se dissesse que todo o trabalho legislativo seria muito mais fácil se as portas da Casa fossem definitivamente fechadas para o povo.

Os vereadores que votarem a favor estarão com os ouvidos malandramente fechados.

Thiago Dias é comunicólogo, estudante de direito e colaborador do Blog do Gusmão.

O BAIXINHO OPORTUNISTA VIROU HOMEM DE REBANHO

Romário ao lado do prefeito eleito do Rio de Janeiro, Crivella, bispo (licenciado) da Igreja Universal. Imagem: Facebook.

Romário ao lado do prefeito eleito do Rio de Janeiro, Crivella, bispo (licenciado) da Igreja Universal. Imagem: Facebook.

Por Thiago Dias

Romário trocou muitas corridas em volta do campo por sessões de futevôlei. O treino alternativo certamente aprimorou sua técnica para arremates de primeira.

Na Copa de 94, a cabeçada certeira entre zagueiros suecos e o chute acrobático contra os holandeses foram frutos do seu tempo-de-bola fora de série.

O oportunismo do baixinho dentro da área talvez seja inigualável. Essa característica consagrou o ídolo de 1,67m como um dos maiores centroavantes da história do futebol.

Na política, o oportunismo de Romário ganha sentido negativo, porque o apequena. Não o diferencia, lança-o no lugar-comum. Como muitos, o ex-deputado e hoje senador se aproveitou da condição de ídolo para angariar votos.

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COMUNHÃO EM PECADO

thiago-dias-blogPor Thiago Dias

Conheci um visionário. Liderou as primeiras manifestações contra Dilma em Ilhéus. Em 2014, me disse, foi um dos poucos da marcha da família ilheense pela intervenção militar constitucional. Falou com orgulho do movimento. Perguntei se estava feliz com o governo Temer. Balançou a cabeça em sinal negativo. O que importava mesmo era tirar a Dilma, pensei.

Estávamos numa clínica veterinária. Foi em busca de atendimento para a sua cadela pitbull, que tem sido alimentada apenas com whey protein e ovos. Debilitada, não consegue comer sozinha. O caseiro coloca a comida na sua bocarra três vezes por dia. O líder da marcha sentiu necessidade de me explicar que o empregado assumira a missão de forma espontânea, pois o regime da paciente exige pontualidade.

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O QUE A LAVA JATO RESERVA PARA A VOTAÇÃO DO IMPEACHMENT?

Lula enxuga lágrimas ao discursar após condução coercitiva ilegal. Imagem: Partido dos Trabalhadores.

Lula chora ao discursar após condução coercitiva ilegal. Imagem: Partido dos Trabalhadores.

Por Thiago Dias

No dia 4 de março de 2016, o juiz Sergio Moro autorizou a Polícia Federal a obrigar o ex-presidente Lula a prestar depoimento. Segundo especialistas, além de ilegal, a condução coercitiva foi espetacularizada.

No dia 16 de março, o mesmo juiz violou de novo a legislação nacional ao divulgar conversa entre a presidente Dilma Rousseff e Lula. O Supremo Tribunal Federal puxou a orelha do magistrado. Moro pediu desculpas, mas outro espetáculo patrocinado por sua conduta ilegal já estava cena.

O juiz Sergio Moro é parte acusatória da Operação Lava Jato. A menos de um mês da votação do impeachment na Câmara dos Deputados, seus atos ilegais atiçaram a opinião pública contra o governo Dilma. Ajudaram a levar mais gente com a camisa da CBF para a Avenida Paulista. 

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GLOBO DEFENDE “FIM DO INJUSTO ENSINO SUPERIOR GRATUITO”

José Roberto Marinho e Temer.

José Roberto Marinho, Michel e um fã. Imagem: UOL.

Por Thiago Dias

No Brasil os meios de comunicação tradicionais estão na vanguarda do discurso neoliberal. Não são veículos a serviço de políticos neoliberais, são os próprios partidos dessa forma de conceber os papéis do Estado contemporâneo.

O jornal da família Marinho, O Globo, reforçou essa postura num editorial publicado nesse domingo (24). Segundo o título, “crise força o fim do injusto ensino superior gratuito”.

A lógica do jornal é a seguinte: o Estado não pode aumentar impostos, portanto, é obrigado a cortar gastos. Quais? As despesas com o ensino público. Por quê? A maioria dos estudantes pode pagar, e os pobres teriam bolsas.

O jornal não cita que o Brasil até hoje não sobretaxa grandes fortunas, como ordenado pela Constituição Federal de 1988. Sem ela, os pobres pagam proporcionalmente muito mais impostos que os ricos, pois os tributos brasileiros incidem mais sobre o consumo do que a renda.

Tampouco menciona que o grande ralo dos recursos públicos é a amortização da dívida pública.  Como a taxa básica de juros do Brasil é alta para agradar rentistas, só em 2014 o Estado desembolsou R$ 978 bilhões com juros. Confira aqui. Parece que diminuir esse tipo de despesa não é um caminho viável para a lógica rentista de O Globo.

“Para combater uma crise nunca vista, necessita-se de ideias nunca aplicadas. Neste sentido, por que não aproveitar para acabar com o ensino superior gratuito, também um mecanismo de injustiça social? Pagará quem puder, receberá bolsa quem não tiver condições para tal. Funciona assim, e bem, no ensino privado. E em países avançados, com muito mais centros de excelência universitária que o Brasil”, escreveu O Globo. Leia a íntegra.

Trata-se de um recado direto para Michel, o mordomo interino dazelite.

Thiago Dias é graduado em comunicação social pela UESC.

O HERMENEUTA DO TERROR

Charge de Latuff (2015).

Charge de Latuff (2015).

Por Thiago Dias

Segundo um homem que ouvi na manhã dessa sexta-feira (15), a responsabilidade pelo terrorismo no mundo deve ser atribuída aos soldados do rei Davi.

Explicou que os soldados desobedeceram ordem de Deus ao preservar as vidas de mulheres e crianças palestinas, mesmo quando tiveram a oportunidade de exterminá-las.

Disse isso com naturalidade, num comentário sobre o terrorismo na França. O hermeneuta do terror alegou que essa é uma verdade bíblica sobre os desígnios de Deus.

Não sei se Deus queria mesmo matar todas as criancinhas palestinas, mas a Bíblia também registra: o que contamina o homem é o que sai da sua boca.

Thiago Dias é comunicólogo.

O GOVERNO DO ACHISMO

Prefeito Jabes Ribeiro e o vice-prefeito Carlos Machado (Cacá). Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Prefeito Jabes Ribeiro e o vice-prefeito Carlos Machado (Cacá). Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Por Thiago Dias

O planejamento deve ser o ponto de partida de qualquer iniciativa pública ou privada. O plano, por si só, não garante o êxito da ação, mas aumenta as chances de sucesso. Ao que tudo indica, os gestores do governo Jabes Ribeiro mataram essa aula de gestão.

Em ambientes complexos como o da administração pública, um bom planejamento é necessariamente construído com dados obtidos por meio de métodos científicos. Não se trata de endeusar a ciência, mas de reconhecer os instrumentos eficazes para alcançar os resultados pretendidos.

Em quais dados o governo Jabes se baseou para afirmar que “as festas populares, a exemplo das juninas, aumentam a quantidade de turistas e fortalecem a economia local”?

Presente numa nota divulgada nessa segunda-feira (4), a afirmação sugere que a regra vale para qualquer circunstância, inclusive quando a prefeitura diz que não tem dinheiro, mas gasta centenas de milhares de reais com festejos numa cidade sem tradição de grandes festas juninas (parte significativa da população viaja para outros municípios nessa época). Sem falar na pouca transparência dos gastos e no estado de emergência decretado por causa da crise hídrica.

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