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:: ‘artigo de Thiago Dias’

JOESLEY NEGOCIA ÁUDIOS ESCONDIDOS EM TROCA DE IMPUNIDADE

Joesley tem uma carga na manga. Um blefe?. Imagem: Folhapress.

Joesley tem uma carga na manga. Um blefe?. Imagem: Folhapress.

Por Thiago Dias

O empresário Joesley Batista, corrupto confesso, entregou-se ontem (10) à Polícia Federal. Segundo a repórter Daniela Lima, editora da coluna Painel, da Folha de S. Paulo, o maior produtor de proteína do mundo tem uma carta na manga.

Guardou-a para a segunda rodada de negociação com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Joesley diz que tem gravações inéditas escondidas em algum lugar fora do Brasil. Porém, afirma que só vai entregá-las se os termos generosos do seu acordo de delação premiada forem mantidos.

Ele quer a impunidade penal, o passe-livre da corrupção. Funciona assim. O sujeito enriquece com a ajuda de agentes públicos corruptos. Admite tudo isso à PGR e lista, entre os que corrompeu, o presidente da República e seus antecessores no cargo, além da gentalha ministerial.

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DEFESA DE JAMIL PODE REVERTER CASSAÇÃO DO MANDATO NA JUSTIÇA

Vereador Jamil Ocké.

Vereador Jamil Ocké.

Por Thiago Dias

Ontem (8), o presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus, Lukas Paiva (PSB), acolheu parecer que recomenda a cassação do mandato do vereador Jamil Ocké (PP).

A decisão foi monocrática, ou seja, o presidente não a submeteu ao plenário nem à mesa diretora.

Conforme o parecer do procurador jurídico da Câmara, Daniel Mendes Mendonça, a perda do mandato se justifica pelo afastamento de mais de 120 dias do vereador, que está preso desde o último dia 21 de março.

É muito provável que a defesa de Jamil Ocké recorra à Justiça para anular a decisão do presidente da Câmara.

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LAÇOS E FITAS

Governador Rui Costa. Imagem: Secom/GOVBA.

Governador Rui Costa. Imagem: Secom/GOVBA.

Por Thiago Dias

Em pouco mais de um mês, o governador Rui Costa (PT) fez pelo menos quatro visitas ao sul da Bahia. Nelas, participou dos aniversários de Ilhéus, de Itabuna, de Una e do prefeito Fernando Gomes (DEM), além de marcar presença no festival do chocolate.

Títulos, convênios e projetos animaram os trabalhos. Se os planos da administração estadual finalmente emplacarem, Rui vai poder usar o sul do estado como uma das vitrines da sua gestão.

A obra da nova ponte Ilhéus-Pontal, por exemplo, vai ficar bem na foto para as eleições de 2018, caso avance no ritmo esperado. Afinal, enquanto estreita laços com o sul da Bahia, é bom que o governador também garanta inaugurações para cortar as fitas.

Thiago Dias é repórter do Blog do Gusmão.

PROXIMIDADE COM TEMER É “BARRIL”

ACM Neto deve calcular preço político do apoio a Temer.

ACM Neto deve calcular preço político do apoio a Temer.

Por Thiago Dias

O léxico baiano consagrou a expressão “barril” como sinônimo de problemão. Não conheço o contexto semântico que engendrou o significado. Mas sei, por exemplo, que também podemos chamar um lugar perigoso ou ruim de “barriado” e seremos compreendidos na maior parte da Bahia.

Do ponto de vista político, é exatamente nesse lugar, nesse “barril”, que estão os avalistas da manutenção de Michel Temer na Presidência da República.

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UMA TRISTEZA SEM COMOÇÃO

Imagem: Wikipedia.

Imagem: Wikipedia.

Por Thiago Dias

Presenteei um amigo com um livro de entrevistas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A coletânea remete ao líder de greve dos estertores da ditadura civil-militar. Traz um autógrafo muito parecido com o de Lula. “É dele!”, atestou o cara do sebo onde comprei o exemplar. Palavra de mercador.

Lula é reconhecido por muitos como o melhor presidente que o Brasil já teve. Estou entre esses. Porém, não deixo de reconhecer as limitações do homem por trás do ídolo.

Quando assumiu a Presidência da República, Lula já era um ex-líder de greve. Conscientemente, a maior liderança popular do Brasil se afastou da própria origem.

O ponto de separação irreparável entre o líder de greve e o presidente separou também o homem da autoconsciência sobre o seu papel num país tão desigual.

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QUEDA DE TEMER PODE FACILITAR REFORMAS

Presidente Michel Temer. Imagem: Dida Sampaio/Estadão.

Presidente Michel Temer. Imagem: Dida Sampaio/Estadão.

Por Thiago Dias

Entre aliados do presidente Michel Temer (PMDB) circula a ideia de que, nessa altura, ele é o maior obstáculo ao avanço das reformas trabalhista e previdenciária. A sua saída daria lugar a alguém identificado com os projetos, como o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

A ideia não é nova. O ministro da Fazenda disse em maio que, mesmo com a eventual queda de Temer, permaneceria no governo. Estávamos no auge do impacto das gravações de Joesley Batista. Henrique Meirelles acenou ao mercado como o fiador das reformas, haja o que houver.

O mercado – esse ente sem rosto – cobra o tripé reformista. A emenda constitucional que congelou os gastos públicos foi a primeira perna. As outras duas são justamente as reformas em curso. Há pressa, porque o tempo reformador pode não sobreviver às eleições de 2018. Didático, o próprio Temer costuma dizer que não se preocupa com votos.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é um dos aliados que defendem a renúncia do presidente. Aconselhou o gesto “nobre” ao peemedebista em tom professoral, por meio de uma carta.

FHC talvez não entenda a situação de Temer. Ao que parece, o príncipe nunca teve medo de ser preso. Poderia ter, caso os procuradores da Lava Jato se interessassem pelo que disse Emílio Odebrecht sobre a existência de caixa dois há pelo menos trinta anos.

Thiago Dias é repórter do Blog do Gusmão desde 2013.

RUAS NÃO MOSTRAM FORÇA PARA DEPOR TEMER

Presidente Michel Temer. Imagem: Dida Sampaio/Estadão.

Presidente Michel Temer. Imagem: Dida Sampaio/Estadão.

Por Thiago Dias

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou ontem (26) o presidente Michel Temer (PMDB) por corrupção passiva. A denúncia considera o episódio vexatório em que o então assessor especial de Temer, Rodrigo Rocha Loures, entrou para a história como o “homem da mala”.

As gravações de Joesley Batista e da Polícia Federal poderiam ser o combustível para aquecer os protestos contra o presidente. Mas o que se vê nas ruas é calmaria. Como diz aquela música da banda Skank, a nossa indignação mais se parece com “uma mosca sem asas, que não ultrapassa as janelas das nossas casas”.

Para avançar no Supremo Tribunal Federal, a denúncia de Janot precisa de 342 votos na Câmara dos Deputados. Diferente do cenário que antecedeu o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), a oposição do momento não marcha com o embalo de grandes atos públicos. No ambiente atual, a pressão sobre os parlamentares parece muito menor. Além do mais, sem o menor pudor, o discurso de Temer e do seu ministro da Justiça vende aos aliados a promessa de proteção contra a Lava Jato.

Nesse clima de embotamento, as ruas não mostram força para depor o peemedebista. A greve geral da próxima sexta-feira (30) poderá ser a última oportunidade para virar o jogo e pressionar a Câmara a afastar Temer.

Thiago Dias é repórter do Blog do Gusmão.

O DOGMA COMO PRISÃO DA IDOLATRIA

Os ex-presidentes Lula e Dilma no congresso do PT. Imagem: G1.

Os ex-presidentes Lula e Dilma no congresso do PT. Imagem: G1.

Por Thiago Dias

Um dogma vigora até a ruptura da convenção sobre a qual se sustenta. Isso os dogmas têm em comum com os ídolos. Ambos duram tanto quanto o sistema de valores e crenças que os mantêm. Dogmas e ídolos compartilham outra característica. Devem ser incontestáveis, porque a contestação ameaça as convenções.

Dogmática e idolatria se misturam na política. A depender das circunstâncias, podem ser motores da mobilização popular. Na maioria das vezes, servem para deixar as coisas como estão.

Tomemos o exemplo do Partido dos Trabalhadores. Justifico a escolha: parte significativa da esquerda brasileira vê no ex-presidente Lula a única figura capaz de conter o avanço de nomes como o do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) na corrida presidencial. Eis um dogma diante do ídolo.

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O AGROPOP QUER NOS LEVAR À ALTA IDADE MÉDIA

O deputado Nilson Leitão quer substituir o salário do trabalhador rural por moradia e comida.

O deputado Nilson Leitão quer substituir o salário do trabalhador rural por moradia e comida.

Por Thiago Dias

Na classificação sumária da história, chamamos a época seguinte à queda do império romano de alta idade média, período marcado pelo modo de produção feudal. Do ponto de vista formal, saltamos o feudalismo.  Nosso ponto de partida foi o retrocesso à antiguidade com a barbarização colonizadora. O Brasil fundou-se no escravagismo. Os representantes da aristocracia agropecuária querem preencher a lacuna histórica. Esse ideal missionário ganhou corpo no projeto de lei 6442/16, que trata das regras do trabalho rural.

O projeto propõe a substituição da obrigatoriedade do salário pelo fornecimento de comida e moradia. Numa relação de trabalho desse nível, inauguraríamos o feudalismo-escravagista. Nele, o agropop poderia extrair o melhor do material humano disponível no campo, tratando o trabalhador como vassalo ou escravo, a depender das conveniências. É significativo que a Coordenação Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo tenha se manifestado pela rejeição integral do projeto, assim como a Procuradoria-Geral do Ministério Público do Trabalho.

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UM SINAL PARA O LULISMO

O jornalista Paulo Henrique Amorim e o ex-presidente Lula.

O jornalista Paulo Henrique Amorim e o ex-presidente Lula.

Por Thiago Dias

Manhã de sábado (15), um amigo ex-petista pergunta no WhatsApp:

– PHA [Paulo Henrique Amorim] criticou Lula. O que achou?

Respondi que não tinha visto a crítica, e fui ver. O comentário que se segue é a tentativa de resposta para a pergunta sobre o vídeo do jornalista conhecido por seu alinhamento com o PT.

“A relação do ex-presidente Lula com os donos da Odebrecht pode não ser ilegal, mas não é ética, não é republicana, não é digna de um líder popular”, afirma Paulo Henrique Amorim. Para ele, as delações revelaram que o líder do PT manteve “relação promíscua” com os empresários baianos.

O vídeo tem um valor pedagógico diretamente ligado ao seu autor, porque abre caminho para a crítica dentro do lulismo. É um sinal do militante da informação para a militância das redes.

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CRISE DO SAC DE ILHÉUS ILUSTRA PRECARIEDADE DO TRABALHO TERCEIRIZADO

Imagem: Photos Síntese.

Imagem: Photos Síntese.

Por Thiago Dias

Imagine, caro leitor, que a escola particular onde seu filho estuda poderá ter professores terceirizados. No limite, é isso o que o projeto de terceirização irrestrita pretende autorizar. Aprovada pela maioria dos deputados, a proposta aguarda a sanção da Presidência da República.

Segundo o Blog Agravo, 90 por cento dos trabalhadores do SAC de Ilhéus são terceirizados. De acordo com o representante do sindicato da categoria (Sindlimp), Cláudio Couto, esses funcionários sofrem “constantemente” com o atraso de salários e de vale-transporte. Hoje (24), decidiram cruzar os braços em protesto. A paralisação prejudica a emissão de documentos e outros serviços da unidade.

Ainda de acordo com o sindicalista, as empresas terceirizadas também não cumprem regularmente suas obrigações com o INSS e o FGTS. Mais prejuízo para os terceirizados do SAC.

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AUTORITARISMO DA “ESCOLA SEM PARTIDO” RONDA ACM NETO

Alexandre Aleluia e ACM Neto.

Alexandre Aleluia e ACM Neto.

Por Thiago Dias

A versão soteropolitana do projeto “Escola Sem Partido” é do vereador Alexandre Aleluia (DEM). A Câmara de Vereadores de Salvador aprovou a indicação dele para que a rede municipal de ensino ganhe cartazes instrutivos. Os informes devem incluir esclarecimentos sobre “os deveres dos professores”.

“É uma proposta que defende o resgate da família na formação educacional dos estudantes; o pluralismo de ideias e o foco na transmissão de conhecimentos nas escolas da rede municipal. O projeto combate a doutrinação ideológica e partidária praticada atualmente nas salas de aula”, explica o autor.

Como se sabe, o prefeito ACM Neto (DEM) pode acatar ou não a proposta. Eventual dúvida talvez o lance numa conta eleitoreira.

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BANCOS TÊM DÍVIDA ANTIGA COM A ZONA SUL DE ILHÉUS

A zona sul de Ilhéus tem quase tudo. Falta uma agência bancária. Imagens: Google e José Nazal.

A zona sul de Ilhéus tem quase tudo. Falta uma agência bancária. Imagens: Google e José Nazal.

Por Thiago Dias

Entre outras coisas, a zona sul de Ilhéus tem escolas, aeroporto, restaurantes, bares, supermercados, barracas de praia e um forte comércio. Falta-lhe uma agência bancária, dívida antiga das instituições financeiras.

Prestadores de serviços, comerciantes e consumidores dessa região manifestam a demanda. Muitos deles são obrigados a cruzar a cidade diariamente apenas para ir ao banco. Mesmo com muitos serviços bancários disponíveis na internet, as operações a distância ainda não dão conta de todas as necessidades dos clientes.

Ir ao banco consome mais tempo quando se tem de atravessar um percurso congestionado, a coisa mais comum no trânsito entre a zona sul e o Centro de Ilhéus. O prejuízo sobra para os clientes dessa região, que abrange bairros com comércio pujante, como o Nelson Costa e o Pontal.

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ILHÉUS EM TRANSE: TEMPO, ESPAÇO E PERCEPÇÃO

Imagem registrada por José Nazal nessa quinta-feira (2).

Imagem registrada por José Nazal nessa quinta-feira (2).

Por Thiago Dias

O Blog do Gusmão publicou ontem (2) matéria sobre a abertura do caminho das pistas de acesso da nova ponte Ilhéus-Pontal – veja aqui.

No mesmo dia, o vice-prefeito José Nazal (Rede Sustentabilidade) voltou a sobrevoar a cidade para registrar imagens aéreas. Uma delas (acima) mostra o traçado das vias que darão acesso à ponte a partir do Centro. A perspectiva proporciona visão ampla do local. A vegetação ajuda a visualizar a linha que ganha forma com o trabalho do rolo compressor.

Nazal gosta de contar uma história para ilustrar o modo como não nos damos conta das mudanças que acontecem diante dos nossos olhos. Com 61 anos, ele sempre morou na Avenida Soares Lopes. Ao longo das últimas cinco décadas, os impactos ambientais da construção do Porto do Malhado transformaram a paisagem à frente da sua casa. “E eu não vi!”, exclama, quando lembra do “recuo” do mar. Antes do porto, as ondas da praia da Avenida beiravam o terreno onde a Catedral de São Sebastião foi erguida.

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NO CARNAVAL DO “FORA, TEMER!”, ACM NETO SUBVERTE LEGADO DO AVÔ

Prefeito repudia veto contra banda que puxou "Fora, Temer!". Imagem mostra ACM Neto com o avô.

Prefeito repudia veto contra banda que puxou “Fora, Temer!”. Imagem mostra ACM Neto com o avô.

Por Thiago Dias

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), não vê “sentido nenhum” em punir a banda Baiana System por causa da manifestação política contra o presidente Michel Temer (PMDB). O quase sempre silencioso Conselho Municipal do Carnaval cogitou a punição

“Uma bobagem se querer censurar ou vetar, se for assim o artista não poderia chegar e elogiar a mim ou ao governador [Rui Costa, do PT]. Pode elogiar, pode criticar. É a liberdade mesmo. No que se refere a mim, tem que deixar cada um fazer o que quer fazer”, afirmou o neto de Antônio Carlos Magalhães. 

A declaração do prefeito nem de longe lembra as práticas consagradas por seu avô.

O autoritarismo patriarcal de ACM vai permanecer por muito tempo na imaginação do povo baiano. É uma das imagens mais difundidas entre as memórias da nossa política. Esse tipo de presença não se propaga apenas como folclore. O seu dono fez por onde.

Em tempos bicudos, de rara coerência política e desorientação dos setores de esquerda, ACM Neto desponta como liderança conservadora.

A sua postura no caso Baiana System mostrou habilidade. Ao menos neste episódio, subverteu o legado do avô. Mais que isso: indicou disposição para fazer concessões necessárias ao convencimento de amplas camadas do eleitorado. Com o Carnaval 2017 perto do fim, 2018 é ali.

Thiago Dias é repórter do Blog do Gusmão.

“REFORMA” DE TEMER MIRA BENEFÍCIO DE IDOSOS POBRES

Presidente Michel Temer. Imagem: Dida Sampaio/Estadão.

Presidente Michel Temer: o “reformista”.  Imagem: Dida Sampaio/Estadão.

Por Thiago Dias

O Supremo Tribunal Federal julgou que um quarto do salário mínimo não é um valor justo como critério para o benefício de prestação continuada (BPC) pago a pessoas com deficiência e idosos na linha de pobreza. A decisão exige um aumento que tende a ampliar o alcance do benefício para famílias com rendas maiores.

O Supremo considerou que essas pessoas precisam de cuidados especiais e geralmente têm mais despesas com serviços de saúde e medicamentos. Portanto, cabe ao conjunto da sociedade arcar com os custos de uma vida digna para quem não tem condições de se sustentar por dificuldades insuperáveis. Esse é o sentido solidário da Previdência Social, marco civilizatório do povo brasileiro. Fora dele, entregaremos de vez os mais velhos e carentes à exclusão, numa versão “reformista” da antiga prática de atirar os excluídos no abismo.

Após a decisão do Supremo, o governo Temer disse ao mercado que prepara novo ataque contra a Previdência Social. Naturalmente, usou a linguagem tecnocrática. “A ideia é um indicador que olhe aquela família em relação à população como um todo. Um algoritmo”, explicou à Folha de S. Paulo o diretor de assuntos fiscais e sociais do Ministério do Planejamento, Arnaldo Lima.

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