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:: ‘Baía do Pontal’

VÍDEO: HOMEM JOGA ENTULHO NA BAÍA DO PONTAL

A Baía do Pontal é um dos lugares mais bonitos de Ilhéus. Infelizmente, tamanha beleza esconde perigos, como o risco de contaminação num simples banho. Com frequência, o Inema insere a baía entre áreas que devem ser evitadas por banhistas. Grande parte do problema resulta do lançamento de esgoto não tratado.

A mesma beleza também não impede que ela seja vítima de outro tipo de poluição. Encontra-se até carcaças de eletrodomésticos à margem da baía. Em determinado nível de condicionamento cultural, o belo não sensibiliza.

Nesse domingo (19), um leitor do Blog do Gusmão nos enviou fotografias e vídeo que mostram um homem jogando entulho na beira da baía. A cena é só um exemplo do cotidiano de maus-tratos. Confira abaixo.

Sequência de imagens mostra momento em que homem joga entulho.

Sequência de imagens mostra momento em que homem joga entulho.

Imagens enviadas por um leitor do blog.

Imagens enviadas por um leitor do blog.

BARONESAS CHEGAM À BAÍA DO PONTAL

Plantas aquáticas são indicadores de poluição. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Plantas aquáticas são indicadores de poluição. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

A Baía do Pontal, em Ilhéus, recebe desde ontem (18) quantidade significativa de baronesas (aguapés) que descem em direção ao mar junto com as água do rio Cachoeira. As chuvas recentes contribuíram para a chegada das plantas aquáticas, que são indicadores naturais de poluição.

Normalmente, as plantas se acumulam ao longo das faixas de areia de praias como as da Avenida Soares Lopes e do Morro de Pernambuco. Com a proximidade da alta estação, cabe à prefeitura agir rápido para recolhê-las.

ORLA DO PONTAL: LINDA E MAL ILUMINADA

Calçada da Avenida Getúlio Vargas. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Calçada da Avenida Getúlio Vargas. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Publicamos matérias recentes sobre as lâmpadas queimadas da rede de iluminação pública de Ilhéus. Registramos o problema em duas áreas da Avenida Soares Lopes: perto do Cine Santa Clara e na Praça Castro Alves.

Na noite dessa segunda-feira (29), identificamos a mesma situação em outro local muito movimentado de Ilhéus, a Avenida Getúlio Vargas, conhecida equivocadamente como Avenida Lomanto Júnior, no Pontal. Pelo menos seis postes ao longo da orla têm lâmpadas apagadas.

A exemplo do que acontece na Avenida Soares Lopes, muitas pessoas usam a orla do Pontal para praticar exercícios físicos à noite. A mal iluminação do percurso pode desencorajar esse hábito saudável.

Na manhã dessa terça-feira (30), por telefone, o secretário de serviços urbanos da Prefeitura de Ilhéus, César Benevides, explicou ao Blog do Gusmão que esse tipo de problema é mais frequente no clima chuvoso do inverno.

Segundo ele, o governo mantém cinco equipes nas ruas para identificar falhas e atender as reclamações das comunidades. As lâmpadas da Praça Castro Alves e das imediações do cinema serão trocadas logo. Nessa semana a Avenida Getúlio Vargas também entrará no roteiro do serviço de manutenção.

César Benevides aproveitou para dizer que acessa o Blog do Gusmão diariamente, pois isso o ajuda no trabalho da secretaria.

CORPO É ENCONTRADO NA PRAIA DO CRISTO

Imagem: WhatsApp/Reprodução.

Imagem: WhatsApp/Reprodução.

O corpo de um homem foi encontrado hoje (11) na Praia do Cristo, em Ilhéus. Ainda não conseguimos identificá-lo.

Entramos em contato com a coordenação do SAMU na cidade, mas, o órgão explicou que a vítima já estava morta quando a equipe de socorro chegou ao local. Nesse caso, a responsabilidade é do Departamento de Polícia Técnica.

Também telefonamos para o DPT para tentar identificar a vítima, no entanto, essa informação ainda não está disponível. 

Segundo informações obtidas por este blog, esse homem que supostamente morreu afogado foi visto empurrando pessoas para a Baía do Pontal. Ele estava visivelmente desnorteado quando teria derrubado um idoso que se machucou ao cair sobre pedras e ostras.

De acordo com as fontes, a cena revoltou pessoas que, ao invés de chamar a polícia, podem ter feito justiça com as próprias mãos. 

O MENINO, OS MESTRES PESCADORES E A BAÍA DO PONTAL

Pescadores do Pontal. Imagem do livro "Pontal: entre o passado e o presente".

Pescadores do Pontal. Imagem do livro “Pontal: entre o passado e o presente”, de José Rezende Mendonça.

Por José Henrique Abobreira

abobreira artigoO professor Dorival de Freitas chega para dar sua aula na classe do segundo ano do ginásio do IME-Pontal. Faz a chamada dos alunos e entrega as provas de redação corrigidas. Quando chega a minha vez, uma surpresa: no pé do texto, grafada com a letra do mestre, uma frase me parabeniza e afirma meu pendor para o estudo da sociologia. Isso por causa do tema da narrativa: a vida sofrida de aventuras, incertezas e heroísmo dos pescadores do Pontal.

O professor pediu para que eu o procurasse depois para falar sobre aquela inclinação potencial para o vasto mundo da sociologia. Nem precisa dizer que o velho Eronildes Abobreira vibrou de satisfação ao saber das preocupações do filho estudante com os mais fracos da escala econômica da sociedade. Logo ele, um velho lutador pelas causas dos trabalhadores oprimidos.

Mas aquela abordagem não saíra apenas da imaginação do menino ginasiano. Era fruto de uma prática cotidiana de observação da faina dos pescadores. Morava em frente à baía do Pontal, na esquina da rua do Mata Calado com o beco de Edeltudes, que a ligava à rua do Grauçá, Nova Brasília e Marambaia. Desde criança era um observador atento e participativo da vida diária dos pescadores.

Fui vizinho de dezenas deles: mestres de saveiro como Roxinho, Fausto, Waldez, Zé Verdete, Esterlino e Mestre Artur;  pescadores como Abenúzio, Nelson, Elzo Bacalhau, Benedito, Tirorote, Lau e trabalhadores da arte de conserto e manutenção de saveiros, Seu Arlindo (Lolô – pai de Ivo Evangelista), Seu Eliezer (que calafetava as embarcações) e etc.

O menino via esse mundo pulsar da janela do oitão de casa: pela manhã cedinho, ainda com o sol relutando em aparecer, eles passavam pelo beco, em direção à praia do sul ou ao Morro de Pernambuco. Iam auscultar os ventos, o tempo, se propício à saída das embarcações para o alto mar. De véspera já tinham feito o rancho, víveres, querosene, cigarros e charutos, além do material de pesca comprado na venda de Seu Bebé (cordas, anzóis, linhas de nylon, chumbadas e…).

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CARTA ABERTA AO GOVERNADOR RUI COSTA E AO PREFEITO JABES RIBEIRO

Jabes Ribeiro e Rui Costa.

Jabes Ribeiro e Rui Costa.

O Movimento Pontalense de Cidadania e outros atores sociais de Ilhéus divulgaram hoje (4) a carta que segue abaixo. Leia.

Ilhéus, 4 de abril de 2015

Senhores governador Rui Costa e prefeito Jabes Ribeiro, foi amplamente divulgada na imprensa regional a reunião do último dia 30 de março, entre o vice-governador João Leão, o secretário de Relações Institucionais, Josias Gomes, e o prefeito Jabes Ribeiro, visando definir a melhor ocasião para a vinda a Ilhéus do governador Rui Costa, nesse mês de abril, para a assinatura da ordem de serviço das obras de esgotamento sanitário dos bairros da zona sul de Ilhéus, inclusive o Pontal.

É fato que a implantação desse projeto de esgotamento será o coroamento da possibilidade real da expansão urbana da zona sul, hoje com inúmeros empreendimentos imobiliários lançados por empresas locais e da capital, a exemplo do loteamento luxuoso Cidadelle Praia do Sul.

Aliás, a visão inovadora e arrojada do diretor comercial do Cidadelle, Denis Guimarães, fez com que o grupo adotasse a Praça São João Batista, no bairro Pontal, por meio do programa ADOTE UMA PRAÇA, da Prefeitura de Ilhéus. A reforma já está em fase de conclusão. A população está muito orgulhosa. O Cidadelle caprichou e entregará um complexo multiuso de primeiro mundo  à comunidade.

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ANTES DE MORRER MARIA DAS GRAÇAS FEZ UM PEDIDO: “JOGUEM MINHAS CINZAS NA LINDA BAÍA DO PONTAL”

As imagens de Maria das Graças eram do seu arquivo pessoal.

Maria das Graças. Imagens: arquivo pessoal.

Seria somente mais um sábado maravilhoso de sol… de boas remadas, boas velejadas e propício a um bom banho de mar para os frequentadores da Barraca do Conde Badaró, na baía do Pontal, em Ilhéus-BA. Tudo transcorria na maior normalidade naquela tarde de 31 de janeiro de 2015 se não fosse a presença de um casal de idosos, caminhando lentamente e atento aos movimentos do local, como se quisessem entender a alegria e a beleza do lugar. Seu comportamento se diferenciava dos costumeiros frequentadores da Barraca, assim, logo chamaram a atenção dos velejadores Pedro Montalvão e Jorge Chiapetti, os quais acabaram se aproximando para auxiliar o casal naquilo que desejavam, ou seja, alugar um barco para que pudessem cumprir o último desejo de uma amiga: jogar suas cinzas nas águas da baía do Pontal. Rapidamente tudo estava organizado. O Conde Badaró cedeu uma canoa, Pedro se ofereceu para remar, já que o casal não tinha nenhuma intimidade com barcos e Jorge os acompanhou com seu veleiro, para dar apoio, se necessário. Assim, naquela tarde, no meio da baía, o casal, com muita emoção, depositou as cinzas da amiga Maria das Graças Esteves Santana.

Elsa Rossetti e Mauri Rodarte.

Elsa Rosseti e Mauri Rodarte. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Após o ato e feliz com a missão cumprida, o casal, Elsa Rosseti e Mauri Rodarte, que viajou de São Paulo para Ilhéus apenas com esse objetivo, relatou essa bela e emocionante história para o Blog do Gusmão. Maria das Graças nasceu em Teófilo Otoni, Minas Gerais. Trabalhou na agência da Caixa Econômica Federal de Ilhéus no início da década de 1980. Ela costumava dizer a amiga Elsa que viveu os melhores dias de sua vida na linda cidade baiana. Nessa época, conheceu Eduardo Menezes, o grande amor da sua vida. Ficaram noivos, mas ele tragicamente morreu num acidente de trânsito. “Ela se fechou depois dessa data e nunca mais teve namorado”, revelou a amiga Elsa.

Maria nunca esqueceu Ilhéus.

Maria nunca esqueceu Ilhéus.

A tragédia incentivou Maria das Graças a se mudar para São Paulo, onde atuou na agência da Caixa Econômica Federal, em Moema. Foi lá que Elsa a conheceu, em 1996, e, mesmo depois de aposentadas, as duas continuaram grandes amigas.

A amizade seguiu firme até os últimos dias de Maria das Graças, que faleceu em janeiro de 2014, depois de enfrentar um câncer diagnosticado em 2011.

Maria

Nessa foto Maria aparece em local muito parecido com a zona norte de Ilhéus.

Elsa, depois de um ano da perda da querida amiga Maria das Graças, sentiu-se aliviada após realizar seu pedido. Perguntada sobre o significado desse gesto, ela respondeu: “Acompanhei a sua trajetória nesse período doloroso. Ela sempre dizia que quando falecesse gostaria de ser cremada e que suas cinzas fossem distribuídas na baía do Pontal, em Ilhéus. Fizemos em respeito à sua memória, à pessoa que foi e à nossa amizade. Foi por isso que viemos aqui”. E, com um olhar contemplativo encerrou: “Realmente esse lugar é encantador!”

MOVIMENTO BAÍA LIMPA REALIZA MUTIRÃO NO PONTAL

Os voluntários recolheram entulho e carcaças de televisores.

Os voluntários recolheram entulho e carcaças de televisores.

O movimento Baía Limpa realizou no sábado (28) o oitavo mutirão de limpeza da Avenida Lomanto Júnior, no bairro Pontal, em Ilhéus.

A avenida margeia um dos mais belos “cartões postais” de Ilhéus, a Baía do Pontal. No mutirão de sábado os voluntários recolheram carcaças de televisores, entulho de construção e outros detritos que enfeiam e poluem espaço tão privilegiado pela natureza.

TRÊS ÁRVORES ENVENENADAS NO PONTAL

Segundo José Rezende, árvores envenenadas já estão mortas. Imagens: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Segundo José Rezende, árvores envenenadas já estão mortas. Imagens: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Funcionário aposentado da Ceplac, José Rezende Mendonça usou seu Facebook para denunciar o que classificou como “crime ambiental”. Segundo ele, três amendoeiras do bairro Pontal foram envenenadas.

Furo no tronco de uma das árvores envenenadas.

Furo no tronco de uma das árvores envenenadas.

Conversamos hoje (25) por telefone com José Rezende. Conforme o “ceplaquiano”, a técnica de envenenamento usada contra as árvores do Pontal lembra a aplicada na lavoura cacaueira. “Usaram uma broca para furar [as árvores] e jogaram o herbicida dentro”, explicou.

As árvores ficam à margem da Baía do Pontal, em frente ao “Bar do Lico”. Segundo Rezende, já estão mortas. 

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ACIDENTE NO MORRO DE PERNAMBUCO: SOBREVIVENTE NARRA A TRAGÉDIA

Camisa de uma das vítimas é a única coisa que a ETS deixou no local onde trabalhavam seus funcionários. Foto: Thiago Dias / Blog do Gusmão.

Camisa de uma das vítimas é a única lembrança que a ETS deixou no local onde trabalhavam seus funcionários. Foto: Thiago Dias / Blog do Gusmão.

Na última quarta-feira, 25, este Blog entrevistou Marcos Campos (20 anos), um dos dois sobreviventes do naufrágio da lancha Sonho Meu I, acidente ocorrido no dia 17. Naquela terça-feira, quatro homens a serviço da Empresa Tecnologia do Solo e Serviços Ldta morreram no mar de Ilhéus.

A lancha era usada para transportar os trabalhadores no curto trajeto entre a balsa (equipada com uma máquina apropriada para a sondagem do solo) e a praia da Nova Brasília.  No dia do naufrágio, nenhum dos tripulantes era habilitado para conduzir embarcações. Além disso, estima-se que a Sonho Meu I comportava até 5 pessoas, mas naufragou com 6 a bordo. Segundo testemunhas, o serviço não era acompanhado por um agente especializado em segurança do trabalho.

Segundo Marcos, o motor da lancha parou na Baía do Pontal e ela foi empurrada pela maré vazante até a rebentação. As duas primeiras vítimas afundaram junto com a Sonho Meu I e sumiram logo. Marcos viu quando um dos afogados se agarrou ao único homem que usava colete salva-vidas – o desespero afundou os dois.

Para sobreviver, Marcos e Marcelo Oliveira contaram com a ajuda de uma garrafa térmica grande, eles revezaram o apoio do objeto flutuante e nadaram até a Praia da Avenida, na altura da pista de skate.

De acordo com Marcos, ele trabalhou por 10 dias para a Empresa Tecnologia do Solo e Serviços Ldta. No entanto, até o naufrágio, a ETS ainda não havia formalizado sua contratação. O sobrevivente afirma que, depois da tragédia, a empresa levou sua carteira de trabalho para Salvador sem autorização e quer que ele viaje até a capital baiana para assinar documentos.

Segundo Marcos, ele não pretende ir a Salvador. O sobrevivente alega que ainda não foi pago e vai lutar por seus direitos, ele quer ser indenizado. Marcos se diz abatido (seu semblante não nega). Ele não está conseguindo dormir em paz. Quando dorme é atormentado por pesadelos, com as imagens da tragédia. 

Marcos Campos permitiu o registro da entrevista em vídeo e fotos, mas preferiu não ter suas imagens publicadas. Ele autorizou a transcrição do seu depoimento. 

BAÍA DO PONTAL É TEMA DE COLETÂNEA DE FOTOGRAFIAS

Alunos da Escola Municipal Barão de Macaúbas, localizada no Pontal, em Ilhéus, produziram uma coletânea de fotografias para a composição do Jornal Eco Kids, 11ª edição, que será lançado no próximo dia 24 de maio, às 15h.

O tema das fotos é a beleza natural da Baía do Pontal e os maus-tratos ao meio ambiente. “As fotos foram tiradas pelos próprios alunos, aproveitando as máquinas digitais adquiridas pela escola com os recursos do Mais Educação”, esclareceu a Diretora Luliana Mara. 

A edição do Jornal Eco Kids apresenta também trabalhos de conscientização sobre resíduos sólidos,  reciclagem e dengue realizados pelos alunos, além de dicas de livros sobre meio ambiente.  

O Jornal Eco Kids é custeado com recursos depositados no Fundo Municipal do Meio Ambiente de Ilhéus, por infratores ambientais, como compensação do dano.

DÁ PARA JOGAR UMA PELADA

Enquanto isso, na Baía do Pontal, repleta de baronesas. Montagem do Ilhéus Eventos.

AS BARONESAS TOMAM CONTA DA BAÍA DO PONTAL

As chuvas de ontem (segunda, 20), trouxeram para a baía do Pontal as baronesas que tomavam conta do leito do Rio Cachoeira, como acontece todo ano. Nessa foto panorâmica, feita por Cid Edson Póvoas, uma amostra de como ficou a baía na manhã de ontem.

UM CAMPO DE FUTEBOL NA BAÍA

Quando as chuvas batem forte nas cabeceiras do rios Cachoeira e Almada, elas, as baronesas, chegam lentamente num balé próprio, invadindo a Baía do Pontal. As águas calmas se transformam num imenso campo de futebol, sem traves, medidas, jogadores e bola. O verde denso e reluzente disputa com o cinza comum do concreto. Os rios, assoreados e poluídos, seguem persistentes. Sinal de vida, de água e renovação! A natureza não desiste. Imagem de Ariel Figueroa, publicada no facebook.

ALAGAMENTO NO PONTAL?

A forte chuva que caiu em Ilhéus nesta terça-feira (22), conseguiu alagar parte da avenida Lomanto Júnior, que fica na margem da Baía do Pontal, onde as águas da chuva escorrem tranquilamente. Motivo: lixo na rua = bueiros entupidos. Mais um sinal de que a limpeza pública vai de mal a pior. Observe a imagem.



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