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Sábado, 22 de Setembro de 2018
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OPERÁRIO PERDE PARTE DE UMA PERNA EM ACIDENTE NA BARRY CALLEBAUT

Cássio (Obina) de camisa amarela e o sindicalista Luiz Fernandes. A imagem circula no facebbok.

Um operário chamado Cássio perdeu parte de uma perna após acidente ocorrido por volta das 13h, da última quinta-feira, 09, na fábrica da empresa Barry Callebaut, no Distrito Industrial de Ilhéus. A informação é de Luiz Fernandes,  secretário geral do Sindicato das Indústrias Moageiras de Ilhéus e Região (Sindicacau).

Uma falha na máquina chamada soprador, do setor de torrefação, causou a infelicidade do operário que é conhecido entre os colegas como “Obina”, dada a aparência física com o ex-centroavante do Flamengo e do Palmeiras.

Cássio está internado no Hospital Costa do Cacau. O quadro dele é estável.

De acordo com o sindicalista, a Barry Callebaut de Ilhéus tem maquinário velho. Ele lembra que outro operário faleceu num acidente parecido, quando a fábrica pertencia à empresa Chadler.

Ontem, (domingo, 12) a Barry Callebaut divulgou a nota abaixo, publicada no blog Ilhéus 24 horas.

Uma falha rara e imprevisível fez com que partes de um equipamento chamado soprador atingissem um colaborador da Barry Callebaut. Ele foi prontamente socorrido por colegas, que acionaram a brigada de emergência, e foi levado ao hospital, onde passou por uma cirurgia. Ele continua hospitalizado e seu estado é estável. 

A Barry Callebaut lamenta a fatalidade, e vai continuar dando toda assistência ao colaborador acidentado e sua família até sua plena recuperação e reintegração.

A Barry Callebaut tem na segurança e bem-estar de seus empregados e terceiros um de seus mais importantes valores. Sua fábrica em Ilhéus é uma referência em segurança no trabalho na região, valor esse percebido e vivido por todos os nossos colaboradores. Até ontem a fábrica de Ilhéus contabilizava 1083 dias de trabalho sem qualquer tipo de acidente com afastamento. Ao longo dos últimos 3 anos, a Barry Callebaut investiu milhões de Reais em modernização de equipamentos visando melhorar a segurança de seus equipamentos.

BARRY CALLEBAUT CELEBRA CONVÊNIO COM A FACULDADE MADRE THAÍS

A multinacional Barry Callebaut, cuja unidade industrial está sediada no Distrito Industrial de Ilhéus, assinou um convênio com a Faculdade Madre Thaís (FMT) que concede desconto de 20% em todos os seus cursos de graduação para os servidores e familiares diretos (cônjuge e filhos).

Além de beneficiar diretamente os funcionários da empresa e os seus parentes em primeiro grau, a Barry Callebaut vai permitir aos estudantes dos cursos de Administração, Cacau e Chocolate, Enfermagem, Biomedicina e Fisioterapia da FMT estágio em seus laboratórios e setores de administração.

Tatiana Barcelos, diretora acadêmica da Faculdade Madre Thaís. Imagem: Ascom.

Um dos pontos motivadores do convênio foi a criação, pela Faculdade Madre Thaís, do curso Superior de Tecnologia em Produção de Cacau e Chocolate, inédito no Brasil. Este é um dos focos da Barry Callebaut, líder mundial na fabricação de produtos de cacau e chocolate de alta qualidade.

A diretoria da multinacional ressalta a importância dessa parceria para os seus colaboradores que desejarem ingressar no curso superior ou fazer uma nova graduação.

A Faculdade Madre Thaís oferece cursos de Serviço Social, Logística, Gestão de Recursos Humanos, Gastronomia, Fisioterapia, Farmácia, Engenharia Elétrica, Engenharia Civil, Enfermagem, Direito, Cacau e Chocolate, Biomedicina, Arquitetura e Urbanismo e Administração. Todos os cursos oferecidos estão incluídos no convênio que dá direito há 20% de desconto nas mensalidades.

Para a professora Tatiana Barcelos, diretora acadêmica da Faculdade Madre Thaís, “trata-se de um convênio muito importante para a Barry Callebaut e para os seus colaboradores e familiares. Um convênio tem vertentes fundamentais, primeiro atender a demanda de trabalhadores que também é extensivo aos parentes (cônjuge e filhos). E ainda o estágio curricular, onde os alunos podem desenvolver a prática na própria empresa”, informa.

As inscrições para o vestibular 2018.2, com ingresso neste semestre, continuam abertas até sábado (21). As provas serão realizadas no dia 22. A Faculdade Madre Thaís está situada na Avenida Itabuna, n° 1491, Ilhéus. Telefone: (73)3222-2330, e-mail: fmt@faculdademadrethais.com.br.

BARRY CALLEBAUT É CONDENADA A PAGAR R$ 500 MIL POR ASSÉDIO MORAL

barryA Justiça do Trabalho condenou a Barry Callebaut a pagar indenização de R$ 500 mil por danos morais coletivos pela prática de assédio moral contra os empregados e por terceirizar atividades-fins, aquelas que só podem ser executadas por trabalhadores contratados de forma direta. A decisão também alcançou a empresa terceirizada, a HPS Prestação de Serviços Ltda.

O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação de Ilhéus, Itabuna e Uruçuca (Sindicacau) denunciou as empresas ao Ministério Público do Trabalho em Itabuna. O procurador do trabalho e autor da ação que originou a sentença, Ilan Fonseca, constatou que a HPS tinha apenas 66 empregados, todos lotados na Delfi Cacau/Barry Callebaut. O contrato firmado com a HPS tinha como objeto a contratação de trabalhadores para serviços de limpeza e organização da fábrica. Entretanto, os terceirizados prestavam serviços na atividade-fim.

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AQUISIÇÃO BILIONÁRIA DEIXA NAS MÃOS DE TRÊS EMPRESAS 60% DO PROCESSAMENTO MUNDIAL DE CACAU

Imagem: Ana Paula Boni/Folhapress.

Imagem: Ana Paula Boni/Folhapress.

Da Folha de S. Paulo

A aquisição das operações de processamento de cacau da ADM (Archer Daniels Midland) pela Olam, anunciada nesta semana, por US$ 1,3 bilhão, arremessa a companhia à primeira divisão no campeonato do chocolate. E também deixa o setor sob o controle de três empresas.

A Barry Callebaut, companhia suíça de cacau e chocolate; a Cargill, trading de commodities norte-americana, uma empresa de capital fechado; e as operações de cacau recentemente expandidas da Olam responderão por aproximadamen- te 60% do processamento mundial de cacau, quando a aquisição da divisão de cacau da ADM for concluída.

Esse é o mundo das gigantes do chocolate.

O setor, que transforma as amêndoas de cacau em manteiga, pó e licor de cacau usados para produzir chocolates e flavorizantes para sobremesas e doces, vem passando por um processo de forte concentração de propriedade, nas últimas décadas, em razão de a atividade requer investimento intensivo de capital.

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ORGANIZAÇÃO PREVÊ DÉFICIT DE CACAU NOS PRÓXIMOS DOIS ANOS

Do Mercado do Cacau

cacau de novoSegundo a Organização Internacional do cacau (ICCO) haverá um déficit mundial do fruto nos próximos dois anos. Isto em virtude de pragas, doenças e envelhecimento das plantações. 

“Nós agora temos o que chamamos de um défice estrutural, porque as árvores de cacau estão envelhecendo, assim como os agricultores também estão velhos e os jovens não querem assumir as plantações”, disse o Diretor Executivo Jean-Marc Anga, em uma conferência na Indonésia. 

A organização espera um déficit de 45 mil toneladas na safra de 2012 – 2013 que termina em setembro. A escassez pode apoiar os preços que caíram 5,4% este ano em Nova York. 

De acordo com a Barry Callebaut (maior fabricante de chocolate com sede em Zurique), os processadores estão expandindo sua capacidade de moagem para atender a demanda do mercado. Uma vez que, o consumo de chocolate tem crescido de 2 a 3% ao ano. 

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SINDICACAU INICIA CAMPANHA SALARIAL 2012

Assembléia realizada na Delfi iniciou a campanha salarial de 2012.

O Sindicacau, entidade que representa os funcionários das indústrias moageiras da região, iniciou na última semana a campanha salarial com a Delfi Cacau, em Itabuna.

Na quinta-feira (28), o sindicato realizou assembleia com os trabalhadores e definiu a pauta, que reivindica reajuste salarial de 15%, aumento no ticket de alimentação, elevando o valor para R$ 622,00 e maior participação nos lucros da empresa.

Mas segundo Luis Fernandes, presidente do Sindicacau, a primeira rodada de negociação com a Delfi fracassou. A empresa ofereceu apenas 7% de reajuste, ticket de R$ 483,75 e praticamente não mexeu na participação nos lucros e resultados.

Sem avanço nas conversas, o sindicato suspendeu as negociações.

Em Ilhéus, a campanha começa amanhã (terça, 03) com os funcionários da Barry Callebaut, e termina no dia 05 de julho, na Cargil.

SINDICACAU PARTICIPA DE SEMINÁRIO EM GANA

Luiz Fernandes e Wilson viajam para Gana no sábado (09).

O Sindicacau, que representa os trabalhadores das indústrias de alimentação de Ilhéus e região, enviará dois representantes para o Seminário Internacional de Trabalhadores da Indústria Moageira de Cacau, em Gana.

Luiz Fernandes, presidente, e Wilson Drisóstenes, secretário do sindicato, vão representar a região no evento, que começa na próxima segunda-feira (11).

A finalidade do seminário é debater temas como mapeamento comparativo, continuidade e aprofundamento dos intercâmbios e troca de informações entre trabalhadores da Cargill, ADM-Joanes, Barry Callebaut e Delfi Cacau Brasil.

A dupla viaja para a África com todas as despesas pagas por sindicatos holandeses.

PROJETO DE FOMENTO REANIMA PRODUÇÃO DE CACAU NA BAHIA

Por Fabiana Batista, do Valor Econômico.

As indústrias produtoras de cacau instaladas no Brasil começam a obter os primeiros resultados de um projeto de fomento à produção da amêndoa na Bahia. Os 25 produtores participantes da iniciativa, que entra agora em seu terceiro ano de execução, conseguiram mais que dobrar a produção por hectare somente com adoção do manejo e das tecnologias preconizadas no projeto.

A iniciativa tem coordenação da Associação da Indústria Produtora de Cacau (AIPC), que representa as cinco maiores produtoras mundiais da amêndoa – Cargill, ADM, Barry Callebaut, Delfi Cacau e Indeca. A duração total é de oito anos, sendo que os aportes financeiros serão realizados nos primeiros quatro. O orçamento total é de € 673 mil, sendo € 500 mil aportados pelo fundo do governo alemão Buffer Stock Fund, e o restante pela AIPC. As fazendas selecionadas participam com 15% do total dos insumos gastos no projeto.

Antes da fase de implantação nas fazendas, explica Walter Tegani, secretário-executivo da AIPC, foi feito um levantamento das melhores práticas de manejo da lavoura realizadas na região sudeste da Bahia. Com ele em mãos, iniciou-se a multiplicação dessas práticas em cinco hectares de cada fazenda escolhida – o tamanho médio das propriedades na região é de 20 a 60 hectares. O critério, diz Tegani, foram as áreas com produção mais deficiente e com terras mais degradadas. Por conta dessa base pequena, pondera Tegani, os resultados foram muito altos.

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