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:: ‘cultura’

NOVOS INTEGRANTES DO CONSELHO CULTURAL DE ILHÉUS

Pawlo Cidade. Imagem: Clodoaldo Ribeiro.

Pawlo Cidade. Imagem: Clodoaldo Ribeiro.

No dia 25 de outubro, os novos integrantes do Conselho Municipal de Cultura tomam posse. O conselho é formado por representantes do poder público e da sociedade civil. O ato acontece no auditório da Academia de Letras de Ilhéus, às 19h.

O objetivo do conselho é elaborar moções, pareceres sobre tombamentos e reformas do patrimônio cultural, particular de comissões técnicas e temáticas.

O conselheiro estadual de Cultura, Pawlo Cidade, comentou sobre a importância do órgão cultural para o município. “O Conselho de Cultura é o principal órgão do sistema municipal de cultura. Ele tem a função precípua de acompanhar o cumprimento das diretrizes e instrumentos de gestão, planejamento e financiamento da cultura. E mais: propor, e, quando possível exercer a função normativa. A grande vantagem de sua existência para a gestão pública é que ele dá mais visibilidade, transparência e legitimidade às ações do governo”, afirmou.

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IDENTIDADE NACIONAL?

eliana cardosoPor Eliana Cardoso/publicado no Valor

Sendo cosmopolita, liberal e livre-cambista, qualquer forma de nacionalismo me causa desgosto, pois atrás dele enxergo o discurso demagógico e o risco da xenofobia. Quando ouço um amigo dizer que “o” americano é ingênuo; “o” alemão, duro; “a” brasileira, sexy; “o” carioca, malandro e “o” italiano, mafioso, sinto que o diálogo terminou. Essas generalizações refletem não apenas a crença de que uma sociedade tem uma cultura nacional identificável. A cultura da própria nação seria melhor do que a das outras nações, e se não o fosse, coração, pelo menos seria nossa.

Fenômeno relativamente moderno (em contraste com outros tipos tradicionais de lealdade, como à família ou ao clube de futebol), o nacionalismo nasceu na Europa tendo como base duas objeções. A objeção ao Iluminismo – que argumentava que, no fundamental, todos os povos são os mesmos. E a objeção ao aumento dos movimentos migratórios.

O nacionalismo recebeu um impulso significativo da Revolução Francesa. Ao derrubar as instituições locais e ao reduzir o poder da igreja, criou a ideia de que o governo pertencia ao povo, que agora devia lealdade ao Estado. Da Europa, o nacionalismo rapidamente se espalhou em muitas direções. Nas Américas, serviu principalmente para formar novos Estados.

Como o nacionalismo prometia que as rápidas mudanças do século XIX podiam ser contrabalançadas pelo apego à tradição, as classes médias abraçaram a lealdade ao país natal e encontraram no nacionalismo a solução para suas inseguranças. No seu lado mais negativo, o nacionalismo ajudou a motivar o engajamento em duas grandes guerras.

Hoje políticos prometem muros para barrar os desterrados. As manifestações dos filhos de imigrantes na França mostram que eles não foram integrados à sociedade e ainda são percebidos como estrangeiros.

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CULTURA, IDENTIDADE E CURRÍCULO LATTES

tristanPor Tristan Alzu

A palavra cultura é daquelas que exige muitos cuidados ao ser usada. São tantos os seus sentidos que chega a ser exemplo de tudo. Quem disse que tudo é cultura foi a Antropologia. Ela pode ser alta e baixa, gorda ou magra, erudita e popular, europeia ou ianomami. Pode ser Bach ou Ferran Adriá.

Cultura híbridas e nem tão híbridas mas líquidas, e com distintos pedaços de coisas sólidas, inclusive salmonelas e ebolas, pipocam aqui, alí e até no além das almas culturais. Isso demonstra, parece evidente, que cultura e coentro temperam conceitos tal qual os eufemismos temperam o dizer.

A etimologia da palavra diz que seu sentido primeiro é agronegócio. Vastas plantações de transgênicos autorizados são cultivadas e escoam pelas hidrovias do Brasil longínquo. São as tais culturas cana-de-açucar adocicando longos períodos da nossa história.

Cultura, no sentido mais recente, é o ‘lado espiritual’ da história humana. As ‘artes’ de modo geral ‘traduzem’ o que desejamos que seja cultura. O ‘nobre sentido da palavra’ aplicado às manifestações do espírito assegura um norte para pensarmos sobre o que queremos realmente dizer quando usamos o termo ‘cultura’.

E logo vemos que não é fácil falar de Cultura. Pois se tanto os Legacys fabricados pela Embraer em São Carlos, ou as conquistas da Embrapa são expressões superiores do lado espiritual da Cultura brasileira e mundial, também o são o Boitatá e a culinária herdada dos árabes e resignificada pelos índios Pataxós.

Boitatá é mais atemporal que o Facebook? Parece que sim pois o Boitatá sobrevive mais tempo nas memórias ribeirinhas que Napster, Myst ou Orkut nas memórias suburbaninhas.

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“SEJA UM BENFEITOR DA BANDA MANZUÁ”

Banda Manzuá. Foto: Kallyne Cristina.

Banda Manzuá. Foto: Kallyne Cristina.

Esse é o título da campanha lançada pela banda itabunense para captar recursos para a gravação, masterização, prensagem e lançamento do primeiro disco autoral. O grupo apostou na plataforma Benfeitoria de Projetos Colaborativos, que estimula pessoas e instituições a contribuírem para a realização do projeto, orçado em R$ 13 mil.

O colaborador terá recompensas diferenciadas, disponíveis na plataforma Benfeitoria de Projetos Colaborativos . Até essa terça-feira (15), a iniciativa já arrecadou R$ 10.745,00, no entanto, se o valor total não for atingido até o dia 26 de julho, o dinheiro será devolvido para todos os doadores.

“O nosso prazo está cada dia mais próximo. Faltam menos de 15 dias para o encerramento da campanha. Portanto, convidamos a todos que desejam tornar este sonho realidade a acessar a página [acesse aqui] e escolher sua recompensa. Faça parte dessa história!”, declarou Brisa Aziz, compositora e vocalista da banda.

Os integrantes da Manzuá explicam o projeto no vídeo a seguir.

PROJETO CEEP NA COPA

A participação do público será gratuita.

A participação do público será gratuita.

Na próxima quarta-feira (11), estudantes realizarão o Projeto CEEP na Copa. O objetivo do evento é apresentar informações sobre cada país que participará da Copa do Mundo no Brasil. 

Os organizadores apresentarão dados sobre as diversas culturas, com destaque para as artes e as religiões. Também lembrarão o desempenhos dos países nas copas anteriores. 

O projeto será realizado no CEEP do Malhado (Av. Antônio Carlos Magalhães, nº 755), a partir das 7h30. A participação do público é gratuita. 

O MUNDO SE ENCONTRA NO BRASIL

PRESLULA1-682x1024Por Luiz Inácio Lula da Silva

Quando era presidente da República, trabalhei intensamente para que a Copa do Mundo de 2014 fosse realizada no Brasil. E não o fiz por razões econômicas ou políticas, mas pelo que o futebol representa para todos os povos e, particularmente, para o povo brasileiro. A nossa população apoiou com entusiasmo a ideia, rejeitando o preconceito elitista dos que dizem que um evento desse porte “é coisa de país rico”, e se esquecem de que o Uruguai, o Chile, o México, a Argentina, a África do Sul e o próprio Brasil já o sediaram com sucesso.

O futebol é o único esporte realmente universal, praticado e amado em todos os países, por pessoas das mais diferentes classes, etnias, culturas e religiões.

E talvez nenhum outro país do mundo tenha a sua identidade tão ligada ao futebol quanto o Brasil. Ele não foi  apenas assimilado, mas, de alguma forma, também transfigurado pela ginga  e pela mistura de raças brasileiras. Nos pés de descendentes de africanos ganhou um novo ritmo, beleza e arte. Durante muitos anos, foi um dos poucos espaços, junto com a música popular, em que os negros podiam mostrar o seu talento, enfrentando com alegria libertária a discriminação racial. Não é por outra razão que o futebol e a música são muitas vezes a primeira coisa que um estrangeiro lembra quando se fala do Brasil.
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PROJETO SÁBADO SIM ANIMA A TENDA DO TPI

Banda Mariah BaSul.

Banda Mariah BaSul.

O projeto Sábado Sim vai abrir a programação do mês de março da Tenda Teatro Popular de Ilhéus (TPI). No próximo dia 08, a partir das 19h30min, as bandas Suzie, o cigarro e a bengala e Mariah BaSul se apresentarão a partir das 19h30. 

A entrada custa R$ 20; estudantes, idosos e titulares do Cartão TPI (programa de fidelidade do espaço cultural) pagam apenas R$ 10. A classificação indicativa do espetáculo é a partir de 14 anos.

ILHÉUS: VILMA OLIVEIRA SE APRESENTA NA CABANA PINAH 3

Vilma Oliveira.

Vilma Oliveira.

No próximo sábado (8), em Ilhéus, a cantora Vilma Oliveira fará uma apresentação especial na Cabana Pinah 3 – Avenida Litorânea, Malhado. O show começará às 21 horas. 

Vilminha, como é conhecida entre os fãs, nasceu em Uruçuca, mas, se criou em Ilhéus. Sucesso nos palcos do Vilela, Malhado, Iguape e Barra, os shows da cantora são sempre cheios de romantismo. 

ESTADO DE SANTA CRUZ: RENASCE O ANTIGO PROJETO

Reunião resgatou projeto do Estado de Santa Cruz.

Reunião resgatou projeto do Estado de Santa Cruz.

Por Paulo Paiva

Texto publicado em Acorda Meu Povo

Ao chegar da Bahia”, depois de um belo final de semana na Pedra da Sereia (Salvador – Rio Vermelho), onde fui reencontrar velhos amigos: os grandes músicos Annunciação e Luciano Chaves, tive a felicidade de participar de uma reunião, dia 21, no Sindicato Rural de Ilhéus, que deseja fazer renascer com força um de nossos mais antigos projetos: A criação um novo Estado. 

Apesar de ter sido avisado, cheguei atrasado na pequena sala cheia, mais parecendo um “penetra-fotógrafo-oficial”. Falava-se de um novo Estado , que eu chamo de ESTADO DE SANTA CRUZ (tem mais bonito?), em uma apresentação serena, despretensiosa, e baseada em convicções técnicas (geo-econômicas), e sem condução político-partidária. Entre os presentes, várias autoridades como os médicos Eusinio Lavigne e Rui Carvalho, fazendeiros e pensadores da região. Falou-se que em novas lideranças e na renovação politica, já que o novo estado com 15 milhões de habitantes teria o poder (como temos) de eleger dez deputados federais.

Todos ficaram impressionados com os dados agro-econômicos, que segundo demonstrou, independentes, nos tornaríamos muito mais fortes do que somos. Parece mais claro a ideia de que empre sustentamos a Bahia, enquanto ela, historicamente,  não nos corresponde. Chegou então a chegou a hora de caminharmos com nossas próprias pernas, e riquezas? 

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“TURISMO” EM ALGUMAS REGIÕES DO LITORAL BAIANO

Moreré (Boipeba). Fonte: Dicas de Férias.

Moreré (Boipeba). Fonte: Dicas de Férias.

Por Gustavo Cezar do Amaral Kruschewsky

Há muitos anos o povoado de Morro de São Paulo era similar a uma típica aldeia indígena, bastante primitiva, por isso mesmo aconchegante. Hoje, aquela pequena aglomeração urbana que cresceu continua a aconchegar, porém mescla com a vida social moderna. Morro de são Paulo é situado no arquipélago de Tinharé! Neste arquipélago estão compreendidas (além de várias outras ilhas, até mesmo inabitadas) três ilhas principais, a Ilha de Tinharé, Ilha de Cairú e a Ilha de Boipeba. Todas essas ilhas fazem parte politicamente do município denominado CAIRÚ.

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PARTICIPE DO SARAU SERRA VIVA

Neste sábado (09), na praça de Serra Grande.

Neste sábado (09), na praça de Serra Grande.

Amanhã (09), Serra Grande recebe o Sarau Serra Viva. O evento acontece todo segundo sábado de cada mês, na praça da vila

Nessa edição, que começa ao pôr do sol, vários grupos de dança já confirmaram presença. Confira a relação: Afro Raiz, Truke Dance, Crace Dance e Pagodão do Aplique. 

Além da dança, não vai faltar cantoria. Sílvia Matos dará uma canja de suas belas composições e o Cidadão da Mata (Chelah)  vai presentear o público com sua música e a tradicional ciranda.

O Sarau Serra Viva é aberto para divulgação de produtos regionais e artesanato. O evento também conta com um microfone livre, para que qualquer pessoa apresente sua poesia, reflexão ou música.

ASSISTA O VIDEOCLIPE DA BANDA OQUADRO

Imagem: Felippe Thomaz.

Imagem: Felippe Thomaz.

Nesta terça-feira (08), a banda OQuadro fez o lançamento internacional do videoclipe Evolui (Bem Aventurados). Nas imagens de Ilhéus, Salvador, Londres e Brighton, o que está em cena é a própria evolução do grupo ilheense – a  consolidação de uma carreira.  Os integrantes d’OQuadro são: Da Lua, Jax, Victor, Ricô, Jeff, Freeza e Rans.

Este Blog entrevistou Felippe Thomaz, o diretor do videoclipe d’OQuadro. Felippe atuou em todas as etapas da produção. “Desde a escolha de locações até os últimos retoques”, afirmou. Mas, segundo ele, a banda também participou da criação audiovisual, “em diálogos constantes, o processo foi muito aberto”.

“O lugar de onde a gente vem não determina até onde a gente pode ir” – são essas palavras do professor Jeff  que abrem o clipe. A trajetória d’OQuadro é prova viva dessa máxima. Assista abaixo.

 

CULTURA BAHIANA

Texto publicado no Facebook por Tristan Alzu

Até parece que é assim.  Controle remoto e o zapping contínuo parece inspirar um texto longo sobre os recentes acontecimentos em Ancara ou nalguma Primavera Árabe transvestida em Outono tardio e obscuro. Emerge dessa fuligem desagradável aquilo que se costuma chamar Avant Gard baiano, ou seja, porra nenhuma. Mas, até aqui ou até que a Virgem Maria encontre com o Diabo nalgum filme de Glauber, teremos jornadas sem fim e Guidos, Mantegas ou Caymmis rondando o cemitério do Campo Santo à procura de ACMs.

Eu quero mais é que se! Uma geléia geral com Gersal e sementes de Gergelim salpicando na cultura, gastronômica e cômica da Bahia de todos os Missionários, um monte de impropérios adequados a seu mau cheiro de camarão apodrecido. Nem quero comer com coentro. Enjoei de piadinhas racistas transvestidas em receitas abomináveis, só comparável ao mau gosto do judeuzinho inteligentinho Luis Felipe qualquer coisa. Chega de Letras Vernáculas e de UFBAs e IHACs, USPs e MITs. 

Chega de intestinos e Facebook, essa cloaca consentida e expressa sob forma de Rede Social, dócil exemplo do desejo de exibir os fétidos orifícios do corpo.

Penso no fisting social, um meter o braço violento até o calcanhar do judas. A frivolidade da vida social só ganha vida e sentido com o braço fisting enterrado no culo da cultura. Um Manjericão de Fontes Inesgotáveis, um paredão de elegantes pedras homenageando as terras sagradas de Santo Amaro da Purificação. 

Bom, é agosto e, graças às manifestações não violentas, é possível dizer tudo, inclusive o que não se pensa e o que nem se sonha pensar.

O DIREITO À EXISTÊNCIA COLETIVA

israel nunesPor Israel Nunes

Com frequência, é necessário opinar sobre certos temas, ainda que isso custe popularidade, ainda que isso custe algumas pedradas. É o que farei, a propósito das recentes manifestações dos tupinambás.

Uma série de mitos precisam ser desfeitos na região acerca da questão indígena.

Não se define uma etnia pelo seu fenótipo, pela sua aparência. Define-se uma etnia indígena, antropológica e juridicamente falando, pelo seu autoreconhecimento como etnia própria. Se um povo se reconhece como indígena, vivendo sob certas condições comuns, então é um povo indígena.

O mito criado nas escolas primárias e reproduzidos nos desenhos animados e todo tipo de ilustração, de que índios vivem em ocas, usam arco e flecha, caçam, pescam e colhem diretamente da natureza para viver é um desserviço à ciência, pois ignora a variedade de povos indígenas brasileiros, com diferentes modos de viver e de se relacionar com a natureza.

Há comunidades indígenas que praticam agricultura, com diversos tipos de habitações, produzem e se utilizam de diversos instrumentos e ferramentas, em diversos graus de desenvolvimento tecnológico.

Outro mito consiste em crer que a maneira de exploração da terra indígena deve ser idêntica à maneira de exploração da terra não indígena. Desse mito derivam críticas absolutamente infantis, como aquelas que questionam: “mas pra quê índio quer tanta terra?”.

As relações de produção que os povos indígenas estabelecem são completamente diversas das relações de produção da sociedade capitalista moderna. A terra não é vista apenas como um meio de produção, mas a condição de existência social, espiritual e econômica das sociedades indígenas.

O levantamento antropológico feito pela FUNAI, para além de delimitar a área tradicionalmente ocupada, indiretamente também delimita o espaço indispensável à produção e reprodução da cultura indígena.

O espaço e cada parte dele guarda uma determinada relação com a comunidade e a integridade das áreas objeto de demarcação não podem ser enxergadas como mero fator de produção, mas sim como o único meio de garantia do direito à existência coletiva, enquanto povo, enquanto comunidade indígena, enfim.

Dito isto, as últimas críticas às reivindicações indígenas têm sido, em grande parte, preconceito, ignorância ou discriminação e criminalização dos movimentos sociais, num julgamento da cultura do outro a partir de sua própria cultura, o que é rechaçado pela antropologia moderna e pelos Tratados Internacionais dos quais o Brasil é signatário.

Já podem atirar as pedras os leitores que o quiserem, enfim. O telhado está à vista.

UM JOVEM ESCRITOR DO TEOTÔNIO VILELA

Mateus Ribeiro procura apoiadores para lançar seu livro.

O jovem Mateus Ribeiro, 18 anos, morador do bairro Teotônio Vilela, em Ilhéus, pretende lançar um livro, reunindo todos seus escritos.

O estudante escreve sobre política, religião, cultura e define seu ponto de vista, como o de um “adolescente que vê as coisas acontecerem e decidiu falar sobre elas…”.

“É fácil você olhar para as coisas erradas e dizer – é errado, o problema é que você não faz nada para que isso mude. Mas eu fiz. Cansei de ficar parado vendo as coisas acontecerem e saber que elas estão erradas,“ afirma o jovem.

Para lançar o livro, Mateus precisa de ajuda de custo e está disposto a expor sua produção para possíveis apoiadores.

Quem tiver interesse pode entrar em contato com o jovem, pelo telefone (73) 8125-2167, ou pelo email: ribeiro_los@hotmail.com.

Veja um dos textos de Mateus Ribeiro.

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DEBATE SOBRE ECONOMIA CRIATIVA DO MINC

Por Fabrício Kc

Participei na terça, 26 de abril, do segundo encontro do Fórum de Políticas Culturais 2011, uma série de debates com gestores da atual gestão do Ministério da Cultura, realizada aqui em Salvador e promovida pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia e pela Representação Regional do MinC na Bahia. A participação é aberta à comunidade. O Fórum acontece até novembro de 2011 e vai trazer a Salvador nomes como Antônio Grassi (presidente da Funarte), Sérgio Mamberti, Marcelo Dantas, além da própria ministra de Estado da Cultura, Ana Buarque de Hollanda.

O primeiro encontro trouxe a Secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Marta Porto. Ontem foi a vez de Cláudia Leitão, Secretária de Economia Criativa do MinC.

Cláudia Leitão fez uma explanação sobre conceitos, modelos e metas acerca da economia criativa, termo que designa e abrange todas as atividades de diversos setores e segmentos que movimentam as economias que se interrelacionam com o setor cultural. A secretária mostrou grande conhecimento conceitual e técnico, e mencionou tendências e experiências internacionais de políticas públicas culturais voltadas para a dinamização de economias sustentáveis.

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