EMÍLIO GUSMÃO

Gosto da boa polêmica, ingrediente indispensável ao debate proveitoso. Depois que li Crime e Castigo (Dostoiévski) e A Morte de Ivan Ilitch (Tolstói), muita coisa mudou em minha cabeça. Tenho 36 anos, sou comunicólogo e microempresário do audiovisual. Preferências contraditórias: Che e de Gaulle, Bin Laden e Ghandi. Considero Manuel Bandeira, o melhor de todos os tempos da minha humilde biblioteca.

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Matérias com a tag ‘Economia’

ECONOMIA BRASILEIRA: RESPEITEM A VERDADE

Por Josias Gomes

Setores da Grande Imprensa começam a reagir a seu modo (beirando uma certa revolta) à notícia veiculada pelos jornais ingleses de que a Grã Bretanha foi superada por um país da América do Sul na economia global, no caso, o Brasil. Chegam a perguntar indignados se São Paulo é igual a Londres. Tentam diminuir o alcance da conquista brasileira questionando a situação da saúde e da educação no país.

Ora, caras pálidas, em primeiro lugar estamos tratando de números absolutamente frios relativos à economia. E, esta vitória, não pode ser negada, isto é, o Brasil é maior economicamente que a Grã Bretanha. Por favor reconheçam o que a imprensa inglesa já o fez. A gestão econômica de Lula e Dilma, longe dos parâmetro neoliberais do ex-governo tucano, é vitoriosa.

Não se esqueçam também de assinalar o esforço que vem sendo desenvolvido pelo governo Dilma, na sequência do que fez Lula, para melhorar a gestão da saúde e da educação no Brasil, e os avanços que vêm sendo palmilhados. Muito pior do que é hoje foi na época de FHC, um acadêmico que não ampliou um palmo qualquer a educação superior pública brasileira. Preferiu deixar crescer o setor privado.

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ECONOMIA NORDESTINA CRESCE MAIS QUE A NACIONAL

A economia da região Nordeste continua crescendo num passo acelerado, descolada do resto do país e sem sentir os efeitos das medidas adotadas pelo governo para esfriar a atividade econômica e combater a inflação.

Enquanto os estados nordestinos foram impulsionados por investimentos do governo federal e de empresas privadas, o enfraquecimento da indústria e o aumento das taxas de juros fizeram o Sul e o Sudeste trocar de marcha.

De acordo com projeções do Banco Central, a economia brasileira cresceu 1,1% no primeiro trimestre do ano e 0,7% no segundo trimestre, sempre em relação ao período imediatamente anterior.

O Sudeste cresceu 1,4% no primeiro trimestre e 0,6% no segundo, segundo o BC. No Nordeste, a economia manteve no segundo trimestre o mesmo ritmo do começo do ano, crescendo 1,6%.

Informações da Folha de São Paulo.

NATURA VAI AMPLIAR DEMANDA POR CACAU EM ILHÉUS

Do Gente e Mercado.

A empresa de cosméticos Natura ampliará de 20 toneladas para 29 toneladas a demanda por cacau da Bahia para a fabricação de cosméticos até o final do ano. O crescimento representa uma alta de 45% nas compras de matéria-prima produzida por uma cooperativa de pequenos produtores de Ilhéus.

No sul da Bahia, a Natura mantém parceria com a cooperativa Cabruca em ilhéus. O trabalho permite a repartição de benefícios e a compra de parte da produção pela empresa. Os recursos são utilizados no desenvolvimento e qualidade de vida de 140 famílias que produzem em uma área de três mil hectares de mata atlântica.

A Natura não fala em números de investimentos para esta nova linha. A informação é de que 3% do faturamento anual é destinado ao desenvolvimento de novas tecnologias e produtos. Para 2011, a projeção de crescimento gira em torno de 13% em relação ao ano passado. Puxando este crescimento aparece a região Nordeste, que além da melhora no poder de consumo, é destaque no interesse por produtos de perfumaria.

EMPRESA QUE CONTROLA A BAMIM TEM DESEMPENHO FRACO

Deu hoje no jornal Brasil Econômico.

Glencore nega estar planejando oferta por mineradora ENRC, do Cazaquistão 

A Glencore não está considerando uma oferta pela mineradora ENRC, afirmou o presidente-executivo da companhia, minimizando notícias sobre aquisição depois que a empresa decepcionou o mercado com resultado fraco de primeiro trimestre.

“A Glencore monitora uma ampla variedade de oportunidades no setor e vamos continuar fazendo isso”, afirmou o presidente-executivo, Ivan Glasenberg.

DELFIM, RICUPERO E FRAGA FALAM DA RELAÇÃO ENTRE ECONOMIA E SUSTENTABILIDADE

Delfim Neto e Rubens Ricupero (ex-ministros da economia) e Armínio Fraga (ex-presidente do Banco Central) falam sobre economia sustentável como um novo modelo de desenvolvimento possível e acima de tudo necessário.

O respeitado Delfim Neto afirma que no tempo dele, o desenvolvimento a todo custo o levou a importar poluição. Hoje, a realidade é diferente.

Assista o programa Cidades e Soluções.

MAIS INFORMAÇÃO, ECONOMIA MELHOR

Por Washington Novaes

Se se prestasse mais atenção à informação precisa, ver-se-ia, como tantos estudos têm mostrado, que o País não precisa de mais desmatamento, mais ocupação de áreas de preservação, para aumentar a produção agropecuária. Ao contrário. A produção depende da conservação da biodiversidade, até em coisas que a alguns parecem estapafúrdias – como a preservação de morcegos e de abelhas.

Um mínimo de prudência e bom senso poderia ter evitado ao Brasil o vexame de se tornar objeto de uma decisão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA), pedindo que suspenda imediatamente o licenciamento e a construção da usina de Belo Monte, por causa do ‘potencial prejuízo da obra aos direitos das comunidades tradicionais da bacia do Rio Xingu’.

Ao longo de muitos anos, o autor destas linhas tem escrito sobre esse tema neste espaço, mostrando a inacreditável falta de informações consistentes sobre o valor da obra (agora ‘estimado’ em R$ 26 bilhões, mas que ‘poderão ser mais’); o potencial efetivo (que dependerá de transposição de águas de outro canal e, possivelmente, da escavação de um canal maior que o do Panamá – sem saber onde colocar os sedimentos retirados); a destinação da energia a ser produzida (a da usina de Tucuruí, por exemplo, só agora, décadas depois da construção, chega a Manaus e Macapá, para beneficiar a população amazonense, e não apenas a exportação de alumínio); os prejuízos reais para as populações indígenas e ribeirinhas (razão do comunicado da OEA); e, mais que tudo, a real necessidade dessa usina, dentro de uma discussão ampla sobre a matriz energética brasileira.

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AUMENTA NÚMERO DE DEMISSÕES EM ILHÉUS

Ilhéus apresentou números  negativos na geração de empregos no mês de fevereiro.  As empresas dos setores de comércio e serviços foram as que mais demitiram. No comércio foram eliminados 90 postos de trabalho, as empresas do setor de serviço tiveram saldo negativo de 50 vagas.

Quando computados os dados de janeiro e fevereiro, o comércio foi o setor com pior desempenho.

Foram registradas 321 contratações e 450 demissões, o que resultou em saldo negativo de 129 vagas. Apesar do maior número de desempregados, no acumulado do ano, o desempenho da economia de Ilhéus superou a de Itabuna, que demitiu 135 empregados.

 

CACAU GOURMET E CHOCOLATE COM ASSINATURA DE OSCAR NIEMEYER

Apocalípticos e adoradores do minério de ferro insistem em dizer que o cacau já era.

Pelo mundo afora, o que se vê é justamente o contrário.

O mercado do chocolate ganhou uma nova dinâmica, está mais diversificado.

Recentemente, o programa Mundo SA da Globo News mostrou que a produção do “alimento dos deuses” é capaz de gerar requinte e sofisticação.

Através do cacau gourmet, de amêndoas selecionadas com muito critério, surgiu um chocolate caríssimo com a assinatura do arquiteto Oscar Niemeyer.

Fábricas especializadas em atender as classes A e B, também buscam ampliar seus negócios.

Veja a reportagem que mostra uma fazenda de Ilhéus.

LANÇAMENTO DAS NOVAS CÉDULAS DO REAL TERÁ LINK AO VIVO

O Banco Central do Brasil realiza hoje, 13 de dezembro, às 15h, o lançamento da segunda família de cédulas do Real. A novidade do evento, que acontecerá no auditório Octavio Gouvêa de Bulhões, Edifício-Sede do BC, em Brasília,  é a transmissão on-line através da página http://www.novasnotas.bcb.gov.br/. A solenidade também poderá ser acompanhada ao vivo nos auditórios das regionais do BC, onde haverá material de divulgação e porta-vozes para atendimento à impresa.

As novas notas de R$ 100 e R$ 50 contêm diversos elementos de segurança de fácil identificação, alguns novos e outros já presentes nas atuais cédulas, mas aprimorados. A faixa holográfica, por exemplo, agora é composta por desenhos descontínuos que, ao serem movimentados, apresentam efeitos de alternância de cores e imagens. O número escondido – numeral com o valor da nota – fica visível quando ela é colocada na posição horizontal, na altura dos olhos, em um local com bastante luz. Já a marca d’água passou a conter o valor da nota e a imagem do animal – onça, na nota de R$50 e garoupa, na de R$100.

O NATAL VAI SAIR MAIS CARO

As prestações dos presentes de Natal ficaram mais caras. Segundo o Banco Central, entre setembro e outubro os juros médios para o consumidor subiram 1%,  impulsionados, principalmente, por expectativas de um aperto monetário até janeiro e projeções de piora para a inadimplência. Essa foi a primeira elevação após quatro quedas consecutivas nas taxas.

A concessão de financiamentos no país está crescendo fortemente e em outubro bateu recorde. O volume de recursos chegou a 47,2% do poduto interno bruto (PIB) — número nunca registrado desde 2001, quando o Banco Central começou a fazer esse levantamento. Com tanto dinheiro na praça e os juros pesados praticados no Brasil, o consumidor precisa ficar atento para não cair nas armadilhas escondidas sobre o crédito fácil e comprometer o orçamento.

Com informações do Correio Braziliense.

A FEBRE DO MINÉRIO DE FERRO NO BRASIL

“Entre a descoberta e o início da operação de uma mina, demora, em média, sete anos. Será que dentro de sete ou oito anos o cenário será o mesmo?”, diz Paulo Camillo Vargas, presidente do Ibram. “Alguns projetos podem ser viáveis num período de preço muito alto como agora. Mas, depois, quando houver uma acomodação, alguns deles podem não se viabilizar”, diz Brumer, da Usiminas.

Por David Friedlander e Melina Costa – O Estado de S.Paulo

Eles vieram do distante Casaquistão, uma ex-república soviética da Ásia Central. Controladores da ENRC, uma das maiores empresas daquele país, três dos homens mais ricos do mundo descobriram a pequena Caetité, no interior da Bahia, em 2008. Desde então, a mineradora já investiu mais de US$ 1 bilhão na compra de uma reserva de minério de ferro no lugar. Para tirar o projeto do papel, serão necessários outros US$ 2 bilhões. E tem mais: será preciso lidar, também, com a incerteza que é depender do governo brasileiro para a construção de uma ferrovia e de um porto, essenciais para levar o minério até os clientes.

Os casaques estão bancando uma aposta. E não são só eles: há também investidores chineses, americanos, alemães e japoneses, entre outros. Os novatos compraram participação em pelo menos oito projetos de produção de minério de ferro. São novas minas e expansões que devem entrar em operação nos próximos seis anos (veja quadro na página ao lado). Todos cobiçam um pedaço do mercado dominado pela Vale, responsável por mais de 70% da produção de minério do País. Ao todo, serão despejados no setor US$ 39 bilhões até 2014, segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Menos de metade virá da Vale.

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VALOR DA CESTA BÁSICA DIMINUI EM ILHÉUS E AUMENTA EM ITABUNA

O custo da cesta básica, em Ilhéus, reduziu em 0,21%. De 168,91 reais em agosto passou para 168,55 reais em setembro. Os produtos que tiveram maior queda foram: banana (-12,74%), pão (-7,21%), tomate (-6,20%), manteiga (-3,96%), leite (-2,01%).

Ao analisar os últimos seis meses, verifica-se diminuição no custo da cesta básica em Ilhéus de 8,11%. Nesse período, o produto com maior redução de preço foi o tomate (-57,84%), enquanto o feijão sofreu o maior aumento (42,98%).

Em Itabuna, o valor da cesta básica aumentou 1,67% em relação a agosto. De 165,55 reais passou para 168,31 reais em setembro. A elevação no preço do açúcar (8,43%), feijão (7,75%), óleo de soja (7,63%) e carne (4,84%) foi responsável por esse acréscimo.

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UM NOVO OLHAR SOBRE A ECONOMIA

Por Luciano Costa para o Observatório da Imprensa.

A edição desta semana da revista Época deve ser guardada como um exemplar histórico: pela primeira vez, um veículo da chamada grande imprensa brasileira aborda a questão do valor econômico da biodiversidade, sem condicionantes, tratando-a como eixo principal de uma mudança no modelo econômico vigente.

Alguns jornais e outras revistas, como a CartaCapital, chegaram a tratar do assunto, em edições especiais. Mas CartaCapital trafega em pista paralela à da imprensa predominante, que é uniformemente conservadora e fiel a uma matriz ideológica homogênea – tem um acordo editorial com a agência Envolverde e não se caracteriza pelo viés chamado de neoliberal.

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O LADO BOM DO DÓLAR FRACO

Com informações  do O Globo.

A queda na cotação do dólar está reduzindo o endividamento das empresas brasileiras. Segundo estudo realizado pela economática, a desvalorização do dólar a partir de junho diminuiu em 10,85 bilhões a dívida em moeda estrangeira de 159 companhias que têm ações na Bolsa de Valores.

A maior beneficiada foi a Petrobras, que diminuiu sua dívida em 2,93 bilhões desde junho, segundo a pesquisa. A Vale Mineração, também teve um recuo significativo no endividamento: 1,42 bilhões. Segundo Einar Rivero, da Economática, isso é natural, devido o tamanho das duas empresas.

Para o vice-presidente da Anbima, Alberto Kiraly, o momento é satisfatório e bastante competitivo.

EXPORTAÇÕES DA BAHIA BATEM RECORDE

Com informações do jornal A Região.

A secretaria estadual de planejamento divulgou ontem (quarta-feira/15), que as exportações da Bahia bateram o recorde no mês de agosto. Nesse mês, o aumento foi de 11% em relação a julho. O volume de exportações, em comparação ao mesmo período de 2009, representa um aumento de 34,3%.

O crescimento das vendas é devido a recuperação do comércio com a Argentina, União Européia e a China. “A recuperação dos mercados importadores como Argentina, União Europeia e China, a safra de grãos e o aumento nos preços e no volume exportado de petróleo, celulose, algodão e café foram responsáveis pelo sucesso,” diz o coordenador de comércio exterior da SEI (superintendência de estudos econômicos e sociais da Bahia), Arthur Souza Cruz.

VENDA DE CARROS SEMI-NOVOS BATE RECORDE HISTÓRICO

Com informações do A Tarde.

A venda de veículos semi-novos no ano passado foi expressiva. Porém, desde o fim da redução do imposto sobre produtos industrializados (IPI) para carros zero quilômetro, em abril do corrente ano, o mercado dos carros usados retornou a competitividade, batendo o recorde no mês de agosto.

Foram vendidos no mês passado 787,1 mil veículos, o que representa uma alta de 6,4% em relação a julho. Este volume de vendas dá novo fôlego a um setor que viu no primeiro semestre do ano passado uma redução de cerca de 10%. “A crise é uma página virada. Hoje o mercado está equilibrado e em plena ascensão”, explica Paulo Mascarenhas, presidente da associação das revendas de veículos da Bahia (Assoveba).

“IMPROVISO, OXENTE” DISCUTE DESENVOLVIMENTO, CONCENTRAÇÃO DE RENDA E CRESCIMENTO ECONÔMICO

Chiapetti e Ramayana propiciaram um debate riquíssimo.

“A história desconhece exemplos de processos de desenvolvimento que tenham trazido bem estar perene para as comunidades”. Com esta frase, o professor de literatura Ramayana Vargens ilustrou o seu passeio pelo significado da palavra desenvolvimento, tão debatida no contexto atual do Sul da Bahia.

O bate-papo que teve também a participação do professor doutor, Jorge Chiappeti, da UESC, ocorreu na última quarta-feira (08), no “Improviso, Oxente”, da Casa dos Artistas.

“Esta palavra, quando associada à idéia de crescimento econômico, normalmente obedece a determinados interesses, de grupos hegemônicos detentores do controle e que buscam benefícios”, explicou Chiapetti.

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PELA INFLAÇÃO E NADA MAIS

Segundo o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), cerca de 97% das negociações salariais no primeiro semestre tiveram reajustes iguais ou acima da inflação, melhor que nos dois anos anteriores.

De acordo com o departamento, a melhora no resultado  de 2010, em comparação com os dois anos anteriores, é um indicativo do bom momento que passa a negociação coletiva, em sintonia com a evolução dos indicadores econômicos do País.

O governo se comprometeu a corrigir o mínimo e as aposentadorias do INSS apenas pelo índice da inflação, conforme a proposta do Orçamento Geral da União, que segue para o congresso na próxima terça-feira (31).

Com informações do Estadão.

DESPESCA BENEFICIA PEQUENOS PRODUTORES

Nos últimos 11 meses centenas de pequenos produtores rurais de Taperoá receberam alevinos de tilápia e tambaqui por meio do programa de repovoamento da Bahia Pesca.

Até o dia 31 do corrente mês, serão feitas as despescas (retirada dos peixes do criadouro, quando atingem o tamanho comercial). “A expectativa é de que possamos retirar três toneladas de pescado dos tanques” acredita o presidente da Bahia Pesca, Isaac Albagli.

Serão cinco comunidades e 200 famílias beneficiadas. O objetivo desse trabalho é aumentar a renda dessas pessoas, e consequentemente, terem mais comida nas mesas, além de equilibrar a relação quantidade e oferta do produto no estado. Caso os produtores decidam vender o pescado, a renda obtida pode chegar até 21 mil reais.

O INVESTIDOR QUE COMPROU TODO O CACAU DA EUROPA

Do Estadão.

SÃO PAULO – De um dia para outro, os grãos de cacau que abarrotavam armazéns na Alemanha, Inglaterra e Holanda passaram para as mãos de um único homem: as do inglês Anthony Ward, um dos sócios da Armajaro Holdings Ldt.

Na operação finalizada há um mês, Ward usou várias corretoras e bancos de investimento para arrematar todo o cacau da Europa – equivalente a 7% da produção mundial -, o suficiente, estima-se, para produzir 5 bilhões de barras de chocolate.

No turbilhão da transação de US$ 1 bilhão, muita gente acusou o megainvestidor de causar o vazio nos estoques unicamente para forçar a alta dos preços. Como a próxima colheita de cacau no hemisfério norte começa em setembro (e estende-se até outubro), quem precisar de matéria-prima agora na Europa terá de negociar com a Armajaro.

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AMERICANO BON VIVANT INVESTE NO SUL DA BAHIA

Do Estadão.

A trajetória de Frederick Schilling é bem diferente da que se espera de um empresário bem-sucedido. Ex-estudante de religião, fã de Paulo Coelho, guitarrista de banca de rock, ele transformou uma fabricante artesanal de chocolate orgânico num negócio de US$ 17 milhões. Investiu numa rede de agricultura sustentável na Indonésia, que apoia milhares de fazendeiros. Seu último projeto combina, de certa forma, ingredientes dos outros dois: abriu uma fábrica de chocolate na Bahia, estimulando o cultivo orgânico de cacau no sul do Estado.

Há mais de uma década, o americano Schilling estava mais interessado em curtir a boa vida em Telluride, Colorado. Esquiava, tocava guitarra e fumava “toda a maconha que se possa imaginar”. Sua única preocupação era fazer chocolate para levar às festas dos amigos. “Eu gostava de cozinhar, mas detestava chocolate industrial. Acabei inventado minha própria receita.”

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LÍDER GREVE DA PM
Carga Pesada






Funk do valentão.
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