EMÍLIO GUSMÃO

Gosto da boa polêmica, ingrediente indispensável ao debate proveitoso. Depois que li Crime e Castigo (Dostoiévski) e A Morte de Ivan Ilitch (Tolstói), muita coisa mudou em minha cabeça. Tenho 36 anos, sou comunicólogo e microempresário do audiovisual. Preferências contraditórias: Che e de Gaulle, Bin Laden e Ghandi. Considero Manuel Bandeira, o melhor de todos os tempos da minha humilde biblioteca.

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Matérias com a tag ‘Eduardo Anunciação’

CONSIDERAÇÕES NADA CONSIDERÁVEIS

Por Marcos Pennha

Não sei por que, mas há quem declare que eu não considero ninguém nos meus escritos. Pode até ser verdade, contudo afianço que procuro, ao máximo, ser justo nas confabulações. Por exemplo, reconheço que o jovem Alexandre Simões, senhor secretário municipal de Saúde de Ilhéus, é competente o suficiente para resolver as questões desse setor, embora se saiba que se trata de problemas crônicos. A título de colaboração, sugiro, somente, que o senhor secretário contrate, imediatamente, um cicerone para guiá-lo pela cidade. Ninguém é obrigado a conhecer um lugar onde se passou maior parte do tempo fora. Por conseguinte, faz-se necessário visualizar a problemática de perto, além do gabinete. Essa constatação a gente chega fácil “olhando de binóculo, ou sem binóculo” – usando a expressão do polêmico jornalista Eduardo Anunciação.

O importante é que o senhor secretário de Saúde demonstra boa vontade, e tem planejado suas ações. Fiquei sabendo, inclusive, que o 13º, de 2011, dos funcionários contratados já tá programado para ser pago uma semana antes das eleições de outubro próximo. Fiquem tranquilos. No mais, é rezar para que não ultrapasse essa data.

Por falar em reza, valeu a criação da “Lei do Pai Nosso”, que obriga aos alunos da rede municipal de ensino a orar antes do início das aulas. Na minha época de estudo, essa ação era praticada sem que houvesse obrigatoriedade. Oração sem ação não surte efeito. Particularmente, sugiro que seja criada uma lei que obrigue o prefeito e os vereadores a fazerem algo em benefício do povo.

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EDUARDO ANUNCIAÇÃO: CIDADÃO ILHEENSE

Pronunciamento do jornalista Eduardo Anunciação após receber o Título de Cidadão Ilheense. A cerimônia aconteceu nessa sexta-feira (09), à noite, na câmara de vereadores de Ilhéus.

PALAVRAS DO MESTRE

Eduardo Anunciação em sua coluna no Diário Bahia:

“NEWTON LIMA, prefeito dali de Ilhéus, não está procurando correligionários, não está procurando adversários, não está procurando inimigos nem amigos para articular, conversar sobre sua própria sucessão. Que Alysson Mendonça, Jabes Ribeiro, Ângela Sousa, Cacá Colchões, Nilton Cruz leiam está informação, notícia, fato e tirem suas conclusões para o futuro, o amanhã.”

CERTEZA CARTOGRÁFICA E EVANGÉLICA VERDADE

Nota do jornalista Eduardo Anunciação.

Fábio Lima, assessor parlamentar do deputado federal reeleito, Roberto Brito, foi candidato a deputado estadual, Itabuna, PT do B. Quando Fábio Lima conseguiu, obteve, teve, 434 votos na cidade grapiúna não provocou nenhuma surpresa, nenhum espanto.

Estava tudo escrito no calendário, na geografia, no mapa eleitoral, da política.

Mais detalhes serão publicados nas edições desta semana, da coluna Política, Gente, Poder, do Diário – O Jornal do Sul da Bahia.

UM POLÍTICO DE RESULTADOS

Segundo o meu amigo Eduardo Anunciação, o vereador itabunense Ruy Machado, conforme recomendação do próprio, Ruy com “y”, é um vereador de resultados, pragmático.

Na segunda-feira ele toma café da manhã, com pão amanteigado e cuscuz com leite de gato, ao lado de Fernando Gomes. Na terça-feira, almoça uma picanha na churrascaria Los Pampas, com Geraldo Simões, enquanto na quarta-feira, janta galinha ao molho pardo e quiabada com o prefeito Nilton Azevedo.

Para o Blog do Gusmão já não mais interessa ter conhecimento, nem saber o que o vereador Ruy Machado faz na quinta, na sexta, no sábado e no domingo.

Eduardo Anunciação é jornalista político e exclusivo do Diário – O Jornal do Sul da Bahia.

O MESTRE EM SEU RITUAL

Eduardo Anunciação, autor da coluna "Política, Gente, Poder", do jornal Diário.

Este homem é jornalista, essencialmente jornalista.

Seus textos e sua coluna (quase diária) fluem através de um ritual peculiar, propiciado pelo reconhecimento conquistado e por um estilo único.

Ele escreve com o auxílio de uma régua, ele manuscreve mesmo tendo máquina de escrever e computador. Sua métrica é capaz de levar políticos à loucura, sua construção leva vereadores à tribuna do desespero, deputados à plenaria dos lamentos, etc e etc.

Nele, a criticidade está sempre presente, com rigor, respeito e perspicácia, afinal, eis um jornalista, eis um instrumento da liberdade de expressão.

Seus elogios agraciam e enobrecem, seduzem aqueles anteriormente criticados. A corda da liberdade lhe impôs processos judiciais, calúnias e até mesmo infâmias, mas, ele passa longe disso, não demonstra rancor, não suporta mágoas.

Todos os dias, nesta mesa, quase sempre forrada com uma toalha vermelha (tapete vermelho?) ele escreve a história grapiúna, sentado na mesma cadeira, carinhosamente recebido por um grande amigo de “priscas eras”.

Não vou revelar o local, para que não façam romarias, para que não interropam demasiadamente a sua criação.

Este homem é jornalista, essencialmente jornalista. Um homem de erros e virtudes como outro qualquer, porém, um jornalista, um grande jornalista (de estilo e texto) meu amigo e companheiro, conselheiro e mestre.

TAPA COM LUVA DE PELICA

Parte da coluna “Política, Gente, Poder” do jornalista Eduardo Anunciação, publicada ontem (terça/23), no jornal Diário.

Carlos Masarollo é Presidente-Diretório-Bahia-PMN, estabelecido ali em Ilhéus. Objetivando, visando atingir o inquieto jornalista Emílio Gusmão, escreveu: “O isolamento, para quem se propõe a viver da notícia, é a morte”. Minha interpretação, tradução, opinião. Carlos Masarolo é intransigente defensor da pena de morte ou não consegue, não sabe escrever seus discursos ou artigos. A seguir.

Carlos Masarollo. Este soldado raso do jornalismo deste planeta cacau é inteiramente, completamente favorável, a favor da pena de morte, justamente para quem defende desumanamente a pena de morte. Ele, merecidamente (talvez), conseguiu indicar funções, nomear cargos no desgoverno do prefeito Valderico Reis. Estava comprometido. Ou, quem sabe, estava com rabo preso. Nenhuma condenação.

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EDUARDO ANUNCIAÇÃO RESPONDE A “RAFLE MUNIZ”

” O jornalismo, colunismo político não é um instrumento para desagradar ou agradar troianos ou gregos. A vigilância atenta, a malícia decente, a crítica contida são atributos do jornalismo, de um colunista, de uma coluna de jornal. A sociedade que julgue”.

O advogado Rafle Salume, através de um “direito de resposta” publicado no jornal Diário, tentou dar uma aula de jornalismo no “Mestre das Anunciações”, afirmando o que um “homem de imprensa” deve ou não dizer.

Para este Blog, as linhas traçadas pelo “causídico” foram de uma infelicidade atroz, pois, ao invés de responder e contestar, Rafle tentou desmerecer um dos nomes mais respeitados da imprensa brasileira, chegando ao cúmulo de chamá-lo de “parlapatão”, palavra recuperada pelo senador e ex-presidente Fernando Collor, recentemente.

O advogado não sabe o que é estilo e fruição.

Infelizmente, devido à falta de inteligência e sorte, Salume não está na condição de sequer responder uma crítica de Eduardo.

Aliás, o Blog do Gusmão, fã, amigo e admirador confesso de “Duda”, pergunta: quem é Rafle Muniz?

Leia a resposta, notável, do Mestre das Anunciações, publicada na edição de hoje, do jornal Diário.

RAFLE MUNIZ SALUME. Democraticamente, eleitoralmente, politicamente, saudavelmente, este soldado raso do jornalismo político deste planeta cacau, DIÁRIO BAHIA, não tem motivações para polemizar, não tem motivos para debater vida política, pública com o advogado Rafle Muniz. Sob este panorama, neste cenário, sua Excelência não tem currículo, não tem biografia, não tem história. Ele partidariamente, é intempestivo, eleitoralmente, impopular, politicamente, um marciano, fraco. Definitivamente encerando o assunto, nos próximos parágrafos com binóculos, sem binóculos, com óculos, sem óculos, porque minha relação com o jornalismo é interpretativa, informativa, analítica, opinativa. Jamais de encrenqueiro, de encrencas.

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LÍDER GREVE DA PM
Carga Pesada






Funk do valentão.
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