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:: ‘greve geral’

SERVIDORES DE ITABUNA APROVAM PARALISAÇÃO

Imagem de arquivo do Sindserv.

Imagem de arquivo do Sindserv.

Reunidos em assembleia nessa quarta-feira (19), servidores da Prefeitura de Itabuna decidiram que vão aderir à paralisação nacional do próximo dia 28.

Convocado pelas centrais sindicais, o protesto será contra as reformas trabalhista e da Previdência Social propostas pelo governo Temer.

COMERCIÁRIOS DE ITABUNA APROVAM PARALISAÇÃO

Imagem do Sindicato dos Comerciários de Itabuna.

Imagem do Sindicato dos Comerciários de Itabuna.

Em assembleia realizada na última quinta-feira (13), comerciários de Itabuna decidiram que vão paralisar suas atividades no próximo dia 28. A data foi escolhida pelas centrais sindicais como dia nacional de luta contra as reformas tocadas pelo governo Temer.

“Não podemos aceitar calados o desmonte da Previdência Social, o fim da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) e o aumento da precarização das condições de trabalho”, afirmou Nivaldo Freitas, diretor do Sindicato dos Comerciários de Itabuna. “A classe trabalhadora unida vai barrar estes ataques e derrubar este governo golpista, inimigo dos trabalhadores”, vaticinou.

SERVIDORES DE ITABUNA PODEM ADERIR À GREVE GERAL

Imagem de arquivo do Sindserv.

Imagem de arquivo do Sindserv.

O Sindicato dos Servidores de Itabuna (Sindserv) convocou a categoria para assembleia a ser realizada na sede da entidade, no próximo dia 18, às 17 horas. Na ocasião, os trabalhadores vão decidir se participarão ou não da greve geral marcada para o dia 28 de abril.

Convocada por centrais sindicais, a paralisação do 28 será uma resposta das entidades contrárias à terceirização irrestrita e à reforma da Previdência Social.

GREVE GERAL É TEMA DE REUNIÃO EM ILHÉUS

Imagem da página "Povo sem medo" no Facebook.

Imagem da página “Povo sem medo” no Facebook.

A greve geral convocada para o dia 28 de abril será tema de reunião às 18 horas desta quinta-feira (6), na sede do Sindicato dos Bancários de Ilhéus, localizada na rua Ana Nery, nº 140, no Centro.

Segundo os organizadores, o Brasil vai parar e “Ilhéus também”. O movimento é contra a terceirização irrestrita da mão-de-obra e as reformas da Previdência Social e da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

PROFESSORES DA UESC DISCUTEM PARALISAÇÃO E GREVE

UESC. Imagem: Rede Sul Bahia.

UESC. Imagem: Rede Sul Bahia.

Professores da UESC realizarão assembleia a partir das 14 horas dessa quarta-feira (19), no auditório do pavilhão Max de Menezes. Entre outros assuntos, decidirão se vão paralisar suas atividades nos próximos dias 25 e 26. Também avaliarão indicativo sobre a greve geral dos trabalhadores do Brasil prevista para a primeira quinzena de novembro.

A paralisação do dia 25 de outubro foi convocada pelas centrais sindicais e o Fórum das Entidades dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe). A data marcará o dia nacional de luta dos servidores públicos. O movimento critica medidas como a PEC 241 e as reformas previdenciária e trabalhista.

No dia 26, caso aprovem a paralisação, os professores da UESC e das outras universidades estaduais promoverão ato público em Salvador, antes e durante encontro com representantes do governo estadual. Segundo eles, “o objetivo é fortalecer a luta unificada para barrar o desmonte das universidades”.

Na última segunda-feira, 17, os professores da UFBA aderiram à greve geral. A decisão pode representar uma tendência entre os docentes das universidades públicas.

SERVIDORES FAZEM CAMINHADA NO TEOTÔNIO VILELA

A manifestação percorreu várias ruas do bairro.

A manifestação percorreu várias ruas do bairro.

Na manhã desta segunda-feira (12), centenas de servidores municipais participaram de uma caminhada no Teotônio Vilela. O objetivo da manifestação era conscientizar pais, alunos e a comunidade sobre os prejuízos da greve e a necessidade do prefeito Jabes Ribeiro negociar abertamente com os trabalhadores, para acabar a paralisação.

Habitantes do Vilela apoiaram o movimento e também denunciaram o sofrimento do bairro, com postos de saúde desativados, ruas esburacadas e escolas que não funcionam desde o início do ano.

De acordo com os servidores, o prefeito se nega a lhes dar a revisão salarial de 5,84% (prevista em lei). Mas encheu a Prefeitura, criando novas secretarias e dando aos seus apadrinhados aumentos de mais de 360%. “Isso é uma vergonha para Ilhéus, para cada secretário o prefeito deu um aumento em torno de três mil reais”, afirmam. 

Os sindicatos informam que, nessa terça-feira (13), será realizada uma concentração na porta do Palácio Paranaguá, a partir das 8 horas da manhã. 

SE JABES CORTAR O PONTO DOS GREVISTAS, NÃO HAVERÁ AMPARO LEGAL

Por tempo indeterminado, a greve de todas as categorias dos servidores municipais de Ilhéus se estende, na luta pelo reparo salarial garantido pela constituição brasileira. 

Entre os trabalhadores mobilizados, há o temor diante da expectativa do prefeito Jabes Ribeiro decidir cortar o pagamento dos seus salários. Caso o mandatário ilheense decida cortar o ponto dos grevistas, será sem o amparo da lei. A decisão hipotética atentaria contra o direito de greve. 

Em 2006, servidores da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) realizaram uma greve entre os dias 14 de março e 9 de maio. Os trabalhadores  impetraram mandado de segurança com o objetivo de obter uma ordem judicial que impedisse o desconto dos dias não trabalhados. Em primeiro grau, o pedido foi rejeitado. Porém, a 16ª Câmara Cível do TJ-RJ reformou a sentença, invocando os princípios do devido processo legal e da dignidade da pessoa humana. Por fim, o Tribunal de Justiça declarou que é ilegal descontar o salário de servidores em greve. 

O entendimento do TJ-RJ foi o de que, não havendo lei específica sobre greve no setor público, não se pode falar em corte ou suspensão de pagamento de salários dos servidores por falta de amparo no ordenamento jurídico. “Na ponderação entre a ausência de norma regulamentadora e os princípios do devido processo legal e da dignidade da pessoa humana, devem prevalecer estes últimos”, diz o acórdão. 

O Supremo Tribunal Federal  reconheceu a repercussão geral em matéria discutida no Agravo de Instrumento 853275, no qual se discute a possibilidade do desconto nos vencimentos dos servidores públicos dos dias não trabalhados em virtude de greve. O recurso foi interposto pela Faetec contra decisão do TJ-RJ. O Ministro Dias Toffoli em seu relatório manteve a ilegalidade do desconto. Como a decisão foi acatada pelo STF, ela serve de referência para que não ocorram descontos nos salários de servidores públicos em greve.

Com informações do stf.jus.br.

PARTIDOS POLÍTICOS APOIAM OS SERVIDORES ILHEENSES

Servidores lotam a Câmara Municipal.

Servidores lotam a Câmara Municipal.

Na manhã desta quarta-feira (7), dirigentes do PMDB, PSC, PSB, PTB e PCdoB de Ilhéus se reuniram com representantes de todas as categorias dos servidores municipais. O encontro foi na Câmara de Vereadores e os líderes partidários manifestaram seu apoio aos trabalhadores, com o intuito de esclarecer e resolver o impasse entre o governo de Jabes Ribeiro e as classes mobilizadas. 

Na reunião, os sindicatos apresentaram seus estudos sobre a folha de pagamento da Prefeitura, contestando os números apresentados, pois a administração municipal “inseriu indevidamente dados que não são computados para se determinar os índices da Lei de Responsabilidade Fiscal”.

Os trabalhadores evocaram a própria LRF para legitimar sua causa, porque é a Constituição Federal que obriga os governos a efetuarem, “anualmente, a reposição das perdas salariais, com base nos índices da inflação”. 

Os representantes sindicais defendem que a solução para reduzir as despesas da máquina administrativa é parar o avanço das terceirizações, especialmente, de serviços para os quais a Prefeitura de Ilhéus já conta com pessoal competente em seu quadro de funcionários. 

ENQUANTO SÉRGIO CABRAL RECUA, JABES RIBEIRO PREPARA REPRESÁLIAS

Nessa segunda feira 29, em entrevista coletiva e com um tom emocionado, o governador do Rio de Janeiro recuou. Sérgio Cabral tinha a voz embargada quando apelou que os ativistas desocupassem a rua de sua residência, no Leblon – uma das moradas mais caras do mundo. 

“Tenho filhos, um de 6 e outro de 11 anos”, informou Cabral, ao pedir que as manifestações voltassem para a sede do governo estadual. Com essa intenção, o governador retirou as grades que cercavam o Palácio Guanabara. Porque lá é o palco do “jogo político”, refletiu. Para Cabral, sua vida particular não deve ser perturbada, se referindo à suposta dicotomia entre o sujeito e o homem público. 

Sérgio Cabral não recuou apenas com as palavras. Ele anunciou que o parque aquático no complexo do Maracanã (que seria demolido e transformado em estacionamento e lojas) será preservado. O espaço é usado por atletas para treinos diários.

O governador do Rio de Janeiro também enfatizou que está aberto ao diálogo com os manifestantes. “Não sou um ditador”, disse Cabral. 

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Comentário do Blog:

Enquanto Cabral recua, Jabes Ribeiro prepara represálias contra os trabalhadores mobilizados. As circunstâncias que afligem os dois políticos experientes são parecidas. O governador do Rio de Janeiro é mais pressionado pela maior visibilidade da sua situação. Por isso seu passo atrás. Mas na velha capitania, Jabes não está disposto a recuar. 

As supostas previsões de não pagamento do funcionalismo, corte de ponto e judicialização do confronto com os sindicatos, assombram os servidores ilheenses e articulam forças contra sua greve geral. 

Jabes agiu de forma parecida quando o Palácio Paranaguá foi ocupado pelo Reúne Ilhéus. Sempre à distância, representado por comissões do seu governo, o prefeito é acusado pelos manifestantes de usar essas comissões para ganhar tempo. Enquanto age através do sistema judiciário. Foi assim que ele expulsou o Reúne Ilhéus da Prefeitura, sem ao menos aparecer para o “diálogo aprofundado” de que tanto sente falta. 

Jabes também levará para a Justiça seu “diálogo aprofundado” com os trabalhadores ilheenses? 

 

GREVE CONTINUA EM ILHÉUS

 

Servidores ilheenses decidem permanecer em greve.

Servidores ilheenses decidem permanecer em greve.

Na manhã desta segunda-feira (29), servidores ilheenses de todas as categorias decidiram manter a greve por tempo indeterminado. 

Mais uma vez reunidos em frente à Prefeitura de Ilhéus, os movimentos sindicais decidiram também que essa semana será marcada por atos públicos, caso Jabes Ribeiro continue ignorando o diálogo franco sobre o reajuste salarial dos trabalhadores. 

Durante a assembleia dessa manhã, os servidores municipais voltaram a denunciar “os desmandos administrativos praticados pelo governo municipal, como o inchaço na folha de pagamento, com a contratação de cargos comissionados, aumentos exorbitantes dos salários dos secretários municipais, além da contratação de empresas para a terceirização de serviços”. 

Os trabalhadores também afirmaram que não cederão à pressão do governo municipal, nem hesitarão diante das ameaças e tentativas de intimidação feitas por Jabes e seus secretários municipais. 

SERVIDORES ILHEENSES CONTINUAM EM GREVE GERAL

Servidores debatem os rumos da greve geral.

Servidores debatem os rumos da greve geral.

A greve geral persiste na Prefeitura de Ilhéus, por tempo indeterminado. Todas as categorias do funcionalismo municipal participam do ato. A paralisação continuará até que o prefeito Jabes Ribeiro apresente uma proposta concreta de reajuste salarial.

Os tralhadores se reúnem todos os dias, durante a greve, em frente ao Palácio Paranaguá (prédio do governo municipal). A concentração começa a partir das 8 horas da manhã,  para os debates que conduzem  mobilização.

Os sindicatos contestam os números da folha de pagamento de pessoal apresentados pela Prefeitura. “No cenário apresentado pelo prefeito, a folha de pagamento chega a 68% das receitas. […] Acontece que os números foram contestados pelos representantes dos sindicatos”, informou a nota publicada pelos trabalhadores na última terça-feira (23).

SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO REPRODUZ O DISCURSO DE JABES

Secretário Ricardo Machado. Foto: Gidelzo Silva.

Secretário Ricardo Machado. Foto: Gidelzo Silva.

Na manhã de hoje (23), em entrevista ao programa “Na boca do Povo” (da Rádio Baiana), o Secretário de administração de Ilhéus, Ricardo Machado, reafirmou os números da folha de pagamento dos servidores municipais, falando sobre a necessidade de cortar gastos públicos.

Preocupado com a greve geral deflagrada pelos trabalhadores, Ricardo receia “não ter um funcionário capaz de rodar as folhas de pagamentos”. Por isso, teme “não poder pagar os salários dos servidores do município”. O apresentador do programa, Gerdan Rosário, perguntou se essa afirmação do secretário poderia soar “como um castigo” aos ouvidos dos sindicatos mobilizados.

A radialista Lívia Cairo também participou da entrevista e perguntou se o secretário entendia que, naturalmente, “a notícia de que o prefeito poderia demitir mais de 400 pais de família causou um frisson?”. Ricardo negou que essa seja a vontade do mandatário e disse que todos os esforços de Jabes, na verdade, são para evitar as demissões.

Gerdan interpelou o secretário sobre a necessidade dos administradores municipais expandirem a arrecadação fiscal de Ilhéus, como alternativa justa às demissões de “pais de família”. O apresentador lembrou que as barracas de praia da cidade não pagam impostos e muitos bares, como o Vesúvio, ocupam as calçadas (o espaço público) e, no entanto, não pagam por isso. “Me parece que o prefeitura de Ilhéus é uma mãe para os grandes empresários e um carrasco para os servidores”, completou Rosário, depois de lembrar também a provável sonegação fiscal praticada pelos hoteleiros.

VEREADORES DESMENTEM INFORMAÇÃO DA PREFEITURA DE ILHÉUS

Alisson Mendonça, Lukas Paiva e Fabio Magal.

Alisson Mendonça, Lukas Paiva e Fabio Magal.

A Prefeitura de Ilhéus divulgou que, na sexta-feira (19), novos dados sobre a folha de pagamento dos servidores municipais foram apresentados aos vereadores da cidade. Segundo a comissão permanente de negociação, “os vereadores do Município de Ilhéus entenderam os números”.

Todavia, em nota publicada depois da informação divulgada pela Prefeitura de Ilhéus, os vereadores Lukas Paiva e Alisson Mendonça criticaram severamente a postura do governo municipal. Para Paiva e Mendonça, “a atitude da Secretaria de Comunicação da Prefeitura é mais um reflexo do governo da mentira e das enganações, que se utiliza dos veículos de comunicação para tentar colocar a Câmara e o povo contra os servidores públicos municipais”.

Os vereadores esclareceram que houve um encontro com representantes da prefeitura. No entanto, mais uma vez, “os números apresentados pelo governo são confusos, contraditórios e irreais”, sentenciaram.

O vereador Fabio Magal também se posicionou publicamente sobre o impasse. Ontem, em entrevista ao programa Tropa de Elite, apresentado por Marinho Santos e Robertinho Scarpita, Magal negou ter entendido os documentos apresentados pela Prefeitura de Ilhéus. Segundo Fabio, os sindicatos lhe informaram que, a prefeitura está incorporando despesas com empresas terceirizadas aos custos com o funcionalismo público, o que não é correto.

Além disso, os sindicalistas também disseram ao vereador Magal que, a prefeitura tem garis que podem fazer a coleta de lixo. Contudo, prefere contratar uma empresa, promovendo a terceirização do serviço.

SERVIDORES ILHEENSES PODEM DECIDIR GREVE GERAL NA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA

Servidores municipais em   reunião dessa manhã.

Servidores municipais na reunião dessa manhã.

Paralisados há três dias, servidores municipais marcaram assembleia para a próxima segunda-feira (22). A reunião será às 8 horas, em frente ao Palácio Paranaguá, para avaliar o movimento e decidir sobre a realização de uma greve geral de todas as categorias, por tempo indeterminado.

Os trabalhadores cobram uma proposta concreta de reajuste salarial, por parte da Prefeitura de Ilhéus. Durante toda a manhã dessa sexta-feira (19), os servidores se concentraram em frente à sede da prefeitura, esperando um posicionamento do governo municipal sobre suas reivindicações. Também nessa manhã, representantes da saúde, serviços públicos, educação, agentes de trânsito e guarda civil municipal, participaram de uma reunião com os vereadores. O intuito é encontrar uma solução para o impasse sobre os índices da folha de pagamentos. Os líderes sindicais acusam Jabes Ribeiro (e sua equipe) de falsificação dos documentos apresentados às categorias mobilizadas.

Os representantes sindicais informaram ainda que, permanecerão atentos a qualquer sinal de abertura ao diálogo da Prefeitura, durante todo esse fim de semana. Caso o prefeito não atenda as reivindicações dos trabalhadores até a manhã da próxima segunda feira, os líderes sindicais não descartam a realização de uma greve geral na Prefeitura de Ilhéus. 

PARALISAÇÃO QUASE TOTAL EM ITABUNA

Agência da CEF fechada em Itabuna. Imagem: Gabriela Caldas.

Agência da CEF fechada em Itabuna. Imagem: Gabriela Caldas.

Várias categorias estão de braços cruzados em Itabuna.

Hoje, a Polícia Civil só vai atender flagrantes e fazer levantamentos cadavéricos. Ocorrências normais serão atendidas amanhã  a partir das 8 horas.

No Fórum só a 2ª e 4ª varas cíveis estão abertas. Em reunião ontem (10), ficou determinado pelo juiz diretor Dr. Antonio Carlos de Souza Higino, que o fórum estaria aberto, mas os servidores não foram obrigados a trabalhar. Os juizados especiais também funcionam parcialmente.

Todos os bancos estão fechados.

A paralisação nacional de hoje, organizada pelas centrais sindicais, tem como objetivo lutar pelo fim do fator previdenciário, redução da jornada de trabalho, reajuste para os aposentados, mudanças na equipe econômica e mais investimentos para a saúde e educação.

Veja mais imagens de outras agências bancárias.

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SINDICATOS AMEAÇAM GREVE NOS TRÊS PODERES

O Brasil pode parar a partir do dia 08 de maio, caso o governo federal não sente à mesa para discutir o reajuste salarial dos servidores federais nos três poderes.

Se até maio não houver sinalização do governo, as centrais sindicais pretendem convocar dois milhões de trabalhadores para dar início à greve.

As movimentações começam nessa quarta-feira (28), com uma marcha pela Esplanada dos Ministérios, a partir das 10h, para forçar o diálogo. As centrais esperam 10 mil pessoas.

Após a marcha, representantes classistas se reúnem com o secretário de Relações do Trabalho, do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, para informar a pauta das manifestações.

Entre os pontos reivindicados, estão alteração da data base, definição de uma política salarial permanente com reposição inflacionária, valorização do salário, incorporação das gratificações e não privatização da previdência.



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