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:: ‘greve geral’

GREVE GERAL PREOCUPA FERNANDO, PM E EMPRESÁRIOS

Fernando se reuniu com empresários e policiais nessa quarta-feira. Imagem: Pedro Augusto/Secom-Itabuna.

Fernando se reuniu com empresários e policiais nessa quarta-feira. Imagem: Pedro Augusto/Secom-Itabuna.

O prefeito Fernando Gomes (DEM) se reuniu hoje (28) com empresários e policiais militares. Em pauta, a greve geral convocada por sindicatos de Itabuna e de outras cidades do país.

Prefeito, policiais e empresários entraram em acordo sobre a necessidade de garantir o funcionamento das lojas de Itabuna nessa sexta-feira (30), dia da greve geral. Fernando autorizou o apoio da Guarda Municipal na empreitada.

O democrata disse que não é contra a greve, mas, “precisamos valorizar os empresários que geram emprego e renda”, explicou.

Ao que parece, a reunião não teve representantes dos movimentos sociais.

ILHÉUS FORA DA GREVE GERAL

Trabalhadores durante protesto no Centro de Ilhéus, em abril. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Trabalhadores durante protesto no Centro de Ilhéus, em abril. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

No dia 28 de abril de 2017, diversas categorias de Ilhéus participaram da greve geral contra as reformas trabalhista e previdenciária. O movimento reuniu estudantes, rodoviários, comerciários, bancários e outros grupos. Não é exagero dizer que a cidade parou. Para muitos, aquela foi a mobilização mais abrangente realizada na Princesinha do Sul.

Nessa sexta-feira (30), trabalhadores de várias partes do Brasil vão realizar nova greve geral. A pauta é a mesma. A diferença é que as reformas avançaram no Congresso, enquanto a oposição das ruas dá sinais de esgotamento.

A situação de Ilhéus ilustra esse cenário. Ao que tudo indica, a cidade está fora da greve geral dessa sexta. Até o momento, nenhum das categorias citadas acima aderiu à paralisação. As circunstâncias municipais, com o feriado de hoje (28), e regionais (festas juninas) certamente dificultaram a mobilização.

COMERCIANTES DISCUTEM “POSSÍVEL GREVE” DOS COMERCIÁRIOS

greve geral destA partir das 19 horas da próxima segunda-feira (26), comerciantes vão iniciar a reunião ordinária da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (ACI).

Em pauta, a “possível greve” dos comerciários “anunciada” para o próximo dia 30, diz a nota divulgada pela ACI na manhã de hoje (21).

O encontro será na sede da associação, localizada no décimo andar do Edifício União Comercial, rua Osvaldo Cruz, nº 56, no Centro.

No dia 30, movimentos sociais da maior parte do Brasil vão realizar atos contra as reformas trabalhista e previdenciária. Manifestações semelhantes ocorreram no dia 28 de abril, com adesão significativa dos trabalhadores de Itabuna.

ENTRE O “VOLTA, LULA” E O “VEM, BOLSONARO”

Datafolha mostrou o ex-presidente Lula e o deputado federal Bolsonaro bem colocados para a disputa presidencial.

Datafolha aponta Lula e Bolsonaro bem colocados para a disputa presidencial.

Por Wilson Gomes

wilson gomesAgora que os ânimos estão mais serenos, alguns argumentos sobre a última sexta-feira e os seus desdobramentos.

1) Há que se fazer uma distinção entre paralisação de atividades e manifestações de protesto.

2) O sujeito pode aderir a uma paralisação e não ir à rua protestar. No Brasil, hoje, só protestam a direita e a esquerda. A direita vai de boa, no feriado, numa grande e organizada procissão de patos e faixas. Ir aos protestos da esquerda, entretanto, tornou-se atividade de risco, porque é quase certo de que vai haver violência.

3) Um problema político central hoje é quem consegue levar o centro para a sua manifestação. A direita, depois de muito tentar, conseguiu fazer isso em 2016. A esquerda, aparentemente, quer só a própria companhia. Vai à rua fazer as esquerdices de sempre, esquecendo-se de que o desapreço social pela esquerda é hoje uma força política devastadora. A direita se camuflou de centro e marcou um golaço no ano passado, enquanto a esquerda, agora magoada, voltou à velha mitologia do “nós, os puros, conseguiremos sozinhos”. Ocorre que sem o centro, meus amigos, não se vai a lugar algum, nem nas ruas nem nas urnas.

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SHI: BANDEIRAS PARTIDÁRIAS REFORÇAM “SENSO COMUM” SOBRE PROTESTOS

Mário Schneider considera que parte dos manifestantes prioriza bandeiras partidárias em detrimento dos objetivos da greve geral.

Para Shi, parte dos manifestantes priorizou bandeiras em detrimento das atividades da greve.

Por volta das 9 horas da última sexta-feira (28), manifestantes que participaram da greve geral em Ilhéus chegaram ao calçadão da Marquês de Paranaguá. Reunidos numa esquina, exigiram o fechamento de uma lanchonete. Num quiosque perto do HSBC, o funcionário de uma transportadora reprovou a manifestação. Revezava-se entre mordidas no pastel de carne e críticas ao protesto.

Segundo ele, Michel Temer (PMDB) não é um bom presidente para a classe trabalhadora. Isso, por outro lado, não o convence de que a greve geral não respondeu a projetos partidários, como o do Partido dos Trabalhadores (PT). Referindo-se aos manifestantes, disse que desejavam apenas a volta de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. “Todos são Lula 2018″, vaticinou, em tom irônico.

Bandeiras do PT e do PC do B tremulavam sobre as cabeças dos manifestantes. Mais numerosas que as das centrais sindicais responsáveis pelo ato, reforçavam a opinião do transportador.

Mais à frente, diante de outra lanchonete prestes a ser fechada sob a exigência dos manifestantes, reportamos o comentário do transportador a Mário Schneider (Shi), uma das lideranças jovens que atuaram na organização dos protestos em Ilhéus. “O que a presença das bandeiras significa para você?”, questionamos.

Shi militou no PT, de onde saiu em 2015. No ano passado disputou uma cadeira na Câmara de Vereadores de Ilhéus pelo PSOL. Continua filiado ao Partido Socialismo e Liberdade, enquanto trabalha na estruturação da Raiz Cidadanista. Ao responder a pergunta sobre as bandeiras partidárias, explicou que o “movimento nacional é muito mais amplo, com as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo”. Contudo, “não podemos limitar ninguém. A gente quer agregar cada vez mais”.

Entretanto, para ele, o problema é colocar as bandeiras acima da mobilização. “Faltaram muitas pessoas para desempenhar atividades, mas, na hora de balançar a bandeira não faltou gente. Existe um interesse muito maior em aparecer na manifestação do que em executar os objetivos dela. Isso acaba atrapalhando, porque a população enxerga o que o senso comum coloca. O senso comum nos atrapalha a mobilizar as pessoas, porque fala que somos manifestantes de um partido. Não somos. O movimento é multipartidário”, argumentou.

Ainda em referência ao comentário do transportador, Shi disse que não vai votar em Lula “no primeiro turno”.  “Não vou votar no PC do B. Não vou votar nos partidos que estavam aí o tempo todo. Até porque a gente está fazendo a crítica à reforma da Previdência, e esses governos também fizeram algum tipo de intervenção, fizeram algum tipo de reforma. O Governo do Estado hoje também faz terceirizações”.

Apesar da crítica ao uso das bandeiras partidárias, Schneider entende que não prejudicam a legitimidade dos manifestantes que as empunham. Segundo ele, independente das cores partidárias, é necessário criticar as ações contra a Previdência Social e os direitos dos trabalhadores. “Se fosse [a ex-presidente] Dilma, a gente também estaria aqui, talvez sem essas pessoas que estão com bandeira na mão”.

Quando a manifestação chegou à Rua da Linha, concentrou-se na frente de um açougue cujo proprietário se recusou a fechar. Nesse momento avistamos uma mulher muito bonita entre os manifestantes. Era loira, vestia saia longa e camiseta com a frase “Volta, Lula”.

ILHÉUS TEVE A GREVE MAIS ABRANGENTE DA SUA HISTÓRIA, AFIRMA RODRIGO CARDOSO

Rodrigo Cardoso. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Rodrigo Cardoso. Imagens: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Na semana passada, numa conversa por telefone, o presidente do Sindicato dos Bancários de Ilhéus, Rodrigo Cardoso, relevou ao Blog do Gusmão a sua expectiva sobre a greve nacional que viria a ser realizada nesta sexta-feira (28). Segundo ele, naquela altura o ato já se desenhava como a maior manifestação trabalhista dos últimos trinta anos. Hoje, sob o sol de meio-dia na Praça Cairu, perguntamos ao líder sindical se a sua previsão se confirmou. “Com certeza!”, respondeu.

“Aqui em Ilhéus”, continuou Rodrigo, “a gente nunca teve um movimento com adesão de tantas categorias”. Ele considerou o protesto dos rodoviários “estratégico” para o ato unificado. Enfatizou a mobilização dos operários industriais e a participação dos servidores públicos de todas as esferas de governo.

Também destacou a postura dos comerciários de Ilhéus. “Eu queria registrar em especial a força dos trabalhadores do comércio. Mesmo pressionados pelas entidades patronais, não se intimidaram. O movimento fez valer o direito do trabalhador de protestar contra esse absurdo que o governo federal tem tentado fazer, que é destruir os direitos dos trabalhadores e praticamente eliminar a possibilidade de aposentadoria”, afirmou Rodrigo Cardoso.

Trabalhadores durante protesto no Centro de Ilhéus.

Trabalhadores durante protesto no Centro de Ilhéus.

“É o maior movimento de que você participou em Ilhéus?”, perguntamos. “Com certeza, dos que eu participei e dos que tenho notícias”, respondeu, antes de reafirmar que o seu comentário considera a abrangência da adesão aos protestos.

“INSTRUMENTOS DE LUTA”

Já passava das 22 horas da última quarta-feira (26) quando a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 6.787/16, que propõe a famigerada reforma trabalhista. O texto seguiu para o Senado.

Dois pontos da proposta são especialmente criticados pelos trabalhadores: o predomínio da negociação coletiva sobre as leis trabalhistas não protegidas pela Constituição e o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical. Ou seja, a um só tempo a reforma dá poderes acima das leis infraconstitucionais à negociação de direitos e elimina a principal fonte de financiamento dos sindicatos, instrumentos de defesa do valor do trabalho nas negociações coletivas.

Rodrigo acredita que o fim da contribuição obrigatória enfraqueceria a luta sindical. “Nós temos convicção de que o movimento sindical, para se sustentar, tem que contar com a contribuição dos trabalhadores. Não pode ficar dependendo das empresas e dos patrões. Para ser autônomo e independente, precisa ser sustentado pelos trabalhadores”.

Outra proposta aprovada na Câmara dos Deputados também enfraquece os sindicatos como “instrumentos de luta”, avalia Cardoso. Trata-se do possível fim da organização dos sindicatos por categoria. Se a mudança for sancionada, os trabalhadores não poderão criar entidades de acordo com a profissão, mas sim, conforme cada empresa. Por exemplo: hoje existe o sindicato dos bancários; se a lei for alterada, esses trabalhadores terão que criar um sindicato para cada rede bancária. De acordo com Rodrigo, o exemplo dos bancários não é o mais ilustrativo para a compreensão da ameaça, devido à dimensão nacional das instituições financeiras, o que ajudaria a manter uma força significativa das agremiações mesmo num cenário adverso. A alteração causaria mais danos aos sindicatos com atuação local.

Segundo Rodrigo, além dos direitos sociais, reforma trabalhista ameaça poder de organização dos trabalhadores.

Segundo Rodrigo, além dos direitos sociais, reforma trabalhista ameaça poder de organização dos trabalhadores.

APESAR DE INCIDENTES, RECADO DADO

Em Ilhéus, os atos públicos começaram no início da manhã e se estenderam até as 13h30min, com uma intervenção na Praça Cairu. Conforme Rodrigo, junto com as falas contra as reformas, os manifestantes repudiaram incidentes protagonizados pela Polícia Militar e por dois homens que portavam armas de fogo diante de estabelecimentos comerciais. Segundo Cardoso, um homem que acompanhava o protesto na entrada do bairro Teotônio Vilela foi atingido por uma bala de borracha na perna. Além do ferimento, acabou detido por policiais militares.

Quando conversávamos com o sindicalista no Centro, uma viatura policial avançou de maneira veloz e passou ao nosso lado, entre várias pessoas. O público reagiu com vaias à manobra perigosa. Por outro lado, registramos o uso perigoso de fogos de artifício por parte de alguns manifestantes. Bombas potentes foram arremessadas no chão. As explosões ofereceram riscos aos presentes e deixaram o clima mais tenso.

Registrada por volta das 14h45min desta sexta-feira, imagem mostra rua praticamente vazia no Centro de Ilhéus.

Registrada por volta das 14h45min desta sexta-feira, imagem mostra rua praticamente vazia no Centro de Ilhéus.

No fim da tarde, em nova conversa por telefone, Rodrigo Cardoso disse ao blog que, apesar dos incidentes, a força da greve levou a mensagem dos trabalhadores ao Congresso Nacional.

GREVE GERAL: VÍDEO MOSTRA BRIGA NO CENTRO DE ITABUNA

Registrado nesta sexta-feira (28), o vídeo abaixo circula nas redes sociais e mostra o momento em que homens trocaram socos no calçadão de Itabuna, durante os protestos da greve geral contra as reformas trabalhista e previdenciária. Assista.

ÓDIO CONTRA GREVE RETRATA ATRASO DO BRASIL

mario-magalhaesPor Mário Magalhães/publicado hoje (28) no blog do autor

Se eu fosse antropólogo, estudaria um fenômeno curioso e obscuro: por que muitos brasileiros que viajam ao exterior são tolerantes com conflitos sociais no estrangeiro e intolerantes aqui?

Mais pontualmente, por que encaram ou aparentam encarar as greves de lá como episódios do cotidiano democrático e as do Brasil como aberração extremista?

É frustrante ir ao Louvre e dar com a cara na porta, em mais uma paralisação dos funcionários do museu parisiense. Mas ninguém, ou quase, corre às redes (antis)sociais para insultar os trabalhadores franceses. Não os achincalham como vagabundos.

Ao contrário do que se observa nas nossas bandas neste 28 de abril de xingamentos cabeludos.

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COMERCIANTES SACARAM ARMAS DE FOGO, ACUSAM MANIFESTANTES

Manifestantes concentrados na Praça Cairu, Centro de Ilhéus. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Manifestantes concentrados na Praça Cairu, Centro de Ilhéus. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Segundo manifestantes que preferem não ser identificados, pelo menos dois comerciantes de Ilhéus sacaram armas de fogo quando as pessoas que participam dos protestos da greve geral se aproximaram dos seus estabelecimentos. Os dois incidentes ocorreram no centro comercial e na “Rua da Linha”, também no Centro da cidade. Uma das pessoas armadas teria sido detida pela Polícia Militar. Nesse momento, a manifestação se concentra na Praça Cairu.

MANIFESTANTES EXIGEM FECHAMENTO DE LOJAS EM ILHÉUS

Bomba explodiu diante de uma lanchonete no calçadão da Marquês de Paranaguá. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Bomba explodiu diante de uma lanchonete no calçadão da Marquês de Paranaguá. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

O Blog do Gusmão cobre as manifestações da greve geral em Ilhéus. Por volta das 9h30min desta sexta-feira (28), no Centro, os manifestantes exigiram o fechamento de uma lanchonete da Marquês de Paranaguá. Fizeram o mesmo diante de outros estabelecimentos. Policiais militares acompanham tudo de perto.

Antes da lanchonete ser fechada, uma bomba potente explodiu perto do público. Aparentemente ninguém se feriu.

O protesto é contra as reformas previdenciária e trabalhista, além da terceirização irrestrita do trabalho.

POLICIAMENTO NA PONTE ILHÉUS-PONTAL

Ao fundo, policiais militares vigiam cabeceira da ponte Lomanto Júnior no lado do Pontal. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Ao fundo, policiais militares vigiam cabeceira da ponte Lomanto Júnior no lado do Pontal. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Registrada por volta das 7h30min desta sexta-feira (28), a imagem acima mostra, ao fundo, policiais militares diante da cabeceira da ponte Lomanto Júnior, no Pontal, bairro da zona sul de Ilhéus. No início da manhã, manifestantes que apoiam a greve geral fecharam a pista com pneus. O bloqueio foi removido logo.

Quando registramos a foto o trânsito fluía rápido, num ritmo muito diferente do congestionamento que costuma se estender ao longo da Avenida Getúlio Vargas em outros dias.

GREVE GERAL: VEREADOR MAKRISE É “GUINCHADO” DENTRO DE CARRO

Makrise Angeli. Imagem de arquivo do SINPOJUD.

Makrise Angeli. Imagem de arquivo do SINPOJUD.

Em contato por telefone com o Blog do Gusmão nesta manhã, o vereador Makrise Angeli (PT) confirmou que o seu carro foi guinchado hoje durante ato em frente à entrada do Teotônio Vilela, bairro da zona oeste de Ilhéus. Em protesto contra remoção, o edil permaneceu dentro do veículo.

O veículo foi usado para bloquear a via. “A gente colocou o carro da APPI [Associação dos Professores Profissionais de Ilhéus] e o meu carro para fazer a manifestação”, explicou. Isso aconteceu por volta das 6h40min desta sexta-feira (28), dia da greve geral contra as reformas trabalhista e previdenciária.

Segundo Makrise, a Polícia Militar exigiu a ação do guincho e agiu de forma agressiva. “Os policiais foram bastante agressivos. Até bomba jogaram para um público de menos de quarenta pessoas. Desnecessário, excesso de força. Ficaram um policial na frente e outro atrás, não deixaram o carro sair e chamaram o guincho. O motorista do guincho [estava] sem habilitação e sem o documento do carro. A gente foi cobrar, exigindo que se fosse para cumprir a lei teria que cumprir direito. Mesmo assim, eles guincharam o carro. Eu não saí do carro, fui junto até o pátio do guincho”.

O protesto na entrada do Vilela já acabou. Os manifestantes seguiram para a Praça Cairu, no Centro, onde o vereador Makrise já estava quando conversou com o Blog do Gusmão.

SINDROD REAFIRMA PARALISAÇÃO DO TRANSPORTE COLETIVO POR 24 HORAS

Imagem de arquivo: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Imagem de arquivo: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

O Blog do Gusmão manteve contato na manhã de hoje (28) com o presidente do SINDROD, Gustavo Santana. O sindicato representa os trabalhadores do sistema de transporte coletivo de Ilhéus, que está parado em virtude da greve geral contra as reformas trabalhista e previdenciária.

Informamos ao presidente sobre mensagem que anuncia o retorno dos ônibus às ruas a partir das 12 horas. Ele tratou essa informação como boato e reafirmou que a paralisação iniciada no primeiro minuto desta sexta-feira vai mesmo se estender por 24 horas, como decidido e anunciado pela categoria.

GREVES, NÃO IMPORTA A DIMENSÃO, JUSTIFICAM-SE PELO SIMBOLISMO

janio de freitasPor Janio de Freitas/publicado hoje (27) na Folha de S. Paulo

“Governo Temer” é só uma expressão da preguiça mental aliada a defeitos muito piores. Trata-se, na verdade, da aberração Temer. Jamais –portanto nem na venenosa fase de Roberto Campos como ideólogo e artífice da ditadura– este país de desatinos viveu, em tão pouco tempo, um assalto tão violento e extenso a direitos de mais de quatro quintos da sua população e às potencialidades do próprio país.

Mesmo na Síria atual, nem toda em guerra, algumas coisas melhoram. Os países são composições tão complexas e contraditórias que, neles, nunca tudo segue na mesma direção. Foi o caso inegável da ditadura militar. É o caso deste transe que permite a Henrique Meirelles, Michel Temer e aos economistas do lucro fácil a comemoração, como no mês passado, de uns quantos números aparentemente consagratórios, mas já de volta à realidade torpe.

Nem poderia ser diferente. O que Meirelles tem a oferecer e a subserviência Temer subscreve, ambos a título de combate à crise, é um país manietado, com a vitalidade reprimida, aprisionado na desinteligência de um teto obrigatório de gastos que, no entanto, para baixo vai até à imoralidade de cortar gastos da educação e da saúde.

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GREVE GERAL: DECRETO MANTÉM SERVIÇOS ESSENCIAIS EM ILHÉUS

 Mário Alexandre. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Mário Alexandre. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

O prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre (PSD), decretou a suspensão do expediente de diversos setores municipais, como a rede municipal de ensino, nessa sexta-feira (28), dia da greve geral.

No caso das aulas suspensas, o governo informa que buscará o entendimento necessário para a reposição das atividades letivas.

O mesmo decreto, no entanto, assegura a continuidade de serviços essenciais dos setores de: saúde, limpeza pública, iluminação, trânsito e segurança.

GOVERNO DESMENTE BOATO SOBRE PARALISAÇÃO DA PM

Secretaria de Segurança Pública emitiu comunicado nessa quinta-feira.

Secretaria de Segurança Pública emitiu comunicado nessa quinta-feira.

Por meio de nota encaminhada para a imprensa nessa quinta-feira (27), a Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia afirmou que as companhias de Polícia Militar vão trabalhar normalmente nessa sexta-feira (28), dia da greve geral contra as reformas trabalhista e previdenciária. A informação oficial desmente boato que circula nas redes sociais, sobre a suposta adesão da categoria à paralisação.



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