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:: ‘Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)’

SENADO APROVA CRIAÇÃO DO PIB VERDE CALCULADO PELO IBGE

Imagem: Waldemir Barreto/Agência Senado.

Imagem: Waldemir Barreto/Agência Senado.

Da Agência Senado.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), órgão responsável pelo cálculo do produto interno bruto (PIB), deverá divulgar anualmente também o PIB Verde, em cuja apuração deverá ser considerado o patrimônio ecológico nacional. A medida é prevista no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 38/2015 aprovado nesta quarta-feira (20), no Plenário do Senado. A matéria vai à sanção presidencial.

O cálculo do PIB Verde, conforme o projeto do deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), deverá levar em conta iniciativas nacionais e internacionais semelhantes, em especial o Índice de Riqueza Inclusiva (IRI), elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU). O objetivo é assegurar futura convergência com índices adotados em outros países e permitir comparação, como ocorre com o PIB.

A proposta prevê ainda ampla discussão da metodologia de cálculo do PIB Verde com a sociedade e com instituições públicas, incluindo o Congresso Nacional.

O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), relator de Plenário em substituição à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), acatou três emendas de Romero Jucá (PMDB-RR) para promover alterações na redação do texto, uma delas trocou a expressão “PIB Verde” por “Produto Interno Verde – PIV”.

Outra mudança foi a substituição do termo “índices” por “sistema de contas economicamente ambientais”, a sugestão partiu do IBGE. Para Flexa Ribeiro, as emendas aperfeiçoam o projeto que torna mais efetiva a possibilidade de enfrentar o dilema do desenvolvimento econômico sustentável, com transparência e governança ambiental.

ERRO DO IBGE PODE DESESTIMULAR INVESTIDORES, AFIRMA NAZAL

Vice-prefeito José Nazal. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

Vice-prefeito José Nazal. Imagem: Thiago Dias/Blog do Gusmão.

O vice-prefeito José Nazal (REDE) divulgou hoje (31) uma nota pública sobre as projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a respeito da população de Ilhéus.

Antes de disso, numa conversa por telefone, ele explicou o seu questionamento ao Blog do Gusmão – lembre aqui.

Na nota, Nazal deu mais detalhes do seu argumento, como a expansão da “mancha urbana” do município.

Segundo ele, a contagem superestimada do Censo de 2000, quando Ilhéus figurou com 222.127 habitantes, ainda induz os indicadores do IBGE a erro. Como o Censo de 2010 contou 37.891 moradores a menos do que o seu antecessor, as projeções atuais tendem a estimar a continuidade da queda populacional. E será assim até que uma nova contagem acurada seja feita, em 2020.

Se por um lado os novos números “não representam nenhum tipo de prejuízo financeiro direto”, por outro, escreveu Nazal, “podem gerar consequências danosas nas avaliações sobre o nosso município, conquanto a prováveis investimentos pelos quais nos empenhamos diuturnamente, mas cujo decréscimo populacional pode vir a representar um dado desestimulante”. Leia a íntegra.

Nota Pública

Os números projetados e divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), instituição nacional responsável pela guarda, controle e contagem da população brasileira, mais uma vez mostraram o crescimento populacional negativo no município de Ilhéus.

Chama a atenção da opinião pública, especialmente dos ilheenses, a significativa diminuição populacional ocorrida no município entre as contagens do Censo de 2000 e o de 2010.

Há sete anos, representando Ilhéus na Comissão de Geografia e Estatística, fui informado pelo coordenador que a projeção que estava sendo feita, com base nos dados levantados até aquele momento, daria ao município algo em torno de 185 mil habitantes, o que se comprovou com o registro oficial de 184.236 habitantes.

A perplexidade ocorreu ao compararmos aqueles números com os do Censo de 2000, que identificou uma população de 222.127, ou seja, 37.891 habitantes a menos, num período de 10 anos.

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IBGE: INDÚSTRIA BAIANA CRESCEU 3,6% EM MAIO

crescimentoNa comparação com abril, no último mês de maio a indústria baiana cresceu 3,6%. A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o governador Rui Costa (PT), o resultado reflete o esforço do Governo do Estado em criar um ambiente favorável aos negócios e condições estruturais adequadas para a atuação do segmento empresarial.

“Mesmo com a crise política e econômica que o país atravessa, o governo baiano está promovendo um conjunto de ações nas áreas de infraestrutura, saúde e mobilidade urbana, e ampliando as oportunidades de trabalho para movimentar a economia do estado e garantir mais qualidade de vida para os baianos”, afirmou Rui.

PARA 90% DOS BAIANOS, SINDICATOS FAVORECEM REAJUSTES SALARIAIS

 A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que mais de 90% dos trabalhadores baianos acreditam que os sindicatos influenciam na melhoria dos salários. A informação é da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, com base em suplemento de 2015 que investiga as relações entre trabalho e sindicalização.

Quanto à participação do sindicato em questões pautadas na jornada de trabalho (horários, folgas, horas extras etc.), 48,8% dos trabalhadores sindicalizados baianos consideraram a representação atuante. O percentual é maior que os 44,3% no Nordeste e 43,0% no Brasil.

Sobre os trabalhadores não sindicalizados, a pesquisa revela que a não associação foi motivada principalmente pelo desconhecimento de sindicato que representasse a categoria. Para a Bahia, o percentual foi de 26,2%.

EDUCAÇÃO REFORÇA DESIGUALDADE ENTRE BRANCOS E NEGROS, DIZ ESTUDO

Imagem do site Plataforma 9.

Imagem do site Plataforma 9.

Da Agência Brasil

A educação para brancos e negros é desigual no Brasil, segundo dados educacionais organizados pelo movimento Todos pela Educação. Os brancos concentram os melhores indicadores e é a população que mais vai à escola, conclui o estudo. São também os que se saem melhor nas avaliações nacionais. Para o movimento, a falta de oferta de uma educação de qualidade é o que aumenta essa desigualdade. O estudo foi divulgado hoje (18), dois dias antes do Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro.

Os negros, soma daqueles que se declaram pretos e pardos, pelos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são maioria da população brasileira, 52,9%. Essa população, no entanto, ganha menos da média do país, que é R$ 1.012,25, segundo dados do IBGE de 2014. Entre os negros, a média de renda familiar per capita é 753,69 entre os pretos e R$ 729,50, entre os pardos. Os brancos têm renda média de R$ 1.334,30.

Os dados seguem apontando a desigualdade, o desemprego é maior entre os pretos (7,5%) e pardos (6,8%) que entre os brancos (5,1%). O trabalho infantil, maior entre pardos (7,6%) e pretos (6,5%), que entre brancos (5,4%).

As desigualdades sociais são reforçadas na educação.  A taxa de analfabetismo é 11,2% entre os pretos; 11,1% entre os pardos; e, 5% entre os brancos. Até os 14 anos, as taxas de frequência escolar têm pequenas variações entre as populações, o acesso é semelhante à escola. No entanto, a partir dos 15 anos, as diferenças ficam maiores. Enquanto, entre os brancos, 70,7% dos adolescentes de 15 a 17 anos estão no ensino médio, etapa adequada à idade, entre os pretos esse índice cai para 55,5% e entre os pardos, 55,3%.

No terceiro ano do ensino médio, no final da educação básica, a diferença aumenta: 38% dos brancos; 21% dos pardos; e, 20,3% dos pretos têm o aprendizado adequado em português. Em matemática, 15,1% dos brancos; 5,8% dos pardos e 4,3% dos pretos têm o aprendizado adequado.  

Em entrevista à Agência Brasil, a presidente executiva do movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz, diz que os indicadores são resultado de uma educação de baixa qualidade que não é capaz de fazer com que os estudantes superem as diferenças sociais. Segundo ela, os estudantes mais vulneráveis têm também acesso a escolas com as piores infraestruturas e ensino.

Leia a seguir os principais trechos da entrevista: 

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IBGE PRORROGA INSCRIÇÕES EM SELEÇÃO COM 7.825 VAGAS

Novo prazo termina no próximo dia 20.

Novo prazo termina no próximo dia 20.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) prorrogou as inscrições em seu processo seletivo até 20 de janeiro, no site da Fundação CesGranRio.

Há 7.600 vagas para a função Agente de Pesquisas e Mapeamento, em 546 cidades espalhadas por todos os estados do país (mais o Distrito Federal). O salário é de R$ 1.020,00 por jornada de 40h semanais – o cargo exige ensino médio completo.

Foram abertas 180 vagas para Agente de Pesquisas por Telefone, no Rio de Janeiro. Também é exigido ensino médio para esta função e o salário será de R$ 765,00 por 30h semanais.

As vagas restantes são para candidatos com formação superior. Analista Censitário de Geoprocessamento (25 + 2 PNE); Supervisor de Pesquisas nas áreas de Estatística (3); Administração (5), qualquer graduação (8 + 1 PNE) e Tecnologia de Informação e Comunicação (1). Todas as oportunidades são para atuar no Rio de Janeiro, com salário de R$ 4.000,00 por jornada de 40h.

O edital de abertura está disponível aqui (ainda com as datas anteriores do processo seletivo).

SUDESTE CONCENTRA METADE DOS INTERNAUTAS BRASILEIROS

A sociedade em redeNesta sexta-feira (27), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). No Brasil, uma a cada duas pessoas conectadas à internet mora na região sudeste.

Em 2012, o número de brasileiros com acesso à rede mundial de computadores chegou a 83 milhões. Desse total, 41 milhões moram em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais ou Espírito Santo. 

Segundo Manuel Castells, a sociedade em rede tende a ampliar as diferenças socioeconômicas entre os centros urbanos conectados e os espaços alheios ao avanço da técnica informacional. Castells identificou os lugares desconectados como “bolsões de pobreza”. 

IBGE ABRE CONCURSO PARA PREENCHER 420 VAGAS

IBGE-1024x575O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou edital de abertura de concursos públicos para preencher 420 vagas. São 300 vagas de ensino médio (para técnico em informações geográficas e estatísticas) e 120 vagas de nível superior (60 para analista de planejamento, gestão e infraestrutura em informações geográficas e estatísticas e 60 para tecnologista em informações geográficas e estatísticas).

As inscrições devem ser feitas de 1º a 24 de outubro através do site da Cesgranrio. A taxa é de R$ 50 para nível técnico e R$ 110 para superior.

Os salários variam de R$ 2.813,10 a 7.930,24. Há vagas para o Rio Grande do Sul, Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins.

Clique aqui e veja o edital.

ILHÉUS E ITABUNA TÊM 134 CASAIS HOMOSSEXUAIS DECLARADOS

Do Correio

De acordo com os dados do Censo 2010 divulgados nesta quarta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a capital baiana é a terceira com maior número de casais gays, com 1.595 uniões. Em todo o país, o censo identificou 60 mil casais, sendo a maioria em São Paulo (7.532) e Rio de Janeiro (5.612).

Na Bahia foram contabilizados um total de 3,3 mil casais gays, com maior concentração em Salvador. Em seguida, está a segunda maior cidade do estado, Feira de Santana, com 119. As outras cidades que também contabilizaram um número considerável de casais homoafetivos foram Lauro de Freitas (90), Ilhéus (77), Porto Seguro (71), Camaçari (71), Itabuna (57) e Vitória da Conquista (43).

Por regiões, o Nordeste fica na segunda colocação com 20% de todos os casais do país. O censo também revelou que a maioria das uniões homossexuais são formadas por mulheres (53%) e por católicos (47,4%), sendo que a maioria também não são uniões formais (com registro civil ou religioso).

MULHERES TRABALHAM MAIS DO QUE OS HOMENS, APONTA RELATÓRIO

Da Época

As mulheres trabalham mais horas do que os homens, considerando o tempo trabalhado fora e dentro de casa. Dados do relatório Perfil do Trabalho Decente no Brasil: um Olhar sobre as Unidades da Federação, divulgado nesta quinta-feira (19) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), mostram que, no total, os homens têm jornada de 52,9 horas semanais. As mulheres, de 58 horas, 5,1 horas a mais do que o sexo oposto – o que equivale a 20 horas adicionais por mês, cerca de 10 dias a mais por ano.

O relatório da OIT analisou os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que aponta que 90,7% das mulheres que estão no mercado de trabalho também realizam atividades domésticas – percentual que cai para 49,7% entre os homens. No trabalho, elas gastam, em média, 36 horas por semana; eles, 43,4 horas. Em casa, por outro lado, elas gastam 22 horas semanais. Os homens, 9,5 horas.

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RENDA DAS MULHERES CRESCE NO NORDESTE

Do A Tarde

O rendimento médio do trabalho das mulheres brasileiras cresceu 13,5% reais em 2010 na comparação com 2000 – muito além dos 4,1% dos homens e dos 5,5% de ambos os sexos somados, constatou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Censo 2010.

O órgão verificou que, com as mudanças, a renda mensal média feminina, que equivalia a 67,7% do que ganhavam os homens no início da série, passou a 73,8% no seu fim. A pesquisa mostra que os maiores avanços da renda média mensal das trabalhadoras aconteceram no Nordeste, onde o aumento foi de 30,3% reais, de R$ 645 para R$ 841, contra 10,3% dos homens, de R$ 1.097 para R$ 1.210.

RENDA DOS BAIANOS CRESCE 130% EM 10 ANOS

Dados do Censo 2010 divulgados na quarta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam mudanças significativas na Bahia.

A renda do baiano, por exemplo,  cresceu quase 130% em dez anos. Já o índice de analfabetismo caiu 28% no mesmo período.

Embora alguns números sejam animadores, a Bahia ainda está abaixo da média nacional em quesitos importantes, como a taxa de analfabetismo que é de 16,59% no estado, contra 9,63%.

A taxa de desemprego da Bahia também é maior do que a média no país, que é de 7,66%, já na Bahia é de 10,9%. O salário médio no Brasil é de R$ 1.212,05, enquanto no estado é de R$ 815,14.

Informações do G1.

40 MIL ILHEENSES VIVEM COM UM SALÁRIO MÍNIMO

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 40 mil pessoas vivem com um salário  mínimo em Ilhéus.

O segundo município mais populoso do sul da Bahia tem 38.122 pessoas com rendimento menor que um salário mínimo. E 6.959 moradores que sobrevivem com um quarto do mínimo por mês. 

Os que ganham entre um e dois salários chegam a 8.510 pessoas. 

Com ganhos mensais acima de cinco salários, foram detectados apenas 1.823 habitantes. Os que declararam não ter nenhum rendimento somam 2.469. 

Informações do A Região.

IBGE DIVULGA LOCAIS DE PROVAS

Os candidatos ao processo seletivo para 4.250 vagas de agente de pesquisas e mapeamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já podem consultar o local de provas e o cartão de confirmação.

Os dados estão disponíveis no site da organizadora: www.consulplan.net. Os interessados devem acessar a página com o número de inscrição e CPF para saberem data, local e horário das provas.

No total, mais de 129 mil candidatos se inscreveram para a seleção.

IBGE PUBLICA EDITAL DE CONCURSO PARA 4250 VAGAS EM TODO O PAÍS

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (29) o edital do processo seletivo para 4.250 vagas temporárias de agente de pesquisas e mapeamento, que exige nível médio.

O salário é de R$ 850. Há vagas para Ilhéus e Itabuna, além de outras cidades baianas.

A jornada de trabalho será de 40 horas semanais. Os serviços serão prestados pelo prazo máximo de 24 meses.

O contratado receberá auxílio-alimentação e auxílio-transporte, assim como terá direito a férias e ao 13º salário.

As inscrições serão realizadas de 29 de agosto a 19 de setembro, através do endereço eletrônico www.consulplan.net, com taxa única de R$ 20.

Veja abaixo o edital e o quadro de vagas do concurso.

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IBGE ABRE 4500 VAGAS PARA TEMPORÁRIOS

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai contratar 4.500 profissionais temporários, para cargos de agente de pesquisa presencial e por telefone, e supervisor de pesquisa. A escolaridade exigida é de ensino médio e superior.

As vagas serão distribuídas por todos os estados brasileiros. A remuneração varia de R$ 1000 a R$ 4000, assim como a taxa de inscrição, que vai de R$ 20 a R$ 60. O edital será lançado até o dia 18 deste mês.

Informações do A Tarde.



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