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Domingo, 18 de Novembro de 2018
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ENTREVISTADO PELO ESTADÃO, KAKAY DETONA SERGIO MORO

Kakay x Moro. Fotos: Google/Reprodução.

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro (Kakay), em entrevista publicada nesta quinta-feira, 08, pelo Estadão, fez críticas pesadas ao juiz federal Sergio Moro, futuro ministro da justiça do governo Jair Bolsonaro.

Kakay é muito respeitado. Advogou para três presidentes da República, 80 governadores e dirigentes dos maiores partidos, tendo atuado mais vezes para políticos do PMDB e do PSDB do que para lideranças do PT.

A lista inclui José Sarney, Romero Jucá, Alberto Youssef e muitos outros.

Kakay tem cruzado o país em palestras para advogados e estudantes de direito, criticando duramente o que chama de “República de Curitiba” e o que reputa como excessos na operação Lava Jato.

Destacamos da entrevista as frases abaixo.

“Assumir o ministério no governo do Bolsonaro, sendo que ele foi talvez um dos principais atores se não o principal ator, na pré-campanha e na campanha, como um juiz atuando politicamente com prisões, com manifestações, com vazamento de informações, foi um tapa na cara no judiciário”.

“Falar por eufemismo que o cargo é técnico e não político, como Moro falou, é desmerecer a inteligência de todo brasileiro. O ministério da Justiça é político por excelência”.

“Moro perdeu credibilidade, perdeu legitimidade e endossou essa ideia de que ele sempre foi passional, e agora até pode se dizer partidário – mesmo que ele não seja, essa decisão dele reforça uma ideia de partidarismo. Foi um tiro no pé”.

Você imagine um homem que condenou e prejulgou sem prova dezenas de pessoas, ele agora vai ter como companheiro de ministério esse Onyx, vai ter talvez o Magno Malta. Pra imagem dele é lastimável”.

“Eu acho que ele deveria ser exonerado imediatamente, ou então o CNJ deveria tomar uma providência. É porque nós temos um poder judiciário muito corporativo. É um acinte ao judiciário ele dar uma entrevista como ministro da Justiça sendo juiz somente afastado e não exonerado”.

“É um homem com uma formação de direita, ele não tem nada de humanista. A visão do processo penal dele é a mais retrógrada que nós podemos ver. É uma volta a um autoritarismo penal. Ele é o atraso do atraso. É a direita penal”.

“Os juízes das instâncias superiores estão estupefatos. Eu conversei com alguns ministros, todos sem exceção me disseram, ‘olha, fique certo de que o poder judiciário e o Supremo Federal resistirá. Nós não permitiremos nenhum tipo de retrocesso’”.

A entrevista pode ser lida neste link.

ARATACA: MST FECHA BR-101 EM PROTESTO CONTRA PRISÃO DE LULA

Manifestante bloquearam a pista na altura do trevo de Arataca. Imagem: WhtasApp/Reprodução.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) bloqueou trecho da BR-101 no trevo de Arataca, município do Sul da Bahia. O ato faz parte das manifestações que ocorrem em diversos locais do Brasil contra a iminente prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, líder do Partido dos Trabalhadores.

O juiz federal Sérgio Moro ordenou que o ex-presidente se entregue à Polícia Federal, até as 17 horas desta sexta-feira (6), para iniciar o cumprimento da pena de doze anos e um mês de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

O vídeo abaixo mostra o local da manifestação.

RELATOR DA LAVA JATO NO STF, TEORI FAZ CRÍTICAS A SERGIO MORO COM COLEGAS

Teori Zavascki. Imagem: Agência Brasil.

Teori Zavascki. Imagem: Agência Brasil.

Da Folha de S. Paulo

O ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), tem feito críticas ao juiz Sergio Moro com outros colegas.

INTIMADO
O comportamento do juiz em alguns episódios tem merecido ressalvas também de outros magistrados. Além de Marco Aurélio Mello, que condenou a condução coercitiva de Lula para prestar depoimento, a ministra Cármen Lúcia, de forma mais moderada, também já opinou que tal medida só seria cabível a investigados já intimados e que se negaram a comparecer. O que não era o caso do ex-presidente.

VIDA PRIVADA
Dois outros ministros dizem que o uso dos grampos autorizados por Moro em Lula aparentemente não seguiu rigidamente as regras. A lei de interceptações telefônicas diz que todo e qualquer diálogo de um investigado que não contenha indício de crime deve ser “destruído por determinação da decisão judicial”.

VIDA PRIVADA 2
A medida deve ser seguida à risca, já que a quebra do sigilo está prevista exclusivamente para a investigação de crimes e não para devassar a intimidade do investigado. Ao levantar o sigilo de todas as gravações telefônicas, inclusive de conversas familiares, Moro divulgou até mesmo diálogo de Marisa Letícia com um de seus filhos, Fabio, xingando os panelaços.

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