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Sábado, 25 de Novembro de 2017
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GREVE: RODOVIÁRIOS DE ITABUNA AVALIAM CONTRAPROPOSTA

Rodoviários iniciaram greve na manhã desta quinta-feira. Imagem de arquivo/Pimenta.

Rodoviários iniciaram greve na manhã desta quinta-feira. Imagem de arquivo/Pimenta.

O presidente do SINDIROD, sindicato dos rodoviários de Itabuna, informou ao Blog do Gusmão que as empresas Sorriso da Bahia e São Miguel apresentaram contraproposta para encerrar a paralisação dos rodoviários. A categoria iniciou a greve nessa quinta-feira (8). Segundo o líder sindical Arlensen Sousa, as concessionárias oferecem 5% de reajuste para os salários e os tíquetes de alimentação.

Rodoviários e empregadores também discutem a redução do percentual de colaboração no tíquete. Atualmente os trabalhadores contribuem com 13,5% do valor. Eles querem reduzir a taxa para dez por cento já a partir deste mês.

Conforme Arlensen, as empresas propõem que a redução do desconto para 10% passe a valer a partir de novembro deste ano. O presidente do SINDIROD vai submeter a contraproposta à categoria.

O Blog do Gusmão manteve contato com a Associação das Empresas de Transportes Urbanos. A entidade, no entanto, explicou que o atendimento à imprensa é feito pela RCM Propaganda. Telefonamos para a empresa citada, mas, o responsável estava ocupado. Este espaço está aberto caso a agência queira se manifestar.

PROFESSORES DA UESC APROVAM PARALISAÇÃO

Imagem: ADUSC

Imagem retirada do site da ADUSC.

Professores da UESC decidiram que vão paralisar suas atividades no dia 30 de maio, próxima terça-feira. A decisão foi aprovada durante assembleia de docentes realizada na última sexta-feira (19).

Segundo a Associação de Docentes da UESC (ADUSC), a data será marcada por atos de denúncia contra a intransigência do governo baiano após inúmeras tentativas de diálogo por parte da comunidade acadêmica. A paralisação vai ser em defesa das Universidades Estaduais da Bahia (UEBA) e dos direitos dos professores.

A assembleia aprovou também apoio às mobilizações contra as reformas previdenciária e trabalhista e contra o governo de Michel Temer (PMDB).

SERVIDORES DE ITABUNA APROVAM PARALISAÇÃO

Imagem de arquivo do Sindserv.

Imagem de arquivo do Sindserv.

Reunidos em assembleia nessa quarta-feira (19), servidores da Prefeitura de Itabuna decidiram que vão aderir à paralisação nacional do próximo dia 28.

Convocado pelas centrais sindicais, o protesto será contra as reformas trabalhista e da Previdência Social propostas pelo governo Temer.

SERVIDORES DE ITABUNA PODEM ADERIR À GREVE GERAL

Imagem de arquivo do Sindserv.

Imagem de arquivo do Sindserv.

O Sindicato dos Servidores de Itabuna (Sindserv) convocou a categoria para assembleia a ser realizada na sede da entidade, no próximo dia 18, às 17 horas. Na ocasião, os trabalhadores vão decidir se participarão ou não da greve geral marcada para o dia 28 de abril.

Convocada por centrais sindicais, a paralisação do 28 será uma resposta das entidades contrárias à terceirização irrestrita e à reforma da Previdência Social.

SINDICATO QUER PRESSÃO DA SANTA CASA SOBRE O GOVERNO FERNANDO GOMES

Imagem: Sintesi.

Imagem: Sintesi.

Segundo o presidente do Sintese, João Evangelista, 70% do funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna estão de braços cruzados desde terça-feira (14). O sindicato representa a categoria. Os trabalhadores cobram o pagamento dos salários de janeiro e o fim dos atrasos que estariam se repetindo mensalmente – lembre aqui.

De acordo com o sindicalista, a direção da Santa Casa informou ao sindicato que o pagamento depende do repasse de recursos da Secretaria de Saúde de Itabuna, responsável pela gestão do convênio entre o Sistema Único de Saúde e a entidade filantrópica.

Conforme o Sintese, a Santa Casa deve pressionar o governo Fernando Gomes “com medidas duras”. O sindicato sugere a paralisação imediata de “alguns atendimentos”, até que o município regularize os repasses. A dívida está ligada aos serviços de alta complexidade prestados em dezembro de 2016 e janeiro de 2017.

O coordenador do Sintesi, Raimundo Santana, acredita que os atrasos podem inviabilizar o funcionamento dos três hospitais providos pela Santa Casa de Itabuna, o São Lucas, o Calixto Midlej Filho e o Manoel Novaes. Segundo ele, essa “bomba pode explodir nas mãos dos trabalhadores. Isso não permitiremos”.

O sindicato solicitou o auxílio do Ministério Público do Estado da Bahia. A ideia é que o órgão promova uma audiência com representantes do município, da Santa Casa e dos trabalhadores.

FUNCIONÁRIOS DA SANTA CASA DE ITABUNA ANUNCIAM PARALISAÇÃO

Hospital Calixto Midlej é uma das unidades administradas pela Santa Casa.

O Calixto Midlej é um dos hospitais administrados pela Santa Casa.

Por meio de mensagem encaminhada para a imprensa nessa segunda-feira (13), os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna informaram que paralisarão as suas atividades a partir desta terça-feira (14).

A decisão foi tomada em assembleia na última quinta-feira. Os trabalhadores querem o fim do atraso do pagamento dos salários. O problema estaria se repetindo a cada mês.

A Santa Casa de Itabuna é responsável pela administração dos hospitais Calixto Midlej Filho, Manoel Novaes e São Lucas. Segundo os trabalhadores, os serviços essenciais dessas unidades “serão mantidos com redução de profissionais”.

Na manhã de ontem, enviamos e-mail para a assessoria da Santa Casa, mas não obtivemos resposta até o fechamento desta matéria. Este espaço está aberto caso a entidade queira se manifestar.

TERCEIRIZADOS DO SAC DE ILHÉUS CRUZAM OS BRAÇOS

sac destAtraso de benefícios trabalhistas motivou paralisação iniciada hoje no SAC de Ilhéus. Os empregados da Sandes, empresa que presta serviços ao Governo da Bahia, cobram o pagamento para retornar às atividades.

Apenas alguns serviços funcionam nesse momento, como os das unidades do Detran e da Polícia Federal. A emissão de RG e CPF, no entanto, está entre os procedimentos interrompidos.

Atualizado às 9h52min.

O diretor do sindicato que representa os terceirizados (Sindlimp), Cláudio Couto, concedeu hoje entrevista à Rádio Santa Cruz. Ele ouviu da direção da Sandes que o governo Rui Costa atrasou o repasse de R$ 3,8 milhões. O atraso impediu a terceirizada de pagar o vale-transporte, o tíquete de refeição e o benefício de férias dos trabalhadores.

Os empregados da Sandes também cobram a efetivação do plano de saúde da categoria. Segundo Cláudio Couto, a cobertura médica e odontológica é exigida pela legislação.

O sindicalista afirmou que os trabalhadores são obrigados a trabalhar mesmo sem receber vale-transporte e tíquete de refeição.

A paralisação continuará por tempo indeterminado. Os manifestantes aguardam posicionamento da empresa e do governo estadual.

PROFESSORES DA UESC APROVAM PARALISAÇÃO E ESTADO DE GREVE

Imagem da Associação dos Docentes da UESC - ADUSC.

Imagem da Associação dos Docentes da UESC – ADUSC.

Professores da UESC decidiram ontem em assembleia que vão paralisar suas atividades nos dias 25 e 26 de outubro. Também acataram indicativo das centrais sindicais para a construção da greve geral dos trabalhadores do Brasil. As mobilizações nesse sentido começarão na segunda quinzena de novembro. 

Os docentes firmaram posição contra projetos e medidas, como a PEC 241, que ameaçam direitos trabalhistas e investimentos públicos em setores como os de educação e saúde. O Dia Nacional de Luta dos Servidores Públicos será na próxima terça-feira, 25 de outubro. Os professores farão uma passeata em Itabuna.

No dia seguinte, quarta-feira (26), docentes das universidades estaduais da Bahia (UESC, UEFS, UESB e UNEB) vão se reunir em Salvador, onde terão encontro com representantes do governo Rui Costa e participarão de atos públicos no Centro Administrativo da Bahia e na Assembleia Legislativa do Estado.

Glossário da greve

Segundo blog do JusBrail, como o nome sugere, com o indicativo de greve os trabalhadores indicam aos interessados a data a partir da qual o estado de greve será iniciado. Nesse caso, os docentes indicaram ao governo estadual e à comunidade acadêmica que iniciarão o estado de greve na segunda quinzena de novembro. A aprovação do estado de greve não interrompe as atividades da produção cotidiana, no entanto, informa que a categoria pode iniciar a greve propriamente dita a qualquer momento.

PROFESSORES DA UESC DISCUTEM PARALISAÇÃO E GREVE

UESC. Imagem: Rede Sul Bahia.

UESC. Imagem: Rede Sul Bahia.

Professores da UESC realizarão assembleia a partir das 14 horas dessa quarta-feira (19), no auditório do pavilhão Max de Menezes. Entre outros assuntos, decidirão se vão paralisar suas atividades nos próximos dias 25 e 26. Também avaliarão indicativo sobre a greve geral dos trabalhadores do Brasil prevista para a primeira quinzena de novembro.

A paralisação do dia 25 de outubro foi convocada pelas centrais sindicais e o Fórum das Entidades dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe). A data marcará o dia nacional de luta dos servidores públicos. O movimento critica medidas como a PEC 241 e as reformas previdenciária e trabalhista.

No dia 26, caso aprovem a paralisação, os professores da UESC e das outras universidades estaduais promoverão ato público em Salvador, antes e durante encontro com representantes do governo estadual. Segundo eles, “o objetivo é fortalecer a luta unificada para barrar o desmonte das universidades”.

Na última segunda-feira, 17, os professores da UFBA aderiram à greve geral. A decisão pode representar uma tendência entre os docentes das universidades públicas.

PROFESSORES E TÉCNICOS DA UESC APROVAM PARALISAÇÃO

Imagem da assembleia realizada nessa segunda-feira.

Imagem da assembleia realizada nessa segunda-feira.

Fonte deste blog informa que os professores da UESC decidiram na tarde desta segunda-feira (19) que vão paralisar suas atividades na próxima quinta-feira, 22 de setembro.

Segundo a fonte, os técnicos e demais funcionários da UESC vão suspender suas atividades amanhã e na quinta-feira.

PROFESSORES DA UESC APROVAM PARALISAÇÃO E INDICATIVO DE GREVE

Imagem: Adusc.

Imagem: Adusc.

Os professores da UESC vão paralisar suas atividades na próxima quarta-feira (20), quando se juntarão em Salvador aos docentes das outras três universidades estaduais num protesto. Segundo a Associação dos Docentes da UESC, o ato vai marcar a posição da categoria contra os ataques aos direitos trabalhistas.

Reunidos na última terça-feira (12), os docentes também aprovaram o indicativo de greve geral dos servidores do Estado da Bahia.

Os professores criticam o PLP 257/16, que propõe o congelamento de salários e de direitos, a suspensão dos concursos públicos e o programa de demissão voluntária. Ainda segundo os docentes, outro problema é a PEC 241/16, que prevê o congelamento dos orçamentos públicos por 20 anos, além da ameaça de nova reforma da previdência que consideram inaceitável.

Ontem, estudantes disseram ao Blog do Gusmão que temem a possibilidade da greve ser iniciada antes do final do primeiro semestre letivo de 2016, já atrasado devido ao movimento paredista de 2015.

PROFESSORES DA UESC PARAM NESSA TERÇA-FEIRA

Imagem do arquivo da ADUSC/2015.

Imagem do arquivo da ADUSC: junho de 2015.

O presidente da Associação dos Docentes da UESC (ADUSC), José Luiz de França Filho, conversou hoje (23) por telefone com o Blog do Gusmão. Ele explicou por que os professores vão paralisar as atividades letivas dessa terça-feira (24).

Na manhã dessa terça, os professores vão participar de um café coletivo em frente à entrada da UESC. O ato impedirá a passagem de veículos. Depois, por volta das 9h30min a categoria vai realizar um debate sobre o Projeto de Lei 257/2016.

Enviado em abril à Câmara Federal ainda pelo Governo Dilma, o projeto trata do refinanciamento das dívidas dos estados com a União. Segundo o professor José Luiz, para refinanciar seus débitos, os estados vão se comprometer com metas de redução de gastos.

De acordo com o presidente da ADUSC, caso não alcancem as metas, os estados serão obrigados a adotar medidas como o congelamento dos salários dos servidores, a abertura de programas de demissão voluntária e a proibição de concursos públicos.

Além disso, conclui José Luiz, o projeto prevê cortes orçamentários que afetariam também o setor privado.

Atualizado às 14h45min.

A direção da ADUSC nos enviou a carta divulgada pela entidade. O documento explica de forma mais ampla a mobilização dessa semana, que é nacional. Clique aqui para ler.

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