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:: ‘petistas’

A JANELA DE 2014

jose_eli_paulo_fridman_300vertPor José Eli da Veiga

Ao comemorar os vinte anos de renascimento macroeconômico propiciado pelo Plano Real de 30 de julho de 1994, a sociedade brasileira será premiada com uma extraordinária janela de oportunidade para que repense e redefina sua orientação estratégica. Nos oitenta dias que irão do final da Copa do Mundo (13 de julho) ao primeiro turno das eleições (4 de outubro), nenhum candidato a cargo majoritário ou proporcional poderá ignorar os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) que a 69ª Assembleia Geral das Nações Unidas estará prestes a promulgar em substituição aos ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio).

Tão promissora ocasião precisa ser desde já preparada para que realmente possa ser frutífera. Por isso, o propósito deste artigo é chamar a atenção do leitor para duas iniciativas que, embora importantíssimas, terão menos cobertura do que mereceriam, pois é inevitável que a mídia esteja alheia aos processos que constroem os fatos que mais tarde não poderá deixar de noticiar.

A nata dos empreendedores responsáveis se reunirá na terça-feira, 24 de setembro, no espaço Tom Jobim do Jardim Botânico do Rio para debater quais devem ser as ações imediatas capazes de levar o Brasil a alcançar um padrão sustentável de desenvolvimento por volta de 2050.

O cenário para esse objetivo de longo prazo – elaborado por 77 grupos empresariais que geram 40% do PIB e mais de um milhão de empregos diretos – está condensado nas cem páginas do documento “Visão Brasil 2050″, disponibilizado pelo CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) desde meados do ano passado: www.cebds.org.br/media/uploads/pdf/visao_brasil_2050_-_vfinal.pdf

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O DESFILE DAS MÁQUINAS ITABUNENSES

Foto: Pedro Augusto.

Foto: Pedro Augusto.

Por Thiago Dias

A Prefeitura de Itabuna comprou 8 máquinas e ganhou uma do governo estadual. O aparato terá grande valor na limpeza e pavimentação das ruas. Além disso, como ressaltou o site Ilhéus 24 horas, esse investimento libera as contas municipais dos gastos com o aluguel de tratores e similares.

Não se pode discutir, portanto, o benefício público dessa ação. Mas desfilar escavadeiras pelas avenidas da pólis é um tipo de publicidade bruta. Quando vi a imagem dos tratores enfileirados na rua lembrei de um verso: “aerodinâmica num tanque de guerra – vaidade que a terra um dia a de comer”.

Essa foto (o desfile das máquinas itabunenses) é um retrato aéreo da política ostensiva. Aquela que se antecipa na peça publicitária. Não é privilégio de Vane e também não foi inventada por tucanos ou petistas. A propaganda é um pilar de todo governo. As políticas públicas, essencialmente, devem ser publicizadas.

Mas quando as pretensões eleitorais vindouras estimulam a propaganda, é melhor conter o ímpeto. Acredito que os desfiles das máquinas impressionarão os itabunenses de maneira mais positiva quando os buracos das suas passarelas forem tapados.



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