EMÍLIO GUSMÃO

Gosto da boa polêmica, ingrediente indispensável ao debate proveitoso. Depois que li Crime e Castigo (Dostoiévski) e A Morte de Ivan Ilitch (Tolstói), muita coisa mudou em minha cabeça. Tenho 36 anos, sou comunicólogo e microempresário do audiovisual. Preferências contraditórias: Che e de Gaulle, Bin Laden e Ghandi. Considero Manuel Bandeira, o melhor de todos os tempos da minha humilde biblioteca.

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Matérias com a tag ‘PV’

PCDOB LIDERA ALIANÇA EM MADRE DE DEUS

A cidade de Madre de Deus, na região metropolitana de Salvador, passará por eleições suplementares no dia 4 de março, por decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia.

Na disputa pela comando da cidade, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) lidera uma ampla aliança de partidos que lançou o nome de Janantan Silva, dirigente do partidão, para o pleito.

Além do PCdoB, PV, PMDB, PSDB, DEM, PTN, PRP e PMN compõe a aliança.  “Construímos a frente com respeito dos partidos. Assim, ninguém conseguirá nos vencer”, frisou Anderson Andrade, presidente do PPS na cidade.

A antiga administração de Madre de Deus foi destituída por determinação judicial.

SERÁ QUE A OPÇÃO VERDE AMARELOU?

Por Renato Janine Ribeiro 

Não lembro caso de relação custo-benefício tão boa quanto a campanha eleitoral de Marina Silva, em 2010. Dispondo só de um partido pequeno na Câmara de Deputados, o que lhe dava um minuto e meio de televisão, atingiu 20% dos votos para a Presidência.

Quer dizer que, tendo um tempo de propaganda baseado em 2,5% dos deputados eleitos em 2006, Marina multiplicou por oito esse investimento, em retorno de votos. Seu output rendeu oito por um…

Já os seus adversários, Dilma Rousseff e José Serra, tiveram retorno bem menor, inferior mesmo a um. E Marina chegou a isso, não mercê das máquinas governamentais federal e estaduais, mas pelo entusiasmo e convicção de seus simpatizantes.

Isso é irônico, porque o entusiasmo foi por 20 anos a marca de um PT sem dinheiro para fazer campanhas, e o PSDB nasceu com convicção de combater o fisiologismo do PMDB; mas, hoje, ambos apostam no dinheiro e nas alianças com os ex-inimigos.

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BANCADA DO PV TENTA CONVENCER MARINA A FICAR

Do Poder Online

A bancada do PV na Câmara decidiu, após reunião na noite da última quarta-feira (29), fazer um apelo à ex-senadora Marina Silva na tentativa de convencê-la a permanecer no partido.

Durante a reunião, os deputados reclamaram que Marina até agora não procurou a bancada para tentar um acordo.

O líder do partido na Casa, Zequinha Sarney (MA), deverá entregar o apelo por escrito para a ex-senadora ainda nesta semana.

MARINA COBRA A RENOVAÇÃO DO PV

Com ameaças veladas de deixar o PV, a ex-senadora Marina Silva reforçou ontem (segunda-feira, 13) a pressão contra a direção de seu partido. Destacando o capital eleitoral obtido com seus 20 milhões de votos na eleição presidencial, Marina disse que os dirigentes precisam ser trocados.

A renovação, indiretamente, a colocaria no centro da disputa de poder entre os verdes, embora ela negue tal interesse. Em entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, afirmou que o partido não pode manter  sempre as  ”mesmas pessoas nos mesmos cantinhos”.

Presidente do PV desde 1999, José Luiz Penna é contra as mudanças propostas pelo grupo de Marina – que inclui, entre outros, Fábio Feldmann, Alfredo Sirkis e Fernando Gabeira.

Sobre a possibilidade de deixar o partido, Marina disse que prefere se manter no desafio de fazer com que o partido interaja com “órgãos vivos” da sociedade, que mude internamente para agir de forma correta externamente, e deixou clara sua intenção de disputar a eleição presidencial de 2014.

Informações do jornal O Globo.

JONAS PAULO DESENCORAJA CANDIDATURAS DE ALIADOS

Jonas Paulo.

No Encontro Regional do Partido dos Trabalhadores (PT), que aconteceu ontem (domingo, 22), em Vitória da Conquista, o presidente do PT Baiano, Jonas Paulo, comentou sobre a possibilidade de partidos aliados lançarem candidaturas próprias em 2012.

Jonas disse que legendas como PCdoB, PV e PSB não terão forças no embate com candidatos petistas, como se cogita em Vitória da Conquista, Itabuna, Ilhéus, Juazeiro e Salvador, pois estariam fortalecendo a oposição, fugindo assim do projeto político liderado por um grupo histórico formado por esses partidos.

Comentário do blog.

De início, as previsões de Jonas Paulo já demonstram equívocos. Em Itabuna, o PCdoB já bateu o pé, se desvinculou do cacique petista Geraldo Simões e deve lançar candidatura própria à prefeitura. Em Ilhéus, o PT sequer definiu o candidato, brigas internas contribuem para a indefinição.

Com Informações do Blog do Andreson.

A ÚLTIMA CARTADA

 

Depois de sair do PT de maneira repentina, deixando de lado uma militância fiel e mobilizadora, o prefeiturável Ruy Carvalho aderiu ao PV, num projeto suicida, que o deixou “sentado à beira do caminho”, sem estofo político. Na tentativa de juntar os cacos, na manhã de hoje (sábado, 30) Ruy se filiou ao PRB, braço político da Igreja Universal. Em tempos de sol escaldante, toda e qualquer sombra é bem vinda.

DEMOCRATIZAÇÃO OU DEBANDADA NO PV

Terceira colocada no pleito de 2010, Marina Silva fará uma caravana pelo Brasil pregando a renovação de sua legenda, o PV. O principal motivo da comitiva é o projeto de democratização do partido.

Marina Silva chegou ao PV com uma proposta de democratização e renovação do partido. Renovação que  não será fácil de acontecer, já que a direção nacional se reuniu na última quinta feira (17) e reelegeu o deputado Luiz Penna (SP) para presidir o partido pelo 13º ano seguido, sem a necessidade de eleições internas.

A reeleição indireta e o adiamento da convenção nacional, marcada para o início desse ano irritou Marina e deu origem a uma crise que expõe as fissuras do PV e a resistência de alguns setores à presença da ex-ministra. Para alguns grupos, mais próximos do presidente Penna, a candidatura de Marina não trouxe tantos benefícios ao PV como se imaginava.  E citam o fato da bancada federal continuar com as mesmas 14 cadeiras que tinha antes.

Na própria transição democrática existem diferenças. Enquanto o deputado Alfredo Sirkis (RJ), mais próximo de Marina, eleva o tom e fala abertamente na possibilidade de novo partido, o amigo e ex-deputado

Fernando Gabeira acredita que o debate produzirá um acordo interno, unificando novamente o partido.

Caso a andança pelo país não dê certo, o grupo de Marina não descarta tomar o mesmo rumo do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e fundar um novo partido.

Informações do Estadão

O QUE SERÁ QUE SERÁ

“O que será que me dá
Que me bole por dentro
O que será que me dá?
Que brota à flor da pele
O que será que me dá?
E que me sobe às faces
E me faz corar
E que me salta aos olhos
A me atraiçoar
E que me aperta o peito
E me faz confessar …”

Por Marcos Pennha.

Hoje, amanheci em estado de graça. Aliás, isso não me é mais novidade, visto que esse é o meu natural. Acordei e a primeira coisa que fiz, literalmente, foi abrir os olhos. Ouvindo a música “O que será que será”, na voz do nosso estimado Bituca, o impagável Milton Nascimento, pus-me a refletir sobre os diversos fatos acontecidos em especial na cidade em que vivo, nossa majestosa Ilhéus.

“… O que não tem mais jeito de dissimular

E que nem é direito ninguém recusar

E que me faz mendigo

Me faz suplicar …”

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), é um especialista no uso do “promessômetro” (utilizando a expressão da nossa querida Marina Silva/ PV). Há alguns dias, na abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa, ele teve a cara de pau de conclamar aos deputados, a sociedade civil e a imprensa para se mobilizarem em prol do porto sul. Ora, governador, tá pensando que em Ilhéus só tem trouxa? O governo ainda não apresentou o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) a fim de que se realize a audiência pública. Ou será que o governador tá pedindo pelo amor de Deus pelo terminal de uso privativo para exportação de ferro da Bahia Mineração (BAMIN), que teve recentemente sua licença prévia negada pelo IBAMA? Algum dos assessores do governador tem que lhe explicar a diferença entre o porto público do dito terminal. Eu sugeriria o nome do talentoso jornalista Daniel Thame, o qual nutro admiração por seus escritos, embora nem sempre concorde com suas ideias. O problema é que Daniel nunca comparece nos eventos ligados a esse assunto. Posso afirmar isso com segurança, pois estive na maioria deles, às vezes até sem ser convidado. Por outro lado, tem que se levar em consideração que Daniel é um fã confesso de Wagner e Lula. Ele, que hoje vive como um bon vivant, fumando charuto cubano e tudo, tem lá seus motivos.

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POLÍTICOS PAULISTAS APÓIAM COMISSÃO DO PORTO SUL

Augusto Castro

O deputado estadual Augusto Castro (PSDB) recebeu apoio de políticos paulistas para criar uma comissão especial na assembléia legislativa, incumbida de discutir o projeto do Porto Sul.

Fábio Feldmann (PV-SP) soube do requerimento do baiano por meio da mídia e ficou interessado nos trabalhos (futuros) da Comissão.

Feldmann foi deputado federal e milita em defesa do meio ambiente desde os anos 70.

O deputado tucano também foi parabenizado por Bruno Covas (PSDB-SP), secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

RUI COSTA NÃO ATENDE AS LIGAÇÕES DO XARÁ RUY CARVALHO

Alô xará! Atende por favor!

Em agosto de 2009, Ruy Carvalho deixou o PT extremamente chateado com Rui Costa, na época secretário estadual de relações institucionais. Magoado, afirmou que o governador Jaques Wagner era “um César Borges melhorado”.

Foi para o PV, confiante de que Juliano Matos (ex-secretário estadual de meio ambiente) lhe entregaria o partido em Ilhéus.

No primeiro encontro que participou com os verdes, em Itabuna, chutou o pau da barraca. Disse que o partido estava perdido, se identificou como melancia (verde por fora e vermelho por dentro) e fez juras de amor ao governador Jaques Wagner (que espanto!).

Logo logo virou “persona non grata” no PV. Isolado, pediu desfiliação em julho deste ano, e para a surpresa de todos, anunciou apoio justamente a Rui Costa, aquele que o maltratava na época do PT.

O apoiado obteve 2011 votos em Ilhéus, resultado abaixo do esperado. Além do mais, Rui Costa também foi ajudado por Dero (candidato a vereador em 2008, com 2096 votos) e pelo vereador (suplente) Rafael Benevides.

Resultado: depois de eleito deputado federal, Rui Costa deixou de atender as ligações telefônicas de Ruy Carvalho.

PT DISCUTE O PROGRAMA DE GOVERNO COM O PV

Com informações do Estadão.

O coordenador do programa de governo de Dilma Rousseff (PT), Marco Aurélio Garcia, reuniu-se ontem (quinta-feira/13) com responsáveis pelo programa da candidata derrotada do PV, Marina Silva.

Em entrevista ao Portal Terra, Marina afirmou que tanto Dilma quanto José Serra (PSDB) manifestaram interesse de incorporar propostas verdes aos seus planos de governo, e admitiu que a revisão do Código Florestal é o maior obstáculo para a adesão. “Foram feitas as primeiras conversas de pessoas sugeridas por mim com o Marco Aurélio Garcia. Não falei com o Alfredo Sirkis, (vice-presidente do PV), mas acredito que o outro lado esteja fazendo o mesmo”, disse a senadora.

Marina admitiu também, que voltará a se candidatar em 2014, e classificou a disputa de 2010 como um ensaio geral. “É o embrião do que chamo uma terceira via, não está consolidado. Tínhamos que receber esse resultado (quase 20 milhões de votos) com alegria”, declarou. A senadora não descartou a neutralidade no segundo turno e, afirmou que essa 2ª etapa “é uma benção” que Dilma e Serra precisam valorizar.

CÓDIGO FLORESTAL DIFICULTA APOIO DO PV A SERRA

Com informações da Folha de S. Paulo.

A exigência do PV para que José Serra (PSDB) se comprometa a barrar o novo Código Florestal tornou-se o principal entrave na campanha tucana para incorporar o programa de governo de Marina Silva (PV).

O sétimo item da “Agenda por um Brasil justo e sustentável” cobra “o veto a propostas de alteração do Código Florestal que reduzem áreas de reserva legal, preservação permanente ou promovam anistia a desmatadores”.

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MARINA PROPÕE PROGRAMA AOS PRESIDENCIÁVEIS

Com informações do Estadão.

Marina Silva (PV) apresentou ontem (08) dez tópicos – subdivididos em 42 propostas ou exigências – do seu partido para negociar o apoio a Dilma Rousseff (PT) ou José Serra (PSDB) no segundo turno. O texto começa com uma exigência: não adotar nenhum mecanismo de restrição à mídia.

O documento denominado “Agenda por um Brasil mais justo e sustentável” traz propostas de reforma política, com adoção do voto distrital misto e financiamento público de campanha. Para a educação, o aumento do investimento na área para  7% do PIB e a erradicação do analfabetismo até 2018.

Na área de segurança pública, a principal proposta é a criação de um fundo nacional “para complementar os salários dos policiais civis e militares”. No meio ambiente, que dá a Marina suas principais bandeiras, o destaque é a recusa a propostas do código florestal que promovam “anistia a desmatadores”. Além disso, o documento propõe um reforma tributária que simplifique impostos e também em uma política externa “orientada pela promoção da paz”.

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O VERMELHO E O VERDE

Por Antonio Martins.

Agora, quando o resultado das eleições de 3 de outubro está emergindo em seu conjunto, já é possível fazer balanços mais abrangentes, menos enevoados por manipulações da mídia ou expectativas frustradas. Distinguem-se, no panorama que se abre, duas tendências consolidadas: as “ondas” vermelha e verde. Enxerga-se, além delas, uma oportunidade histórica: a possibilidade de articulá-las – não num acordo eleitoral fugaz, mas num diálogo e possível construção de longo prazo.

A “onda vermelha” veio antes, cronologicamente. Atingiu seu ápice em meados de setembro, recuando em parte nas três semanas anteriores às urnas. Significou um vasto desafio a alguns dos fatores que marcam a submissão social no Brasil, no passado e no presente. Entusiasmadas pelo tímido – porém inédito – movimento de redistribuição de riqueza ensaiado no governo Lula, as maiorias questionaram o poder dos coronéis (locais e regionais); a ditadura da mídia piramidal (inclusive a TV Globo); a influência dos “formadores de opinião” da classe média conservadora; a força dos velhos preconceitos econômicos, segundo os quais investimento público é sinônimo de “gastança”.

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MARINA PROPÕE A REGULAMENTAÇÃO DA EMENDA 29 PARA GARANTIR OS RECURSOS DA SAÚDE

JULIANO MATOS ESTÁ CHATEADO. TOMOU UM “ZIG NOW” DE RUY CARVALHO

Uma caso de ciúmes político, explícito, chegou à caixa de e-mails deste blog na tarde desta segunda-feira (02).

O ex-secretário de meio ambiente da Bahia, Juliano Matos, candidato a deputado federal (PV), recomenda que o médico Ruy Carvalho solicite licença do partido, já que não pretende apoiá-lo nas próximas eleições.

Ao sair do PT, em 2009, Ruy aderiu aos “verdes” a convite de Juliano, pois acreditava que ele tinha forte influência no partido. Depois de um tempo, descobriu que o ex-secretário não tem definição política, apoiou Wagner até quando deu, agora se diz aliado de Bassuma.

No release enviado à imprensa, Juliano afirma que o PV de Ilhéus deverá ter um candidato a prefeito em 2010, mas, não será Dr. Ruy. Matos precisa saber que, antes de tudo, o PV ilheense precisa de filiados. Em março deste ano, um encontro dos “pevistas” na cidade reuniu apenas 27 pessoas, sendo que somente duas pertenciam ao diretório municipal do partido.

Ao decidir apoiar o ex-secretário de relações institucionais, Rui Costa (PT), Ruy Carvalho tomou como primeira atitude, solicitar a sua desfiliação do PV. Ele pode estar a caminho do PDT ou PRB.

PRESTE ATENÇÃO NA MARINA!

Propaganda do PV que está rolando na televisão.


SEM DR. RUY, ENCONTRO DO PV REUNIU 27 PESSOAS

O encontro do Partido Verde realizado na tarde deste sábado (13), em Ilhéus, só não foi um fracasso total devido às visitas de figuras importantes do estado e da região que pertencem à sigla.

O debate primou pela qualidade, deixando a quantidade de lado, sendo que apenas 27 pessoas prestigiaram o evento.

Vale lembrar que das 27 presentes, apenas duas pertencem ao diretório municipal de Ilhéus.

Os deputados federais Luiz Bassuma (pré-candidato ao governo do estado), Edson Duarte (pré-candidato ao senado) e o presidente estadual Ivanilson Gomes tentaram justificar a candidatura própria ao palácio de Ondina, ressaltando a importância da formação de um palanque na Bahia para a senadora Marina Silva, presidenciável do partido. O grupo “melancia”  (vermelho por dentro e verde por fora), ligado ao governador Jaques Wagner, não foi poupado, principalmente o ministro da cultura, Juca Ferreira, chamado por Ivanilson Gomes de ardiloso, mentiroso e “serviçal a serviço do poder”.

Esperançoso, Bassuma garantiu que chegará ao segundo turno e vencerá as eleições deste ano.

Os verdes foram comedidos nas críticas ao médico Ruy Carvalho (outro melancia), classificando-o apenas de incoerente, já que deixou o PT “atirando” em Wagner, para depois defendê-lo, mesmo estando no PV.

O radialista Val Cabral e o vereador Gerson Nascimento, do diretório municipal de Itabuna, marcaram presença e enfatizaram a importância da candidatura de Bassuma.

Dirigentes de partidos “irmãos” (PRB, PTN e PSC) se solidarizaram com o PV de Ilhéus, preenchendo algumas cadeiras na diminuta platéia.

Apesar de reunir poucas pessoas, assuntos importantes foram debatidos, relacionados ao desenvolvimento sustentável e à preservação do meio ambiente.

Veja as fotos.

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PV DE ILHÉUS: FRACO, FRAQUÍSSIMO

Reservado.

No encontro regional promovido pelo partido verde, no dia 27 de novembro, do ano passado (2009), em Itabuna, apenas cinco filiados de Ilhéus participaram.

Foram eles: Marcos Lessa, Ruy Carvalho, Robson Melo, Gildo Pinto e outra pessoa que a nossa fonte não conseguiu identificar.

Agora veja você, amigo visitante!

Um partido que não consegue lotar uma Kombi para um evento partidário realizado à 30 Km de sua sede, fica “tirando onda” com uma liderança de 27 mil votos (Dr. Ruy), que maltratado, pode deixar a sigla.

O PV de Ilhéus não quer crescer, deseja o suicídio político.

LÍDER GREVE DA PM
Carga Pesada






Funk do valentão.
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