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Domingo, 21 de Outubro de 2018
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FACEBOOK LANÇA RECURSO PARA CONTER NOTICIAS FALSAS

Imagem: Facebook.

O Facebook lançou no Brasil um recurso que dá contexto às notícias que aparecem no feed de notícias dos usuários. O “botão de contexto” funciona nos Estados Unidos e este mês foi expandido para o Brasil, Argentina, Colômbia e México.

A rede social também anunciou ferramentas adicionais para proporcionar mais contexto às pessoas, para que elas possam decidir por si mesmas o que ler, confiar e compartilhar. A ideia é que os usuários possam avaliar a credibilidade das fontes das notícias e conteúdos que leem na plataforma.

Elaborada com acadêmicos, a ferramenta facilita o contexto dos fatos publicados, com artigos relacionados sobre o mesmo tópico, quantas vezes foi compartilhado, bem como uma descrição da Wikipédia – site colaborativo e sem fins lucrativos – sobre o vínculo de comunicação.

Recentemente, o Facebook anunciou mudanças também no WhatsApp. O aplicativo de mensagens instantâneas alerta quando uma mensagem encaminhada de outro usuário para que as pessoas saibam que pode se tratar de uma corrente de informação, estratégia comum das campanhas eleitorais.

A DIREITA ESTÁ MAIS MOBILIZADA QUE A ESQUERDA NAS REDES

Mapa revela fluxos de reações no Facebook.

Infomapa revela fluxos de reações no Facebook.

Da CartaCapital

Desde a abertura do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff, no dia 12 de maio, a direita se mostra muito mais mobilizada nas redes do que a esquerda. É o que mostra o Mapa das redes de mobilização no Facebook, construído pelos professores Esther Solano (Unifesp), Pablo Ortelllado (USP) e Marcio Moretto (USP).

O retrato, feito entre 11 e 25 de junho na rede social que possui no Brasil 99 milhões de usuários ativos mensais, mostra que as páginas de direita se sobressaem quanto ao número de curtidas, seja em posts e conteúdo compartilhado ou mesmo na própria página de apresentação.

De acordo com os especialistas que apresentaram resultados preliminares da pesquisa na última quinta-feira (28), se na época da votação na Câmara e no Senado do processo de impeachment a atividade do espectro mais conservador e anti-PT era semelhante ao de páginas ligadas a uma causa ou a um grupo político de esquerda, hoje o que se observa é um crescimento da direita no universo online.

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CONVERSAR SOMENTE COM PESSOAS QUE TENHAM OPINIÕES PARECIDAS É RUIM PARA A DEMOCRACIA

Nas redes sociais o acirramento isola, impede a troca de ideias e engessa a democracia. É sempre bom conversar civilizadamente com pessoas que desafiam nossas convicções.

Nas redes sociais o acirramento isola, impede a troca de ideias e engessa o espírito democrático. É sempre bom conversar civilizadamente com pessoas que desafiam nossas convicções.

Do site Nexo

O que acontece quando você só vê opiniões parecidas com as suas

Comportamento nas redes sociais exacerba a polarização. E isso é perigoso para o debate democrático

Chamaram de ‘filtro bolha’ (‘filter bubble’) o isolamento espacial de informação dentro do qual todos estamos quando usamos redes sociais como Facebook e Twitter. Essas ferramentas funcionam com o auxílio de algoritmos, fórmulas matemáticas que usam uma série de variáveis para determinar o conteúdo que exibem para você.

“Acabamos vendo o mundo pela lente das redes sociais. E amizades no Facebook são diferentes de amizades na vida real.”

Christian Sandvig, Professor de Comunicação na Universidade de Michigan, Ohio, em entrevista ao Nexo

A ideia, em si, não é de todo mal: a rede social quer exibir ao usuário apenas o que ele quer ver. Mas fomenta a polarização do debate político e tem outras consequências para a criatividade e o pensamento crítico, de acordo com cientistas.

Usuário se conecta com o que ele tem tendência a concordar#

O filtro bolha e esse isolamento de grupos que pensam diferente são consequência de um fenômeno chamado viés de confirmação, um viés cognitivo cujo efeito é chamar nossa atenção e aprovação para notícias e opiniões que reforcem nossas crenças pré-existentes.

Isso se reflete no comportamento de usuários nas redes sociais. O viés de confirmação faz com que o usuário se conecte apenas com quem concorde com o que ele diz e curta posts na mesma linha. E a rede social transforma essas ações em fórmulas para exibir mais conteúdo parecido com aquele.

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O QUE PODEMOS APRENDER SOBRE TRAIÇÃO E VIOLÊNCIA COM O CASO DE FABÍOLA?

Nos bons tempos.

Nos bons tempos.

Por Nathalí Macedo/publicado ontem (16) no Diário do Centro do Mundo

NathalíO caso da mineira que traiu o marido com seu melhor amigo deveria ser só mais um adultério a ser tratado entre quatro paredes, no mais íntimo da vida conjugal do casal, mas acabou viralizando na internet quando o marido traído filmou a cena e espalhou o vídeo nas redes sociais.

Na filmagem, ele – que flagrou a esposa saindo do motel com seu melhor amigo – agride a esposa enquanto um outro amigo filma a cena e incita a briga.

O que choca na situação não é a desnecessária publicidade de uma questão íntima: isso transformou-se em uma praxe mais natural do que deveria na internet. As pessoas deturpam a finalidade das redes sociais quando expõem-se desnecessariamente nas mais esdrúxulas situações.

O que me deixou realmente estupefata na mais nova bizarrice das redes sociais é a naturalidade com que um homem, em pleno século XXI – quando as discussões sobre violência contra a mulher estão a todo o vapor – publiciza uma agressão física na rede sem nenhum tipo de represália.

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JABES INGERE O ARSÊNICO QUE ELE MESMO ESPALHOU

Emílio Gusmão e Jabes Ribeiro.

Humildemente, Gusmão tentou convencer Jabes. O prefeito não ouviu. Resultado: família atingida.

Editorial do Blog do Gusmão

No dia 3 de setembro, num encontro com a imprensa no Palácio Paranaguá, o comunicólogo Emílio Gusmão, editor deste blog, disse ao prefeito Jabes Ribeiro (PP) que servidores contratados pela Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDES) fazem ataques pessoais na internet contra pessoas que criticam o governo.

Gusmão lembrou que o próprio Jabes foi vítima desse tipo de prática ao longo da sua carreira política. Sugeriu que o prefeito deveria repreender esse comportamento para evitar a incitação de ofensas nas redes sociais. Para o comunicólogo, o governo comete um erro grave ao investir dinheiro público em pessoas contratadas para manchar reputações. A comunicação social não deve se prestar a esse papel.

Jabes refutou o conselho. Disse que estava cansado de “apanhar”. Por isso, iria manter a tática e controlar os excessos. O prefeito reconheceu que essa política de comunicação foi discutida dentro do PP, sigla comandada em Ilhéus por John Ribeiro, seu irmão. Este blog descobriu que algumas pessoas que não estão na SEDES recebem dinheiro do partido para ofender rivais.

Já que o governo não pretende dar o exemplo de romper com o tradicional baixo nível da política ilheense, a tendência é que os ataques pessoais se transformem no assunto principal do debate público na cidade.

Como foi alertado, a tática só baixou o nível das publicações associadas ao prefeito. Neste final de semana, parte da imprensa e dos seus adversários políticos divulgou imagem de um familiar de Jabes que teve problemas com a polícia, num tipo de caso corriqueiro que pode acontecer em qualquer família.

Ao invés de estimular ofensas pessoais, o governo deveria orientar seus membros para o debate das questões públicas. Caso contrário, o prefeito passará a conviver de modo cada vez mais frequente com os venenos da linguagem.

Afinal, como ensinou o filólogo Victor Klemperer (1881 – 1960), judeu perseguido na Alemanha hitleriana, “palavras podem ser como minúsculas doses de arsênico: são engolidas de maneira desapercebida e aparentam ser inofensivas; passado um tempo, o efeito do veneno se faz notar”.

PEQUENO COMÍCIO – A FAVOR E CONTRA EDUARDO “PENINHA” BUENO

Eduardo Bueno.

Eduardo Bueno.

Por Geneton Moraes Neto / Publicado no Facebook do autor.

O locutor-que-vos-fala sobe no banquinho por trinta segundos, para dar um pitaco no grande comício das chamadas “redes sociais” – em que todos falam e alguns ouvem.

Tenho visto o programa Extraordinários ( Sportv, horário variável, em torno das 21:30 ). Em três palavras: bola na rede!

Eduardo Bueno – “Peninha, para os íntimos”, como ele diz – foi simbolicamente “apedrejado” no Twittter e no Facebook por ter chamado o Nordeste de “bosta” no programa. A patrulha politicamente correta entrou em ação. Sinal dos tempos: vai chegar o dia em que ninguém poderá fazer uma brincadeira, ninguém poderá ser irônico, ninguém poderá fazer o papel de provocador.

Considero-me cem por cento insuspeito para “defender” Eduardo Bueno, já que sou nordestino até a medula – na certidão de nascimento, na formação e por escolha. Além de tudo, ele não precisa de defesa.

De qualquer maneira: Eduardo “Peninha” Bueno é uma figura – no bom sentido da palavra. Conheci, faz alguns anos, numa redação: hiperbólico, enciclopédico, “televisivo”. Chamá-lo de “preconceituoso” é “trocar os pés pelas mãos”, é “misturar alhos com bugalhos”: não há lugar-comum que chegue para descrever o tamanho do equívoco. Fica, aqui, consignada minha solidariedade pernambucana.

Um senão: Eduardo Bueno vocifera contra as redes sociais. Disse que o fundador do Facebook é “um babaca”. Pode ser. Mas vociferar contra as “redes sociais” é um equívoco monumental! Há lixo nas redes? Há, claro, em quantidades industriais. Mas as estradas que elas abrem para a troca de informações e de conhecimento são estupendas! Nunca existiu algo assim.

O fato de alguém – “babaca” ou não – ter criado uma “rede social” capaz de manter conectada uma grande parte da população do planeta é extraordinário. É algo inédito na história. Não é exagero: trata-se de um fenômeno de dimensões planetárias.

Hoje, como se sabe, qualquer um pode “produzir conteúdo” nas redes sociais. O locutor-que-vos-fala declara solenemente o seguinte: a explosão de informações produzida pelas “redes sociais” é mais saudável do que a cena anterior: um bando de maníacos ( e aí me incluo ) trancados nas redações do planeta pontificando sobre o que é que o público deveria ler, ver e ouvir. Deus do céu…A cena ficou ligeiramente ridícula. Um terremoto de dimensões bíblicas abalou este cenário – ainda bem! Os jornalistas deixaram de ser os únicos intermediários entre a informação, a opinião e o distinto público. Que seja assim – para sempre.

Reconheço que há um dado relativamente “assustador”: pouca gente se lembra de que o Facebook, por exemplo, é uma empresa privada multibilionária. Amanhã, se os donos desta joça amanhecerem de mau humor, podem fechar o barraco. Podem, sim. Em última instância, este oceano de textos e imagens pode ir para o lixo ou ter destino incerto e não sabido. Mas….e daí? Em uma semana, outra “rede social” arrebanhará milhões de seguidores.

Discordo da posição de “velhos jornalistas” que se recusam a escrever no Facebook, porque acham que, assim, estariam trabalhando de graça para um patrão invisível. É uma atitude olimpicamente pretensiosa e vaidosa. Não me julgo tão importante a ponto de querer receber dinheiro do Facebook para escrever minhas bobagens. Estão equivocados, também, os que desqualificam as “redes sociais” por achá-las um antro de debilóides, frustrados, covardes. É uma visão tristemente conservadora e equivocadamente apocalíptica.

Por que Eduardo Bueno ( ou qualquer outro ) não poderia ter uma bela página no Facebook, para dar opiniões, veicular informações, falar dos seus livros etc.etc.? Qual seria o problema? É lamentável que o próprio Eduardo Bueno seja o primeiro a excluir Eduardo Bueno dessa balbúrdia virtual.

Não sou praticante fanático da Igreja Universal do Facebook nem passo o dia acendendo vela para Nossa Senhora do Twitter. Frequento as duas redes moderadamente – mas já recolhi coisas úteis nas duas, já encontrei informações que procurava, já descobri textos e imagens fantásticos.

Termina aqui o comício duplo: a favor de Eduardo Peninha Bueno no caso da “polêmica” sobre nordestinos e contra Eduardo Peninha Bueno no caso da repulsa às redes sociais.

Recolho meu banquinho, apago a luz do circo mambembe onde costumo me apresentar, digo boa noite ao único espectador do comício – que, a essa altura, já dormia profundamente – e vou me embora. É hora de começar a concentração para o próximo jogo do Brasil na Copa.

NÃO PENSO, LOGO RELINCHO

O burro do filme Shrek é um falastrão.

O burro do filme Shrek é um falastrão.

Por Matheus Pichonelli 

Dizem que uma mentira repetida à exaustão se transforma em verdade. Pura mentira. Uma mentira repetida à exaustão é só uma mentira, que descamba para o clichê, que descamba para o discurso. E o discurso, quando mal calibrado, é o terreno para legitimar ofensas, preconceitos, perseguições e exclusões ao longo da História. Nem sempre é resultado da má fé. Por estranho que pareça, é na maioria das vezes fruto da indigência mental – uma indigência mental que assola as escolas, a imprensa, as tribunas, as mesas de bares, as redes sociais. Com os anos, a liberdade dos leitores para se manifestar sobre qualquer assunto e o exercício de moderação de comentários nos levam a reconhecer um clichê pelo cheiro. Listamos alguns deles abaixo com um apelo humanitário: ao replicar, você não está sendo original; está apenas repetindo uma fórmula pronta sem precisar pensar sobre tema algum. E um clichê repetido à exaustão, vale lembrar, não é debate. É apenas relincho*.

“Negros têm preconceitos contra eles mesmos”

Tentativa clássica de terceirizar o próprio racismo, é a frase mais falada das redes sociais durante o Dia da Consciência Negra. É propagada justamente por quem mais precisa colocar a mão na consciência em datas como esta: pessoas que nunca tomaram enquadro na rua nem foram preteridas em entrevistas de emprego sem motivos aparentes. O discurso é recorrente na boca de quem jamais se questionou por que a maioria da população brasileira não circula em ambientes frequentados pela elite financeira e intelectual do País, como universidades, centros culturais, restaurantes, shows e centros de compra. Tem a sua variação homofóbica aplicada durante a Parada Gay. O sujeito tende a imaginar que Dia Branco e Dia Hétero são equivalentes porque ignora os processos históricos de dominação e exclusão de seu próprio país.

“Não precisamos de consciência preta, parda ou branca. Precisamos de consciência humana”

Eis uma verdade fatiada que deixa algumas perguntas no contrapé: o manifestante a exigir direitos iguais não é gente? O que mais se busca, nessas datas, se não a consciência humana? Ou ela seria necessária, com ou sem feriado, caso a cor da pele (ou o gênero ou a sexualidade) não fosse, ainda hoje, fatores de exclusão e agressão?

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USO DE FACEBOOK NÃO FAZ O USUÁRIO FELIZ, DIZ ESTUDO

facebookDo Uol.

As redes sociais contribuem muito para que as pessoas se sintam mais conectadas, mas seu uso não as faz, necessariamente, mais felizes, segundo um estudo de usuários do Facebook publicado nesta quarta-feira na Public Library os Science.

De fato, o uso do Facebook prevê uma diminuição do bem-estar do usuário, de acordo com o estudo da Universidade de Michigan (UM), que é a primeira pesquisa conhecida e publicada que examina a influência do Facebook na felicidade e na satisfação.

“Superficialmente, o Facebook proporciona um recurso valioso para a satisfação de necessidade humana básica de conexão social”, indicou o psicólogo social da UM, Ethan Kross, autor principal do artigo e docente associado no Instituto de Pesquisa Social (ISR) da universidade. “Mas, ao invés de realçar o bem-estar, encontramos que o uso do Facebook prevê o resultado oposto, solapa o bem-estar”.

“Isto é um resultado de importância crítica porque vai ao centro da influência que as redes sociais podem ter sobre a vida das pessoas”, acrecentou outro autor do estudo, o cientista cognitivo John Jonides, da UM.

Para o estudo, os pesquisadores recrutaram 82 adultos jovens, um grupo demográfico central dos usuários de Facebook. Todos eles tinham smartphones e contas de Facebook.

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A MÍDIA NINJA

foto blog compacPor Thiago Dias

A internet transformou nossos modos de habitar o mundo. A técnica informacional media as relações financeiras, a macropolítica globalizada e seus contrapontos locais. 

O computador transmutou-se numa miríade infindável de aparelhos. Enquanto o trânsito dos carros congestiona as metrópoles, suas vias de fibra óptica nunca param. Reduzidos a códigos binários, os fluxos (discursivo e financeiro) são ininterruptos. O conceito de mobilidade urbana atualiza-se nos aparatos móveis pendurados ao corpo humano. 

A Mídia Ninja radicalizou o conceito de mobilidade urbana com sua apropriação sobre os meios móveis de produção e transmissão de imagens. A arma do Ninja é seu celular conectado à rede. Seu poder especial é apresentar uma perspectiva alternativa das coberturas televisivas, diante das manifestações populares que tomaram as ruas. Sua atuação é em tempo real. 

Qual outro sistema comunicacional pode ser mais adequado que a essência móvel da Mídia Ninja para cobrir os movimentos das ruas?

Certamente, não são os canais tradicionais. Eles não tem vocação para a realidade emergente, descentralizada, dinâmica e aleatória. Seus equipamentos de transmissão, mais preocupados com a alta resolução da vidraça quebrada, não conseguem acompanhar o ritmo dos acontecimentos. A solução para a Rede Globo, por exemplo, tem sido infiltrar repórteres (“à paisana”) entre os grupos mobilizados. Mas esses não são Ninjas, não passam de peças humanas do equipamento ultrapassado.

A contra-informação (e essa expressão está muito longe de qualquer sentido pejorativo)  ganhou um aliado poderoso – a Mídia Ninja está nas ruas. 

“CAMPANHA DAS PROSTITUTAS” CAUSA DEMISSÃO

A campanha veiculada em redes sociais com o objetivo de reduzir o estigma em torno das profissionais do sexo, associadas a doenças sexualmente transmissíveis (DST), foi suspensa pelo Ministério da Saúde e custou o cargo do diretor do Departamento de DST, Aids e hepatites virais da pasta, Dirceu Greco.

Ele foi exonerado ontem (terça,4) à noite. A campanha foi lançada no último fim de semana nas redes sociais, com foco na prevenção de DST.

De acordo com a pasta, a campanha, que incluía uma peça publicitária com o slogan “Eu sou feliz sendo prostituta” foi produzida pelo Departamento de Aids e não passou pela aprovação da Comunicação Social do ministério.

Como houve descumprimento das normas internas, foi determinada a retirada da campanha. Além disso, a assessoria da pasta informou que as peças não estavam de acordo com o padrão das ações promovidas pelo ministério voltadas à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis porque não traz conselhos específicos sobre formas de prevenção.

Os panfletos e os vídeos foram produzidos em uma oficina para profissionais do sexo ocorrida em março, em João Pessoa. Participaram do evento representantes de organizações não governamentais, associações e movimentos sociais de apoio a quem vive da prostituição. Informações do Correio Brazilense.

CAMPANHA NA INTERNET COMEÇA NA SEXTA-FEIRA

Se há um consenso sobre as eleições municipais desse ano é que a internet vai jogar papel importante nas campanhas, assim como fez em 2010, no pleito presidencial.

Na rede, a justiça eleitoral permitirá propaganda dos candidatos a prefeito e vereador, desde que seja gratuita, a partir de sexta-feira (06). Banners, blogs de campanha e páginas em redes sociais estarão liberadas.

Também a partir de sexta, os candidatos podem colocar carros de som, realizar comícios e passeatas.

Na TV e no rádio, as propagandas começam a partir do dia 21 de agosto.

O PALANQUE ELEITORAL ELETRÔNICO: A IMPORTÂNCIA DA INTERNET NAS ELEIÇÕES 2012

Do Rizoma Notícias

A internet nos últimos anos tem ganhado cada vez mais destaque na vida das pessoas. Apesar de ocuparem cada vez mais espaço na vida dos cidadãos, ferramentas de interação como os Blog’s e o Facebook/Orkut/Twitter terá um grande poder de definir o voto do eleitor e influenciar no debate eleitoral.

Com o advento das Redes Sociais e dos Blog’s em 2012, veremos um fator novo nas eleições municipais, que serão os Palanques Eleitorais Eletrônicos, onde candidatos a vereador e prefeito jogaram uma enxurrada de propostas e projetos na internet. É neste momento que cabe a cada um de nós realizarmos uma triagem, uma reflexão de todo este material, pesquisar o histórico e conhecer o candidato.

Os debates de boca a boca pelas ruas da cidade tendem a se manter como palanques eleitorais fundamentais para nortear a decisão dos eleitores, principalmente nas cidades pequenas, onde o acesso a internet ainda é restrito.

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GEDDEL ENTREVISTA FHC

O ex-ministro da Integração Nacional e atual vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica, Geddel Vieira Lima, publicou em seu blog (clique aqui) neste final de semana uma entrevista com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Na conversa, que foi gravada no Instituto que leva seu nome, FHC falou do legado de seus oito anos de governo, da relação com o ex-presidente Lula e com Dilma Rousseff, da crise econômica internacional, da importância das redes sociais no mundo moderno, da crise dos partidos brasileiros e de suas perspectivas para o futuro aos 80 anos de idade.

A entrevista foi dividida em quatro partes, confira os demais vídeos abaixo. 

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SITE DO SÃO JOÃO DA BAHIA ESTÁ DE CARA NOVA

De cara nova e completamente moderno, já está no ar o site oficial do São João da Bahia. No endereço www.saojoaobahia.com.br, o internauta pode conhecer as curiosidades da festa, os pratos típicos e ter informações sobre como chegar e onde ficar nos principais destinos baianos dessa época

O contato direto com o internauta através das redes sociais e recursos de multimídia é a principal novidade do site para 2011. Na área dedicada aos artistas, o fã pode acessar músicas, informações, fotos e ouvir um programa de rádio dedicado a cada um.

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