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:: ‘Samuel Celestino’

SAMUEL CELESTINO “JOGA A TOALHA” E ADMITE POSSIBILIDADE DO MINÉRIO DA BAMIN EM ARATU

Samuel Celestino.

Samuel Celestino.

Samuel Celestino, espécie de vedete do jornalismo baiano, já admite a possibilidade do minério de ferro da mina de Caetité ser escoado pelo Porto de Aratu, em Salvador.

Publicamos com exclusividade a disputa judicial entre Zamin e ENRC (sócias da Bamin) na justiça inglesa. Para a nossa surpresa, pela primeira vez Celestino publica algo que coloca o empreendimento no “mar agitado das dúvidas”.

Desconfiamos: fonte bem posicionada do governo estadual abriu os olhos do patrono do Bahia Notícias.

A ENRC não tem caixa e o BNDES, depois de apostar nos projetos mirabolantes de Eike Batista, não vai financiar esse empreendimento.

O minério de ferro despencou. Hoje vale $ 70 a tonelada, antes $ 140. Enquanto isso, o governo do estado tem pressa e as sócias da Bamin querem deixar a empresa e se livrar do projeto.

Aratu é a alternativa menos dispendiosa para os investidores privados.

Leia o texto de Samuel Celestino.

EREMILDO, IDIOTA

Do blog O Recôncavo.

“Ora, ora, detendo os segredos e informações privilegiadas do que se passa no principal gabinete da República, até Hermenegildo, o Idiota, criação do jornalista Mino Carta, tem condições de abrir um escritório de consultoria e ficar rico”. Frase do jornalista Samuel Celestino, em sua coluna no jornal A Tarde.

O Recôncavo, entretanto, adverte: Eremildo, o Idiota, é uma criação do jornalista Elio Gaspari. O outro nós desconhecemos. Entretanto, não descartamos a hipótese de que o “Hermenegildo” citado venha a ser o alter ego de alguém. Também não descartamos a hipótese de se tratar, de fato, de um idiota.

Por Charles Carmo.

SAMUEL CELESTINO E AS LIÇÕES DE PORTUGUÊS

Do blog O Recôncavo.

“O ex-presidente cansou a opinião pública pensante com o seu jeito palanqueiro de quem aprendeu português através dos livros adotados pelo MEC. Mas continua amado por um grande segmento dos brasileiros. Até quando?”. Frase do jornalista Samuel Celestino em artigo intitulado “Um ministro empalhado”, publicado no jornal A Tarde (05/6).

A seguir a norma culta, limpa e cheirosa que tanto defende, o jornalista deveria, para ser coerente com sua visão asséptica da língua, ao menos usar a expressão ”por meio dos livros”, em substituição à expressão “através dos livros”.

Entretanto, como ensina o livro do MEC, admite-se a expressão “através”, mesmo sendo esta inadequada em certos ambientes, como em artigos pedantes, por exemplo. No caso concreto, o uso da expressão em tela, mesmo que fugindo à norma culta, não impede que o sentido da frase seja compreendido.

O que o jornalista quis dizer é que “Lula é um analfabeto amado pelo povo brasileiro”, menos, é claro, pela “opinião pública pensante”, minoria da qual, pressupomos, o jornalista Samuel Celestino deve acreditar fazer parte.

Portanto, fica a dica: você pode usar “através” em substituição à expressão “por meio de”. Mas cuidado: ao utilizar esta expressão em local inapropriado você pode ser vítima do mesmo preconceito que sofre o presidente Lula.

A língua é dinâmica. Só os preconceituosos ainda não compreendem isso e, por conta do pedantismo, acabam por morder a própria.

Até quando?

Por Charles Carmo



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