O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o fim do sigilo no inquérito em que o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), é investigado por um suposto esquema de pagamento de propinas no Porto de Santos.
Por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem (quarta-feira, 23) que a Lei da Ficha Limpa não deveria ter sido aplicada às eleições do ano passado.
O imbróglio do julgamento da Lei da Ficha Limpa pode acabar em breve. Hoje, às 16h, toma posse no Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, o novo ministro indicado pela presidente Dilma Rousseff.
Um post publicado nesta terça-feira (15) na página oficial do STF (Supremo Tribunal Federal), no Twitter, questiona quando o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), vai pendurar as chuteiras.
É que a Câmara vinha assegurando as suplências para os candidatos da coligação do parlamentar licenciado.
Mas o plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu conceder liminar, no dia 9, a um deputado federal do PMDB de Rondônia para assiumir na Câmara em lugar do suplente empossado, que era do PP. O parecer do ministro Gilmar Mendes baseou-se no argumento de que o mandato eleitoral pertence ao partido, e não à coligação do deputado.
Agora, até o STF julgar o mérito do processo, o que deve ocorrer em fevereiro, as Mesas Diretoras da Câmara, do Senado não sabem a quem dar posse.
Pior: o mesmo problema ocorre com as Assembléias Legislativas, no caso de deputados estaduais convocados para secretariar o governador.