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Quinta-Feira, 23 de Novembro de 2017
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INSTITUTO NOSSA ILHÉUS PROMOVE SEMANA DA MOBILIDADE

Divulgação.

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Entre esta quinta-feita (14) e o dia 24 de setembro, o Instituto Nossa Ilhéus (INI) vai realizar a Semana da Mobilidade, o programa é gratuito e faz parte do projeto União Europeia, coordenado pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).

O objetivo do programa é pensar em um sistema de mobilidade inteligente, que acompanhe as mudanças socioeconômicas e geográficas do município. As atividades vão incluir debates, júri de cidadãos, concursos de fotografia e de arquitetura e urbanismo, bicicletaço e atividades nas ruas.

O evento vai integrar as ações da Semana do Trânsito realizada pela Prefeitura de Ilhéus. Para mais informações, acesse o site do Instituto Nossa Ilhéus.

UNIÃO EUROPEIA DEVE SUSPENDER RELAÇÕES COM O BRASIL, EXIGEM EURODEPUTADOS

Parlamentares europeus chamram governo Temer de "golpista". Imagem: José Cruz/Agência Brasil.

Parlamentares europeus chamam governo Temer de “golpista”. Imagem: José Cruz/Agência Brasil.

Na última quinta-feira (1º), primeiro dia após o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), os eurodeputados do Podemos Xabier Benito e Miguel Urbán pediram que a União Europeia não reconheça a legitimidade do “governo golpista” de Michel Temer.

Os parlamentares também solicitaram que o bloco europeu suspenda as relações políticas e econômicas com o Brasil.

“Nem desde o governo do Estado espanhol, nem desde o parlamento e a Comissão Europeia (CE) se deve legitimar o novo governo”, declarou Urbán. Ele pediu a “cessação imediata de qualquer relação comercial ou política até que seja restabelecida a legalidade e vontade das urnas”.

Além disso, Benito solicitou que “nas negociações para o acordo comercial entre a UE e Mercosul não inclua governos que não contenham o respaldo dos cidadãos”.

Conforme Urbán, a União Europeia não pode “permitir que as elites utilizem estes golpes de Estado ‘brandos’ para aplacar os cidadãos e passar por cima da vontade democrática”.

Com informações da revista Exame.

EUROPA NÃO VAI PROLONGAR AUTORIZAÇÃO PARA VENDA DO GLIFOSATO

campanha_agrotoxico2A Avaaz, rede de campanhas populares, coletou mais de dois milhões de assinaturas de pessoas que apoiam o fim da comercialização do glifosato, herbicida fabricado pela Monsanto. A entidade apresentou a petição ao Parlamento da União Europeia, que decidiu não prolongar a autorização da venda desse agrotóxico na Europa.

Os organizadores explicam o objetivo da campanha iniciada há dezoito meses. Ela exige a suspensão do uso do glifosato até que estudos científicos independentes determinem a segurança do produto.

Segundo eles, mesmo se a União Europeia conceder mais dezoito meses para um novo processo científico que seja considerado independente, a delimitação desse prazo já é uma “vitória”.

Conforme a Avaaz, a venda do glifosato responde por um terço de toda a renda da Monsanto.

UMA ALIANÇA VERDE COM A EUROPA

Lula e Ricardo Lagos, ex-presidente do Chile. Imagem: Ricardo Stuckert/Instituto Lula.

Lula e Ricardo Lagos, ex-presidente do Chile. Imagem: Ricardo Stuckert/Instituto Lula.

Por Luiz Inácio Lula da Silva e Ricardo Lagos/publicado hoje (8) no jornal Valor

Em dezembro, os líderes mundiais deverão reunir-se em Paris para a Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas, que deverá produzir um novo acordo para enfrentar o aquecimento mundial. Mas no período de preparação para a conferência os chefes de Estado e ministros deverão reunir-se em vários outros eventos. Tendo participado de várias cúpulas, podemos atestar que, se essas reuniões forem corretamente preparadas e os chefes de Estado nelas envolverem-se significativamente, as perspectivas de sucesso em Paris poderão ser ampliadas.

Uma dessas reuniões, em especial, pode ser decisiva: a cúpula bianual, nos dias 10 e 11 de junho em Bruxelas, com a participação da União Europeia e da Comunidade dos Estados da América Latina e Caribe (Celac). Esforços da Europa e da América Latina e do Caribe estabeleceram as bases para uma vigorosa parceria birregional do mundo sobre as mudanças climáticas. Os líderes de ambas as regiões declararam seu compromisso no sentido de manter o aumento da temperatura global abaixo de 2º Celsius e de produzir resultados juridicamente impositivos em Paris.

Os chefes de Estado da UE e da Celac podem – e precisam – forjar uma aliança estreita e capitalizar as condições políticas favoráveis para fazer avançar uma agenda climática progressista, que obrigue seus negociadores a pressionar por um acordo justo, equitativo e ambicioso em dezembro. Juntas, as duas regiões representam cerca de um terço das 195 partes que assinaram a Convenção Base da ONU sobre Mudanças Climáticas, e representam cerca de 20% das emissões mundiais de gases geradores do efeito estufa.

A Celac apela para que os países ricos cumpram sua promessa de disponibilizar US$ 100 bilhões por ano para financiar ações para enfrentar as mudanças climáticas. Os países ricos que não cumpriram o Protocolo de Kyoto, de 1997, têm essa dívida com o planeta.

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