Homem morre após ser atingido por tiro acidental em Ilhéus


José Carlos chegou a ser socorrido, mas acabou vindo a óbito no Hospital Costa do Cacau.

Um homem, identificado como José Carlos Demétrio Mendes, 34 anos, morreu após ser atingido por um tiro acidental, na manhã desta sexta-feira (06), no distrito do Retiro, zona rural de Ilhéus. As informações foram passadas à polícia por um familiar da vítima.

Segundo informações policiais, a vítima foi atingida na face por disparo de arma de fogo tipo espingarda cartucheira, sendo socorrida para o Hospital Regional Costa do Cacau e vindo a óbito às 22 horas no mesmo dia.

O Departamento de Polícia Técnica foi acionado para periciar o corpo, e a Polícia Civil por intermédio do Núcleo de Homicídio investiga o caso. Familiares da vítima serão ouvidos, a fim de esclarecer o ocorrido.

Adolescente de 15 anos morre após se afogar no litoral norte de Ilhéus


Gabriel Lopes Pereira chegou a ser resgatado e levado para um hospital de Ilhéus, mas não resistiu.

Um adolescente de 15 anos morador de Barra do Choça, no sudoeste da Bahia, morreu após se afogar em praia de Ilhéus, cidade do sul do estado, na sexta-feira (6).

O caso ocorreu entre 8h e 9h da manhã, entretanto não há informações sobre as circunstâncias do afogamento. Gabriel Lopes Pereira chegou a ser resgatado e levado para um hospital de Ilhéus, mas não resistiu.

O corpo foi levado ainda na sexta para Barra do Choça, onde está sendo velado. O sepultamento está marcado para as 14h deste sábado (7), no cemitério da cidade. ( G1/Bahia)

Governo vai reformular Bolsa Família e destinar benefício a crianças e jovens


Imagem Ilustrativa.

O governo acerta os últimos detalhes de uma reforma para turbinar o Bolsa Família, o mais importante programa social do País voltado para a população de baixa renda. A pedido da Casa Civil, o Ministério da Cidadania propôs a reformulação daquela que foi a principal bandeira do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para imprimir a marca do governo Bolsonaro, pode até mudar de nome e se chamar “Renda Brasil”. O que já está definido é que será ampliado para atender a jovens de até 21 anos e conceder valores maiores aos beneficiários.

A proposta está em análise na equipe econômica para definição do volume de recursos adicionais ao programa. O plano original da ala política do governo era aumentar em R$ 16,5 bilhões os recursos para o programa – que tem um orçamento previsto para 2020 de R$ 29,5 bilhões. São R$ 14,1 bilhões adicionais ao que já é gasto anualmente e mais R$ 2,4 bilhões para bancar, no ano que vem, o pagamento do 13.º salário. Segundo apurou o Estado, a área econômica já avisou que pode garantir, por enquanto, “no máximo” R$ 4 bilhões adicionais.

*A ideia é dividir o programa em três:

*benefício cidadania, dado às famílias de baixa renda;

*benefício primeira infância, para crianças de até 3 anos e

*benefício a crianças e jovens, contemplando jovens de até 21 anos.

Além disso, a ideia é criar um extra para valorizar a “meritocracia”: seria um prêmio para crianças que tivessem sucesso em olimpíada de conhecimento, passassem de ano e se destacassem no esporte.

A grande dúvida ainda é sobre a receita extra para bancar o aumento das despesas. Uma reunião técnica realizada na sexta, 6, no Palácio do Planalto terminou sem definir a origem dos recursos, já que é preciso encontrar um espaço no teto de gastos – regra que limita o crescimento das despesas à variação da inflação. A equipe econômica pediu mudanças no desenho apresentado pelo Ministério da Cidadania.

Um das propostas é direcionar ao Bolsa Família parte do que o governo pretende arrecadar com o fim da isenção de impostos sobre a cesta básica. Cálculos do governo mostram que uma transferência de R$ 4 bilhões da arrecadação do imposto que passará a ser cobrado sobre a cesta poderia incrementar em R$ 24,10 extras, em média, o valor do benefício para cada uma das 13,8 milhões de famílias inscritas no programa.

Com Informações do Jornal Estadão.