Sindpoc participa de assembleia geral extraordinária do Sinspeb do CPFS


O Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado da Bahia-SINSPEB realizou na manhã de ontem (04.11.2020), no Conjunto Penal de Feira de Santana-CPFS mais uma Assembleia Geral Extraordinária.

Nessa Assembleia foi colocado em apreciação e discussão da plenária a resposta oficial do Secretário de Administração Penitenciária e Ressocialização Senhor Nestor Duarte, a respeito das reivindicações apresentadas pelos(as) Policiais Penais do CPFS e em seguida foi feita a Avaliação do Movimento Por Respeito e Labor Digno, bem como, as deliberações sobre os rumos do Movimento.

Por unanimidade a plenária reconheceu os avanços preliminarmente conquistados a partir do diálogo estabelecido entre a diretoria do SINSPEB e o Secretário Nestor Duarte, reforçando que parte significativa deste avanço pode ser constatada no pronto atendimento ao pedido do Sindicato, no que se refere a publicação em Diário Oficial do Estado da Bahia, convocando os 41 (quarenta e um) candidatos aprovados no último concurso público, para a realização do Curso de formação de Policiais Penais no dia 03.11.2020 (terça-feira).

É com imenso apreço que registramos aqui que os Representantes do Sindicato dos Policiais Civis da Bahia-SINDPOC, fizeram-se presentes na Assembleia e demonstraram total apoio e solidariedade à Categoria dos Policiais Penais. O Presidente do SINDPOC, Senhor Eustácio Lopes, em sua manifestação “reforçou a necessidade da parceria estabelecida entre os representantes sindicais das Polícias Civil e Penal, concluindo que juntos somos muito mais fortes”.

O Presidente do SINSPEB, Reivon Pimentel, comprometeu-se com a plenária que, o mais rápido possível, solicitará através de ofício, uma reunião com o Secretário Nestor Duarte, para dar prosseguimento às tratativas em busca do entendimento e do bem comum relacionado à possível resolução dos problemas apresentados em Assembleia pelos Servidores do CPFS e, bem como, dos demais problemas existentes no âmbito do Sistema Prisional baiano.

O Sindicalista ainda afirmou que ” a categoria resolveu que qualquer decisão a ser tomada em relação ao Movimento Paredista só será discutida, avaliada e deliberada após o período eleitoral, visto que a categoria se comprometeu a manter o voto de confiança depositado na pessoa do Secretário e que espera que assim que terminar esse momento pandêmico e eleitoral, o Secretário possa agendar a já referida reunião com os representantes da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado da Bahia-SEAP/BA e os representantes do Sindicato para tentar resolver os gravosos problemas que afetam o Sistema Prisional, uma vez que há o compromisso do Senhor Nestor Duarte de manter o diálogo aberto buscando a resolução destes problemas”.

Pelo DNA, polícia identifica quadrilha de ladrões e estupradores


Foto

 

As polícias de Goiás e Maranhão identificaram uma quadrilha que assaltava motéis e estuprava clientes nas cidades de Ramos (MA) e Jaraguá (GO). O grupo criminoso assaltava motéis e estuprava as mulheres enquanto mantinham os homens presos. Durante a apuração, os peritos do Maranhão coletaram vestígios com DNA dos suspeitos.

Os integrantes da quadrilha já estavam presos pelo cometimento de outros crimes. Agora, eles serão denunciados e responderão também por esses. A identificação do grupo foi possível graças a atuação das Polícias Técnico-Científica dos dois estados, com uso da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG) do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

“Esse processo resultou na coincidência de vestígios detectados em motéis nos dois estados em que a quadrilha atuava”, explica o perito criminal Geyson Souza, gestor do Banco Estadual de Perfis Genéticos do Maranhão.

A perita criminal e administradora do Banco de Perfis Genéticos da SPTC/GO, Mariana Mota, destacou a importância da coleta de DNA de suspeitos, algo que só pode ocorrer com autorização judicial. “Reforço ainda a importância da identificação criminal genética, pois o perfil de um investigado só pode ser inserido no banco quando há determinação judicial. Essa medida contribui para dar resolutividade aos crimes que, nesse caso, ocorreu em mais de um estado, em dois anos”.